{"id":7524,"date":"2019-10-01T16:29:24","date_gmt":"2019-10-01T19:29:24","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=7524"},"modified":"2019-10-01T16:29:24","modified_gmt":"2019-10-01T19:29:24","slug":"fornecedores-e-compradores-de-trigo-enfrentam-desafios-do-consumo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/fornecedores-e-compradores-de-trigo-enfrentam-desafios-do-consumo\/","title":{"rendered":"Fornecedores e compradores de trigo enfrentam desafios do consumo"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_7526\" aria-describedby=\"caption-attachment-7526\" style=\"width: 1880px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-7526\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-265216.jpeg\" alt=\"Evento internacional do setor colocou em destaque os desafios dos pr&oacute;ximos cinco anos diante do mercado em transforma&ccedil;&atilde;o. 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Foto por Pixabay em <a href=\"https:\/\/www.pexels.com\/photo\/agriculture-arable-barley-blur-265216\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Pexels.com<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>Radar do Futuro<\/em><\/p>\n<p>Novos h&aacute;bitos de consumo, cen&aacute;rio internacional complexo e desafios macroecon&ocirc;micos est&atilde;o provocando redefini&ccedil;&otilde;es no futuro da ind&uacute;stria do trigo. A conclus&atilde;o &eacute; do Congresso Internacional da Ind&uacute;stria do Trigo, evento que reuniu, durante tr&ecirc;s dias, especialistas, autoridades e nomes de peso do setor em Campinas no interior de S&atilde;o Paulo. Na pr&aacute;tica, os principais compradores, fornecedores de alimentos da popula&ccedil;&atilde;o, cobram de produtores, processadores e distribuidores o engajamento em iniciativas que melhorem os padr&otilde;es da oferta de produtos de consumo.<\/p>\n<p>As transforma&ccedil;&otilde;es do cen&aacute;rio do mercado de produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o do trigo afetam, por exemplo, as&nbsp;mais de 70 mil padarias no Brasil, sendo 93% delas de pequeno e m&eacute;dio porte. Segundo o o diretor executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Panifica&ccedil;&atilde;o e Confeitaria (ABIP), Giovani Mendon&ccedil;a, a queda no consumo do p&atilde;o franc&ecirc;s e a busca por produtos que atendem uma demanda por sa&uacute;de impacta as pol&iacute;ticas de abastecimento da mat&eacute;ria prima.<\/p>\n<p>Para se adaptar ao cen&aacute;rio de mudan&ccedil;as,&nbsp; o dirigente refor&ccedil;a a necessidade de uma farinha de melhor qualidade, sem aditivos e, tamb&eacute;m, integrais, para atender a esse consumidor.&nbsp;&ldquo;A revolu&ccedil;&atilde;o do setor de panifica&ccedil;&atilde;o precisa do moinho. O salto de qualidade da farinha brasileira &eacute; necess&aacute;rio&rdquo;, pontua Mendon&ccedil;a, que crava o prazo de cinco anos para a revitaliza&ccedil;&atilde;o das padarias.<\/p>\n<h2>Alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel<\/h2>\n<p>J&aacute; o presidente executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Alimenta&ccedil;&atilde;o, Jo&atilde;o Dornelas, critica a falta de informa&ccedil;&atilde;o, que tem transformado o setor em vil&atilde;o mundialmente, sendo responsabilizado pelo aumento de casos de obesidades e doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas.&nbsp;&ldquo;A ind&uacute;stria n&atilde;o se furta de sua responsabilidade, e tem trabalhado junto ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para um programa de vida saud&aacute;vel, junto com incentivo ao esporte&rdquo;, explica o executivo, que destaca a retirada de 310 mil toneladas de gordura trans dos alimentos nos &uacute;ltimos 7 anos, al&eacute;m da diminui&ccedil;&atilde;o da concentra&ccedil;&atilde;o de s&oacute;dio e a&ccedil;&uacute;car.