{"id":435,"date":"2017-08-09T21:52:33","date_gmt":"2017-08-10T00:52:33","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/varejo-em-2022\/"},"modified":"2017-08-09T21:52:33","modified_gmt":"2017-08-10T00:52:33","slug":"varejo-em-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/varejo-em-2022\/","title":{"rendered":"Varejo em 2022"},"content":{"rendered":"<header class=\"entry-header\">\n<h2 class=\"entry-title\">Tend&ecirc;ncias de Consumo: o varejo rumo a 2022<\/h2>\n<div class=\"post-content\">\n<div class=\"excerpt\">&Eacute; preciso se preparar para o momento da virada. Significa entender que o consumidor est&aacute; em constante mudan&ccedil;a e que o mercado ser&aacute; diferente.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"post-meta\">\n<div class=\"author-photo\">&nbsp;<\/div>\n<div class=\"post-data\">por <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/author\/onegociodovarejo\/\" rel=\"author noopener\" title=\"Posts de O Neg&oacute;cio do Varejo\" target=\"_blank\">O Neg&oacute;cio do Varejo<\/a> em <time datetime=\"2017-05-12T23:37\">12\/05\/17<\/time> <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/tendencias-de-consumo-o-varejo-rumo-2022\/#respond\" class=\"comments-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">com 0 coment&aacute;rios<\/a> <br> postado em <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/category\/artigos\/\" title=\"View all posts in Artigos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Artigos<\/a> <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/category\/conteudodomercado\/\" title=\"View all posts in Conte&uacute;do do Mercado\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conte&uacute;do do Mercado<\/a> com as tags <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/tag\/consumo-2\/\" rel=\"tag noopener\" target=\"_blank\">consumo<\/a>, <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/tag\/tendencias\/\" rel=\"tag noopener\" target=\"_blank\">tend&ecirc;ncias<\/a>, <a href=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/tag\/varejo\/\" rel=\"tag noopener\" target=\"_blank\">varejo<\/a><br> <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/onegociodovarejo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" class=\"author-link facebook first\">Facebook<\/a> <a href=\"https:\/\/www.twitter.com\/negociodovarejo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" class=\"author-link twitter \">Twitter<\/a> <a href=\"https:\/\/www.pinterest.com\/negociodovarejo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" class=\"author-link pinterest \">Pinterest<\/a> <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/onegociodovarejo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" class=\"author-link instagram \">Instagram<\/a> <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/groups?gid=7449564&amp;trk=groups_most_popular-h-dsc&amp;goback=gmp_7449564\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" class=\"author-link linkedin \">Linkedin<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<figure class=\"featured-thumbnail\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/onegociodovarejo.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/ONDV_Foto_Noti%CC%81cias_0517_Consumidores_Shoppers-349x171.jpg\" alt=\"\" width=\"349\" height=\"171\" class=\"attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image\"><\/figure>\n<div class=\"content\">\n<p><strong>Por M&aacute;rcia Sola*<\/strong><\/p>\n<p>Se h&aacute; algum consenso em rela&ccedil;&atilde;o aos &uacute;ltimos dois anos &eacute; que eles s&atilde;o anos para serem esquecidos. A queda acumulada do PIB esta entre as mais altas das &uacute;ltimas d&eacute;cadas; a infla&ccedil;&atilde;o deu um susto geral voltando aos dois d&iacute;gitos; o desemprego acelerou e o dinheiro encurtou. E tudo isso acompanhado de not&iacute;cias di&aacute;rias sobre a corrup&ccedil;&atilde;o no setor p&uacute;blico.