{"id":8299,"date":"2019-11-06T11:18:22","date_gmt":"2019-11-06T14:18:22","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=8299"},"modified":"2019-11-06T11:19:04","modified_gmt":"2019-11-06T14:19:04","slug":"numero-de-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham-bate-recorde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/numero-de-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham-bate-recorde\/","title":{"rendered":"N\u00famero de jovens que n\u00e3o estudam nem trabalham bate recorde"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8300\" aria-describedby=\"caption-attachment-8300\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8300 size-full\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc.jpg\" alt=\"Indicadores do IBGE demonstram o aumento da desigualdade na sociedade brasileira. Foto: Rovena Rosa EBC Ag&ecirc;ncia Brasil\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc-696x464.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8300\" class=\"wp-caption-text\">Indicadores do IBGE demonstram o aumento da desigualdade na sociedade brasileira. Foto: Rovena Rosa EBC Ag&ecirc;ncia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>Akemi Nitahara<\/em><br>\n<em>Ag&ecirc;ncia Brasil<\/em><\/p>\n<p>Em 2018, 23% dos jovens de 15 a 29 anos &ndash; 10,9 milh&otilde;es &ndash; n&atilde;o estudavam, nem trabalhavam, os chamados nem-nem. Foi o maior &iacute;ndice da s&eacute;rie hist&oacute;rica, de acordo com os divulgados divulgados nesta quarta-feira, 6 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), na pesquisa S&iacute;ntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019, que analisa as condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p>Entre os jovens de 18 e 24 anos, a incid&ecirc;ncia chega a 27,9% e nos jovens adultos, de 25 a 29 anos, a taxa de nem-nem &eacute; de 25,9%. Segundo o IBGE, o fen&ocirc;meno &eacute; fortemente influenciado pela interrup&ccedil;&atilde;o dos estudos. Os dados mostram que dos jovens de 18 a 24 anos nessa condi&ccedil;&atilde;o, 46,6% n&atilde;o tinham conclu&iacute;do o ensino fundamental e 27,7% terminaram apenas essa etapa. Na faixa entre 25 e 29 anos, a propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 44,1% e 31,2%, respectivamente. Dos jovens que conclu&iacute;ram o ensino m&eacute;dio, h&aacute; mais nem-nem entre quem fez ensino regular do que entre os que conclu&iacute;ram o ensino t&eacute;cnico.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/7XRt1P4YYuyXy-fbYV8u-BbJOUA=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2019_infografico_ibge_jovens-n-trabalham.png?itok=yqzkVSdr\" alt=\"Jovens que n&atilde;o estudam nem trabalham\"><\/p>\n<h2>Aus&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas<\/h2>\n<p>O gerente da pesquisa, Andr&eacute; Sim&otilde;es, explica que o fen&ocirc;meno dos jovens que n&atilde;o estudam e n&atilde;o est&atilde;o ocupados &eacute; estrutural. &ldquo;&Eacute; um segmento estrutural, porque tem fatores que dependem de pol&iacute;ticas espec&iacute;ficas para que haja redu&ccedil;&atilde;o. Por exemplo, h&aacute; um percentual elevado de mulheres, mulheres com filhos e tamb&eacute;m mulheres que realizam afazeres e cuidados dom&eacute;sticos que impedem que elas possam ir para o mercado de trabalho&rdquo;.<\/p>\n<p>Se entre os homens de 25 a 29 anos nessa condi&ccedil;&atilde;o 51,5% estavam desocupados, ou seja, buscavam trabalho, entre as mulheres na mesma idade a maior propor&ccedil;&atilde;o est&aacute; fora da for&ccedil;a de trabalho, com 67,7% delas sem procurar trabalho. Segundo o IBGE, entre as justificativas apresentadas para n&atilde;o procurar ocupa&ccedil;&atilde;o remunerada est&atilde;o os afazeres dom&eacute;sticos e o cuidado de filhos ou parentes.<\/p>\n<p>Os dados do IBGE revelam que 2,4 milh&otilde;es de jovens est&atilde;o na situa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estudar, n&atilde;o estar ocupado e n&atilde;o procurar trabalho. Entre esses, 57,4% estavam em desalento, provocado principalmente por falta de trabalho na localidade (39,6%), n&atilde;o conseguir emprego considerado adequado (10,7%) ou n&atilde;o ter experi&ecirc;ncia ou qualifica&ccedil;&atilde;o profissional (6,1%).