Crônica de um cotidiano exaustivo e a hipocrisia de quem criminaliza o direito ao ócio.
“Hoje é meu último dia de trabalho aqui. Vai ser difícil encontrar alguém para o meu lugar”.
A conversa no supermercado desvia a minha atenção enquanto encosto o carrinho no balcão e passo minhas compras, onde um senhor de cara fechada não responde ao meu “bom...