{"id":707,"date":"2018-03-08T08:18:28","date_gmt":"2018-03-08T11:18:28","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=707"},"modified":"2018-03-08T08:23:32","modified_gmt":"2018-03-08T11:23:32","slug":"a-morte-das-roupas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/a-morte-das-roupas\/","title":{"rendered":"A Bloomberg anuncia a morte das roupas. Veja porque"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_710\" aria-describedby=\"caption-attachment-710\" style=\"width: 1000px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-710\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay.jpg\" alt=\"Mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos, al&eacute;m do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, decretam o fim do mercado de roupas - foto: Pixabay\" width=\"1000\" height=\"666\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay.jpg 1000w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay-768x511.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-710\" class=\"wp-caption-text\">Mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos, al&eacute;m do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico, decretam o fim do mercado de roupas<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Carlos Teixeira<br>\nJornalista I Futurista<\/p>\n<p>A ind&uacute;stria do vestu&aacute;rio dos Estados Unidos tem um grande problema, segundo o portal de not&iacute;cias sobre neg&oacute;cios e finan&ccedil;as Bloomberg: &ldquo;A roupa est&aacute; morta&rdquo;. Ao mesmo tempo em que outras publica&ccedil;&otilde;es anunciam o falecimento da ind&uacute;stria da moda tradicional, o portal especializado assegura que, num momento em que a economia est&aacute; crescendo, o desemprego &eacute; baixo, os sal&aacute;rios est&atilde;o se recuperando e os consumidores est&atilde;o ansiosos para comprar, roupas perdem a prioridade.<\/p>\n<p>Os americanos est&atilde;o gastando cada vez menos com vestu&aacute;rio. N&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o, portanto, a ser creditada exclusivamente &agrave; emerg&ecirc;ncia do com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. De fato, as dificuldades dos varejistas s&atilde;o muitas vezes imputadas &agrave; Amazon.com e suas estrat&eacute;gias de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Os consumidores grudados aos seus telefones preferem procurar as ofertas da internet ao inv&eacute;s de de se aventurarem em seus shoppings locais. O resultado, de acordo com essa avalia&ccedil;&atilde;o, tem sido a quebra das redes f&iacute;sicas.<\/p>\n<p>Mas essa, segundo a Bloomberg, &eacute; apenas parte de toda a hist&oacute;ria. Na pr&aacute;tica, a ind&uacute;stria do vestu&aacute;rio parece n&atilde;o ter solu&ccedil;&atilde;o para quantidades cada vez menores de d&oacute;lares direcionados ao abastecimento dos seus arm&aacute;rios. Muitos novatos que prometem revolucionar a ind&uacute;stria se afastam com apenas um sinal do mercado.<\/p>\n<h3>Mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos<\/h3>\n<p>&ldquo;Quem precisa da moda nos dias de hoje, quando voc&ecirc; pode se expressar atrav&eacute;s das m&iacute;dias sociais? Por que comprar um novo vestido caro, quando voc&ecirc; poderia financiar uma fuga de fim de semana em vez disso?&rdquo; questionam os autores da mat&eacute;ria publicada pela Bloomberg.<\/p>\n<p>O argumento &eacute; objetivo: Vestu&aacute;rio simplesmente perdeu seu apelo simb&oacute;lico. E n&atilde;o parece haver um salvador &agrave; vista. Como resultado, mais e mais empresas de vestu&aacute;rio &ndash; desde grandes lojas de departamento at&eacute; lojas de moda on-line &ndash; est&atilde;o sucumbindo &agrave;s mudan&ccedil;as de posi&ccedil;&atilde;o dos consumidores potenciais.