{"id":4686,"date":"2022-05-07T10:09:46","date_gmt":"2022-05-07T13:09:46","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=4686"},"modified":"2022-05-07T10:09:57","modified_gmt":"2022-05-07T13:09:57","slug":"por-que-os-jovens-precisam-reavaliar-o-conceito-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/por-que-os-jovens-precisam-reavaliar-o-conceito-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Por que os jovens precisam reavaliar o que \u00e9 trabalho?"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image is-style-default\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"680\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro-1024x680.jpg\" alt=\"Com um ter&ccedil;o dos trabalhadores brasileiros sofrendo de burnout, chega a hora dos jovens reverem \no que &eacute; trabalho\n\" class=\"wp-image-3113\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro-1024x680.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro-300x199.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro-768x510.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro-480x320.jpg 480w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/protesto-foto-radar-do-futuro.jpg 1100w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/a><figcaption>Com um ter&ccedil;o dos trabalhadores brasileiros sofrendo de burnout, chega a hora dos jovens reverem as rela&ccedil;&otilde;es com o trabalho.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><em>Conceitos e a forma v&atilde;o mudar profundamente nos pr&oacute;ximos anos e as pessoas v&atilde;o ser obrigadas a rever o que &eacute; trabalho<\/em><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Jovens amigos,<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Muitos de voc&ecirc;s &mdash; talvez a maioria, at&eacute; &mdash; cresceram ouvindo seus pais e m&atilde;es reclamando do trabalho. Do cansa&ccedil;o, dos chefes malditos, dos colegas trai&ccedil;oeiros, dos funcion&aacute;rios pregui&ccedil;osos. Das horas extras e das reuni&otilde;es desnecess&aacute;rias e intermin&aacute;veis. Da necessidade de novas f&eacute;rias, antes mesmo de acabarem as atuais. Tamb&eacute;m sempre testemunharam, durante anos e anos, entre a inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia, a felicidade da chegada da sexta-feira. E conviveram com a tristeza crescente deles quando o sol ia se pondo no domingo, com o irritante Fausto Silva aos berros a sinalizar mais uma segunda-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>Saibam, antes de qualquer conclus&atilde;o sobre tal tipo de comportamento, que seus pais n&atilde;o s&atilde;o exce&ccedil;&atilde;o no mundo do trabalho. Por incr&iacute;vel que possa parecer, em todos os cantos do planeta, o happy hour &mdash; a hora feliz das sextas-feiras &mdash; &eacute; uma tradi&ccedil;&atilde;o global, compartilhada por trabalhadores velhos e da meia-idade. Engravatados ou funcion&aacute;rios de jeans e camiseta. <\/p>\n\n\n\n<p>Diretores, gerentes e assistentes de escrit&oacute;rio. Gente rica e de classe m&eacute;dia lota os bares em Belo Horizonte, em S&atilde;o Paulo, Londres, Paris, Nova York e T&oacute;quio. Tamb&eacute;m em Porto Trombetas, no interior do Par&aacute;, na Amaz&ocirc;nia, e em outros lugares pequenos e distantes. Todos comemorando que &ldquo;hoje &eacute; sexta-feira&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc&ecirc; e seus pais ter&atilde;o raz&atilde;o em dizer que aproveitar a vida, inclusive as sextas-feiras e os finais de semana, &eacute; uma boa coisa. Mas todos n&oacute;s, adultos, e provavelmente voc&ecirc;s tamb&eacute;m, temos pelo menos um conhecido que gostaria de largar tudo o que faz, mandar o chefe pastar e ir morar em uma praia. Viver de pesca e vender o almo&ccedil;o para garantir o jantar. Desdentado, mas feliz, pelo menos na imagina&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n\n\n\n<p>Tamb&eacute;m conhecemos algu&eacute;m que joga na loteria todas as semanas, sonhando com o dia em que finalmente ser&aacute; livre para fazer o que bem entender. Sem chefe, sem dar satisfa&ccedil;&atilde;o. Da mesma forma que temos aquelas pessoas que repetem um mantra de que felizes s&atilde;o aquelas pessoas corajosas que largaram tudo para ter um neg&oacute;cio pr&oacute;prio e ser patr&atilde;o de si mesmo. Como se empreender fosse garantia de felicidade. E como se empreendedores n&atilde;o reclamassem tamb&eacute;m.