{"id":339,"date":"2017-05-31T17:28:07","date_gmt":"2017-05-31T20:28:07","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/cobots-os-seus-companheiros-de-trabalho\/"},"modified":"2017-05-31T17:28:07","modified_gmt":"2017-05-31T20:28:07","slug":"cobots-os-seus-companheiros-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/cobots-os-seus-companheiros-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Cobots: os seus companheiros de trabalho"},"content":{"rendered":"<p>Os cobots est&atilde;o chegando. Voc&ecirc; est&aacute; pronto?<\/p>\n<p>Rob&ocirc;s colaborativos trabalham ao lado de funcion&aacute;rios humanos, elevando a produtividade ao m&aacute;ximo. Mas as equipes de TI devem estar preparadas para assumir a gest&atilde;o desses sistemas<\/p>\n<p>Na Creating Revolutions, um funcion&aacute;rio afetuoso apelidado de &ldquo;Manuel Noriega&rdquo; monta os componentes min&uacute;sculos de um dispositivo de atendimento ao cliente. Ao contr&aacute;rio de outros funcion&aacute;rios da startup, Manuel trabalha horas, dia ap&oacute;s dia, sem interrup&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Manuel &eacute; um rob&ocirc; colaborativo (ou cobot) que est&aacute; ajudando a Creating Revolutions a construir dispositivos eletr&ocirc;nicos para restaurantes. A startup nem sempre dependeu do rob&ocirc; cinzento para montar dispositivos que permitem que os clientes enviem seus pedidos atrav&eacute;s de uma interface de texto.<\/p>\n<p>Mas, antes, as taxas de erros na montagem dos dispositivos chegavam a ser de dois d&iacute;gitos. Com Manuel na folha de pagamento, a Creating Revolutions reduziu sua taxa de rejei&ccedil;&atilde;o de produtos para quase zero. As mudan&ccedil;as nos processos de fabrica&ccedil;&atilde;o podem ser feitas em tempo real, com maior flexibilidade.<\/p>\n<p>Inicialmente, os funcion&aacute;rios n&atilde;o gostaram de compartilhar o espa&ccedil;o da f&aacute;brica com um cobot. Mas depois de garantir que seus empregos n&atilde;o estavam em perigo, Rosenberg diz que todo mundo passou a ver Manuel como &ldquo;parte da equipe&rdquo;. Na verdade, a &uacute;nica coisa que separa Manuel de seus hom&oacute;logos humanos &eacute; uma janela de vidro.<\/p>\n<p>Revolu&ccedil;&atilde;o do rob&ocirc;<\/p>\n<p>Hoje, rob&ocirc;s trabalham lado a lado com os funcion&aacute;rios humanos, muitas vezes superando-os em produtividade, por uma fra&ccedil;&atilde;o de seu sal&aacute;rio. A Amazon conta com 45 mil rob&ocirc;s para pegar e embalar pedidos atrav&eacute;s de seus centros de atendimento. Os telefonemas para a Universidade Tecnol&oacute;gica de Nanyang, em Cingapura, s&atilde;o atendidos por Nadine , um humanoide programado para demonstrar emo&ccedil;&atilde;o. E a empresa de rob&oacute;tica Momentum Machines , em S&atilde;o Francisco, desenvolveu um rob&ocirc; que cozinha 400 hamb&uacute;rgueres por hora.<\/p>\n<p>De fato, de acordo com a Robotic Industries Association (RIA), em 2016, o mercado norte- americano de rob&oacute;tica bateu recordes de pedidos e remessas. Foram 34,606 rob&ocirc;s encomendados na Am&eacute;rica do Norte, avaliados em aproximadamente 1,9 bilh&atilde;o de d&oacute;lares &ndash; um aumento de 10% em rela&ccedil;&atilde;o a 2015.