Notas econômicas: 31 de maio a 4 de junho de 2021

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A CPI no Senado segue com novos depoimentos sobre o comportamento do governo no combate à pandemia. Confira nas Notas Econômicas o que foi destaque na semana. 

médica infectologista Luana Araújo, em pronunciamento. Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A CPI no Senado segue com novos depoimentos sobre o comportamento do governo no combate à pandemia. Confira nas Notas Econômicas o que foi destaque na semana.

Coleta de informações semanais feita pelo Economista Paulo Roberto Bretas

Destaque na semana: O depoimento da médica infectologista Luana Araújo à Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado reforçou a tese de que o governo articulou o uso de tratamentos alternativos. Em seu depoimento, a médica frisou mais de uma vez que não há tratamento precoce contra a covid-19 e disse que o Brasil ainda está na “vanguarda da estupidez” em vários aspectos do combate à pandemia. Durante o tempo em que trabalhou para o governo, a infectologista afirmou que convidou os profissionais mais talentosos de sua área para trabalhar na secretaria, mas que eles não aceitaram por conta da “polarização esdrúxula” e da “politização incabível” do momento.

Crise Hídrica se Agrava: O agravamento da crise hídrica, a pior dos últimos 91 anos, poderá fazer com que o Brasil tenha problemas de abastecimento de energia a partir do segundo semestre. Com a permanência de condições hidrológicas desfavoráveis, mesmo analistas que assumiam antes uma postura mais cautelosa já começam a enxergar dificuldades no suprimento de energia nos horários de pico, o que poderia resultar em blecautes. A avaliação é que, dependendo da situação futura dos reservatórios, pode não haver geração suficiente para atender os momentos de forte demanda do sistema elétrico. (Valor)

Remédio para Covid: A expectativa dos cientistas é de termos, no ano que vem, remédios para a Covid-19. As medicações já foram testadas em animais e agora passam por testes em humanos. (Estadão) (Meio)

Ambiente econômico

Superávit Comercial 1: Os economistas consultados pelo Banco Central elevaram a estimativa para o superávit da Balança Comercial brasileira em 2021 pela segunda semana seguida, para US$ 68 bilhões de US$ 64.75 bilhões na semana anterior, segundo o relatório de mercado Focus. (Valor)

Superávit Comercial 2: Para 2022, a estimativa de saldo comercial positivo foi elevada para US$ 60 bilhões de US$ 56,52 bilhões. Já para 2023 a estimativa foi elevada para US$ 57 bilhões de US$ 56.45 bilhões na semana passada. Para 2024, a estimativa de superávit comercial caiu para US$ 55.15 bilhões de US$ 56.5 bilhões. (Valor)

Balança Comercial 1: A balança comercial brasileira registrou um superávit  de US$ 9,29 bilhões em maio, aumento de 29,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, pela média diária, segundo números divulgados dia 1º de junho de 2021, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. Nos primeiros cinco meses do ano, a balança comercial acumulou um saldo positivo de US$ 27,53 bilhões, aumento de 74,3% sobre o mesmo período de 2020. (Valor)

Balança Comercial 2: A secretaria estima que a balança comercial brasileira registre em 2021 um superávit de US$ 89,4 bilhões, resultado de US$ 266,6 bilhões em exportações e US$ 177,2 bilhões em importações. A corrente de comércio ficaria em US$ 443,8 bilhões. (Valor)

Indicadores

Crescimento do PIB Surpreende 1: O avanço do PIB (Produto Interno Bruto) acima do que era esperado no 1º trimestre elevou as expectativas de crescimento da economia brasileira em 2021. A economia não só veio mais forte do que o esperado nos 3 primeiros meses do ano, como continua dando sinais de reação. Segundo o IBGE, o PIB do Brasil cresceu 1,2% no 1º trimestre de 2021, na comparação com os 3 meses imediatamente anteriores. (Poder 360)

Crescimento do PIB Surpreende 2: Os investimentos, que ajudaram a puxar o PIB no 1º trimestre, também esboçam uma reação. O IDP (Investimento Direto no País) somou US$ 3,5 bilhões em abril, segundo o BC. Com isso, totalizou US$ 41,2 bilhões (2,80% do PIB) nos 12 meses encerrados em abril de 2021, ante US$ 39,3 bilhões (2,71% do PIB) no período anterior. 

Crescimento do PIB Surpreende 3: O Índice de Confiança do Consumidor da FGV também subiu em maio, mas de forma menos intensa. Foram 3,7 pontos de alta, para 76,2 pontos.