<\/p>\n<p>Para o varejo, a consequ&ecirc;ncia foi a redu&ccedil;&atilde;o das vendas em praticamente todas as categorias de produto. O consumidor com menos dinheiro e temeroso em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro, comprou menos em 2016, levando o com&eacute;rcio a uma perda de aproximadamente 6% em seu faturamento.<\/p>\n<p>Mas &eacute; preciso seguir em frente e se preparar para o momento da virada. E parte desta prepara&ccedil;&atilde;o significa entender que o consumidor est&aacute; em constante mudan&ccedil;a e que o mercado como um todo ser&aacute; muito diferente dentro de alguns anos. Veja a seguir alguns aspectos para os quais &eacute; preciso estar atento.<\/p>\n<p><strong>1. O consumidor envelheceu<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; muito mais comum pensar na popula&ccedil;&atilde;o mais velha como um problema do que como uma oportunidade. Mas isto est&aacute; prestes a mudar porque as pessoas que t&ecirc;m hoje entre 50 e 60 anos s&atilde;o muito diferentes de 10 ou 20 anos atr&aacute;s. T&atilde;o diferente que elas est&atilde;o mudando o r&oacute;tulo de terceira idade para a idade da ousadia.<\/p>\n<p>No Brasil, 48 milh&otilde;es de pessoas t&ecirc;m mais de 50 anos. Eles chegam &agrave; idade da ousadia mais saud&aacute;veis mais dispostos e cada vez mais conectados. Dados do IBGE mostram que em apenas tr&ecirc;s anos (2013 a 2015) o percentual de usu&aacute;rios de internet entre a popula&ccedil;&atilde;o com mais de 50 anos passou de&nbsp; 21% para 28%, o equivalente a 4,6 milh&otilde;es de novos usu&aacute;rios nesta faixa et&aacute;ria.<\/p>\n<p>Como consumidores, esse p&uacute;blico quer muito mais do que aquilo que lhes &eacute; tradicionalmente oferecido e, detalhe, eles podem pagar por isso. Homens e mulheres com mais de 50 anos desejam moda, tecnologia, trabalho e lazer adequados ao seu perfil moderno e&nbsp; charmoso. E quem tem produto espec&iacute;fico para este consumidor? Quase ningu&eacute;m.<\/p>\n<p>O varejo &eacute; desenvolvido e planejado para atrair e satisfazer os jovens, deixando sem op&ccedil;&atilde;o de compra uma gera&ccedil;&atilde;o inteira de consumidores que n&atilde;o cabem mais no mesmo jeans que cabiam h&aacute; 20 anos, mas que querem e muito, se sentir bem consigo mesmo.<\/p>\n<p>A consultora de moda Constanza Pascolato declarou recentemente em uma entrevista concedida ao UOL que &ldquo;as lojas est&atilde;o come&ccedil;ando a fazer publicidade sobre isso. Mas &eacute; mais uma esp&eacute;cie de truque para chamar a aten&ccedil;&atilde;o. Os velhinhos, mesmo que possam ter mais dinheiro para comprar, t&ecirc;m mais dificuldade. Fica uma encrenca na hora de se vestir. At&eacute; com as marcas que me ajudam, na hora de provar, veem que minha cintura j&aacute; n&atilde;o est&aacute; mais no lugar&rdquo;.<\/p>\n<p>E n&atilde;o se trata apenas de roupa. Esse p&uacute;blico tem interesse em uma diversidade de produtos e servi&ccedil;os que v&atilde;o de atendimento de sa&uacute;de, acess&oacute;rios de seguran&ccedil;a a carros e viagem. Um mercado promissor que em 2022 dever&aacute; representar 26% da popula&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s.<\/p>\n<p><strong>2. Uma nova gera&ccedil;&atilde;o est&aacute; sendo treinada para o consumo<\/strong><\/p>\n<p>No outro extremo da pir&acirc;mide et&aacute;ria est&atilde;o as crian&ccedil;as com idade entre 5 e 14 anos. Com a queda na taxa de natalidade, esse grupo, que h&aacute; pouco tempo representava 20% da popula&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s, hoje corresponde a apenas 15% e continua diminuindo. Mas o que esse grupo perde em n&uacute;meros, ganha em poder quando o assunto &eacute; decis&atilde;o de compra.<\/p>\n<p>J&aacute; faz algum tempo que os profissionais de marketing sabem da import&acirc;ncia das crian&ccedil;as nas decis&otilde;es de compra das fam&iacute;lias. Estudos mostram que com apenas dois anos uma crian&ccedil;a j&aacute; &eacute; capaz de reconhecer uma marca e associ&aacute;-la corretamente a um produto e aos cinco ela j&aacute; &eacute; capaz de escolher uma marca espec&iacute;fica entre um conjunto de alternativas.