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Competências do futuro: educadores propõem a apropriação das narrativas

Educadores sociais questionam as narrativas envolvidas na produção de listas sobre as competências do futuro, necessárias para a sobrevivência dos jovens

Conversas sobre o futuro: antecipar e apropriar, palavras de sobrevivência

person using virtual reality goggles
mulher usando realidade virtual
Antecipar e apropriar das tecnologias são fatores essenciais para sobreviver no futuro
Photo by fauxels on Pexels.com

Antecipar e apropriar são duas palavras básicas para quem deseja ter um futuro profissional. Confira as razões e outras informações das conversas sobre o futuro

Carros elétricos: realidade distante ou revolução positiva?

A ampliação da frota de veículos movidos por energia elétrica ainda depende da superação de desafios operacionais.
A ampliação da frota de veículos movidos por energia elétrica ainda depende da superação de desafios operacionais.

Diego Andrade Bini *

A escolha entre dois cursos

 

Nome: Vivian Franco 
Idade: 17
Situação escolar: Terceiro ano
O que vocês indicam fazer quando se está em dúvida entre dois cursos?

Vivian: 
 
Antes de tudo, a escolha requer estratégia, com boas doses de suor e concentração mental. Se você já tem dois cursos em foco, talvez possa até comemorar. Já é um passo andado.  
 
Nossa sugestão:
 
Primeiro de tudo, levante informações sobre você mesma. Autoconhecimento é metade de tudo. Perceba e avalie suas habilidades, sua personalidade. Identifique coisas que te dão satisfação ou te irritam, por exemplo. Inclua no seu roteiro de autoanálise, coisas como a sua disposição em lidar com rotinas, sua paciência para se relacionar com gente, o desejo de trabalhar em lugares abertos, como no campo, ou em ambientes fechados, como laboratórios, fábricas e escritórios. 
 
Nesse levantamento sobre as coisas que você gosta ou não, leve em conta também, mas não apenas, as matérias que você se sai bem na escola, como matemática, física, química, português, história, geografia ou biologia, ou no dia a dia, como a facilidade para escrever. Isso é importante. Veja bem: uma pessoa que gosta muito de artes, pode não ser um grande artista. Alguém que gosta de fazer ginástica, pode não se dar bem em educação física. Quem gosta de escrever não será, necessariamente, um bom jornalista. 
 
Conhecer a fundo os cursos é essencial. Mas é necessário cruzar informações entre as suas características pessoais e aquelas da profissão. Peça para alguém dos cursos que você está escolhendo para descrever como são os dias de trabalho. E sinta-se na história. 
 
Tenha consciência de que grande parte das pessoas abandona os cursos por desconhecer a realidade deles. Em média, dois em cada dez estudantes desistem do curso superior iniciado por eles.
 
ROTEIRO BÁSICO
 
  1. Conheça a você mesmo
  2. Procure informações sobre as profissões
  3. Procure informações sobre os cursos
  4. Cruze informações: suas características x demandas da profissão
  5. Procure saber mais sobre a rotina dos cursos e das profissões
 
QUER UMA AJUDA A MAIS?
Esperamos que tenha ajudado a esclarecer algumas dúvidas. Se você quiser um apoio maior, conte com a gente. Sabemos como é complexo esse processo da escolha e, por isso, oferecemos serviços de apoio. 
Temos alternativas de aconselhamento, no formato de coach profissional. E podemos oferecer melhores respostas para as suas dúvidas. 
 
 

Relatório de riscos globais: por que os líderes estão mais preocupados?

Estudo anual sobre riscos globais do Fórum Econômico Mundial, mostram as lideranças ainda preocupadas com os efeitos da pandemia

Como sobreviver aos impactos da inteligência artificial no jornalismo

Nem deslumbrado, nem ludita. Os impactos da inteligência artificial no jornalismo cobram ações antecipatórias

Leia mais: Como sobreviver aos impactos da inteligência artificial no jornalismo

CARLOS PLÁCIDO TEIXEIRA
Jornalista Responsável | Radar do Futuro

Irmão do viés cognitivo, o pensamento binário me atormenta ao pensar nos impactos presentes e futuros da inteligência artificial no jornalismo e das atividades humanas. Temo tanto o deslumbramento sem crítica quanto o medo paralisante. Ou seja, tenho mêdo de ver os jornalistas, assim como outros profissionais, travados nos extremos, entre acreditar em uma perspectiva libertadora da tecnologia ou na posição de neoluditas, prontos para quebrar todas as máquinas, contestar as tecnologias e sonhar com a volta dos jornais em papel.