Crescimento do PIB Surpreende 4: Há incertezas no âmbito familiar por conta da situação do mercado de trabalho, que tradicionalmente é o último a reagir de uma crise econômica. Em abril, o país criou 120.935 vagas de emprego formal. Mas o IBGE divulgou que a taxa de desemprego subiu para o patamar recorde de 14,7% no 1º trimestre deste ano. (Poder 360)

Confiança Empresarial Cresce: O Índice de Confiança Empresarial da FGV (Fundação Getúlio Vargas) subiu 7,9 pontos em maio, para 97,7 pontos. É, o maior nível desde março de 2014. (Poder 360)

PIB Per Capita 1: Depois da perda de 4,8% em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita deve crescer entre 3,2% e 3,7% em 2021 e entre 0,8% e 1,3% em 2022, nas estimativas de economistas. O PIB só deve retomar em 2023 o patamar de antes da pandemia. Mais do que a recuperação cíclica pós-crise preocupa o cenário de um crescimento mais robusto do PIB per capita nos próximos anos, desafio ainda maior depois das perdas de capital humano na pandemia. (Valor)

PIB Per Capita 2: O PIB per capital teve retração de 0,1% em média, por ano, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre). A década teve dois períodos distintos: 2010 a 2014 (expansão anual média de 1,5%) e 2015 a 2019 (perda anual média de 1,3%). (Valor)

Confiança do Setor Serviços 1: Avaliações positivas sobre o momento presente impulsionaram o Índice de Confiança de Serviços (ICS) de maio para a mais forte elevação em oito meses, informou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre) e responsável pelo indicador. O ICS subiu 6,4 pontos em maio ante abril, para 88,1 pontos, o mais forte aumento desde julho de 2020 (7,3 pontos). (Valor)

Confiança do Setor Serviços 2: Rodolpho Tobler (FGV/Ibre) lembrou que a continuidade de vacinação no país neste ano, mesmo que a passos lentos ante outros países, tem melhorado o humor do empresariado do setor de serviços. Ele pontuou ainda que, ao se olhar as atividades restritivas delineadas pelo governo para diminuir circulação social, como forma de prevenir contaminação pela doença, houve menor frequência dessas iniciativas em maio, ante meses imediatamente anteriores. (Valor)

Endividados e Inadimplentes 1: Os percentuais de endividados e de inadimplentes subiram de abril para maio, segundo leitura da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em sua Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). No levantamento, a parcela de endividados ficou em 68% em maio, sexto aumento consecutivo e superior à de abril (67,5%) e à de maio de 2020 (66,5%). Foi a parcela mais intensa desde início da pesquisa em 2010, informou a CNC. (Valor)

Endividados e Inadimplentes 2: No caso dos endividados com contas em atraso, a parcela ficou em 24,3% em maio, acima de abril (24,2%), mas ainda inferior à de maio de 2020 (25,1%). Quanto aos inadimplentes, 10,5% declararam sem condições de pagar débitos, acima de abril (10,4%), mas ainda abaixo de maio do ano passado (10,6%). (Valor)

Investimentos

Taxa de Investimentos 1: Puxados pelos bens de capital, especialmente do setor agrícola, os números para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – medida de investimento dentro do Produto Interno Bruto (PIB) – devem vir positivos na divulgação de amanhã do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). A alta dos preços de commodities e do câmbio tem ajudado nas decisões de compras de máquinas e equipamentos, ao mesmo tempo em que há uma sinalização favorável também da construção civil. A despeito do cenário no curto prazo, a retomada para uma taxa de investimento em relação ao PIB acima dos 20% ainda vai demorar alguns anos, apontam especialistas. (Valor)

Taxa de Investimentos 2: Uma taxa de investimentos mais elevada – acima dos 20% e mais perto dos 25% – permite um crescimento mais sustentável da economia brasileira, sem pressão inflacionária. O país chegou a esse patamar entre 2010 e 2013, mas esse nível ficou para trás. Dados de estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) mostram que cerca de 87% dos países do mundo apresentaram taxa de investimento maior que a do Brasil em 2020. (Valor)

Setores

Novos Tempos da Logística: A logística ainda é uma das principais barreiras para o avanço dos negócios. O AliExpress tem investido em tecnologia para diminuir o seu tempo de entrega no Brasil. O seu braço logístico Cainiao, além de parcerias, usa um algoritmo para otimizar a eficiência e o custo. Para Yan Di, diretor-geral do AliExpress para o Brasil, ainda é possível no Brasil replicar modelos logísticos chineses, como converter lojas de conveniência em mini-centros de distribuição. (Folha) (Meio)

