{"id":623,"date":"2018-02-17T19:40:00","date_gmt":"2018-02-17T22:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=623"},"modified":"2018-02-17T19:40:00","modified_gmt":"2018-02-17T22:40:00","slug":"brasil-sobe-no-ranking-eolico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/brasil-sobe-no-ranking-eolico\/","title":{"rendered":"Brasil ocupa oitava posi\u00e7\u00e3o no ranking da energia e\u00f3lica"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_624\" aria-describedby=\"caption-attachment-624\" style=\"width: 905px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-624\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian.jpg\" alt=\"Foto: Flickr (CC)\/Alex Abian\" width=\"905\" height=\"603\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian.jpg 905w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 905px) 100vw, 905px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-624\" class=\"wp-caption-text\">O Brasil subiu uma posi&ccedil;&atilde;o, passando o Canad&aacute;, de acordo com o Global Wind Energy Council (GWEC)<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><br>\nLuciano Nascimento<br>\nRep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n<p>O Brasil subiu uma posi&ccedil;&atilde;o, passando o Canad&aacute;, e agora ocupa o oitavo lugar no ranking mundial que afere a capacidade instalada de produ&ccedil;&atilde;o de energia e&oacute;lica, segundo o Global Wind Statistic 2017, documento anual com dados mundiais de energia e&oacute;lica produzido pelo Global Wind Energy Council (GWEC).<\/p>\n<p>Em 2017, o pa&iacute;s conseguiu &ldquo;adicionar 52,57 GW de pot&ecirc;ncia e&oacute;lica &agrave; produ&ccedil;&atilde;o mundial, totalizando 539,58 GW de capacidade instalada&rdquo;, informou hoje (15) a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Energia E&oacute;lica (Abeeolica), que re&uacute;ne empresas do setor.<\/p>\n<p>Em 2016, o Brasil ultrapassou a It&aacute;lia no ranking e passou ocupar a 9&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Atualmente, o pa&iacute;s conta com 12,76 GW de capacidade de energia instalada, contra os 12,39 GW do Canad&aacute;. A China, ocupa a primeira posi&ccedil;&atilde;o, com 188,23 GW; seguida pelos Estados Unidos, com 89,07 GW, e a Alemanha, com 56,132 GW de capacidade instalada. A India, Espanha, o Reino Unido e a Fran&ccedil;a completam o ranking dos sete primeiros.<\/p>\n<h2>Avan&ccedil;o de posi&ccedil;&atilde;o da matriz<\/h2>\n<p>Os n&uacute;meros apontam para um crescimento da matriz de energia e&oacute;lica no pa&iacute;s. O segmento j&aacute; &eacute; respons&aacute;vel por 8,3% da energia produzida no Brasil, percentual ainda distante dos 60,9% produzido pelas hidrel&eacute;tricas, mas j&aacute; pr&oacute;ximo dos 9,3% da produ&ccedil;&atilde;o das usinas de biomassa, que ocupam o segundo posto no ranking nacional.<\/p>\n<p>A energia produzida pelas usinas e&oacute;licas chegou a ser respons&aacute;vel por 64% da energia consumida na Regi&atilde;o Nordeste, no dia 14 de setembro do ano passado. A Abeeolica estima que o Brasil, cuja capacidade instalada &eacute; 12 GW, tenha potencial e&oacute;lico superior a 500 GW.<\/p>\n<p>A Regi&atilde;o Nordeste aparece na frente na capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de energia a partir dos ventos. Com 135 parques, o Rio Grande do Norte &eacute; o estado que mais produziu energia usando ao for&ccedil;a dos ventos. S&atilde;o 3.678,85 MW de capacidade instalada. Em seguida, com 93 parques e 2.410,04 MW de capacidade instalada, vem a Bahia. Em terceiro lugar vem o Cear&aacute;, que conta com 74 parques e tem 1.935,76 MW de capacidade instalada.<\/p>\n<p>Em quarto lugar aparece o Rio Grande do Sul. O estado tem 80 parques e 1.831,87 MW de capacidade instalada. Em seguida vem o Piau&iacute;, com 52 parques e 1.443,10 MW instalados, e Pernambuco com 34 parques e 781,99 MW de capacidade instalada.<\/p>\n<p>Energia e&oacute;lica no Brasil: proje&ccedil;&otilde;es<\/p>\n<p>A expectativa &eacute; de que nos pr&oacute;ximos seis anos devem ser adicionados mais 1,45 GW de capacidade e&oacute;lica no pa&iacute;s, decorrentes dos leil&otilde;es de energia realizados em dezembro do ano passado. A Abeeolica estima que 18 milh&otilde;es de resid&ecirc;ncias sejam abastecidas com a energia e&oacute;lica.<\/p>\n<p>Segundo a associa&ccedil;&atilde;o, os dados no ranking de nova capacidade instalada no ano, o Brasil est&aacute; em sexto lugar, tendo instalado 2,02 GW de nova capacidade em 2016. O Brasil caiu uma posi&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que o Reino Unido subiu do nono para o quarto lugar, instalando 4,27 GW de capacidade de energia e&oacute;lica em 2017.<\/p>\n<p>De acordo com a presidente da Abeeolica, &Eacute;lbia Gannoum, o pa&iacute;s pode cair de posi&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos, porque haver&aacute; menos projetos sendo conclu&iacute;dos entre 2019 e 2020. &ldquo;Nesse ranking, o que conta &eacute; o resultado espec&iacute;fico do ano, ent&atilde;o h&aacute; bastante varia&ccedil;&atilde;o. A tend&ecirc;ncia &eacute; que a gente ainda oscile mais, visto que em 2019 e 2020 nossas instala&ccedil;&otilde;es previstas s&atilde;o menores porque ficamos sem leil&atilde;o por quase dois anos no per&iacute;odo 2016\/2017, o que vai se refletir no resultado de 2019 e 2020&rdquo;, disse Elbia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":624,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,19],"tags":[167,429,166,145,428],"class_list":{"0":"post-623","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-insights","9":"tag-abastecimento","10":"tag-abastecimento-de-energia","11":"tag-energia","12":"tag-energia-eolica","13":"tag-fontes-de-energia"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/energia-eolica-foto-flickr-CC-Alex-Abian.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/623","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=623"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/623\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/624"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=623"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=623"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=623"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}