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; importante reduzir a ingest&atilde;o desses ingredientes, consumir com equil&iacute;brio. Quando usamos a palavra-chave &lsquo;equil&iacute;brio&rsquo;, n&oacute;s ganhos a batalha. O problema &eacute; que estamos nos movimentando cada vez menos&rdquo;, alerta.&nbsp;Dornelas destaca, ainda, a import&acirc;ncia da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o para que as pessoas fa&ccedil;am boas escolhas alimentares. &ldquo;O consumidor precisa ter informa&ccedil;&atilde;o para tomar uma decis&atilde;o. O que defendemos &eacute; que n&atilde;o se diga &ldquo;alto em s&oacute;dio&rdquo;, e sim que d&ecirc; a porcentagem em rela&ccedil;&atilde;o ao total. Cada um tem seu estilo de vida, e &eacute; com base nele que as escolhas s&atilde;o feitas&rdquo;, conclui.<\/p>\n<h2>Discuss&otilde;es<\/h2>\n<p>O Congresso Internacional da Ind&uacute;stria do Trigo, organizado pela Abitrigo (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria do Trigo) reuniu mais de 500 pessoas, interessadas em discutir as mudan&ccedil;as na ind&uacute;stria do trigo e as perspectivas para o futuro desse mercado.<\/p>\n<p><span style=\"color: var(--color-text);\">O presidente do Conselho Deliberativo da Abitrigo, Jo&atilde;o Carlos Ver&iacute;ssimo reconhece os desafios que a ind&uacute;stria precisa vencer diante de um cen&aacute;rio pautado por mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos de consumo, o imediatismo das redes sociais e, sobretudo, as altera&ccedil;&otilde;es nos canais de distribui&ccedil;&atilde;o. O<\/span><span style=\"color: var(--color-text);\">&nbsp;segmento requer aten&ccedil;&atilde;o para temas como o ambiente macroecon&ocirc;mico, isonomia para concorrer com os pa&iacute;ses estrangeiros e a melhoria da competitividade, pontos defendidos na Pol&iacute;tica Nacional do Trigo, com seis pilares que visam estimular o crescimento da ind&uacute;stria nacional.<\/span><\/p>\n<p>Representando o Minist&eacute;rio da Agricultura, o secret&aacute;rio adjunto de Com&eacute;rcio e Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais, Fl&aacute;vio Bettarello, indicou a necessidade de um exerc&iacute;cio conjunto entre a academia, o setor privado e o governo para o desenvolvimento da cultura do trigo no Brasil.&nbsp;&ldquo;O Brasil n&atilde;o est&aacute; entre os maiores produtores de trigo, o &uacute;nico gr&atilde;o que n&atilde;o &eacute; um exportador. Queremos continuar importando, mas queremos produzir mais, e exportar tamb&eacute;m. H&aacute; espa&ccedil;o para todos&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>O representante do minist&eacute;rio destacou, ainda, a necessidade de uma atualiza&ccedil;&atilde;o na legisla&ccedil;&atilde;o de cabotagem, para que outros modais possam ser explorados, citando tamb&eacute;m o esfor&ccedil;o de desenvolvimento de infraestrutura, trabalho coordenado em diferentes esferas de governo.<\/p>\n<h2>Agroneg&oacute;cio<\/h2>\n<p>O professor s&ecirc;nior de agroneg&oacute;cio do Insper, Marcos Jank, tra&ccedil;ou, em sua exposi&ccedil;&atilde;o, um panorama com a evolu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o agr&aacute;ria brasileira, refor&ccedil;ando tamb&eacute;m seu papel para o crescimento de nossa economia. Em rela&ccedil;&atilde;o ao mercado de trigo, o especialista explicou que n&atilde;o h&aacute; um consumo explosivo, ao contr&aacute;rio de outras culturas, como a soja ou o algod&atilde;o. &ldquo;O trigo cresce o que o mercado interno permite, e o mercado interno n&atilde;o tem sido incr&iacute;vel. H&aacute; muita importa&ccedil;&atilde;o e pouca produ&ccedil;&atilde;o interna&rdquo;, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da Pol&iacute;tica Nacional do Trigo para alterar esse cen&aacute;rio.