<\/p>\n<p>Com os rob&ocirc;s cada vez mais assumindo tarefas f&iacute;sicas e cognitivas no local de trabalho, eles prometem mudar para sempre o papel da TI.<\/p>\n<p>Provis&atilde;o de acesso seguro, salvaguarda de dados, programa&ccedil;&atilde;o de sistemas rob&oacute;ticos complexos &ndash; todos esses s&atilde;o desafios enfrentados pelos l&iacute;deres de TI enquanto os rob&ocirc;s d&atilde;o in&iacute;cio &agrave; pr&oacute;xima revolu&ccedil;&atilde;o industrial.<\/p>\n<p>&ldquo;A curva de aprendizado para a introdu&ccedil;&atilde;o de rob&ocirc;s &eacute; muito grande&rdquo;, adverte Bob Doyle , diretor de comunica&ccedil;&otilde;es da Association for Advancing Automation. &ldquo;Certamente h&aacute; treinamento e educa&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rios para se certificar de que tudo est&aacute; sendo feito corretamente.&rdquo;<\/p>\n<p>&Eacute; por esta raz&atilde;o que a Creating Revolutions voltou-se para a Hirebotics, uma ag&ecirc;ncia de recrutamento para cobots. A Hirebotics aluga cobots por hora, sem qualquer desembolso inicial. A empresa lida com toda a programa&ccedil;&atilde;o, implanta&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da m&aacute;quina, enquanto a Creating Revolutions paga somente as horas te trabalho do rob&ocirc;. O que tem dado quase 5 mil d&oacute;lares por m&ecirc;s.<\/p>\n<p>&ldquo;N&oacute;s somos uma startup. N&atilde;o temos recursos para adquirir um rob&ocirc; muito caro,&rdquo; diz Rosenberg. &ldquo;E n&atilde;o t&iacute;nhamos a experi&ecirc;ncia ou o tempo necess&aacute;rio para aprender o software necess&aacute;rio para fazer o rob&ocirc; funcionar para nossas necessidades. Economicamente, o Rentbotics fazia sentido&rdquo;.<\/p>\n<p>Embora tenha levado algumas semanas para que a Hirebotics, programasse Manuel, Rosenberg diz que sua equipe gastaria 10 vezes mais para suportar a &ldquo;tortura&rdquo; de treinamento do cobot para executar tarefas de alta precis&atilde;o. E como Manuel est&aacute; conectado &agrave; nuvem, a Hirebotics pode monitorar continuamente seu desempenho, em tempo real, para detec&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida de falhas.<\/p>\n<p>Redu&ccedil;&atilde;o de custos gerais, aumento da carga de trabalho<\/p>\n<p>A programa&ccedil;&atilde;o complexa n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico obst&aacute;culo que os l&iacute;deres de TI devem superar para colher os benef&iacute;cios da rob&oacute;tica. Considere , por exemplo, a Praxis Packaging Solutions . A empresa de embalagens possui 14 rob&ocirc;s, incluindo 13 Baxters &ndash; cobots de 300 libras, vermelhos, com dois bra&ccedil;os; e um Sawyer, irm&atilde;o dos Baxters, com um &uacute;nico bra&ccedil;o, mais &aacute;gil, ambos da Rethink Robotics .<\/p>\n<p>Com as taxas de desemprego girando em torno de 2% , o CEO e presidente da Praxis, Richard King diz: &ldquo;Sab&iacute;amos imediatamente que seria capaz de usar Baxter para ajudar a alimentar o nosso crescimento&rdquo;.<\/p>\n<p>Hoje, o Baxters executa uma grande variedade de tarefas repetitivas, movendo pe&ccedil;as de papel&atilde;o para descompactar caixas. A programa&ccedil;&atilde;o do Baxter &eacute; t&atilde;o simples e intuitiva quanto &ldquo;usar um iPad&rdquo;, segundo Chris Hager , ex-diretor de TI da Praxis, que continua assessorando a empresa como consultor de TI da Ferox Consulting . Isso ocorre porque o Baxter aprende por demonstra&ccedil;&atilde;o &ndash; os funcion&aacute;rios precisam apenas pegar os bra&ccedil;os de Baxter e mov&ecirc;-los, simulando as tarefas que far&aacute;.