{"id":3875,"date":"2019-05-24T08:30:33","date_gmt":"2019-05-24T11:30:33","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=3875"},"modified":"2019-05-24T08:43:33","modified_gmt":"2019-05-24T11:43:33","slug":"extincao-de-especies-cresce-de-forma-acelerada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/extincao-de-especies-cresce-de-forma-acelerada\/","title":{"rendered":"Extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies cresce de forma acelerada"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_3876\" aria-describedby=\"caption-attachment-3876\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/poluicao-degradacao-ambiental-imagem-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3876\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/poluicao-degradacao-ambiental-imagem-pixabay.jpg\" alt=\"Relat&oacute;rio mostra que &eacute; preciso mudar a narrativa de que o desenvolvimento econ&ocirc;mico &eacute; um fim em si mesmo. 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Imagem: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><em>Ag&ecirc;ncia FAPESP<\/em><br>\n<em>Elton Alisson<\/em><\/p>\n<p>As taxas de extin&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies animais e vegetais est&atilde;o aumentando em uma escala sem precedentes. A abund&acirc;ncia m&eacute;dia de esp&eacute;cies nativas na maioria dos principais h&aacute;bitats terrestres caiu em, pelo menos, 20%, principalmente desde 1900. Mais de 40% das esp&eacute;cies de anf&iacute;bios, quase 33% dos corais e mais de um ter&ccedil;o de todos os mam&iacute;feros est&atilde;o amea&ccedil;ados.<\/p>\n<p>Essa perda &eacute; resultado direto da atividade humana e constitui uma grave amea&ccedil;a ao bem-estar humano em todas as regi&otilde;es do mundo, alerta um grupo de cientistas de 50 pa&iacute;ses, incluindo do Brasil. Eles s&atilde;o autores da primeira avalia&ccedil;&atilde;o global do estado da natureza da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Servi&ccedil;os Ecossist&ecirc;micos (IPBES, na sigla em ingl&ecirc;s).<\/p>\n<p>O sum&aacute;rio para os formuladores de pol&iacute;ticas do relat&oacute;rio foi lan&ccedil;ado no dia 6 de maio, em Paris, ap&oacute;s ter sido aprovado por 132 pa&iacute;ses durante a s&eacute;tima sess&atilde;o plen&aacute;ria do &oacute;rg&atilde;o, chamado de &ldquo;IPCC para a biodiversidade&rdquo;, que aconteceu na semana passada na capital francesa.<\/p>\n<blockquote><p>A sa&uacute;de dos ecossistemas de que toda a humanidade e as esp&eacute;cies dependem est&aacute; se deteriorando mais rapidamente do que nunca. Estamos erodindo os pr&oacute;prios alicerces de nossas economias, meios de subsist&ecirc;ncia, seguran&ccedil;a alimentar, sa&uacute;de e qualidade de vida em todo o mundo<br>\n<em>Robert Watson, presidente da IPBES<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Elaborado ao longo dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos por 145 especialistas, com contribui&ccedil;&otilde;es de outros 310 autores, o relat&oacute;rio avaliou mudan&ccedil;as na biodiversidade e nos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos &ndash; como o fornecimento de alimentos e de &aacute;gua &ndash; durante as &uacute;ltimas cinco d&eacute;cadas. Para isso, foi feita uma revis&atilde;o sistem&aacute;tica de cerca de 15 mil fontes cient&iacute;ficas, governamentais e de conhecimento ind&iacute;gena e de comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>&ldquo;Esse &eacute; primeiro relat&oacute;rio intergovernamental que foca n&atilde;o s&oacute; a biodiversidade, mas tamb&eacute;m suas intera&ccedil;&otilde;es com trajet&oacute;rias de desenvolvimento econ&ocirc;mico e com fatores que afetam a natureza, como as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas&rdquo;, disse Eduardo Sonnewend Brondizio, professor da Indiana University, dos Estados Unidos, &agrave; Ag&ecirc;ncia FAPESP.<\/p>\n<p>&ldquo;Nunca tantos dados, de diferentes &aacute;reas, como das ci&ecirc;ncias naturais e sociais, foram reunidos para fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o detalhada da condi&ccedil;&atilde;o do ambiente em escala global e em uma perspectiva integrada de intera&ccedil;&atilde;o com a sociedade&rdquo;, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Radicado h&aacute; mais de 20 anos nos Estados Unidos, o cientista brasileiro, que foi um dos tr&ecirc;s copresidentes do relat&oacute;rio, &eacute; um dos pesquisadores respons&aacute;veis por um projeto apoiado pela FAPESP em parceria com o Belmont Forum &ndash; um cons&oacute;rcio das principais ag&ecirc;ncias financiadoras de projetos de pesquisa sobre mudan&ccedil;as ambientais no mundo.