O brasileiro está percebendo que não precisa investir muito para ter saúde de qualidade e que, nem sempre, pagar caro é sinônimo de ser bem atendido. Foto por bruce mars em Pexels.com
O brasileiro está percebendo que não precisa investir muito para ter saúde de qualidade e que, nem sempre, pagar caro é sinônimo de ser bem atendido. Foto por bruce mars em Pexels.com

Aquiles Vilar *

Com a atividade econômica caminhando ainda em marcha lenta, a população brasileira continua carente de serviços básicos, especialmente nas áreas da saúde, educação e lazer- os três pilares de sustentação da sociedade.

O Brasil atingiu a marca de 210 milhões de habitantes e as oportunidades continuam escassas. Embora tenha ocorrido um crescimento de vagas formais, com um saldo positivo de 121.387 vagas de trabalho em agosto deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia, ainda falta muito para alcançarmos a tão sonhada igualdade social.

Apesar do saldo aparentemente otimista, em que o país registrou cerca de 1.382 contratações e 1.261 demissões, a grande questão é que essas admissões registraram um salário médio 9,3% menor. Ou seja, na prática, os trabalhadores estão ganhando menos, o que impulsiona a procura por trabalho informal.

Neste cenário, o Cartão de TODOS – em sua modalidade de cartão de desconto e não de plano de saúde, se revela uma alternativa positiva à população. Com o objetivo de proporcionar acesso à saúde com qualidade e a custo baixo, o Cartão de TODOS, por meio de atendimentos primários e ambulatoriais em Clínica Conveniadas, proporciona mais de 500.000 atendimentos em consultas médicas.

Para o Cartão de TODOS, o acesso só é proporcionado quando atingidos três aspectos: (I) físico, pela facilidade de locomoção até o local do atendimento; (II) financeiro, pelos seus preços que cabem no bolso da família brasileira; e (III) temporal, pela certeza de que o cliente será atendido dentro de um prazo razoável para suprir as suas necessidades.

Os números atingidos pela empresa nos últimos 12 meses, período em que dobrou de tamanho – mais de 2,8 milhões de famílias filiadas, cerca de 10 milhões de pessoas em todo o país em sua base de clientes, provam que estamos no caminho certo. Nosso ideal é fazer a diferença na vida dos nossos filiados e estar presente na vida deles todos os dias, oferecendo condições para eles cuidarem da saúde, sem abrir mão da educação e do lazer, que também são essenciais.

Acreditamos que mesmo com a retomada da economia, o que levará um tempo, o Cartão de TODOS continuará em expansão no mercado de cartões de descontos. O brasileiro está percebendo que não precisa investir muito para ter saúde de qualidade e que, nem sempre, pagar caro é sinônimo de ser bem atendido. É possível, sim, ter acesso à saúde primária com um custo acessível.

Nosso desafio é fazer as pessoas entenderem que a prevenção é o melhor caminho, tanto para evitar surpresas na vida como no bolso. O mercado de cartões de desconto tende a se consolidar nos próximos anos. Os planos do Cartão de TODOS, nesse sentido, são para que alcancemos 5 milhões de famílias ativas em cidades com mais de 200 mil habitantes no próximo biênio. Temos a certeza de que alçaremos os próximos objetivos, por focarmos na suplência das necessidades da população brasileira.


  • Vice-presidente jurídico e administrativo do Cartão de TODOS

 

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