TIM adota o conceito de degustação de serviços

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Carlos Teixeira
Radar do Futuro

Inaugurada na quinta-feira, 2 de agosto, em Belo Horizonte, a nova loja da operadora de telefonia TIM incorpora conceitos do varejo do futuro. Entre as novidades, além da eliminação completa de papeis para assumir integralmente o conceito da digitalização, o consumidor terá a possibilidade de fazer degustações de serviços, um conceito inovador no cenário de mudanças disruptivas dos ambientes de negócios.

“Já estamos habituados à ideia da degustação de produtos físicos, como os próprios aparelhos de telefone. Mas ir à loja e experimentar serviços é uma novidade”, assegura Eduardo James, diretor nacional de lojas próprias da TIM Brasil. Os clientes poderão experimentar os aplicativos TIM music by Deezer, TIM Banca Virtual e o Meu TIM, disponíveis em espaço exclusivo para que os consumidores entendam como agilizar suas demandas utilizando a solução do Meu TIM.

A ideia é de que o usuário da operadora ou cliente potencial possam avaliar no local o funcionamento de um aplicativo como o da Banca Virtual representa uma tendência a ser adotada pelo varejo. Pelo serviço vinculado, a empresa oferece ao consumidor o acesso ao conteúdo de alguns dos principais veículos de comunicação do País para que ele compreenda como funciona, quais os recursos disponíveis, tendo um ambiente de apoio para a interação e o aprendizado.

Tendências incorporadas

Localizada no BH Shopping, a unidade é a 12ª da operadora neste formato no país. Ao todo, serão cerca de 60 até o fim do ano em todo o Brasil. O novo padrão traz mudanças importantes no atendimento, na estrutura, no merchandising e no design, alinhados com o novo posicionamento da marca.

Com mais atrativos para os clientes, o espaço oferece experiências e interatividade com os produtos e serviços da operadora e possui módulos específicos para fabricantes de aparelhos, lançamentos e degustação.

“Planejamos reformar e inaugurar mais lojas neste modelo em Minas. A digitalização é uma das metas da TIM para os próximos anos e as mudanças do formato físico e do atendimento dos nossos pontos de venda são essenciais para que possamos oferecer essa experiência de consumo diferenciada para nossos clientes”,complementa Eduardo James, diretor nacional de lojas próprias da TIM Brasil.

O aspecto mais destacado na loja é a ausência de papeis. Não há folhetos  e os atendentes estão todos municiados de tablets para interagir com os visitantes. A eliminação de papéis inclui notas fiscais físicas, cópias de documentos e formulários, com o objetivo de melhorar o processo de atendimento, que tende a ser reduzido em até 50% do tempo.

Grandes paineis fazem a divulgação dos produtos e serviços oferecidos pela operadora. Com o uso das telas “touch screen”, o conceito de autosserviço ganha estímulo, em um ambiente que se propõe a ser mais limpo. Com mais atrativos para os clientes, o espaço oferece experiências e interatividade com os produtos e serviços da operadora, além de lançamentos e degustação. E promove a integração entre canais. Um cliente, em casa, pode planejar a ida à loja, e marcar um horário com um consultor.

A loja inclui bancos com estações de carregadores de celulares e wi-fi liberado para clientes e não clientes. Segundo Eduardo James, a loja cumpre um papel de educação do cliente, na medida que mostra a ele as possibilidades de um plano e coloca em sua mão aparelhos para teste. “Na loja digital, o cliente passa a ter acesso a informações que no site ele não encontra porque fica perdido no meio de tanta informação”, afirma.