{"id":8738,"date":"2019-12-04T11:14:58","date_gmt":"2019-12-04T14:14:58","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=8738"},"modified":"2019-12-04T11:14:58","modified_gmt":"2019-12-04T14:14:58","slug":"numero-de-casamentos-entre-pessoas-de-mesmo-sexo-cresce-62","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/numero-de-casamentos-entre-pessoas-de-mesmo-sexo-cresce-62\/","title":{"rendered":"N\u00famero de casamentos entre pessoas de mesmo sexo cresce 62%"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8739\" aria-describedby=\"caption-attachment-8739\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8739 size-full\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres.jpg\" alt=\"Indicadores do IBGE revelam que os casamentos entre as mulheres tiveram crescimento de 58% entre 2017 e 2018. Foto: Pixabay\" width=\"1280\" height=\"851\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres.jpg 1280w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres-300x199.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres-768x511.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres-1024x681.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres-696x463.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8739\" class=\"wp-caption-text\">Indicadores do IBGE revelam que os casamentos entre as mulheres tiveram crescimento de 58% entre 2017 e 2018. Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><em>IBGE<\/em><\/p>\n<p>Apesar da redu&ccedil;&atilde;o de 1,6% no total de casamentos civis entre 2017 e 2018 (de 1.070.376 para 1.053.467), o n&uacute;mero de casamentos entre pessoas de mesmo sexo aumentou 61,7% no mesmo per&iacute;odo, passando de 5.887 para 9.520. Os casamentos entre pessoas do sexo feminino representaram 58,4% dessas uni&otilde;es. Entre as regi&otilde;es, o maior aumento foi observado no Nordeste (85,2%) e o menor aumento, no Centro-Oeste (42,5%).<\/p>\n<p>J&aacute; os div&oacute;rcios aumentaram 3,2% entre 2017 e 2018, passando de 373.216 para 385.246. Por tipo de arranjo familiar, 46,6% das dissolu&ccedil;&otilde;es se deram entre as fam&iacute;lias constitu&iacute;das somente com filhos menores de idade. Dos 166.523 div&oacute;rcios concedidos para casais com filhos menores, 24,4% tiveram guarda compartilhada, mas a predomin&acirc;ncia das mulheres na responsabilidade pelos filhos manteve-se, atingindo a propor&ccedil;&atilde;o de 65,4%.<\/p>\n<p>Em 2018, do total de 2,98 milh&otilde;es de registros de nascimentos feitos em cart&oacute;rios do Brasil, 2,89 milh&otilde;es eram de nascimentos ocorridos e registrados no ano e com a Unidade da Federa&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia da m&atilde;e conhecida. Em compara&ccedil;&atilde;o com 2017, houve um aumento em torno de 1,0% nestes registros, por&eacute;m, as regi&otilde;es Sul e Sudeste tiveram quedas de 0,1% e 0,4%, respectivamente, enquanto as regi&otilde;es Nordeste (2,6%), Norte (2,3%) e Centro-Oeste (2,0%) tiveram aumentos.<\/p>\n<p>De 1998 a 2018, o percentual de nascimentos cujas m&atilde;es tinham menos de 24 anos caiu (de 51,8% para 39,4%). J&aacute; nas faixas et&aacute;rias acima dos 30 anos houve eleva&ccedil;&atilde;o (de 24,1% para 36,6%). Na regi&atilde;o Norte, constatou-se o maior &iacute;ndice de registros de nascimentos de crian&ccedil;as cujas m&atilde;es tinham at&eacute; 24 anos. Por outro lado, tanto na regi&atilde;o Sudeste como na Sul foram observadas as maiores propor&ccedil;&otilde;es de nascimentos entre m&atilde;es de 30 a 39 anos.