{"id":8627,"date":"2019-12-03T16:11:56","date_gmt":"2019-12-03T19:11:56","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=8627"},"modified":"2019-12-03T16:13:00","modified_gmt":"2019-12-03T19:13:00","slug":"os-empregos-que-a-crise-climatica-vai-gerar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/os-empregos-que-a-crise-climatica-vai-gerar\/","title":{"rendered":"Os empregos que a crise clim\u00e1tica vai gerar"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8719\" aria-describedby=\"caption-attachment-8719\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8719 size-full\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay.jpg\" alt=\"De ge&oacute;logos a psic&oacute;logos, n&atilde;o faltam carreiras poss&iacute;veis para quem tem interesse em trabalhar com a preven&ccedil;&atilde;o, gerenciamento e recupera&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. Fonte: Pixabay\" width=\"1280\" height=\"854\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay.jpg 1280w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay-696x464.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8719\" class=\"wp-caption-text\">De ge&oacute;logos a psic&oacute;logos, n&atilde;o faltam carreiras poss&iacute;veis para quem tem interesse em trabalhar com a preven&ccedil;&atilde;o, gerenciamento e recupera&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. Fonte: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>UOL Educa&ccedil;&atilde;o<\/em><\/p>\n<p>Aumento do n&iacute;vel do mar, mais &eacute;pocas de seca e chuvas muito concentradas, furac&otilde;es e tempestades mais frequentes e intensas. As consequ&ecirc;ncias das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas j&aacute; est&atilde;o acontecendo e devem se intensificar nos pr&oacute;ximos anos, especialmente se medidas para reduzir drasticamente as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa n&atilde;o forem tomadas. Assim, cresce tamb&eacute;m o mercado de trabalho para os profissionais que lidam com desastres ambientais.<\/p>\n<p>De ge&oacute;logos a psic&oacute;logos, n&atilde;o faltam carreiras poss&iacute;veis para quem tem interesse em trabalhar com a preven&ccedil;&atilde;o, gerenciamento e recupera&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. &ldquo;Embora essas situa&ccedil;&otilde;es culminem em quantidades surpreendentes de danos e perda de vidas, surge tamb&eacute;m uma nova urg&ecirc;ncia para salvar vidas em futuros desastres, com habilidades especializadas para atuar nessas situa&ccedil;&otilde;es&rdquo;, diz a coordenadora de Carreiras da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Paran&aacute; (PUC-PR), Isabela Albuquerque.<\/p>\n<p>&ldquo;A demanda por profissionais qualificados, com forma&ccedil;&atilde;o e especializa&ccedil;&atilde;o em &aacute;reas correlatas, incluindo gest&atilde;o de emerg&ecirc;ncias, socorro a desastres, seguran&ccedil;a nacional e seguran&ccedil;a p&uacute;blica, promete crescer nos pr&oacute;ximos anos&rdquo;, afirma Isabela. E mesmo atualmente essa demanda n&atilde;o &eacute; pequena.<\/p>\n<p>Buscas r&aacute;pidas por &ldquo;ambiental&rdquo; ou &ldquo;sustentabilidade&rdquo; no site de recrutamento Glassdoor, por exemplo, mostram que existem mais de 1.200 vagas abertas hoje no pa&iacute;s. &ldquo;Conforme as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas e sociais forem ocorrendo, &eacute; esperado que mais empresas precisem adotar novas pr&aacute;ticas e busquem profissionais focados no meio ambiente e na sustentabilidade&rdquo;, afirma Luciana Caletti, vice-presidente do Glassdoor na Am&eacute;rica Latina.