<\/p>\n<p>Apesar de sua simplicidade, alocar o Baxter para uma s&eacute;rie de tarefas exigiu algum trabalho pesado de TI. A Praxis muitas vezes executa v&aacute;rios pedidos de embalagem em um &uacute;nico turno. Como resultado, a empresa precisava equipar o Baxter com uma variedade de acess&oacute;rios para permitir diferentes usos. Uma impressora 3D provou ser a resposta. Hoje, a Praxis pode criar uma s&eacute;rie dispositivos que se unem ao final do bra&ccedil;o rob&oacute;tico do Baxter para executar tarefas espec&iacute;ficas.<\/p>\n<p>Mas, apesar de uma impressora 3D ter permitido personalizar acess&oacute;rios para o Baxter praticamente em tempo real e manter o ritmo com as novas exig&ecirc;ncias de embalagem, King diz que a equipe de TI &ldquo;ainda fica frustrada&rdquo;ao projetar novas pe&ccedil;as 3D para seus rob&ocirc;s. Todo o porcesso, entre a cria&ccedil;&atilde;o e uso dos moldes, muitas vezes leva meses.<\/p>\n<p>Abrindo espa&ccedil;o para a rob&oacute;tica<\/p>\n<p>A Praxis tamb&eacute;m teve que fazer mudan&ccedil;as f&iacute;sicas em seu espa&ccedil;o de trabalho para acomodar seu quadro de cobots. Como os rob&ocirc;s ficam sentados ao lado de colegas de trabalho, a Praxis teve que tomar algumas precau&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a adicionais.<\/p>\n<p>&ldquo;N&oacute;s implantamos algumas c&acirc;meras de diagn&oacute;stico muito pequenas em certas &aacute;reas [da planta] para impedir que as pessoas interfiram na opera&ccedil;&atilde;o do Baxter&rdquo;, diz Hager. Essas c&acirc;meras tamb&eacute;m ajudam a equipe de TI a diagnosticar problemas de desempenho. E uma chave USB com uma senha embutida &eacute; a &uacute;nica maneira que os trabalhadores podem ter acesso a uma m&aacute;quina.<\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio da Praxis, cujos rob&ocirc;s trabalham lado a lado, o Manual &ldquo;&eacute; mantido em um quarto separado e seguro&rdquo;, diz Rosenberg. &ldquo;Para acessar o rob&ocirc;, voc&ecirc; precisa de uma das duas chaves, que s&oacute; eu e um gerente t&ecirc;m.&rdquo; C&acirc;meras tamb&eacute;m cercam essa &aacute;rea para monitoramento constante.<\/p>\n<p>Seguran&ccedil;a primeiro<\/p>\n<p>Mas enquanto as c&acirc;meras, senhas e c&oacute;digos de barras protegem os rob&ocirc;s de funcion&aacute;rios mal-intencionados, a quest&atilde;o permanece: O que est&aacute; protegendo os trabalhadores de seus colegas rob&oacute;ticos?<\/p>\n<p>Antes de instalar um rob&ocirc; em um espa&ccedil;o de trabalho comum, Doyle diz que &eacute; preciso fazer &ldquo;uma avalia&ccedil;&atilde;o de risco para determinar exatamente o que um rob&ocirc; estar&aacute; fazendo.&rdquo; Dentro de que proximidade um rob&ocirc; estar&aacute; trabalhando com humanos? Quais caracter&iacute;sticas de seguran&ccedil;a, como sensores, permitir&atilde;o que o rob&ocirc; evite o contato f&iacute;sico com as pessoas? Como um rob&ocirc; pode ser programado para limitar a for&ccedil;a que ele usa para executar tarefas?