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, as crian&ccedil;as est&atilde;o realizando pessoalmente compras cada vez mais cedo e s&atilde;o m&uacute;ltiplos os fatores que tem contribu&iacute;do para isso. Por um lado, temos fam&iacute;lias atarefadas, precisando dividir entre todos os seus membros as responsabilidades da casa; por outro h&aacute; jovens que se conectam &agrave; internet cada vez mais cedo e s&atilde;o expostos a conte&uacute;dos comerciais dos mais diversos tipos; e, por fim, h&aacute; uma certa condescend&ecirc;ncia paterna que v&ecirc; na liberalidade em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo uma forma de se redimir pela falta de tempo para participar da vida de seus filhos.<\/p>\n<p>A import&acirc;ncia que os pais atribuem aos filhos no processo de decis&atilde;o de compra &eacute; t&atilde;o grande que chega a parecer irracional. Um estudo recente realizado pelo IBOPE Intelig&ecirc;ncia sobre os efeitos da crise no padr&atilde;o de consumo das fam&iacute;lias mostrou que os pais estavam tentando controlar os gastos dom&eacute;sticos reduzindo o uso do cart&atilde;o de cr&eacute;dito. Segundo eles, o cart&atilde;o estava sendo usado apenas em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia. Estrat&eacute;gia correta n&atilde;o fosse o fato de que para alguns deles, comprar o brinquedo escolhido pelo filho para o anivers&aacute;rio ou dia das crian&ccedil;as foi considerado como uma situa&ccedil;&atilde;o de emerg&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Na pr&aacute;tica, essa &eacute; uma gera&ccedil;&atilde;o que est&aacute; literalmente sendo treinada para o consumo e est&aacute; recebendo um grande apoio das facilidades crescentes oferecidas pela tecnologia. De acordo com dados recente publicados pelo IBGE, 69% da popula&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m entre 10 e 14 anos acessa a internet regularmente.<\/p>\n<p>Uma pergunta importante que deve ser feita pelo varejo f&iacute;sico &eacute;: Como ser&aacute; o comportamento de compra destas crian&ccedil;as quando elas se tornarem adultas?<\/p>\n<p><strong>3. Do consumo de massa para o mercado de nicho<\/strong><\/p>\n<p>Chegamos a um ponto no qual a produ&ccedil;&atilde;o de itens em massa perdeu um pouco de sentido. A sociedade est&aacute; repleta de consumidores diferentes, que comp&otilde;em grupos de afinidades que esperam encontrar produtos mais adequados ao seu estilo e suas caracter&iacute;sticas.<\/p>\n<p>S&atilde;o tantos grupos, tantas caracter&iacute;sticas diferentes, que fica dif&iacute;cil list&aacute;-los: obesos, vegetarianos, evang&eacute;licos, gays, heteros, casais com filhos, amantes de pets, roqueiros, pagodeiros&hellip;enfim, hoje o mundo &eacute; uma grande colcha de retalhos e em cada quadradinho h&aacute; pessoas em busca de produtos que as ajudem a construir e refor&ccedil;ar a sua autoimagem.<\/p>\n<p>Vamos pegar como exemplo o grupo de pessoas acima do peso. O &uacute;ltimo estudo realizado no Brasil, em 2014, pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, aponta que 53% dos brasileiros est&atilde;o acima do peso e 18% s&atilde;o obesos. Isso representa um mercado de 37 milh&otilde;es de pessoas esperando encontrar no varejo op&ccedil;&otilde;es de roupa, cal&ccedil;ados e acess&oacute;rios que as fa&ccedil;am sentir-se bem consigo mesmas. Tamanhos especiais para corpos reais tem tudo para ser tornar uma grande oportunidade no mundo da moda mas poucas empresas est&atilde;o olhando para isso. Basta dar uma volta em qualquer shopping center para ver que quase a totalidade das vitrines de vestu&aacute;rio exp&otilde;e roupas que vestem perfeitamente uma parcela muito pequena da popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Outro exemplo &eacute; o universo dos vegetarianos. Em uma pesquisa realizada pelo IBOPE em 2012, foi descoberto que 8% da popula&ccedil;&atilde;o declarava ser vegetariano, o equivalente a 16,5 milh&otilde;es de pessoas. De l&aacute; para c&aacute;, este mercado cresceu bastante, mesmo assim ainda h&aacute; poucos restaurantes e supermercados que oferecem alternativas para consumidores que adotam esse estilo de vida.