<\/p>\n<h2>Multiplicidade de carreiras<\/h2>\n<p>O leque &eacute; amplo quando se fala em profiss&otilde;es relacionadas a prevenir e buscar solu&ccedil;&otilde;es para desastres ambientais. O Centro de Apoio Cient&iacute;fico em Desastres (Cenacid) da Universidade Federal do Paran&aacute; (UFPR), por exemplo, que atua em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia em todo o mundo, conta com uma rede de dezenas de cientistas que inclui engenheiros, bi&oacute;logos, soci&oacute;logos, pedagogos e muitos outros.<\/p>\n<p>&ldquo;Praticamente todas as carreiras podem contribuir para a preven&ccedil;&atilde;o e redu&ccedil;&atilde;o das consequ&ecirc;ncias dos desastres ambientais. Dependendo do tipo de desastre, algumas carreiras v&atilde;o ser mais ativas. Em um desastre com &oacute;leo na regi&atilde;o costeira, por exemplo, ge&oacute;logos, ocean&oacute;grafos e bi&oacute;logos v&atilde;o ser bastante importantes para avaliar as consequ&ecirc;ncias ambientais, assim como profissionais da sa&uacute;de para avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos&rdquo;, explica o diretor do Cenacid e membro da equipe para coordena&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de desastres da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU), Renato Eug&ecirc;nio de Lima.<\/p>\n<p>Segundo o professor, as carreiras mais comumente ativas nestas situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o as que se ocupam do meio f&iacute;sico, estudando seus fen&ocirc;menos, e as que tratam das ci&ecirc;ncias da vida, que lidam com aqueles que s&atilde;o impactados pelos desastres. &ldquo;Na preven&ccedil;&atilde;o e na resposta a desastres, a grande maioria das situa&ccedil;&otilde;es exige uma abordagem multi e interdisciplinar&rdquo;, diz ele.<\/p>\n<p>A presidente da consultoria socioambiental Synergia, que realiza a&ccedil;&otilde;es de compensa&ccedil;&atilde;o, mitiga&ccedil;&atilde;o e minimiza&ccedil;&atilde;o de impactos de empreendimentos, Maria Albuquerque, concorda e destaca que diferentes profissionais ser&atilde;o necess&aacute;rios em diferentes momentos de desastres. &ldquo;Pensando no atendimento aos atingidos, o assistente social &eacute; fundamental no acolhimento e atendimento imediato aos atingidos. E do ponto de vista da repara&ccedil;&atilde;o ambiental, engenheiros ambientais, ge&oacute;logos, bi&oacute;logos e ge&oacute;grafos t&ecirc;m a vis&atilde;o territorial essencial nesse momento&rdquo;.<\/p>\n<p>Al&eacute;m da forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, outras habilidades s&atilde;o grandes aliadas de quem quer trabalhar com o gerenciamento de desastres: comunica&ccedil;&atilde;o, empatia, dedica&ccedil;&atilde;o, trabalhar bem em equipe, e, obviamente, lidar bem com situa&ccedil;&otilde;es de crise. &ldquo;A forma&ccedil;&atilde;o profissional e o ensino superior s&atilde;o muito importantes, mas n&atilde;o apenas eles&rdquo;, destaca Olga Strietska-Ilina, membro do departamento de pol&iacute;ticas de emprego da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT).<\/p>\n<p>Ela aponta que &eacute; preciso que haja investimentos governamentais para o aprimoramento e aperfei&ccedil;oamento de habilidades que s&atilde;o port&aacute;teis entre empregos. Essas a&ccedil;&otilde;es j&aacute; acontecem, explica a especialista, mas apenas de forma isolada. &ldquo;O problema &eacute; que isso n&atilde;o &eacute; feito de forma sistem&aacute;tica o suficiente, n&atilde;o entra em discuss&atilde;o em minist&eacute;rios e n&atilde;o se transforma em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Para atender ao volume da demanda, as a&ccedil;&otilde;es precisam ser mais coordenadas e integradas&rdquo;, diz ela.<\/p>\n<p>&ldquo;No futuro, pode haver a cria&ccedil;&atilde;o de muitos empregos de habilidades intermedi&aacute;rias. &Eacute; preciso pensar n&atilde;o apenas em termos de habilidades t&eacute;cnicas, mas tamb&eacute;m em habilidades sociais aplicadas&rdquo;, afirma Strietska-Ilina.