{"id":7538,"date":"2019-10-02T07:46:59","date_gmt":"2019-10-02T10:46:59","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=7538"},"modified":"2019-10-02T07:47:27","modified_gmt":"2019-10-02T10:47:27","slug":"pesquisa-aponta-desafios-do-acesso-a-dados-de-saude-pelos-brasileiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/pesquisa-aponta-desafios-do-acesso-a-dados-de-saude-pelos-brasileiros\/","title":{"rendered":"Pesquisa aponta desafios do acesso a dados de sa\u00fade pelos brasileiros"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_7540\" aria-describedby=\"caption-attachment-7540\" style=\"width: 1880px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7540\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308.jpeg\" alt=\"Usu&aacute;rios e profissionais de sa&uacute;de no pa&iacute;s acreditam que o acesso e a disponibilidade de dados s&atilde;o um ponto de dificuldade no Brasil. Foto por rawpixel.com em Pexels.com\" width=\"1880\" height=\"1250\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308.jpeg 1880w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308-300x199.jpeg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308-768x511.jpeg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308-1024x681.jpeg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308-696x463.jpeg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308-1392x926.jpeg 1392w\" sizes=\"auto, (max-width: 1880px) 100vw, 1880px\"><figcaption id=\"caption-attachment-7540\" class=\"wp-caption-text\">Usu&aacute;rios e profissionais de sa&uacute;de no pa&iacute;s acreditam que o acesso e a disponibilidade de dados s&atilde;o um ponto de dificuldade no Brasil. Foto por rawpixel.com em <a href=\"https:\/\/www.pexels.com\/photo\/doctor-pointing-at-tablet-laptop-1282308\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Pexels.com<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Radar do Futuro *<\/p>\n<p>Cerca de tr&ecirc;s quartos (74%) dos brasileiros n&atilde;o t&ecirc;m acesso aos seus registros eletr&ocirc;nicos de sa&uacute;de. No entanto, 79% deles desejariam acessar as informa&ccedil;&otilde;es pessoais dispon&iacute;veis. A conclus&atilde;o &eacute; do&nbsp;relat&oacute;rio Future Health Index (FHI) 2019, da Royal Philips, l&iacute;der global em tecnologia de sa&uacute;de. O estudo mostra que, globalmente, os indiv&iacute;duos est&atilde;o buscando informa&ccedil;&otilde;es e maior controle sobre quase todos os aspectos de suas vidas.<\/p>\n<p>Proporcionar um acesso individual aos seus pr&oacute;prios dados de sa&uacute;de torna-os mais propensos a interagir com essas informa&ccedil;&otilde;es de forma que ir&aacute; aprimorar a qualidade do atendimento que recebem e sua experi&ecirc;ncia de modo geral. O mesmo vale para o Brasil, embora a ado&ccedil;&atilde;o esteja defasada e necessite ser analisada.<\/p>\n<p>&ldquo;O relat&oacute;rio deste ano mostra a import&acirc;ncia de pacientes capacitados. O acesso aos dados &eacute; o caminho para o conhecimento de como as pessoas podem melhorar suas vidas, com uma melhor compreens&atilde;o do que est&atilde;o enfrentando para que possam alcan&ccedil;ar uma melhor qualidade de vida&rdquo;, resume David Reveco Sotomayor, CEO da Philips Am&eacute;rica Latina.<\/p>\n<h2>Acesso e disponibilidade<\/h2>\n<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m revela que os profissionais de sa&uacute;de no pa&iacute;s acreditam que o acesso e a disponibilidade de dados s&atilde;o um ponto de dificuldade no Brasil. Por exemplo, cerca de um em cada quatro profissionais de sa&uacute;de brasileiros acreditam que todos ou a maioria dos brasileiros t&ecirc;m acesso (22%) e disponibilidade (21%) ao atendimento m&eacute;dico.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, a maioria (89%) dos profissionais de sa&uacute;de no Brasil veem a sa&uacute;de geral da popula&ccedil;&atilde;o como fraca. Tamb&eacute;m, 62% dos profissionais de sa&uacute;de brasileiros acham que o sistema prim&aacute;rio de sa&uacute;de do pa&iacute;s &eacute; inadequado para promover sa&uacute;de de qualidade. Isso indica uma oportunidade para um maior aprimoramento no sentido de fomentar a boa sa&uacute;de por meio de acesso e de dados.