<\/p>\n<p>E o que falar do verdadeiro supl&iacute;cio ao qual s&atilde;o submetidas as pessoas que t&ecirc;m altura acima da m&eacute;dia quando precisam viajar de avi&atilde;o? A impress&atilde;o geral &eacute; que a medida que a altura m&eacute;dia da popula&ccedil;&atilde;o aumenta, o espa&ccedil;o entre as poltronas dos avi&otilde;es diminui.<\/p>\n<p>O fato &eacute; que o que &eacute; considerado como padr&atilde;o em breve n&atilde;o existir&aacute; mais e o varejo precisa entender isso rapidamente.<\/p>\n<p><strong>4.&nbsp;Feliz sendo eu mesma<\/strong><\/p>\n<p>Ser aut&ecirc;ntico &eacute; o mais novo mantra, um objetivo a ser perseguido. A busca pelo que &eacute; aut&ecirc;ntico &eacute; um movimento que leva para uma quest&atilde;o mais ampla e filos&oacute;fica que tem a ver com identidade: quem sou eu?&nbsp; Em praticamente todos os aspectos, indiv&iacute;duos e marcas est&atilde;o sendo convidados a se posicionarem frente &agrave; sociedade. Qual &eacute; a sua posi&ccedil;&atilde;o? Com o que voc&ecirc; est&aacute; comprometido?<\/p>\n<p>Cada vez mais as pessoas querem encontrar seu pr&oacute;prio e &uacute;nico espa&ccedil;o e as chamadas &ldquo;minorias&rdquo; exigem ser reconhecidas como parte da sociedade.<\/p>\n<p>Um exemplo recente aconteceu em um shopping da cidade de S&atilde;o Paulo que tentou proibir a entrada de um grupo de &ldquo;drag queens&rdquo; em suas depend&ecirc;ncias. O grupo reagiu, chamou a aten&ccedil;&atilde;o da imprensa e da policia e acabou conseguindo entrar no shopping.<\/p>\n<p>Recentemente, a Natura colocou no ar um comercial sobre cabelos encaracolados que explora de forma genial a escolha de aceitar a si mesmo ao inv&eacute;s de perseguir um padr&atilde;o de beleza constru&iacute;do. E h&aacute; diversos outros exemplos de campanhas publicit&aacute;rias que utilizam o apelo do aut&ecirc;ntico para promover marcas e produtos.<\/p>\n<p>Mas as empresas precisam ter muito cuidado na hora de usar o apelo da autenticidade associada ao seu produto. O consumidor penaliza severamente marcas que tentam vender uma imagem de &ldquo;aut&ecirc;ntico&rdquo; quando de fato n&atilde;o o s&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>5. Reciclar<\/strong><\/p>\n<p>Em parte por causa da crise, em parte por causa da crescente conscientiza&ccedil;&atilde;o popular em quest&otilde;es ambientais, o fato &eacute; que atualmente as pessoas est&atilde;o muito mais dispostas a reciclar.<\/p>\n<p>Reciclar &eacute; um conceito que caminha lado a lado com o movimento conhecido como &ldquo;low-consumerism&rdquo; ou, em bom portugu&ecirc;s, redu&ccedil;&atilde;o do consumo. Um movimento que advoga em favor do meio ambiente, do equil&iacute;brio nas compras e de voltarmos ao ponto em que as pessoas compravam porque precisavam e n&atilde;o porque podiam comprar.<\/p>\n<p>Nesta linha, brech&oacute;s e lojas de artigos usados ganharam novos nomes e foram repaginados. Agora, s&atilde;o chamados de &ldquo;lojas de produtos delicadamente usados&rdquo;. &Eacute; o caso do Galp&atilde;o 261, uma loja de roupas de festa que aceita apenas produtos de grife. Funciona assim: o cliente leva a pe&ccedil;a at&eacute; a loja que a envia para avalia&ccedil;&atilde;o de um &ldquo;especialista&rdquo;. Ele aprovar (ou n&atilde;o) o produto e define o pre&ccedil;o pelo qual o item ser&aacute; vendido. Se concordar com a avalia&ccedil;&atilde;o, o cliente deixa o produto em consigna&ccedil;&atilde;o na loja. Quando for vendido, uma porcentagem do valor arrecadado fica com a loja e a outra parte vai para o cliente que decide se quer retirar o valor em dinheiro ou em produto. O tempo para que o produto fique na loja &eacute; de 30 dias, se n&atilde;o for vendido neste per&iacute;odo ele &eacute; devolvido para o cliente. Todo m&ecirc;s a loja faz um bazar com itens n&atilde;o vendidos e doados, o valor arrecadado &eacute; revertido para uma institui&ccedil;&atilde;o de caridade.