<\/p>\n<p>Em 2018, cerca de 1,28 milh&otilde;es de &oacute;bitos foram registrados. Enquanto a mortalidade de menores de 5 anos representou 2,8% dos registros, os &oacute;bitos de pessoas de 65 anos ou mais representaram 59,8% do total, evidenciando o processo de envelhecimento populacional no pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Na faixa de 20 a 24 anos, as mortes por causas externas (homic&iacute;dios, suic&iacute;dios, acidentes de tr&acirc;nsito etc.) atingiram, aproximadamente, 11 vezes mais homens do que mulheres. De 2008 para 2018, a mortalidade por causas externas de homens de 15 a 24 anos aumentou em 16 das 27 unidades da federa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, com maiores aumentos nos estados do Norte e Nordeste.<\/p>\n<p>Em 2019, o IBGE adotou uma nova metodologia para o c&aacute;lculo do sub-registro de nascimentos e &oacute;bitos, n&atilde;o compar&aacute;vel com a metodologia anterior. Em 2017, a estimativa de sub-registro de nascimentos foi de 2,6%, enquanto o sub-registro de &oacute;bitos ficou em 4,1%.<\/p>\n<p>A pesquisa Estat&iacute;sticas do Registro Civil investiga registros de nascimentos, casamentos, &oacute;bitos e &oacute;bitos fetais informados pelos Cart&oacute;rios de Registro Civil de Pessoas Naturais, bem como os div&oacute;rcios declarados pelas Varas de Fam&iacute;lia, Foros, Varas C&iacute;veis e Tabelionatos de Notas do pa&iacute;s. Acesse a publica&ccedil;&atilde;o completa e o material de apoio para mais informa&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<h2>N&uacute;mero de casamentos cai 1,6% entre 2017 e 2018<\/h2>\n<p>Os brasileiros est&atilde;o se casando menos. Em 2018, foram registrados 1.053.467 casamentos civis, contra 1.070.376 de 2017 &ndash; uma redu&ccedil;&atilde;o de 1,6%. Houve aumento apenas no Nordeste (0,8%) e no Centro-Oeste (3,3%), todas as demais regi&otilde;es tiveram queda.<\/p>\n<p>Mas o n&uacute;mero de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo aumentou 61,7%, de 5.887 em 2017 para 9.520 em 2018, sendo que os casamentos entre pessoas do sexo feminino representaram 58,4% dessas uni&otilde;es. O Centro-Oeste registrou o menor percentual de aumento nos casamentos civis dessa natureza (42,5%) e o Nordeste, o maior (85,2%).<\/p>\n<p>No Brasil, para cada 1.000 habitantes em idade de casar, em m&eacute;dia, 6,4 pessoas se uniram por meio do casamento legal em 2018. E a diferen&ccedil;a das idades m&eacute;dias ao contrair a uni&atilde;o nos casamentos de pessoas solteiras de sexos diferentes era de aproximadamente 2 anos: os homens se uniram, em m&eacute;dia, aos 30 anos e as mulheres, aos 28 anos. J&aacute; entre os c&ocirc;njuges solteiros de mesmo sexo, a idade m&eacute;dia ao contrair a uni&atilde;o foi de aproximadamente 34 anos para os homens e 33 anos para as mulheres.<\/p>\n<h2>N&uacute;mero de div&oacute;rcios aumenta 3,2% entre 2017 e 2018<\/h2>\n<p>O n&uacute;mero de div&oacute;rcios concedidos em 1&ordf; inst&acirc;ncia ou por escrituras judiciais aumentou 3,2% entre 2017 e 2018, passando de 373.216 para 385.246. Assim, a taxa geral de div&oacute;rcios aumentou de 2,5&permil; (2017) para 2,6&permil; (2018). Entre as regi&otilde;es, o Sudeste registrou a maior taxa geral de div&oacute;rcio (3,1&permil;), ou seja, em torno de 3 div&oacute;rcios para cada 1000 habitantes com 20 anos ou mais.<\/p>\n<p>Houve ainda uma diminui&ccedil;&atilde;o no tempo de dura&ccedil;&atilde;o dos casamentos: em 2008, os casamentos duravam, em m&eacute;dia, 17 anos, passando para 14 anos em 2018. Al&eacute;m disso, os homens se divorciam com 43 anos, enquanto as mulheres, com 40 anos, em m&eacute;dia.<\/p>\n<p>Por tipo de arranjo familiar, 46,6% das dissolu&ccedil;&otilde;es se deram entre as fam&iacute;lias constitu&iacute;das somente com filhos menores de idade; 27,8% foram entre casais sem filhos; 17,3%, entre fam&iacute;lias somente com filhos maiores e 7,8%, entre fam&iacute;lias com filhos menores e maiores de idade.