<\/p>\n<h2>Propriedade dos dados de sa&uacute;de<\/h2>\n<p>O Future Health Index da Philips tamb&eacute;m revela que no Brasil, embora alguns indiv&iacute;duos estejam hesitantes, a maioria quer ter mais controle e obter acesso aos seus registros eletr&ocirc;nicos de sa&uacute;de. As pessoas que t&ecirc;m acesso aos seus registros relatam uma melhor experi&ecirc;ncia quando se trata de atendimento m&eacute;dico e uma melhor qualidade e assertividade dos tratamentos dispon&iacute;veis que aquelas que n&atilde;o t&ecirc;m ou n&atilde;o t&ecirc;m certeza quanto ao acesso. Apenas 10% n&atilde;o sabem se t&ecirc;m acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio mostra que entre as pessoas que t&ecirc;m acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de, 39% estariam mais propensas a utiliz&aacute;-lo caso entendessem melhor como isso poderia facilitar a gest&atilde;o de sua sa&uacute;de. No entanto, para que os indiv&iacute;duos realmente se beneficiem dos registros eletr&ocirc;nicos de sa&uacute;de, no Brasil &eacute; preciso incentivar tanto o acesso quanto o seu uso. O ponto crucial &eacute; se concentrar em esclarecer de que forma os indiv&iacute;duos podem facilitar a gest&atilde;o de sua sa&uacute;de.<\/p>\n<h2>Pacientes mais proativos<\/h2>\n<p>O Future Health Index 2019 indica que capacitar os indiv&iacute;duos a gerenciar a pr&oacute;pria sa&uacute;de por meio da tecnologia, definitivamente aprimora a experi&ecirc;ncia tanto para os indiv&iacute;duos quanto para os profissionais de sa&uacute;de. Abrir as cortinas e dar aos brasileiros acesso aos seus dados de sa&uacute;de &eacute; um bom come&ccedil;o, na medida em que, quando t&ecirc;m acesso ao seu Registro Eletr&ocirc;nico de Sa&uacute;de (RES), as pessoas ficam mais propensas a serem proativas no que se refere &agrave; pr&oacute;pria sa&uacute;de e a acreditar que o sistema de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio e fornece as informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias.<\/p>\n<p>Entre os brasileiros que t&ecirc;m acesso ao seu Registro Eletr&ocirc;nico de Sa&uacute;de, cerca de dois ter&ccedil;os se autoclassificam como proativos quando se trata da pr&oacute;pria sa&uacute;de. As pessoas que t&ecirc;m acesso aos seus registros eletr&ocirc;nicos de sa&uacute;de s&atilde;o mais propensas a concordar que o sistema nacional de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio e fornece informa&ccedil;&otilde;es sobre os m&eacute;todos de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas do que as que n&atilde;o o t&ecirc;m:<\/p>\n<blockquote>\n<ul>\n<li>19% das pessoas com acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de n&atilde;o acham que o sistema nacional de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio ou fornece informa&ccedil;&otilde;es suficientes sobre a&ccedil;&otilde;es preventivas para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas;<\/li>\n<li>30% das pessoas sem acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de n&atilde;o acham que o sistema nacional de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio ou fornece informa&ccedil;&otilde;es de forma adequada sobre os m&eacute;todos de preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas;<\/li>\n<li>56% das pessoas com acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de afirmam que o sistema nacional de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio ou fornece informa&ccedil;&otilde;es suficientes sobre a&ccedil;&otilde;es preventivas para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas;<\/li>\n<li>35% das pessoas sem acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de afirmam que o sistema nacional de sa&uacute;de lhes d&aacute; apoio ou fornece informa&ccedil;&otilde;es suficientes sobre a&ccedil;&otilde;es preventivas para doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/blockquote>\n<h2>Compartilhamento de dados<\/h2>\n<p>O FHI 2019 tamb&eacute;m mostra que os brasileiros sem acesso ao seu registro eletr&ocirc;nico de sa&uacute;de t&ecirc;m mais