Segundo o neurocientista Miguel Nicolelis, não devemos temer a possibilidade de sistemas de IA, como o ChatGPT superar a inteligência humana. Precisamos nos preocupar, sim, com a possibilidade da inteligência humana sofrer um processo de decadência, ficando menor do que a inteligência das máquinas. Dois estudos recentes, feitos pela Brown University e pela Columbia University, concluem que o desenvolvimento cognitivo está em declínio pela primeira vez na história.

grayscale photo of man thinking in front of analog wall clock
Photo by Brett Sayles on Pexels.com

Jornalistas, assim como profissionais de todas as áreas, precisam colocar a reflexão sobre o futuro como meta prioritária.

O andar da carruagem civilizacional mostra dados preocupantes. É o que revela, por exemplo, uma pesquisa recente do instituto Ipsos. Segundo o estudo, quase 50% da população brasileira acredita que o País pode “correr o risco de virar um país comunista”.

O que fazer?

Ou a gente, jornalistas, se apropria das tecnologias ou continuamos a pagar caro. Sem investir em reflexão, o jornalista tende a repetir erros do passado, quando áreas sem vínculos com a produção de textos começaram a definir o certo e o errado na formatação de conteúdos para a internet. Lá atrás, deixamos que os gurus da tecnologia, os designers, marketeiros e até mesmo os sobrinhos dos nossos amigos definissem, por exemplo, conceitos e critérios definidores de textos de qualidade. 

O ensino do jornalismo e os jornalistas devem investir no conhecimento sobre as mudanças sociais, econômicas, políticas, culturais etc, além das tecnológicas, que estão ocorrendo no cenário global. Omissão, rejeição, alienação terão efeitos muito ruins para os profissionais.  

Os debates sobre os impactos da inteligência artificial devem levar em conta a necessidade de tornar os profissionais das ciências sociais e humanas em atores de destaque nas definições das regras e da ética envolvidas na produção de inovações baseadas em tecnologias.

Prioridade: antecipar oportunidades

As demissões de profissionais nas Organizações Globo registram o fim de uma era. O jornalismo tem a mudança mais profunda de sua história, com a incorporação de novos modelos de produção de notícias. Na área da comunicação, o velho está morrendo e há uma chance do novo nascer.

Somos testemunhas, hoje, da oportunidade de criação e implantação de modelos inovadores de jornalismo, realmente destinados a informar a população, comprometido com a sociedade. Sem vínculos com os interesses das elites econômicas, financeiras, políticas e sociais é necessário olhar para as tecnologias e imaginar formas de aplicações no cotidiano.

Como usar

A antecipação de oportunidades significa a capacidade de olhar para a inteligência artificial, assim como para as outras tecnologias, e imaginar aplicações inovadoras. Por exemplo: como a evolução da tradução instantânea para qualquer idioma altera as minhas relações com as fontes de informações? Que tal buscar exemplos africanos no momento ao produzir uma reportagem sobre a realidade do Vale do Jequitinhonha?

Outro exemplo: como a realidade virtual tende a impactar a forma de apresentação dos conteúdos jornalísticos? Como a inteligência artificial vai ajudar a realizar o controle das apresentações de informações? As respostas dependem da percepção de que ambientes virtuais, com suas novas maneiras de consumir informações, forçam os modelos de negócios de notícias e informação a se transformarem.

A alteração radical da maneira como os consumidores descobrem novos conteúdos, com sistemas de IA como o ChatGPT, redefine estratégias e fluxos de trabalho de repórteres, editores e ilustradores. Eles precisam ter, pelo menos, algum conhecimento sobre a existência de recursos tecnológicos. Mais importante do que dominar as técnicas é expandir a consciência sobre o papel humano da criação de alternativas de uso e sobrevivência.