<\/p>\n<p>&ldquo;A partir dos anos 1990, a expans&atilde;o agr&iacute;cola &eacute; um ciclo baseado em tecnologia, produtividade, desregulamenta&ccedil;&atilde;o e demanda internacional. &Eacute; isso que mant&eacute;m as contas externas do pa&iacute;s. Se n&atilde;o fosse a agricultura ter&iacute;amos um grande d&eacute;ficit nas contas externas&rdquo;, diz.&nbsp;Jank destacou, tamb&eacute;m, a import&acirc;ncia da expans&atilde;o de outros modais de transporte, como o ferrovi&aacute;rio, para que o agroneg&oacute;cio brasileiro possa competir em p&eacute; de igualdade com outros mercados.<\/p>\n<p>&ldquo;Eu vejo uma grande revolu&ccedil;&atilde;o acontecendo nos &uacute;ltimos anos, com a gente consertando um erro hist&oacute;rico, com investimento privado bem dirigido em um novo modelo de desenvolvimento. E esse &eacute; um grande gargalo, em um pa&iacute;s continental dependente das rodovias&rdquo;, afirma o professor.<\/p>\n<h2>Conjuntura do trigo e cotas de importa&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p>O aumento da produ&ccedil;&atilde;o de trigo pela R&uacute;ssia, cujas exporta&ccedil;&otilde;es vem crescendo desde 2012, est&aacute; alterando a din&acirc;mica do mercado de trigo, indicou o consultor da FCStone, Roberto S&acirc;ndoli J&uacute;nior.&nbsp;&ldquo;A R&uacute;ssia &eacute; o &lsquo;maestro do mercado&rsquo;. &Eacute; preciso olhar para l&aacute; para saber como precificar o trigo, como comprar trigo da Argentina. Se n&atilde;o olhar a R&uacute;ssia fica-se por fora&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>Apesar do aumento da participa&ccedil;&atilde;o do trigo russo nas compras da commodity, o especialista esclarece que a Argentina n&atilde;o perder&aacute; sua participa&ccedil;&atilde;o, mesmo com os atuais problemas internos. Contudo, ele chama a aten&ccedil;&atilde;o para a expectativa com as elei&ccedil;&otilde;es, que impede a elabora&ccedil;&atilde;o de um progn&oacute;stico para o mercado local.<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; cota de 750 toneladas sem TEC, anunciada pelo governo brasileiro neste ano, S&acirc;ndoli Junior acredita que a medida n&atilde;o prejudicar&aacute; o produtor nacional. &ldquo;Esse volume j&aacute; entra no pa&iacute;s. N&atilde;o vai atrapalhar o produtor nacional e a importa&ccedil;&atilde;o argentina&rdquo;.<\/p>\n<h2>Moinhos<\/h2>\n<p>Os moinhos brasileiros est&atilde;o &ldquo;bem servidos&rdquo; quanto &agrave; moagem, gra&ccedil;as aos servidores de m&aacute;quinas e equipamentos, esclareceu Jos&eacute; Hon&oacute;rio T&oacute;foli, ex-presidente do Moinho Anaconda. Segundo ele, a ind&uacute;stria moageira nacional possui um parque industrial de alto n&iacute;vel. Contudo, alguns fatores alteram a rentabilidade do setor, como a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Como solu&ccedil;&atilde;o, o executivo indica que as empresas desse segmento precisam estar atentas ao mercado. &ldquo;Moinho de trigo exige muito trabalho. Trabalhamos com commodity, um produto de alto valor agregado. O que nos resta &eacute; trabalhar com muita transpira&ccedil;&atilde;o e controle, n&atilde;o criatividade. Decidir que mercado queremos, e administrar com a raz&atilde;o, n&atilde;o com a emo&ccedil;&atilde;o&rdquo;, encerra.<\/p>\n<h2>Mercado de panifica&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n<p>A busca por produtos artesanais tem pautado a ind&uacute;stria de panifica&ccedil;&atilde;o, com os consumidores cada vez mais interessados em adquirir alimentos fabricados localmente, indica Serge Momus, consultor da Eurogerm.