<\/p>\n<p>Na verdade, os sinais para as transforma&ccedil;&otilde;es de h&aacute;bitos t&ecirc;m sido produzidos h&aacute; algumas d&eacute;cadas. Em 1977, as roupas representavam 6,2% das despesas dom&eacute;sticas dos EUA, de acordo com as estat&iacute;sticas do governo. Quatro d&eacute;cadas depois, caiu para metade disso. O gasto com vestu&aacute;rio est&aacute; sendo deslocado para prazeres como viagens, restaurantes e outras atividades. Inclusive, coisas rotineiramente agrupadas como &ldquo;experi&ecirc;ncias&rdquo;, que cresceram para 18% das compras.<\/p>\n<p>A tecnologia sozinha, incluindo acesso a dados e conte&uacute;do de m&iacute;dia, representa 3,4 por cento dos gastos. Pr&oacute;ximo a todas as despesas com roupas e cal&ccedil;ados.<\/p>\n<h3>A morte da roupa de trabalho<\/h3>\n<p>V&aacute;rias raz&otilde;es est&atilde;o por tr&aacute;s dessa mudan&ccedil;a. Algumas das transforma&ccedil;&otilde;es est&atilde;o al&eacute;m do controle das empresas de vestu&aacute;rio, uma vez que as mudan&ccedil;as sociais produziram diferentes comportamentos de compras. Mas os erros por parte das empresas ao longo do caminho aceleraram &ldquo;a morte da roupa&rdquo;, segundo a defini&ccedil;&atilde;o da Blomberg.<\/p>\n<p>Primeiro dado a considerar: Ningu&eacute;m precisa mais comprar um guarda-roupa de trabalho exclusivo. Os costumes do passado recomendavam aos trabalhadores dos escrit&oacute;rios manter ternos e gravatas ou cal&ccedil;as plissadas, saias longas e saltos para a rotina da semana. No in&iacute;cio dos anos 90, a onda pareceu mudar.<\/p>\n<p>A origem &eacute; discut&iacute;vel. Mas muitos creditam &agrave;s empresas de tecnologia no Vale do Sil&iacute;cio, com o despojamento que logo remete a figuras como o falecido propriet&aacute;rio da Apple, Steve Jobs, que parecia ter apenas jeans e camisetas pretas. O despojamento influenciou outros setores. E criou novos h&aacute;bitos, como os &ldquo;happy days&rdquo;, que se tornaram padr&atilde;o global.<\/p>\n<p>Agora, atesta a Blomberg, o vestu&aacute;rio de escrit&oacute;rio &eacute; t&atilde;o casual na segunda-feira quanto na sexta-feira para muitos trabalhadores. Ao longo dos &uacute;ltimos cinco anos, houve um aumento de 10 pontos percentuais nos empregadores que permitem roupas casuais em qualquer dia da semana. O resultado &eacute; que os americanos precisam cada vez menos de um guarda-roupa, porque h&aacute; muito pouca diferencia&ccedil;&atilde;o entre o que as pessoas usam para trabalhar e durante os fins de semana.<\/p>\n<p>Gravatas est&atilde;o desaparecendo, mesmo em setores como o de finan&ccedil;as. T&ecirc;nis podem ser usados &#8203;&#8203;para qualquer ocasi&atilde;o, incluindo casamentos e servi&ccedil;os religiosos. E cerca de metade dos americanos diz que &eacute; poss&iacute;vel usar jeans nos escrit&oacute;rios, de acordo com uma pesquisa do NPD Group.<\/p>\n<p>&Eacute; f&aacute;cil ver porque esta &eacute; uma m&aacute; not&iacute;cia para as empresas de vestu&aacute;rio. Quando voc&ecirc; corta uma categoria inteira de roupas, h&aacute; menos necessidade de comprar roupas novas enquanto as modas mudam. Quando h&aacute; uma nova cor ou padr&atilde;o quente, talvez uma parcela dos consumidores compre uma blusa nova para permanecer na tend&ecirc;ncia. E usa a roupa tanto para trabalhar quanto para sair &agrave; noite. Antes, ela poderia ter comprado duas pe&ccedil;as, uma para cada ocasi&atilde;o.