<\/p>\n<p>Os outros brasileiros autores do relat&oacute;rio s&atilde;o Ana Paula Aguiar, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); Bernardo Baeta Neves Strassburg, do Instituto Internacional para Sustentabilidade (ISS); Cristina Adams, da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP);&nbsp;Gabriel Henrique Lui, do Minist&eacute;rio do Meio Ambiente; Maria Manuela Ligeti Carneiro da Cunha, da USP; Pedro Henrique Santin Brancalion, tamb&eacute;m da USP; e Rafael Dias Loyola, da Universidade Federal de Goi&aacute;s (UFG).<\/p>\n<p>&ldquo;A contribui&ccedil;&atilde;o dos autores brasileiros foi excepcional porque todos eles conseguiram trazer uma perspectiva social e ecol&oacute;gica integrada para o relat&oacute;rio. Eles colocaram suas respectivas especialidades, como ecologia, pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e cen&aacute;rios ambientais, em um contexto interdisciplinar&rdquo;, disse Brondizio.<\/p>\n<h2>Rede mais desgastada<\/h2>\n<p>O relat&oacute;rio aponta que ecossistemas, esp&eacute;cies, popula&ccedil;&otilde;es selvagens, variedades locais de plantas e de animais domesticados est&atilde;o encolhendo, deteriorando ou desaparecendo. Dessa forma, a rede essencial e interconectada da vida na Terra est&aacute; ficando menor e cada vez mais desgastada.<\/p>\n<p>Pelo menos 680 esp&eacute;cies de vertebrados foram levadas &agrave; extin&ccedil;&atilde;o desde o s&eacute;culo 16 e mais de 9% de todas as ra&ccedil;as domesticadas de mam&iacute;feros usados para alimenta&ccedil;&atilde;o e agricultura foram extintas at&eacute; 2016. Al&eacute;m disso, estima-se que 1 milh&atilde;o de esp&eacute;cies animais e vegetais est&atilde;o agora amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Entre os fatores respons&aacute;veis por esse decl&iacute;nio de esp&eacute;cies est&atilde;o, em ordem decrescente, as mudan&ccedil;as no uso da terra e do mar, a explora&ccedil;&atilde;o direta de organismos, as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, a polui&ccedil;&atilde;o e esp&eacute;cies t&oacute;xicas invasoras.<br>\nDesde 1980, as emiss&otilde;es de gases do efeito estufa dobraram, elevando a temperatura m&eacute;dia global em pelo menos 0,7 &ordm;C. O aquecimento global j&aacute; tem afetado a natureza, do ecossistema &agrave; gen&eacute;tica das esp&eacute;cies, e os impactos devem aumentar nas pr&oacute;ximas d&eacute;cadas, em alguns casos, superando o impacto da mudan&ccedil;a do uso da terra e do mar e outros fatores, apontam os autores.<\/p>\n<p>&ldquo;O sum&aacute;rio mostra que a situa&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos, essenciais para a qualidade de vida, &eacute; ainda mais cr&iacute;tica do que a do aquecimento global&rdquo;, disse Carlos Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP.<\/p>\n<p>Joly coordenou o Painel Multidisciplinar de Especialistas da IPBES nos seus primeiros anos de exist&ecirc;ncia, ao lado do australiano Mark Londsdeale, da Organiza&ccedil;&atilde;o de Pesquisa Cient&iacute;fica e Industrial da Commonwealth (CSIRO), e &eacute; membro da coordena&ccedil;&atilde;o da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Servi&ccedil;os Ecossist&ecirc;micos (BPBES, na sigla em ingl&ecirc;s), cuja cria&ccedil;&atilde;o foi inspirada na IPBES.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m destaca que tr&ecirc;s quartos do meio ambiente terrestre e 66% do ambiente marinho foram significativamente alterados pelas a&ccedil;&otilde;es humanas. Em m&eacute;dia, essas <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> foram menos severas ou evitadas em &aacute;reas mantidas ou geridas por povos ind&iacute;genas e comunidades locais.<\/p>\n<p>Mais de um ter&ccedil;o da superf&iacute;cie terrestre do mundo e quase 75% dos recursos de &aacute;gua doce s&atilde;o agora dedicados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola ou pecu&aacute;ria. O valor da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola aumentou em cerca de 300% desde 1970, a extra&ccedil;&atilde;o de madeira aumentou em 45% e aproximadamente 60 bilh&otilde;es de toneladas de recursos renov&aacute;veis e n&atilde;o renov&aacute;veis s&atilde;o extra&iacute;dos globalmente a cada ano &ndash; n&uacute;mero que quase duplicou desde 1980.<\/p>\n<p>A degrada&ccedil;&atilde;o da terra, contudo, reduziu a produtividade de 23% da superf&iacute;cie terrestre global. At&eacute; US$ 577 bilh&otilde;es em safras globais anuais est&atilde;o em risco de perda de polinizadores e entre 100 e 300 milh&otilde;es de pessoas est&atilde;o em risco aumentado de inunda&ccedil;&otilde;es e furac&otilde;es devido &agrave; perda de h&aacute;bitats costeiros e prote&ccedil;&atilde;o, ressaltam os autores do relat&oacute;rio.<\/p>\n<p>A polui&ccedil;&atilde;o pl&aacute;stica cresceu 10 vezes desde 1980 e entre 300 e 400 milh&otilde;es de toneladas de metais pesados, solventes, lama t&oacute;xica e outros res&iacute;duos de instala&ccedil;&otilde;es industriais s&atilde;o despejados anualmente nas &aacute;guas do mundo.