&nbsp;Para aproveitar essa tend&ecirc;ncia, ele sugere que os produtores invistam em produtos premium, com uma &ldquo;pegada saud&aacute;vel&rdquo; e que sejam individualizados. &ldquo;&Eacute; preciso conciliar sabor e saudabilidade, aproveitando a demanda por alimentos frescos e saud&aacute;veis&rdquo;.<\/p>\n<p>Moderado pelo embaixador Rubens Barbosa, presidente executivo da Abitrigo, o &uacute;ltimo painel do evento trouxe a vis&atilde;o internacional da ind&uacute;stria do trigo, com a presen&ccedil;a de lideran&ccedil;as do Brasil, Paraguai, Argentina, R&uacute;ssia e Estados Unidos.<\/p>\n<p>Superintendente da Ocepar, Robson Mafialeti refor&ccedil;ou a hist&oacute;ria do trigo no sul do Brasil e a perspectiva de que essa cultura se expanda para o centro do pa&iacute;s. Segundo ele, 85% do trigo brasileiro &eacute; produzido no Paran&aacute; e no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Por se tratar de uma cultura onde a importa&ccedil;&atilde;o supera a exporta&ccedil;&atilde;o, Mafialeti sugere a cria&ccedil;&atilde;o de uma identidade para o trigo nacional afim de aumentar sua produ&ccedil;&atilde;o, indicando tamb&eacute;m a necessidade de que sejam superados desafios para essa cultura, como o acesso ao cr&eacute;dito e seguro para a safra.<\/p>\n<p>Principal fornecedor de trigo para o Brasil, o mercado argentino n&atilde;o teme perda da participa&ccedil;&atilde;o em nosso mercado, mesmo ap&oacute;s a entrada em vigor da cota de importa&ccedil;&atilde;o sem TEC. &ldquo;Seguimos sendo vizinhos, irm&atilde;os, provedores de trigo, com um frete conveniente. O brasileiro est&aacute; acostumado ao trigo argentino, e seguiremos com essa confian&ccedil;a&rdquo;, afirmou o subsecret&aacute;rio de mercados agropecu&aacute;rios, Jes&uacute;s Silveyra.<\/p>\n<p>Representando o mercado russo, Bart Swankhuizen, diretor da Sodrugestvo destacou o crescimento da produ&ccedil;&atilde;o nacional de trigo, atualmente em 75 milh&otilde;es de toneladas, o que torna a R&uacute;ssia a maior produtora do mundo, e citou tamb&eacute;m os planos da regi&atilde;o para o mercado brasileiro.<\/p>\n<p>Segundo o executivo, a chegada do trigo russo em nosso pa&iacute;s se tornar&aacute; poss&iacute;vel por causa da entressafra do produto argentino, registrada nos meses de julho e outubro, quando os gr&atilde;os vindos de nosso vizinho ficam mais caros, abrindo espa&ccedil;o para a compra no mercado brasileiro.<\/p>\n<p>J&aacute; o presidente da US Wheat, Vince Peterson, comentou a cota de importa&ccedil;&atilde;o sem imposto entre Brasil e Estados Unidos. Anunciada como novidade, o executivo esclareceu que as conversas entre os dois pa&iacute;ses j&aacute; vinham acontecendo desde a d&eacute;cada passada, e manifestou interesse de que a uni&atilde;o permane&ccedil;a &ldquo;por outros 50 anos&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":7526,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,16],"tags":[179,175,1484,1486,1483,1485],"class_list":{"0":"post-7524","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-tendencias-setores","9":"tag-alimentacao","10":"tag-futuro-da-alimentacao","11":"tag-futuro-da-industria-de-alimentos","12":"tag-futuro-da-panificacao","13":"tag-futuro-da-producao-de-trigo","14":"tag-panificacao"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pexels-photo-265216.jpeg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7524","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7524"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7524\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7526"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7524"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7524"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7524"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}