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Velhas crises, novos diagn&oacute;sticos<\/h2>\n\n\n\n<p>Em resumo, jovens, h&aacute; algo muito errado na rela&ccedil;&atilde;o da humanidade com o trabalho. Vejam s&oacute;, aos 30 anos, segundo alguns estudos, cerca de 70% das pessoas est&atilde;o insatisfeitas com o que fazem. Por isso, no atual est&aacute;gio da sociedade, na transi&ccedil;&atilde;o de uma era mec&acirc;nica para outra, digital, vemos crescer exponencialmente os casos de pessoas com uma doen&ccedil;a vinculada ao cotidiano profissional. <\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; a <a href=\"https:\/\/www.google.com\/search?q=s%C3%ADndrome+de+burnout&amp;oq=s%C3%ADndrome+de+bur&amp;aqs=chrome.0.0i433i512j69i57j0i512l8.5791j0j15&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.google.com\/search?q=s%C3%ADndrome+de+burnout&amp;oq=s%C3%ADndrome+de+bur&amp;aqs=chrome.0.0i433i512j69i57j0i512l8.5791j0j15&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">s&iacute;ndrome de burnout<\/a>, um dist&uacute;rbio ps&iacute;quico caracterizado pelo estado de tens&atilde;o emocional e de estresse provocado&nbsp;por condi&ccedil;&otilde;es de trabalho desgastantes. Considerada o novo mal do s&eacute;culo, a s&iacute;ndrome de burnout atinge 32% dos trabalhadores brasileiros, o equivalente a 33 milh&otilde;es de pessoas, segundo uma pesquisa da International Stress Management Association (Isma-BR). Parece assustador. E &eacute;. <\/p>\n\n\n\n<p>Um em cada tr&ecirc;s trabalhadores est&aacute; perto de pirar. Tamb&eacute;m conhecida como a s&iacute;ndrome do esgotamento profissional, recentemente foi inclu&iacute;da na nova Classifica&ccedil;&atilde;o Internacional de Doen&ccedil;as (CID) como um dist&uacute;rbio cr&ocirc;nico. Ou seja, se seus pais comemoram que &ldquo;hoje &eacute; sexta-feira&rdquo; talvez seja o caso de voc&ecirc; tamb&eacute;m celebrar. Afinal, eles est&atilde;o encontrando uma v&aacute;lvula de escape para que n&atilde;o sejam atropelados pela depress&atilde;o e outros sintomas da doen&ccedil;a. Mas o mal est&aacute; &agrave; espreita.<\/p>\n\n\n\n<p>Professores e policiais est&atilde;o entre as classes mais atingidas pelo &ldquo;mal do s&eacute;culo&rdquo;. Preste aten&ccedil;&atilde;o em seu professor e veja que ele deve ter boas raz&otilde;es para vibrar com a chegada do final de semana. E pense na rotina do policial e avalie que, para ele, a hora do Fant&aacute;stico, quando o final de semana come&ccedil;a a acabar, talvez seja um al&iacute;vio. Afinal, as pessoas comemoram o s&aacute;bado e domingo &ldquo;enchendo a cara&rdquo; e criam hist&oacute;rias para as p&aacute;ginas e programas policiais.<\/p>\n\n\n\n<p>O que talvez seja, digamos curioso, &eacute; o fato de que doen&ccedil;as ps&iacute;quicas geradas pelo trabalho n&atilde;o atingem exclusivamente pessoas que trabalham 44 horas por semana, de segunda a s&aacute;bado, como os caixas de supermercado, vigias de lojas, frentistas de posto de gasolina, faxineiras e garis. Gente que ganha um sal&aacute;rio m&iacute;nimo ou pouco mais. Que nada. <\/p>\n\n\n\n<p>Talvez seu pai esteja doente, mesmo sendo visto e homenageado pelo mercado como um bem sucedido executivo de uma multinacional. Com renda suficiente para ter um s&iacute;tio em um condom&iacute;nio fechado fora da cidade, onde voc&ecirc;s passam apenas algumas horas por semana. <\/p>\n\n\n\n<p>Ou o burnout alcan&ccedil;ou sua m&atilde;e, uma profissional liberal, com uma boa carteira de clientes, capaz de garantir pelo menos uma viagem ao ano para o exterior. O doente pode ser tamb&eacute;m o seu tio, um diretor de uma rede de supermercados, para quem n&atilde;o falta nada em casa, ao contr&aacute;rio do que ocorre com seus funcion&aacute;rios. No