<\/p>\n<blockquote><p>Aumenta o n&uacute;mero de div&oacute;rcios com guarda compartilhada, mas m&atilde;e ainda predomina na responsabilidade pelos filhos<\/p><\/blockquote>\n<p>Houve um aumento significativo do percentual de div&oacute;rcios concedidos em 1&ordf; inst&acirc;ncia entre casais com filhos menores em cuja senten&ccedil;a consta a guarda compartilhada dos filhos. Dos 166.523 div&oacute;rcios concedidos para casais com filhos menores, em 2018, 24,4% tiveram guarda compartilhada. Em 2014, essa propor&ccedil;&atilde;o era de 7,5%.<\/p>\n<p>Ainda assim, mant&eacute;m-se a predomin&acirc;ncia das mulheres na responsabilidade da guarda dos filhos, que atingiu a propor&ccedil;&atilde;o de 65,4%.<\/p>\n<p>As regi&otilde;es Sul e Sudeste t&ecirc;m queda nos registros de nascimento em 2018.&nbsp;Do total de 2.983.567 registros de nascimento efetuados em cart&oacute;rios do Brasil em 2018, cerca de 3% (83.716) eram registros relativos a pessoas nascidas em anos anteriores ou com o ano de nascimento ignorado.<\/p>\n<p>Quando se consideram apenas os nascimentos ocorridos e registrados em 2018 e com a Unidade da Federa&ccedil;&atilde;o de resid&ecirc;ncia da m&atilde;e conhecida, houve um crescimento de 1,0% em rela&ccedil;&atilde;o a 2017, passando de 2.867.701 para 2.895.062.<\/p>\n<p>Cresceu o n&uacute;mero de nascimentos registrados nas regi&otilde;es Nordeste (2,6%), Norte (2,3%) e Centro-Oeste (2,0%), mas diminuiu no Sudeste (-0,4%) e no Sul (-0,1%). As maiores eleva&ccedil;&otilde;es foram observadas em Roraima (13,4%), Mato Grosso (8,4%), Amap&aacute; (5,3%) e Maranh&atilde;o (5,2%). Por&eacute;m, o Sudeste ainda concentra mais nascimentos: 39,4% do total do pa&iacute;s, seguido pelo Nordeste, com 28,3%; Sul, com 13,7%; Norte, com 10,2%; e Centro-oeste, com 8,4%.<\/p>\n<p>Quanto ao m&ecirc;s de nascimento das crian&ccedil;as registradas, maio foi o campe&atilde;o de natalidades (264.988) e novembro teve o menor n&uacute;mero (222.722). A m&eacute;dia mensal ficou em 241.654 registros.<\/p>\n<blockquote><p>Mulheres est&atilde;o esperando mais para terem filhos<\/p><\/blockquote>\n<p>Houve uma progressiva mudan&ccedil;a na estrutura de faixa et&aacute;ria em que as mulheres t&ecirc;m filhos nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas. De 1998 a 2018, os percentuais de nascimentos cujas m&atilde;es tinham at&eacute; 24 anos ca&iacute;ram, enquanto houve eleva&ccedil;&atilde;o nas faixas et&aacute;rias entre 30 e 44 anos.<\/p>\n<p>Em 1998, os nascimentos registrados eram de crian&ccedil;as cujas m&atilde;es eram eminentemente jovens, com 51,8% dos nascimentos gerados por m&atilde;es com idades at&eacute; 24 anos. Em 2008, houve diminui&ccedil;&atilde;o relativa dos nascimentos com m&atilde;es nessa faixa, representando 47,9%, e, em 2018, caiu para 39,4%. Na faixa entre 25 e 29 anos, a oscila&ccedil;&atilde;o nesse per&iacute;odo foi menor, com aumento de 1998 a 2008, de 24,2% para 25,2%, e queda para 23,7% em 2018. A partir dos 30 anos, as propor&ccedil;&otilde;es de nascimentos se elevaram, saindo de 24,1% em 1998 e chegando a 36,6% em 2018.<\/p>\n<p>As diferentes regi&otilde;es do Brasil expressam realidades peculiares e desiguais entre si, n&atilde;o s&oacute; em termos sociais, econ&ocirc;micos, mas tamb&eacute;m demogr&aacute;ficos. Na regi&atilde;o Norte, constatou-se o maior &iacute;ndice de registros de nascimentos de crian&ccedil;as cujas m&atilde;es tinham at&eacute; 24 anos. Por outro lado, tanto na regi&atilde;o Sudeste como na Sul, observaram-se as maiores propor&ccedil;&otilde;es de nascimentos cujas m&atilde;es tinham idades entre 30 e 39 anos.