<\/p>\n<p>Ao responder a estas perguntas, os l&iacute;deres de TI podem tomar medidas para evitar ferir pessoas. Na verdade, de acordo com a Universal Robots , cujas m&aacute;quinas s&atilde;o utilizadas por empresas, incluindo o Manuel, 80% dos seus cobots atuam ao lado de trabalhadores humanos, ap&oacute;s uma avalia&ccedil;&atilde;o inicial de risco.<\/p>\n<p>No entanto, os l&iacute;deres da ind&uacute;stria est&atilde;o tomando o assunto em suas pr&oacute;prias m&atilde;os. Em fevereiro de 2016, especialistas em rob&oacute;tica publicaram o ISO \/ TS 15066 , um conjunto de padr&otilde;es de seguran&ccedil;a para sistemas colaborativos de rob&ocirc;s industriais no local de trabalho. As diretrizes estabelecem tudo, desde dist&acirc;ncias de seguran&ccedil;a m&iacute;nimas entre homem e m&aacute;quina at&eacute; velocidades m&aacute;ximas permitidas de opera&ccedil;&atilde;o. Curiosamente, muitos dos padr&otilde;es s&atilde;o baseados em dados sobre a dor humana.<\/p>\n<p>&ldquo;O fato &eacute;&rdquo;, explicou Carole Franklin, secret&aacute;ria do ISO \/ TC 299 \/ WG 3, em uma declara&ccedil;&atilde;o, &ldquo;que quando os rob&ocirc;s trabalham ao lado dos humanos, temos que ter muito cuidado para que a aplica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o coloque um humano em perigo. At&eacute; agora, os fornecedores e integradores de sistemas rob&oacute;ticos s&oacute; tinham informa&ccedil;&otilde;es gerais sobre os requisitos para sistemas colaborativos. A ISO \/ TS 15066 &eacute;, portanto, um trocador de jogo para a ind&uacute;stria e fornece orienta&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a espec&iacute;ficas, orientadas por dados necess&aacute;rias para avaliar e controlar os riscos.<\/p>\n<p>O dil&uacute;vio de dados<\/p>\n<p>Menos f&aacute;cil de regular &eacute; a enorme quantidade de dados que provavelmente ser&aacute; gerada pelos cobots nos pr&oacute;ximos anos. No caso da Creating Revolutions, o Manuel fornece um fluxo constante de dados de desempenho e produ&ccedil;&atilde;o &ndash; bits e bytes que s&atilde;o gravados automaticamente a cada hora.<\/p>\n<p>Ao reunir detalhes sobre o n&uacute;mero de unidades que Manuel produz em um determinado per&iacute;odo de tempo, Rosenberg diz que a empresa pode &ldquo;combinar todos esses dados e criar previs&otilde;es realistas e muito precisas das necessidades de produ&ccedil;&atilde;o, como quantos humanos s&atilde;o necess&aacute;rios e no que ser&aacute; preciso se concentrar para produzir em n&iacute;veis &oacute;timos&rdquo;. A partir da&iacute;, diz ele, a Creating Revolutions pode &ldquo;retardar certos processos&rdquo; ou &ldquo;mudar os componentes que o rob&ocirc; est&aacute; fazendo&rdquo; para acomodar demandas flutuantes.<\/p>\n<p>Como parte de seu modelo de m&aacute;quina-como-um-servi&ccedil;o, a Hirebotics tamb&eacute;m oferece um pacote de software que municia a Creating Revolutions com relat&oacute;rios incluindo gr&aacute;ficos em tempo real para uma vis&atilde;o r&aacute;pida sobre n&uacute;meros exatos da produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A Praxis, por outro lado, tem uma abordagem mais tradicional para reunir as informa&ccedil;&otilde;es geradas por seus cobots. &ldquo;Muito da nossa coleta e an&aacute;lise de dados &eacute; feita manualmente&rdquo;, diz Hager. Isso ocorre porque a maioria das tarefas robotizadas da empresa s&atilde;o executadas apenas por curtos per&iacute;odos de tempo ou s&atilde;o executadas apenas uma vez.