seu c&iacute;rculo pr&oacute;ximo, h&aacute; pessoas bem remuneradas que, um dia, &ldquo;piraram&rdquo;. Foram capturados pela s&iacute;ndrome de burnout, a doen&ccedil;a que vem do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem cresce ouvindo as reclama&ccedil;&otilde;es dos pais tende a repetir suas hist&oacute;rias. Assume a cren&ccedil;a de que o destino &eacute; inevit&aacute;vel. &Eacute; assumir a probabilidade em um ter&ccedil;o de ser infeliz. Tende a sofrer das mesmas doen&ccedil;as do trabalho, sofrer com as escolhas profissionais aos 30 anos, ter depress&atilde;o aos 40. <\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; o destino, desde que n&atilde;o se tome consci&ecirc;ncia da realidade de que h&aacute; algo muito, mas muito errado mesmo, na rela&ccedil;&atilde;o da sociedade com o trabalho. N&oacute;s, seus pais, av&oacute;s e tios, seguimos um roteiro tra&ccedil;ado pela sociedade desde o in&iacute;cio da revolu&ccedil;&atilde;o industrial. E chegou a hora de voc&ecirc;s se rebelarem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que &eacute; trabalho: romper ciclos<\/h2>\n\n\n\n<p>O momento &eacute; de aproveitar a transi&ccedil;&atilde;o da sociedade industrial para a sociedade das tecnologias. O instante de discuss&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es. Reflita sobre as rela&ccedil;&otilde;es entre pessoas e trabalho. Entre a sociedade e o consumo. Trabalhadores e modelos de empresas, sistemas de produ&ccedil;&atilde;o e os mercados.&nbsp;Entender velhos e jovens. Aprender a olhar para o futuro com m&eacute;todo.  <\/p>\n\n\n\n<p>Intervir para gerar mudan&ccedil;as nos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o, que&nbsp; devem ser feitas agora, quando as tecnologias avan&ccedil;am sobre as coisas, com promessas de gerar inova&ccedil;&otilde;es. Refletir &eacute; a a&ccedil;&atilde;o mais que necess&aacute;ria para que a armadilha da insatisfa&ccedil;&atilde;o no futuro possa ser desarmada.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc&ecirc;s precisam pensar, primeiro, se querem repetir o ciclo da insatisfa&ccedil;&atilde;o que marca a vida de seus pais e av&oacute;s. Para alcan&ccedil;ar o objetivo, &eacute; necess&aacute;rio entender porque as hist&oacute;rias se repetem. Avaliar as causas profundas que levam pessoas aparentemente bem sucedidas a colecionar reclama&ccedil;&otilde;es, ansiedade, insatisfa&ccedil;&atilde;o, depress&atilde;o e burnout. <\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; hora de aprender os sinais do futuro e escolher uma profiss&atilde;o por conta da consci&ecirc;ncia dos prazeres e das compet&ecirc;ncias pessoais. N&atilde;o porque sua av&oacute; sempre sonhou com um &ldquo;doutor&rdquo; na fam&iacute;lia. Ou porque seu pai tem um escrit&oacute;rio de advocacia ou de engenharia que precisa de um sucessor de ganhos e reclama&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n\n\n\n<p>H&aacute; uma boa not&iacute;cia no futuro da tecnologia que voc&ecirc; pode levar em conta. As diferen&ccedil;as de ganhos entre as profiss&otilde;es v&atilde;o sendo reduzidas pela influ&ecirc;ncia de novidades como a automa&ccedil;&atilde;o, a robotiza&ccedil;&atilde;o, a intelig&ecirc;ncia artificial, a biotecnologia e a nanotecnologia. As diferen&ccedil;as salariais ser&atilde;o reduzidas. Pergunta l&aacute; para o seu tio m&eacute;dico se ele j&aacute; sente um novo modelo de trabalho cutucando o calcanhar. <\/p>\n\n\n\n<p>Simplesmente porque atividades mais sofisticadas poder&atilde;o ser feitas todas com a ajuda de recursos como a intelig&ecirc;ncia artificial. J&aacute; est&aacute; bem claro que a sua gera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o ter&aacute; as mesmas condi&ccedil;&otilde;es de acumula&ccedil;&atilde;o dos seus pais e av&oacute;s. Simples assim. Reduza as expectativas sobre ganhos de fortunas f&aacute;ceis. <\/p>\n\n\n\n<p>Se este n&atilde;o &eacute; um bom argumento, ofere&ccedil;o outro. Voc&ecirc;s j&aacute; come&ccedil;aram a entender que as gera&ccedil;&otilde;es anteriores excederam no desejo de consumo e na acumula&ccedil;&atilde;o de bens. Precisaremos, todos n&oacute;s, rever nossas prioridades. Alguns sinais sobre um novo compromisso das gera&ccedil;&otilde;es de voc&ecirc;s j&aacute; come&ccedil;am a surgir no horizonte. <\/p>\n\n\n\n<p>Nos pa&iacute;ses desenvolvidos, o capitalismo est&aacute; sendo questionado. A concentra&ccedil;&atilde;o de renda s&oacute; cresce. A pobreza extrema explode. Trabalhar por trabalhar, consumir por consumir, viver por viver ou simplesmente ficar deprimido s&atilde;o sinais de doen&ccedil;a. &Eacute; hora de buscar uma cura.