Força do E-Commerce: O e-commerce não só tem ajudado a manter muitos negócios, mas também se tornou alavanca de crescimento. Quase 10% dos que iniciaram o próprio negócio como microempreendedores individuais em 2019 viraram empresas maiores, segundo estudo da Serasa Experian. Essa taxa é mais que o triplo da registrada entre 2017 e 2019. (Estadão)(Meio)

Futuro das Compras On Line: Com as redes sociais cada vez mais inseridas no dia a dia dos usuários, as oportunidades de negócios só crescem. Estima-se que as compras feitas pelas redes sociais, crescerá 29% ao ano entre 2020 e 2028. As vantagens são muitas. Do lado do consumidor, ganha-se conveniência com toda a jornada, desde a descoberta do produto até a finalização da compra, dentro da plataforma. Do lado da empresa, pode significar menos interrupção na compra, permitindo que as transações sejam finalizadas com menos cliques. Ainda cria uma comunicação mais engajada com o usuário e mais dados que podem contribuir para conhecer melhor seu público-alvo. (Meio)

Finanças

Dívida Bruta: A dívida bruta registrou em abril o menor patamar desde julho de 2020, quando estava em 84,5% do PIB. Entre março e abril de 2021, a dívida bruta passou de 88,9% do PIB para 86,7% do PIB, um recuo de 2,2 pontos percentuais. Entre fevereiro e março de 2010, por sua vez, ela havia recuado 2,8 pontos percentuais, de 59% do PIB para 56,2%. (Valor)

Aplicações Financeiras: A poupança, com mais de R$ 1 trilhão, ainda é a preferência nacional, mas cada vez mais o brasileiro mostra conhecer e utilizar outros produtos financeiros. Ações, títulos privados e fundos ganharam participação nas carteiras ao longo de 2020, enquanto a caderneta perdeu espaço nas menções pela primeira vez em quatro anos, segundo a pesquisa “Raio-X do Investidor Brasileiro”, da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). (Valor)

Saldo da Conta Corrente: A estimativa do saldo da conta corrente, para 2021, passou de -US$ 530 milhões para -US$ 1.06 bilhão; para 2022, a estimativa passou de -US$ 15 bilhões para -US$ 17.5 bilhões; para 2023, a estimativa passou de -US$ 29.5 bilhões para -US$ 26 bilhões e em 2024, a estimativa de saldo negativo das transações correntes passou para -US$ 47.4 bilhões, depois de três semanas a -US$ 38.70 bilhões. (Valor)

Ingresso de Recursos Externos – IDP: A estimativa para o ingresso de recursos externos no âmbito do Investimento Direto no País (IDP) em 2021 foi elevada para US$ 56.5 bilhões, depois de duas semanas em US$ 55.01 bilhões pela segunda semana. Para 2022, a estimativa subiu de US$ 63 bilhões para US$ 64.5 bilhões. Em relação a 2023, a estimativa passou de US$ 66 bilhões a US$ 70.09 bilhões, enquanto para 2024 foi elevada para US$ 75,91 bilhões de US$ 67 bilhões antes. (Agência Safras)

Ambiente social

Emprego e Renda Afetados: Pesquisa PoderData realizada de 24 a 26 de maio mostra que 62% da população tiveram o emprego ou fonte de renda afetados pela pandemia da covid-19. O número caiu 6 pontos percentuais em comparação a 1 mês antes, quando foi feito o levantamento anterior. O grupo de entrevistados que relatou não ter tido problemas econômicos subiu na mesma medida: foi de 30% para 36%. O grupo que diz não saber responder à pergunta permanece em 2%. (Poder 360)

Ambiente político

Importante Derrubada de Veto: O Congresso Nacional derrubou na noite de ontem o veto do presidente Jair Bolsonaro ao fornecimento de internet gratuita para alunos e professores da educação básica pública durante a pandemia. A estimativa é que a medida, idealizada para facilitar o ensino remoto, beneficie 18 milhões de estudantes e 1,5 milhão de professores. (Globo) (Meio)

CBrasil e a Covid: O Brasil é o segundo país com mais mortes e terceiro com mais casos da doença. (John Hopkins University) (Meio)

Igor Gielow: “Jair Bolsonaro se mostra pouco supersticioso com sua intempestiva e populista decisão de abraçar a Copa América deixada na sarjeta pela crise política colombiana e pela pandemia na Argentina. Afinal de contas, mal se passaram 48 horas desde que dezenas de milhares de manifestantes contrários ao governo enfim decidiram ir à rua contra Bolsonaro, mesmo arriscando aglomerações e perder a superioridade moral ao falar sobre estímulo a contágio. Do ponto de vista político, Bolsonaro dobra a aposta na provocação contra seus opositores.” (Folha) (Meio)