<\/p>\n<p>O recorte por rendimento demonstra a desigualdade social tamb&eacute;m nesse quesito. Entre os jovens que integram os 20% da popula&ccedil;&atilde;o com menores rendimentos domiciliares per capita, 42,3% estavam na situa&ccedil;&atilde;o nem-nem em 2018; de 20% a 40% eram 29,2%; entre 40% e 60% somavam 18,3%; com rendimento de 60% a 80%, 10,1% dos jovens estavam nessa situa&ccedil;&atilde;o; e entre os 20% com os maiores rendimento a propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 7%.&nbsp;A taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o geral no pa&iacute;s em 2018 estava em 12%, mas no grupo de 14 a 29 anos chegou a 22,6% em 2017 e fechou 2018 em 22,3%.<\/p>\n<h2>Crescimento da pobreza<\/h2>\n<p>A leve recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica observada nos &uacute;ltimos dois anos no Brasil n&atilde;o se refletiu de forma igual entre os diversos segmentos sociais. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB &ndash; a soma de todas as riquezas produzidas no pa&iacute;s) cresceu 1,1% em 2017 e 2018, ap&oacute;s as quedas de 3,5% em 2015 e 3,3% em 2016, o rendimento dos 10% mais ricos da popula&ccedil;&atilde;o subiu 4,1% em 2018 e o rendimento dos 40% mais pobres caiu 0,8%, na compara&ccedil;&atilde;o com 2017.<\/p>\n<p>Com isso, o &iacute;ndice que mede a raz&atilde;o entre os 10% que ganham mais e os 40% que ganham menos, que vinha caindo at&eacute; 2015, quando atingiu 12, voltou a crescer e chegou a 13 em 2018. Ou seja, os 10% da popula&ccedil;&atilde;o com os maiores rendimentos ganham, em m&eacute;dia, 13 vezes mais do que os 40% da popula&ccedil;&atilde;o com os menores rendimentos.<\/p>\n<p>&Eacute; o que mostra a pesquisa S&iacute;ntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019, divulgada hoje (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). O estudo analisa as condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p>O levantamento come&ccedil;ou a ser feito em 1999, com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lio (Pnad), e, desde 2012, passou a utilizar os dados da Pnad Cont&iacute;nua, ou seja, uma nova metodologia e, portanto, uma nova s&eacute;rie hist&oacute;rica. Os dados divulgados hoje s&atilde;o referentes a 2018 e utilizam tamb&eacute;m outras informa&ccedil;&otilde;es, como a Pesquisa de Informa&ccedil;&otilde;es B&aacute;sicas Municipais (Munic) e o Sistema de Contas Nacionais.<\/p>\n<h2>Desigualdade<\/h2>\n<p>Segundo o IBGE, o aumento da desigualdade &eacute; reflexo da falta de ganho real no sal&aacute;rio m&iacute;nimo ocorrida em 2018,&nbsp;<a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2019-10\/informalidade-no-mercado-de-trabalho-e-recorde-aponta-ibge\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">al&eacute;m da informalidade e da subutiliza&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho<\/a>, que atingem n&iacute;veis recordes atualmente, com 41,4% das pessoas ocupadas nessa condi&ccedil;&atilde;o, de acordo com o gerente dos Indicadores Sociais do IBGE, Andr&eacute; Sim&otilde;es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotov-wrapper\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"IBGE\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/yb4M-BbGpcp3MtcIu_SpGIYZLs8=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2019_infografico_ibge_distribuicao-de-renda.png?itok=SE-a3Gs8\" alt=\"x\"><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<pre class=\"meta\"><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0<strong>IBGE<\/strong><\/pre>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&ldquo;No mercado de trabalho, o que n&oacute;s observamos &eacute; uma pequena redu&ccedil;&atilde;o na taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o entre 2017 e 2018, juntamente com isso um pequeno aumento do rendimento do trabalho tamb&eacute;m. Apesar disso, vemos um aumento da subutiliza&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho, encampado pelo aumento da propor&ccedil;&atilde;o de pessoas com insufici&ecirc;ncia de horas trabalhadas&rdquo; disse. A subutiliza&ccedil;&atilde;o passou de 15,8% em 2015 para 24,6% em 2018.<\/p>\n<p>O &Iacute;ndice de Gini, um padr&atilde;o cl&aacute;ssico para medir desigualdade, vem subindo h&aacute; quatro anos no Brasil. Em 2015, atingiu o m&iacute;nimo da s&eacute;rie hist&oacute;rica, com 0,524 e chegou a 0,545 em 2018. Quanto mais pr&oacute;ximo de zero, mais igualit&aacute;ria &eacute; a sociedade.