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio &ldquo;Habilidades para um futuro mais verde&rdquo;, divulgado neste ano pela OIT, garante que caso seja dada a resposta global necess&aacute;ria para diminuir as emiss&otilde;es de carbono, a transi&ccedil;&atilde;o para uma economia ambientalmente sustent&aacute;vel causar&aacute; mudan&ccedil;as no mundo do trabalho. Estimativas do &oacute;rg&atilde;o apontam que 2% dos empregos em todo o mundo correriam risco com a transi&ccedil;&atilde;o para cen&aacute;rios de sustentabilidade energ&eacute;tica ou de economia circular. No entanto, sendo fornecido o treinamento necess&aacute;rio, a estimativa para cria&ccedil;&atilde;o de novos empregos ultrapassa 100 milh&otilde;es de vagas.<\/p>\n<h4>Conhe&ccedil;a 10 profiss&otilde;es que lidam com desastres ambientais<\/h4>\n<h2>Geologia<\/h2>\n<p>A geologia estuda a forma&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;as e a composi&ccedil;&atilde;o da crosta terrestre e analisa fen&ocirc;menos naturais e a sua influ&ecirc;ncia na Terra. Ge&oacute;logos podem se dedicar &agrave; topografia, paleontologia, mineralogia, por exemplo, ou a levantamentos geol&oacute;gicos de locais que abrigar&atilde;o grandes obras, como estradas. Tamb&eacute;m podem ajudar na recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas atingidas por desastres ambientais, como os relacionados &agrave; minera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2>Engenharia civil<\/h2>\n<p>A engenharia civil trata do projeto, gerenciamento e execu&ccedil;&atilde;o de obras, da an&aacute;lise do solo &agrave; defini&ccedil;&atilde;o das redes el&eacute;tricas, visando pela seguran&ccedil;a e estabilidade de constru&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m da constru&ccedil;&atilde;o civil, esses profissionais podem atuar em obras de infraestrutura e saneamento, ajudando na recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas atingidas por desastres ambientais. Engenheiros civis tamb&eacute;m podem participar de concess&otilde;es de licenciamento ambiental e gest&atilde;o ambiental, podendo, assim, prevenir acidentes.<\/p>\n<h2>Agronomia<\/h2>\n<p>Agr&ocirc;nomos, ou engenheiros agr&ocirc;nomos, trabalham para melhorar a produtividade e qualidade de planta&ccedil;&otilde;es e rebanhos. Acompanhando todo o manuseio do solo e da produ&ccedil;&atilde;o, seus conhecimentos de t&eacute;cnicas de cultivo e cria&ccedil;&atilde;o podem ser aplicados em qualquer etapa da cadeia produtiva. Al&eacute;m de poder atuar na mitiga&ccedil;&atilde;o dos efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas (por exemplo, no mercado de biocombust&iacute;veis), esse profissional tamb&eacute;m pode ajudar na restaura&ccedil;&atilde;o de unidades produtivas e na realoca&ccedil;&atilde;o destas fam&iacute;lias atingidas por desastres.<\/p>\n<h2>Engenharia h&iacute;drica<\/h2>\n<p>A engenharia h&iacute;drica lida com os aspectos t&eacute;cnicos, sociais e ambientais da gest&atilde;o de recursos h&iacute;dricos. Os profissionais podem atuar, por exemplo, em obras de infraestrutura hidr&aacute;ulicas (como a constru&ccedil;&atilde;o de barragens), de irriga&ccedil;&atilde;o, de tratamento de &aacute;gua e esgoto e geoprocessamento. Tamb&eacute;m podem trabalhar na preserva&ccedil;&atilde;o, recupera&ccedil;&atilde;o e bom uso da &aacute;gua pela popula&ccedil;&atilde;o e prevenir desastres ambientais.<\/p>\n<h2>Oceanografia<\/h2>\n<p>Ocean&oacute;grafos se dedicam a estudar caracter&iacute;sticas de oceanos, mares, lagos, rios e da zona costeira. Esses profissionais pesquisam a vida marinha, os aspectos e fen&ocirc;menos f&iacute;sicos destes lugares e desenvolvem t&eacute;cnicas para explora&ccedil;&atilde;o destes recursos. Em desastres que envolvem corpos de &aacute;gua, podem realizar coletas e an&aacute;lises para avaliar impactos f&iacute;sicos, qu&iacute;micos, biol&oacute;gicos e geol&oacute;gicos.