<\/p>\n\n\n\n<p>Pense nisso: n&atilde;o vale a pena viver apenas esperando o happy hour das sextas-feiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Um abra&ccedil;o<\/p>\n\n\n\n<p><em>Carlos Teixeira<\/em><br><em>Jornalista I Radar do Futuro<\/em><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O que &eacute; trabalho para voc&ecirc;?<\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-contact-form-7-contact-form-selector\">\n<div class=\"wpcf7 no-js\" id=\"wpcf7-f553-o1\" lang=\"pt-BR\" dir=\"ltr\" data-wpcf7-id=\"553\">\n<div class=\"screen-reader-response\"><p role=\"status\" aria-live=\"polite\" aria-atomic=\"true\"><\/p> <ul><\/ul><\/div>\n<form action=\"\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4686#wpcf7-f553-o1\" method=\"post\" class=\"wpcf7-form init\" aria-label=\"Formul&aacute;rios de contato\" novalidate=\"novalidate\" data-status=\"init\">\n<fieldset class=\"hidden-fields-container\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7\" value=\"553\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7_version\" value=\"6.1.5\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7_locale\" value=\"pt_BR\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7_unit_tag\" value=\"wpcf7-f553-o1\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7_container_post\" value=\"0\"><input type=\"hidden\" name=\"_wpcf7_posted_data_hash\" value=\"\">\n<\/fieldset>\n<p>Seu Nome (obrigat&oacute;rio)\n<\/p>\n<p><span class=\"wpcf7-form-control-wrap\" data-name=\"your-name\"><input size=\"40\" maxlength=\"400\" class=\"wpcf7-form-control wpcf7-text wpcf7-validates-as-required\" aria-required=\"true\" aria-invalid=\"false\" value=\"\" type=\"text\" name=\"your-name\"><\/span>\n<\/p>\n<p>Seu e-mail (obrigat&oacute;rio)\n<\/p>\n<p><span class=\"wpcf7-form-control-wrap\" data-name=\"your-email\"><input size=\"40\" maxlength=\"400\" class=\"wpcf7-form-control wpcf7-email wpcf7-validates-as-required wpcf7-text wpcf7-validates-as-email\" aria-required=\"true\" aria-invalid=\"false\" value=\"\" type=\"email\" name=\"your-email\"><\/span>\n<\/p>\n<p>Assunto\n<\/p>\n<p><span class=\"wpcf7-form-control-wrap\" data-name=\"your-subject\"><input size=\"40\" maxlength=\"400\" class=\"wpcf7-form-control wpcf7-text\" aria-invalid=\"false\" value=\"\" type=\"text\" name=\"your-subject\"><\/span>\n<\/p>\n<p>Sua mensagem\n<\/p>\n<p><span class=\"wpcf7-form-control-wrap\" data-name=\"your-message\"><textarea cols=\"40\" rows=\"10\" maxlength=\"2000\" class=\"wpcf7-form-control wpcf7-textarea\" aria-invalid=\"false\" name=\"your-message\"><\/textarea><\/span>\n<\/p>\n<p><input class=\"wpcf7-form-control wpcf7-submit has-spinner\" type=\"submit\" value=\"Enviar\">\n<\/p><p style=\"display: none !important;\"><label>&Delta;<textarea name=\"_wpcf7_ak_hp_textarea\" cols=\"45\" rows=\"8\" maxlength=\"100\"><\/textarea><\/label><input type=\"hidden\" id=\"ak_js_1\" name=\"_wpcf7_ak_js\" value=\"207\"><script>document.getElementById( \"ak_js_1\" ).setAttribute( \"value\", ( new Date() ).getTime() );<\/script><\/p><input type=\"hidden\" class=\"wpcf7-pum\" value='{\"closepopup\":false,\"closedelay\":0,\"openpopup\":false,\"openpopup_id\":0}'><div class=\"wpcf7-response-output\" aria-hidden=\"true\"><\/div>\n<\/form>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conceitos e a forma v&atilde;o mudar profundamente nos pr&oacute;ximos anos e as pessoas v&atilde;o ser obrigadas a rever o que &eacute; 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