<\/p>\n<h2>Extrema pobreza<\/h2>\n<p>No indicador da pobreza monet&aacute;ria, ou seja, que leva em conta apenas a renda, o Brasil tamb&eacute;m tem apresentado piora nos &uacute;ltimos quatro anos. Ao todo,&nbsp; 13,5 milh&otilde;es de pessoas no Brasil viviam em 2018 com at&eacute; R$ 145 por m&ecirc;s, o que corresponde a 6,5% da popula&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a m&iacute;nima de 4,5% em 2014.<\/p>\n<p>O IBGE destaca que no Brasil h&aacute; mais pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza extrema do que toda a popula&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;ses como Bol&iacute;via, B&eacute;lgica, Gr&eacute;cia e Portugal. Desse total, 72,7% s&atilde;o pretas ou pardas.<\/p>\n<p>Na faixa da pobreza, considerando o rendimento per capita de at&eacute; R$ 420 por m&ecirc;s, houve uma leve redu&ccedil;&atilde;o, passando de 26% em 2017 para 25,3% em 2018, com&nbsp; 52,5 milh&otilde;es de pessoas. Ou seja, 1,1 milh&atilde;o de pessoas deixaram essa condi&ccedil;&atilde;o na compara&ccedil;&atilde;o anual.<\/p>\n<p>O m&iacute;nimo foi alcan&ccedil;ado em 2014, com 22,8%. Por estado, o Maranh&atilde;o tem a maior propor&ccedil;&atilde;o de pobres, com 53% da popula&ccedil;&atilde;o nesta condi&ccedil;&atilde;o, enquanto Santa Catarina tem a menor propor&ccedil;&atilde;o, com 8%.<\/p>\n<h2>Redu&ccedil;&atilde;o da pobreza<\/h2>\n<p>Andr&eacute; Sim&otilde;es explicou que o ingresso no mercado de trabalho &eacute; o principal meio de redu&ccedil;&atilde;o de pobreza. Por&eacute;m, como os dados indicam que a faixa dos maiores rendimentos apresenta crescimento de renda enquanto os menores rendimentos est&atilde;o estagnados ou com perdas, ele destacou a necessidade de outras medidas para reduzir as desigualdades sociais.<\/p>\n<p>&ldquo;Como &eacute; um grupo muito vulner&aacute;vel e n&atilde;o est&aacute; com uma propens&atilde;o t&atilde;o grande de entrar no mercado de trabalho quanto os outros grupos sociais, com rendimentos mais elevados, necessita de cuidados maiores, como pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, pol&iacute;ticas de transfer&ecirc;ncia de renda, pol&iacute;ticas de dinamiza&ccedil;&atilde;o do mercado de trabalho para que elas possam ter acesso a uma renda que as tire dessa situa&ccedil;&atilde;o de pobreza&rdquo;, ponderou.<\/p>\n<p>O IBGE tamb&eacute;m analisou as condi&ccedil;&otilde;es da moradia e constatou que, no total do pa&iacute;s, 12,8% das pessoas moram em domic&iacute;lios com pelo menos uma inadequa&ccedil;&atilde;o, que s&atilde;o a aus&ecirc;ncia de banheiro exclusivo, paredes feitas com material n&atilde;o dur&aacute;vel, adensamento excessivo ou &ocirc;nus muito alto com o aluguel. Na popula&ccedil;&atilde;o que vive com at&eacute; R$ 420 mensais, a propor&ccedil;&atilde;o sobe para 29,3%.<\/p>\n<p>Quanto &agrave; aus&ecirc;ncia de servi&ccedil;os de saneamento, que s&atilde;o a coleta de lixo, o abastecimento de &aacute;gua e o esgotamento sanit&aacute;rio, 58% dos pobres vivem com pelo menos uma dessas situa&ccedil;&otilde;es, enquanto a propor&ccedil;&atilde;o geral &eacute; de 37,2%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":8300,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,22,19],"tags":[1329,787,570,1617,1618,844],"class_list":{"0":"post-8299","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-indicadores","9":"category-insights","10":"tag-aumento-da-desigualdade","11":"tag-aumento-da-miseria","12":"tag-desigualdade","13":"tag-jovens-nem-nem","14":"tag-nem-nem","15":"tag-nem-nem-nem-2"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/desigualdade-crescente-no-brasil-fofo-rovena-rosa-agencia-brasil-ebc.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8299","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8299"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8299\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8300"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8299"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8299"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8299"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}