<\/p>\n<p>Mas a reciclagem n&atilde;o envolve apenas comprar ou vender produtos usados. Envolve tamb&eacute;m reaproveitar coisas guardadas e transform&aacute;-las em produtos &uacute;teis. No &uacute;ltimo Natal, esse foi um recurso amplamente usado pelos consumidores para presentear pessoas fora do circulo familiar mais pr&oacute;ximo como, por exemplo, a professora da escola do filho ou a instrutora de ioga. Sabe aquela caixinha no fundo do guarda-roupa e aquele guardanapo bordado que voc&ecirc; nunca usou? Pois &eacute;, em ano de crise a caixinha foi renovada e junto com o guardanapo viraram uma alternativa de presente 100% reciclado. Resultado: mais espa&ccedil;o no seu guarda roupa, menos dinheiro gasto no com&eacute;rcio.<\/p>\n<p>Em um momento que reciclar parece ser um argumento atrativo para muitos consumidores, as marcas consolidadas precisam se perguntar: como o meu produto entra nesse processo? O que eu posso fazer para acompanhar meu cliente neste caminho?<\/p>\n<p><strong>6. P&oacute;s-venda ou p&oacute;s-compra?<\/strong><\/p>\n<p>A ideia de p&oacute;s-venda como servi&ccedil;os de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica representa apenas uma parte muito pequena do que o consumidor espera das empresas.<\/p>\n<p>Hoje, em um mercado extremamente concorrido e consumidores muito bem informados, &eacute; chegada a hora das empresas dedicarem ao p&oacute;s-venda o mesmo esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o que empenham na pr&eacute;-venda.<\/p>\n<p>Em todos os segmentos, e para os mais diversos tipos de produto, o cliente espera poder contar com a empresa quando adquire um produto. Este momento na jornada de consumo &eacute; que chamamos de p&oacute;s-compra.<\/p>\n<p>Em alguns casos, p&oacute;s-compra pode realmente significar oferecer um suporte t&eacute;cnico adequado e eficiente. Mas, na maior parte das vezes o p&oacute;s-compra &eacute; muito mais simples do que isso. Como &eacute;, por exemplo, o processo de troca de produtos na sua loja? Como voc&ecirc; trata um cliente que encontra um defeito em seu produto ou que descobre que n&atilde;o ficou 100% satisfeito com ele depois de t&ecirc;-lo utilizado? Ser&aacute; que ele sai da sua loja satisfeito ou zangado? A resposta para essas perguntas ir&aacute; definir se voc&ecirc; ser&aacute; ou n&atilde;o escolhido pelo consumidor em sua pr&oacute;xima compra. E, mais do que isso. Em tempos de redes sociais, irritar um cliente est&aacute; se tornando cada vez mais perigoso, pense nisso!<\/p>\n<p>Essas s&atilde;o apenas algumas das <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> que poder&atilde;o mudar o padr&atilde;o de consumo nos pr&oacute;ximos anos. H&aacute; muito mais por vir. Sua empresa est&aacute; pronta para a virada?<\/p>\n<p><strong>* M&aacute;rcia Sola &eacute; diretora de shopping, varejo e imobili&aacute;rio do IBOPE Intelig&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.ibopeinteligencia.com\/noticias-e-pesquisas\/tendencias-de-consumo-o-varejo-rumo-a-2022\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ibope Intelig&ecirc;ncia<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">Tend&ecirc;ncias<\/a> de Consumo: o varejo rumo a 2022 &Eacute; preciso se preparar para o momento da virada. Significa entender que o consumidor est&aacute; em constante mudan&ccedil;a e que o mercado ser&aacute; diferente. &nbsp; por O Neg&oacute;cio do Varejo em 12\/05\/17 com 0 coment&aacute;rios postado em Artigos Conte&uacute;do do Mercado com as tags consumo, <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a>, varejo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[10],"tags":[],"class_list":{"0":"post-435","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-estudos-prospectivos"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/435","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=435"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/435\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=435"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=435"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=435"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}