probabilidade (83%) de querer que seus profissionais de sa&uacute;de tenham acesso a esses dados que a m&eacute;dia de 15 pa&iacute;ses (64%), e profissionais de sa&uacute;de (58%) concordam que pacientes que t&ecirc;m acesso a seus dados de sa&uacute;de melhoram sua experi&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>No entanto, para utilizar a tecnologia digital de sa&uacute;de, os brasileiros querem garantias de conveni&ecirc;ncia, conhecimento e controle da sa&uacute;de. Os profissionais de sa&uacute;de podem ter um papel a desempenhar no aumento da ado&ccedil;&atilde;o e uso da tecnologia digital de sa&uacute;de entre os brasileiros, j&aacute; que eles estariam mais propensos a rastrear seus indicadores de sa&uacute;de mediante uma recomenda&ccedil;&atilde;o de seu profissional de sa&uacute;de. Os brasileiros com acesso &agrave; tecnologia digital de sa&uacute;de e aos registros eletr&ocirc;nicos de sa&uacute;de est&atilde;o interessados em gerenciar sua pr&oacute;pria sa&uacute;de, mas parecem n&atilde;o ter certeza sobre como tirar proveito dessa tecnologia.<\/p>\n<p>Cerca de 38% das pessoas que nem sempre utilizam a tecnologia digital de sa&uacute;de ou aplicativos m&oacute;veis de sa&uacute;de para rastrear cada indicador de sa&uacute;de afirmam que come&ccedil;ariam a us&aacute;-los se um profissional de sa&uacute;de os recomendasse ou se tivessem certeza de que seus dados de sa&uacute;de estariam seguros. As pessoas que utilizam a tecnologia digital de sa&uacute;de mencionam a conveni&ecirc;ncia de uso (43%) e a capacidade de se sentirem mais no controle de sua pr&oacute;pria sa&uacute;de (32%) como as principais raz&otilde;es para usarem a tecnologia digital de sa&uacute;de ou aplicativos m&oacute;veis de sa&uacute;de.<\/p>\n<h2>Seguran&ccedil;a dos dados<\/h2>\n<p>Os profissionais de sa&uacute;de no Brasil est&atilde;o abaixo da m&eacute;dia quando se trata de compartilhar dados dos pacientes por via eletr&ocirc;nica. As preocupa&ccedil;&otilde;es com a privacidade e a seguran&ccedil;a dos dados, juntamente com problemas de interoperabilidade, est&atilde;o desanimando os profissionais de sa&uacute;de brasileiros de compartilhar dados de sa&uacute;de em todas as situa&ccedil;&otilde;es &mdash; particularmente quando os compartilham fora de seus estabelecimentos m&eacute;dicos.<\/p>\n<p>Apenas cerca de um quarto (23%) dos profissionais de sa&uacute;de brasileiros compartilham informa&ccedil;&otilde;es dos pacientes com outros profissionais de sa&uacute;de fora de suas institui&ccedil;&otilde;es por via eletr&ocirc;nica. Os profissionais de sa&uacute;de no Brasil que n&atilde;o compartilham dados de pacientes externamente afirmam que preocupa&ccedil;&otilde;es com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; privacidade de dados (61%) e &agrave; seguran&ccedil;a dos dados (55%) s&atilde;o fatores cruciais para sua decis&atilde;o de n&atilde;o compartilhar dados fora de suas institui&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<hr>\n<ul>\n<li><em>Com informa&ccedil;&otilde;es da Philips<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>Para ler o relat&oacute;rio completo, visite <a href=\"http:\/\/www.philips.com\/futurehealthindex-2019\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.philips.com\/futurehealthindex-2019<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":7540,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,22,19],"tags":[1488,138],"class_list":{"0":"post-7538","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-indicadores","9":"category-insights","10":"tag-acesso-a-dados","11":"tag-saude"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-1282308.jpeg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7538","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7538"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7538\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7540"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7538"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7538"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7538"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}