<\/p>\n<h3>Press&otilde;es de pre&ccedil;os<\/h3>\n<p>Outro fator que impactou negativamente o setor da moda &eacute; que houve defla&ccedil;&atilde;o geral nos pre&ccedil;os da ind&uacute;stria da confec&ccedil;&atilde;o. O vestu&aacute;rio tornou-se mais barato para a produ&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos anos. Especialmente porque ocorreu maior transfer&ecirc;ncia de produ&ccedil;&atilde;o para mercados de trabalho que utilizam m&atilde;o de obra barata.<\/p>\n<p>A Blomberg fez as contas. Pegue um par de jeans masculinos Levi&rsquo;s 501 original. O pre&ccedil;o deste antigo objeto de consumo do guarda-roupa costumava subir. N&atilde;o mais. Os jeans custavam US $ 58 em 2009, depois subiram para US $ 64 tr&ecirc;s anos depois, apenas para cair de volta para US $ 59,50&nbsp; em 2017.<\/p>\n<p>Essa press&atilde;o para baixo nos pre&ccedil;os coincide com o surgimento de varejistas de baixo custo e de moda r&aacute;pida nos EUA. O Walmart e o Target h&aacute; muito tempo condicionaram os americanos a obter itens mais itens de vestu&aacute;rio gastando menos.<\/p>\n<p>Agora, os varejistas como a H&amp;M podem imitar a moda mais sofisticada por US$ 35. Ou cal&ccedil;as jeans masculinas por US$ 25, e geralmente podem bater outros varejistas no mercado com produtos modernos. Durante anos, esta pareceu ser a receita para o sucesso. A cadeia expandiu-se rapidamente nos EUA e gerou US $ 3,2 bilh&otilde;es no ano passado. Seu crescimento coincidiu com a r&aacute;pida expans&atilde;o dos concorrentes de moda r&aacute;pida Forever 21 e Zara tamb&eacute;m.<\/p>\n<p>Mas esse segmento n&atilde;o segue sem traumas. Rachaduras e abismos est&atilde;o surgindo na hist&oacute;ria de sucesso da moda r&aacute;pida. Embora o n&uacute;mero de unidades da H&amp;M dos EUA ainda esteja crescendo, o ritmo de vendas est&aacute; em baixa. O varejista tem lutado para limpar os produtos que os compradores n&atilde;o queriam. Em parte, porque os clientes est&atilde;o pulando entre lojas, buscando uma experi&ecirc;ncia on-line simplificada.<\/p>\n<h3>O fim da influ&ecirc;ncia das celebridades<\/h3>\n<p>Os varejistas e os fabricantes de <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> da moda tradicional est&atilde;o perdendo influ&ecirc;ncia no mercado, enquanto cresce a concorr&ecirc;ncia de celebridades das redes sociais. A ind&uacute;stria da moda costumava ter muita influ&ecirc;ncia sobre a forma como as pessoas se vestiam. Varejistas, revistas e estilistas eram os fabricantes de moda.<\/p>\n<p>A partir de suas posi&ccedil;&otilde;es de destaque, eles ditavam as <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> de uma temporada, e os compradores respeitavam em grande parte. Uma d&eacute;cada atr&aacute;s, os adolescentes usavam Abercrombie &amp; Fitch da cabe&ccedil;a aos p&eacute;s.<\/p>\n<p>Mas na economia de hoje, baseada no consumidor, os influenciadores das m&iacute;dias sociais costumam ter maior poder do que todo o restante da ind&uacute;stria tradicional. Essas personalidades on-line criam seguidores com postagens de suas roupas, rotinas de maquiagem e estilos de vida. E eles s&atilde;o menos leais &agrave;s marcas de luxo.<\/p>\n<p>Uma celebridade do Instagram pode combinar marcas e conceitos. Os consumidores descobriram que podem investir em certas pe&ccedil;as e comprar moda para criar uma apar&ecirc;ncia &uacute;nica. Com os smartphones, esses mesmos compradores comparam facilmente os pre&ccedil;os,usando aplicativos para tirar uma foto e encontrar uma alternativa mais barata.<\/p>\n<h3>Diversifica&ccedil;&atilde;o do marketing<\/h3>\n<p>Os varejistas est&atilde;o dedicando mais de seus gastos de marketing a an&uacute;ncios digitais. O objetivo &eacute; a cria&ccedil;&atilde;o de imagem nas m&iacute;dias sociais, pagando por postagens promovidas e recrutando influenciadores para endossar seus produtos. A esperan&ccedil;a &eacute; que esses an&uacute;ncios pare&ccedil;am mais aut&ecirc;nticos e &iacute;ntimos do que um an&uacute;ncio de televis&atilde;o com celebridades.