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Comércio eletrônico em ritmo mais lento

Para a E-bit, o segmento vai refletir a retração da economia

Redação
Radar do Futuro

As vendas do comércio eletrônico em 2016 devem refletir um cenário de alta de preços e desaceleração do crescimento das vendas em volume, afirmou o co-fundador da empresa especializada em informações do setor, E-bit, Pedro Guasti. Os dados sobre as vendas do setor em 2015 e as projeções para 2016 ainda estão sendo fechados, mas a E-bit espera que o crescimento nominal de vendas saia de em torno de 15% em 2015 para um patamar de 12% a 15% em 2016.

“O ano de 2015 teve um crescimento impulsionado pelo aumento de valor das vendas, apesar da desaceleração no volume”, afirmou. Ele acrescenta que as classes de poder aquisitivo menor consumiram menos no comércio eletrônico, mas houve uma maior venda de itens de maior preço.

Para 2016, essa tendência pode se acentuar, com o impacto da alta de preços de smartphones. O fim do benefício da isenção de PIS e Cofins para esses itens de telefonia deve encarecer os produtos para o consumidor final, o que tende a pressionar ainda mais para baixo as vendas em volume.

A telefonia celular é uma das categorias de maior peso no comércio eletrônico, ao lado de outros aparelhos eletroeletrônicos e de informática.

 Com informação da Agência Estado

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