<\/p>\n<p>Mortalidade na inf&acirc;ncia segue em queda e chega a 2,8%<\/p>\n<p>Entre 2008 e 2018, o volume de &oacute;bitos ocorridos e registrados no mesmo ano, com informa&ccedil;&atilde;o de sexo e idade, passou de 1.055.672 para 1.279.948, um aumento de cerca de 21%. Ao se analisar a s&eacute;rie hist&oacute;rica desde 1978 por idade, observa-se uma queda significativa na propor&ccedil;&atilde;o de &oacute;bitos de crian&ccedil;as menores de um ano e de menores de cinco anos, passando de 26,9% e 32,6% para 2,4% e 2,8%, respectivamente. Por outro lado, com o envelhecimento populacional, os &oacute;bitos de pessoas com 65 anos ou mais passaram de 30,1% em 1978 para 59,8% do total de &oacute;bitos registrados em 2018.<\/p>\n<p>De 1988 a 2018, sobremortalidade masculina por causas externas dos 20 aos 24 anos cresce 46,6%<\/p>\n<p>A sobremortalidade masculina por causas externas (homic&iacute;dios, suic&iacute;dios, acidentes, afogamentos, quedas etc) no grupo de 20 a 24 anos foi de aproximadamente 11,0 vezes em 2018. Ou seja, um indiv&iacute;duo do sexo masculino de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de n&atilde;o completar os 25 anos do que uma pessoa do sexo feminino. Em 1988, este valor era de 7,3 vezes, configurando um acr&eacute;scimo de 46,6% no per&iacute;odo.<\/p>\n<p>Contudo, se forem considerados somente os registros de &oacute;bitos por causas naturais no grupo de 20 a 24 anos, um homem de 20 anos teria 2,2 vezes mais chance de n&atilde;o completar os 25 anos do que uma mulher na mesma idade.<\/p>\n<blockquote><p>Regi&otilde;es Norte e Nordeste t&ecirc;m aumento nos &oacute;bitos por causas externas entre homens de 15 a 24 anos<\/p><\/blockquote>\n<p>Entre 2008 e 2018, analisando-se os registros de &oacute;bitos por causas externas em homens de 15 a 24 anos, houve aumentos em 16 das 27 Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o. Os estados do Norte e Nordeste mostraram os maiores aumentos, com destaque para Sergipe (113,8%), Cear&aacute; (113,6%) e Roraima (100,0%). Por outro lado, houve quedas significativas no Paran&aacute; (-49,9%), Esp&iacute;rito Santo (-45,4%) e S&atilde;o Paulo (-37,8%).<\/p>\n<p><strong>Nova metodologia aponta queda no sub-registro de nascimentos e &oacute;bitos<\/strong><\/p>\n<p>Em 2019, o IBGE adotou uma nova metodologia para mensurar o sub-registro de nascimentos e &oacute;bitos referente aos anos de 2015, 2016, 2017. A nova metodologia n&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel com a metodologia anterior, cuja s&eacute;rie hist&oacute;rica foi finalizada no ano de 2014.<\/p>\n<p>A estimativa do sub-registro de nascimentos foi de 2,6% em 2017, indicando que 97,4% dos nascimentos ocorridos em 2017 foram registrados no mesmo ano ou at&eacute; o 1&ordm; trimestre de 2018. Em 2016, a estimativa de sub-registro de nascimentos foi de 3,2% e, em 2015, de 4,2%.<\/p>\n<p>J&aacute; a estimativa do sub-registro de &oacute;bitos foi de 4,1% em 2017, indicando que 95,9% dos &oacute;bitos ocorridos em 2017 foram registrados no mesmo ano ou at&eacute; o 1&ordm; trimestre de 2018. Em 2016, a estimativa de sub-registro de &oacute;bitos foi de 4,4% e, em 2015, de 4,9%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":8739,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,22,19],"tags":[1672,1674,1675,1673],"class_list":{"0":"post-8738","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-indicadores","9":"category-insights","10":"tag-casamentos","11":"tag-casamentos-homossexuais","12":"tag-divorcios","13":"tag-homossexualidade"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/casal-casamento-homossexual-mulheres.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8738","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8738"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8738\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8739"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}