<\/p>\n<h2>Ci&ecirc;ncias biol&oacute;gicas<\/h2>\n<p>A biologia estuda todas as formas de vida e as maneiras como se relacionam com o mundo. Os profissionais dessa &aacute;rea t&ecirc;m uma ampla &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o, incluindo a pesquisa e desenvolvimento relacionada a processos biol&oacute;gicos em empresas, laborat&oacute;rios, consultorias e &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos de diferentes portes. Tamb&eacute;m encontram espa&ccedil;o na conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, e podem agir em desastres fazendo o manejo da biodiversidade, pol&iacute;ticas de sa&uacute;de e biosseguran&ccedil;a, vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria, an&aacute;lises cl&iacute;nicas e a&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o ambiental.<\/p>\n<h2>Engenharia de energia<\/h2>\n<p>O engenheiro de energia &eacute; capacitado para atuar em v&aacute;rias etapas da extra&ccedil;&atilde;o, gera&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o de diferentes formas de energia. Ele pode atuar na mitiga&ccedil;&atilde;o dos efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, desenvolvendo e otimizando fontes de energia renov&aacute;veis e diminuindo o impacto da extra&ccedil;&atilde;o e do consumo de energia no planeta.<\/p>\n<h2>Engenharia florestal<\/h2>\n<p>&Eacute; esta a engenharia que estuda a explora&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de recursos naturais, analisando a din&acirc;mica de ecossistemas e minimizando os impactos de atividades como o extrativismo. Esse profissional desenvolve, aplica e fiscaliza projetos de preserva&ccedil;&atilde;o e reflorestamento tanto em parques quanto em reservas legais. Em desastres, o engenheiro ambiental pode gerenciar a recupera&ccedil;&atilde;o de regi&otilde;es degradadas e tamb&eacute;m elaborar laudos e an&aacute;lises para a preven&ccedil;&atilde;o de acidentes.<\/p>\n<h2>Meteorologia<\/h2>\n<p>A meteorologia estuda a atmosfera terrestre (e os elementos que interagem com ela, como a polui&ccedil;&atilde;o), varia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e fen&ocirc;menos naturais. Analisando dados de ocorr&ecirc;ncias como chuvas, massas de ar e temperatura, o meteorologista consegue prever as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. Esse trabalho &eacute; importante na preven&ccedil;&atilde;o de desastres ambientais &ndash; antecipando a chegada de uma grande tempestade, por exemplo, &eacute; poss&iacute;vel evacuar a popula&ccedil;&atilde;o e diminuir a perda de vidas humanas &ndash; e no planejamento de atividades de resgate e recupera&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas atingidas.<\/p>\n<hr>\n<p><em>Fontes: Glassdoor (valores autodeclarados anonimamente)<\/em><br>\n<em>UOL Educa&ccedil;&atilde;o.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":8719,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,31,32],"tags":[452,240,1669,239],"class_list":{"0":"post-8627","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-tendencias-profissoes","9":"category-profissoes-do-futuro","10":"tag-crise-climatica","11":"tag-futuro-das-profissoes","12":"tag-impactos-da-crise-climatica","13":"tag-profissoes-do-futuro"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/inundacao-crise-climatica-clima-foto-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8627","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8627"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8627\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8719"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8627"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8627"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8627"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}