Governo

Comércio Ilegal de Madeira: A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de investigação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por suspeita de favorecer o comércio ilegal de madeira. O pedido foi baseado na denúncia do ex-superintendente da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, afastado após fazer acusações contra o ministro. (Estadão) (Meio)

Privatizações em Minas Gerais: O governo de Minas Gerais vai vender ativos da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), enquanto a Assembleia Legislativa do Estado não decide se aprova a privatização da sua principal controlada, a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). A venda desses outros ativos não precisa passar pelo Legislativo e pode ajudar o Estado a reduzir a crise fiscal enquanto não vende seu bem mais valioso. (Valor)


Ambiente internacional

Valorização do Iuan Preocupa 1: Uma montanha de dólares depositados na China cresceu tanto que bancos do país estão tendo dificuldades de emprestá-los, e operadores dizem que isso representa um risco aos esforços oficiais de conter o iuan, que se encontra em rápida ascensão. Impulsionado pelo forte aumento nas receitas de exportação e pelos fluxos de investimento, o valor dos depósitos em moeda estrangeira nos bancos chineses saltou para mais de 1 trilhão de dólares pela primeira vez em abril, mostram dados oficiais.(CNN Brasil)

Valorização do Iuan Preocupa 2: Nos 16 meses até abril, os depósitos em dólares aumentaram 242,2 bilhões de dólares, segundo o BC chinês, aumento equivalente a 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) e volume maior que os vangloriados ingressos no mercado de títulos da China, que totalizaram cerca de 220 bilhões de dólares no período. (CNN Brasil)

Valorização do Iuan Preocupa 3: Para o Brasil, uma valorização do iuan e um excesso de liquidez em dólares, que podem chegar aos mercados financeiros globais, representa elevação dos custos de fretes e de preços de produtos importados da China, além de possível valorização do real, ou seja, inflação mais alta. (CNN Brasil)

Fórum OCDE para Viagens Seguras 1: A reunião ministerial anual da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) lançou dia 31-05-2021 uma iniciativa para “viagens internacionais seguras” durante a pandemia de covid-19. Será um fórum para governos e partes interessadas compartilharem informações em tempo real sobre planos e iniciativas que facilitem as viagens. (Valor)

Fórum OCDE para Viagens Seguras 2: A entidade nota que o transporte aéreo internacional de passageiros caiu em torno de 75% em 2020, e o turismo internacional caiu cerca de 80% desde o começo da pandemia. Diz que a interrupção das viagens e do turismo internacional está tendo um impacto dramático em toda a economia global, interligada e globalizada. (Valor)

Ambiente tecnológico

Carro Voador da Embraer: A Embraer ainda não concluiu o projeto de seu “carro voador”, mas já tem uma encomenda de 200 unidades, com previsão de entrega a partir de 2026, para a Halo, empresa de mobilidade aérea que atua nos EUA e no Reino Unido. Além dos veículos, que são elétricos e parecem superdrones, o contrato inclui o desenvolvimento conjunto de um sistema de gestão de tráfego aéreo urbano. (Estadão) (Meio)

Cabo Submarino: O Brasil ganhou o primeiro cabo submarino de alta capacidade que liga o país à Europa. De fibra óptica, deve reduzir pela metade a latência da conexão atual ao não precisar mais passar pelos EUA para chegar ao continente europeu, como ocorre atualmente com a maior parte das transmissões. O cabo serve para o transporte de todo tipo de informação digital, como telefone, internet e demais dados. (Meio)

Como Atingir Consumidores: As mudanças nas políticas do Google e Apple de rastreamento dos usuários têm levado empresas a realizarem parcerias com adtechs para aplicar novas ferramentas para atingir os consumidores. Algumas dessas soluções têm sido plataformas de conexão com influenciadores e identificação de conteúdo que mais resulta em venda. Para as marcas, os métodos tradicionais já não são serão mais tão funcionais: as mudança de privacidades vão aumentar o custo de achar um novo consumidor no Facebook e diminuir a efetividade de segmentação. (Bloomberg) (Meio)


Notas Econômicas: Fontes

 Jornal Valor, Folha, Estadão, Canal Meio Newsletter, Veja, Poder 360, Carta Capital, Business Insider, BBC Brasil, O Antagonista, Portal G1 e Globo.

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