<br>\nOs fertilizantes usados na agricultura e que entram nos ecossistemas costeiros produziram mais de 400 &ldquo;zonas mortas&rdquo; oce&acirc;nicas, totalizando mais de 245 mil quil&ocirc;metros quadrados (km2) &ndash; uma &aacute;rea combinada maior que a do Reino Unido, calcularam os pesquisadores.<\/p>\n<blockquote><p>As popula&ccedil;&otilde;es mais ricas ou privilegiadas se acostumaram a ignorar os problemas ambientais porque n&atilde;o convivem com os impactos no dia a dia.<\/p><\/blockquote>\n<p>&ldquo;O relat&oacute;rio mostra que as popula&ccedil;&otilde;es mais ricas ou privilegiadas se acostumaram a ignorar os problemas ambientais porque n&atilde;o convivem com os impactos no dia a dia. S&atilde;o as popula&ccedil;&otilde;es mais pobres ou menos privilegiadas que est&atilde;o sofrendo o impacto desse padr&atilde;o de vida, na forma de polui&ccedil;&atilde;o, desmatamento e atividades de minera&ccedil;&atilde;o em lugares longe dos olhos do resto do mundo&rdquo;, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, as <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> negativas na natureza continuar&atilde;o at&eacute; 2050 e, al&eacute;m desse per&iacute;odo, persistem em todos os cen&aacute;rios de pol&iacute;tica explorados no relat&oacute;rio, exceto aqueles que incluem mudan&ccedil;as transformadoras &ndash; devido aos impactos projetados de mudan&ccedil;as crescentes no uso da terra, explora&ccedil;&atilde;o de organismos e mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, embora com diferen&ccedil;as significativas entre regi&otilde;es.<\/p>\n<p>Apesar do progresso nas pol&iacute;ticas de preserva&ccedil;&atilde;o, os autores consideram que as metas globais para conservar e usar a natureza de forma sustent&aacute;vel e para alcan&ccedil;ar a sustentabilidade n&atilde;o podem ser alcan&ccedil;adas nas trajet&oacute;rias atuais. As metas at&eacute; 2030 e para al&eacute;m desse per&iacute;odo podem ser alcan&ccedil;adas apenas por meio de mudan&ccedil;as transformadoras e de fatores pol&iacute;ticos e tecnol&oacute;gicos, ponderam.<\/p>\n<p>Uma das a&ccedil;&otilde;es indicadas &eacute; a ado&ccedil;&atilde;o de abordagens integradas e intersetoriais de gest&atilde;o que levem em conta as compensa&ccedil;&otilde;es da produ&ccedil;&atilde;o de alimentos e energia, infraestrutura, manejo de &aacute;gua doce e costeira e conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade.<\/p>\n<p>&ldquo;Ainda n&atilde;o chegamos a um ponto de irreversibilidade na perda de biodiversidade e a consequente degrada&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos essenciais para a qualidade de vida. Se tomarmos decis&otilde;es agora, para, em conjunto e de forma coordenada e cooperativa, promovermos mudan&ccedil;as transformativas integradas, inclusivas e baseadas no melhor conhecimento cient&iacute;fico dispon&iacute;vel, &eacute; poss&iacute;vel reverter a velocidade da degrada&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Joly.<\/p>\n<p>&ldquo;Isso passa, obrigatoriamente, por conseguir cumprir as metas do Acordo de Paris, pois o aquecimento global j&aacute; &eacute; um dos principais impulsionadores da perda de biodiversidade e degrada&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos&rdquo;, ressaltou.<br>\nOs autores tamb&eacute;m identificam como um elemento-chave de pol&iacute;ticas futuras mais sustent&aacute;veis a evolu&ccedil;&atilde;o dos sistemas financeiros e econ&ocirc;micos globais, visando a constru&ccedil;&atilde;o de uma economia global sustent&aacute;vel, afastando-se do atual paradigma limitado de crescimento econ&ocirc;mico.<\/p>\n<p>&ldquo;O relat&oacute;rio mostra que &eacute; preciso mudar a narrativa de que o desenvolvimento econ&ocirc;mico &eacute; um fim em si mesmo e que todos os custos para alcan&ccedil;&aacute;-lo, como a degrada&ccedil;&atilde;o ambiental e a desigualdade social, s&atilde;o inevit&aacute;veis e justific&aacute;veis&rdquo;, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es: www.ipbes.net<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":3876,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,19],"tags":[193,452,191,1231,1232],"class_list":{"0":"post-3875","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-insights","9":"tag-crise-ambiental","10":"tag-crise-climatica","11":"tag-meio-ambiente","12":"tag-poluicao","13":"tag-tragedia-ambiental"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/poluicao-degradacao-ambiental-imagem-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3875","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3875"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3875\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3876"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3875"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3875"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3875"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}