<\/p>\n<p>O problema, hoje, &eacute; superar a infinidade de alternativas, tornando mais dif&iacute;cil definir <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> &uacute;nicas. Para os designers, isso significa o fim da possibilidade de gastar meses no desenvolvimento de um &uacute;nico produto. O que importa &eacute; a agilidade.<\/p>\n<p>Para reduzir os custos e acelerar os produtos que s&atilde;o conhecidos para vender, muitas marcas agora compram tecidos a granel que podem ser transformados em m&uacute;ltiplos designs e padr&otilde;es, resultando em menos op&ccedil;&otilde;es &ldquo;mais seguras&rdquo; para os consumidores. Com menos mudan&ccedil;as de moda, h&aacute; menos raz&otilde;es para reabastecer os roupeiros.<\/p>\n<p>As micro-<a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> tendem a surgir e disparar rapidamente, deixando as grandes <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> est&aacute;veis por mais tempo. O texto da Bloomberg destaca que, ao considerar todas essas press&otilde;es variadas sobre o setor de roupas, n&atilde;o &eacute; surpreendente que os fechamentos de lojas de roupas tenham atingido o pico em 2017.<\/p>\n<p>Isso n&atilde;o reflete simplesmente uma mudan&ccedil;a para compras on-line. As startups de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico foram fundadas para tirar proveito da transforma&ccedil;&atilde;o no varejo. Mas mesmo eles trope&ccedil;aram, um sinal de problemas mais profundos do segmento de comercializa&ccedil;&atilde;o de roupas.<\/p>\n<p>A NastyGal entrou em fal&ecirc;ncia em 2017. Outros sites de e-commerce foram vendidos para varejistas de tijolo. Isso inclui Bonobos, a marca de moda masculina que foi comprada pela Walmart no ano passado.<\/p>\n<p>Mesmo que os varejistas possam desenvolver iniciativas de sucesso, a expectativa &eacute; de que o problema da demanda continue a afetar a ind&uacute;stria do vestu&aacute;rio por anos. O que significa mais fechamentos de lojas e mais fal&ecirc;ncias na frente &ndash; com ou sem a Amaz&ocirc;nia. &ldquo;&Eacute; uma &eacute;poca de transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o &eacute; bonito. Nunca &eacute; &ldquo;, disse Jan Kniffen, fundador da consultoria J. Rogers Kniffen Worldwide Enterprises em Nova York.<\/p>\n<p>Com informa&ccedil;&otilde;es<br>\n<a href=\"https:\/\/www.bloomberg.com\/graphics\/2018-death-of-clothing\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bloomberg: A morte das roupas<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":710,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,16],"tags":[450,446,445,451,449,447,448],"class_list":{"0":"post-707","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-tendencias-setores","9":"tag-confeccoes","10":"tag-fim-da-moda","11":"tag-fim-das-roupas","12":"tag-industria-de-roupas","13":"tag-industria-do-vestuario","14":"tag-moda","15":"tag-sem-moda"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/moda-o-futuro-das-roupas-mudancas-no-mercado-foto-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/707","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=707"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/707\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/710"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=707"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=707"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=707"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}