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Relatório “Megatendências 2022&+”, do Radar do Futuro, mostra as dez forças aceleradoras e como cada uma impacta o futuro das sociedades globais

O futuro dos diretores de finanças

 

Só empresas muito grandes, com estratégias diferenciadas, têm diretores de tecnologia, CIOs,

daí, a necessidade dos diretores de finanças terem a visão sobre as tecnologias.

 

Posso simular cenários instantâneos

 

Tecnologias como big data analytics, inteligência artificial e blockchain

 

 

 

> Abraçar o digital: os CFOs precisam desenvolver um conhecimento mais profundo do panorama tecnológico digital e aprender a “falar digital”. O componente tecnológico dos processos de negócios não pode mais ficar isolado, e o CFO precisará ter a capacidade de avaliar todo o escopo da tecnologia digital na sua área de atuação.

> Desenvolver competências em finanças: conforme a área financeira dialoga mais com a liderança da empresa, haverá cada vez mais necessidade entre os profissionais financeiros de competências que apoiem a análise e o uso da tecnologia digital. 

> As novas ferramentas têm de ser acompanhadas pela renovação da visão do CFO, além da capacitação da equipe de finanças em termos de processamento analítico, conhecimento de estatística e também de relacionamento. O intuito dessas tecnologias é liberar o tempo dos profissionais, para que estes possam dedicar-se mais ao entendimento do negócio. 

Profissões atuais com futuro

Perguntamos para os consultores quais das profissões que existem hoje entram e saem de cena no futuro. Confira o voto dos futurólogos.

• Sobe

PROFESSOR DE MANDARIM

Com a China se assumindo como a segunda maior economia do planeta, não tenha dúvidas que, pelo menos no mundo dos negócios, o mandarim vai se tornar palavra de ordem – e os falantes da lingua podem se dar bem nessa.

MASSAGISTA

Em meio à vida cada vez mais caótica nas cidades, ainda não foi encontrado o robô que saiba fazer uma boa massagem. “Não à toa, hoje vivemos um boom de terapeutas e massagistas”, diz o consultor Michael Robinson do site Career Planning.

ENFERMEIRAS

Com o envelhecimento populacional e aumento da expectativa de vida, o serviços de enfermagem em domicílio têm crescido imensamente nas cidade e continuarão em alta nos próximos anos.

• Desce

CAIXA DE BANCO

Com o dinheiro cada vez mais eletrônico e processos automatizados mesmo para procedimentos de reconhecimento, como identificação biométrica, vai ser cada vez mais difícil encontrar caixas nos guichês.

ATENDENTES DE TELEMARKETING

O atendimento via máquinas que imitam um atendente simpático já faz parte da realidade. Por meio de inteligência artificial, os robôs saberão identificar os problemas e propor soluções, colocando fim ao serviços de atendentes.

METALÚRGICOS

Os que não forem substituídos pela atividade robótica provavelmente estarão localizados em países de mão de obra barata como hoje já acontece com Índia e China. No futuro, talvez a bola da vez seja o Vietnã.

RECEPCIONISTAS

Algumas empresas, como a Microsoft, já estudam a instalação de recepcionistas virtuais na entrada dos seus edifícios. “Ao automatizar a rotina, nós humanizamos as pessoas e deixamos que as máquinas façam o que cabe a elas”, diz o futurólogo lan Pearson.

 

Seis tecnologias que ajudam os estudantes em suas atividades

 

Monitoramento e organização do tempo, jogos e ensino dirigido são áreas de interesse de startups envolvidas em projetos para as áreas educacionais. Foto por Pixabay em Pexels.com
Monitoramento e organização do tempo, jogos e ensino dirigido são áreas de interesse de startups envolvidas em projetos para as áreas educacionais. Foto por Pixabay em Pexels.com

Quatro pontos essenciais para crescer em 2021

ambiente interno de shopping mostrando escada rolante vazia foto pixabay
Especialista aponta quatro pontos essenciais para as empresas investirem em 2021, considerando que o mercado ainda será de baixa recuperação

Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis

Henry Manzano

Esqueça aquele sonho de ter um Herbie, o fusca turbinado, pois o setor automobilístico está passando por uma nova revolução com o desenvolvimento de carros inteligentes. 

Em um futuro não muito distante, a Internet das Coisas (IoT) vai mudar o modelo de veículos que conhecemos atualmente.

Já é possível encontrar funcionalidades tão inovadoras em paineis de automóveis que os carros são mais do que meios de locomoção e se tornam verdadeiros computadores de rodas. Um estudo recente da Tata Consultancy Service (TCS) mostra que só em 2015 cada empresa do setor de automóveis investirá em média 93,5 milhões de dólares em projetos de IoT no mundo e este número pode passar para 102 milhões de dólares até 2018.

Aquela velha dificuldade de estacionar em uma vaga apertada está se tornando ultrapassada pois, hoje em dia, o carro já consegue fazer isso sozinho. Esta era uma ideia, inimaginável há alguns anos, mas já é uma realidade e é o primeiro passo para o desenvolvimento de veículos totalmente autônomos.

Grandes empresas de tecnologia desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autônomos, que são capazes de se guiar sozinho, sem a necessidade de um condutor. Esses automóveis oferecem total segurança e funcionam com tecnologias de câmeras de detecção que permitem ao carro identificar o que acontece ao seu redor, e com tecnologias e programas instalados que o ajudam a avaliar a situação e agir corretamente.

Há muita expectativa para que até 2030 que os veículos já estejam em circulação pelas ruas e guiando passageiros com total funcionamento tecnológico. Uma pesquisa da Automotive Industry Solutions (IHS) prevê que o número de ‘carros conectados’ vai saltar de 23 milhões em 2014 para mais de 150 milhões em 2020.

A indústria automotiva está investindo basicamente em três principais fontes de receita de IoT: infotainment (informação e entretenimento) dentro dos carros como serviços de streaming, interação e verdadeiras assistentes pessoais que sabem da sua agenda, monitoramento de desempenho do veículo (carros capazes de fazer o próprio diagnóstico em caso de defeito) e assistentes de segurança do condutor (como câmeras de monitoramento e condução do veículo). Cada vez mais, muitos desses recursos estarão disponíveis no mercado e inúmeros projetos estão em teste e desenvolvimento neste momento.

Em meio a toda essa mudança, as empresas automotivas não colheram grandes vitórias de receita ainda. As empresas registraram um aumento de receita média de 9,9% de suas iniciativas em Internet das Coisas em 2014 sobre 2013, e projetam um novo aumento relativamente modesto de 12,3% entre 2015 e 2018, segundo estudo da TCS.

Ainda há muito caminho para percorrer e as empresas automobilísticas precisam investir em fatores que trarão o sucesso para projetos de IoT. Um viés importante a ser levado emconsideração na indústria é que as companhias precisam deixar de pensar apenas como fábricas de carro e passar a se enxergarem como empresas de software.

No atual cenário, muitas empresas de tecnologia pretendem investir e abocanhar uma grande fatia deste bolo que costumava ter poucos nomes. Se os grandes players do setor automotivo não investirem em projetos integrados e revolucionários com novos designs, eles perderão muito espaço. Pois é a inovação que vai gerar novas oportunidades de negócios e de receitas.

Henry Manzano é CEO para América Latina da Tata Consultancy Services (TCS)

Sobre a Tata Consultancy Services Ltd (TCS)

A Tata Consultancy Services é uma empresa de consultoria de serviços de TIe soluções corporativas que oferece resultados reais para negócios globais, garantindo um nível de segurança que nenhuma outra empresa pode igualar. A TCS oferece uma equipe de consultores próprios e um portfólio integrado de serviços deTI, BPS, infraestrutura, engenharia  eserviços de garantia. A entrega é realizada através de seu modelo exclusivo chamadoGlobal Network Delivery Model™, reconhecido como referencial de excelência no desenvolvimento de software. Como parte do grupo Tata, o maior conglomerado industrial da Índia, a TCS conta com mais de 324 mil dos consultores mais bem treinados do mundo, em 46 países. A empresa gerou uma receita consolidada de US$ 15,5 bilhões no exercício fiscal encerrado em 31 de março de 2015, e está listada nas bolsas de valores National Stock Exchange e Bombay Stock Exchange na Índia. Para mais informações, acessewww.tcs.com. 

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Institutos federais como a Embrapa, órgãos estaduais e universidades reconhecem a importância das parcerias para ganhar agilidade. Foto por John Lambeth em Pexels.com
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