<\/p>\n<p>Objetivos de integra&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p>No entanto, estes s&atilde;o os primeiros dias para cobots. No momento, grande parte do hardware propriet&aacute;rio atual, como sensores, fala diferentes idiomas, dificultando a intera&ccedil;&atilde;o entre eles.<\/p>\n<p>Isso est&aacute; mudando &agrave; medida que mais e mais empresas descobrem como conectar cobots a outros sistemas e aplicativos de computador.<\/p>\n<p>&ldquo;No momento um, seguran&ccedil;a e privacidade n&atilde;o eram realmente uma preocupa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, lembra Dan Kara, diretor de pesquisa da ABI Research . &ldquo;Robots foram dispositivos isolados que tinham pouca conectividade com qualquer outra coisa ao seu redor e n&atilde;o coletavam um monte de informa&ccedil;&otilde;es. Isso mudou dramaticamente ao longo do tempo. Agora o que voc&ecirc; tem s&atilde;o sistemas rob&oacute;ticos que capturam enormes quantidades de dados e se interconectam com outros dispositivos em um ambiente de trabalho &ldquo;.<\/p>\n<p>Tudo isso est&aacute; dando origem a s&eacute;rias preocupa&ccedil;&otilde;es de TI.<\/p>\n<p>&ldquo;Pense na quantidade de dados que est&atilde;o chegando atrav&eacute;s de um ambiente de produ&ccedil;&atilde;o ou um ambiente de armazenamento &ndash; bilh&otilde;es de dados s&atilde;o criados todos os dias. Para um CIO ou um CTO, como gerenciar todos esses dados? Como se certificar de que s&atilde;o seguros? Como obter valor desses dados?&rdquo; &ndash; diz Kara.<\/p>\n<p>Prepara&ccedil;&atilde;o para f&aacute;bricas inteligentes<\/p>\n<p>Ajudar a aumentar a conectividade entre cobots &eacute; um segmento inovador. O software Intera 5, da Rethink Robotics, foi um dos pioneiros. A plataforma visa ajudar os fabricantes a integrar rob&ocirc;s em f&aacute;bricas em apenas algumas horas. Al&eacute;m da implanta&ccedil;&atilde;o mais f&aacute;cil, cobots com o Intera 5 podem pegar as pe&ccedil;as de uma correia transportadora e, em seguida, comunicar com outras ferramentas de computador para orientar a coloca&ccedil;&atilde;o precisa dessas pe&ccedil;as.<\/p>\n<p>Embora n&atilde;o pare&ccedil;a revolucion&aacute;rio, esses dispositivos interligados est&atilde;o estabelecendo as bases para uma f&aacute;brica inteligente &ndash; um ambiente de produ&ccedil;&atilde;o em que rob&ocirc;s e dispositivos movidos por computador se comunicam e cooperam de forma aut&ocirc;noma entre si atrav&eacute;s da computa&ccedil;&atilde;o em nuvem e da Internet das Coisas.<\/p>\n<p>&ldquo;Estamos come&ccedil;ando a obter esses enormes fluxos de trabalho dentro de c&eacute;lulas de trabalho onde todos os dispositivos est&atilde;o interligados e falando uns com os outros&rdquo;, diz Kara.<\/p>\n<p>Doyle aponta para a fabricante FANUC e seu sistema de unidade (campo) como uma outra passagem para Ind&uacute;stria 4.0 &ndash; jarg&atilde;o t&eacute;cnico para uma combina&ccedil;&atilde;o de transforma&ccedil;&otilde;es digitais, incluindo rob&oacute;tica avan&ccedil;ada , intelig&ecirc;ncia artificial , sensores , a Internet das Coisas e captura de dados, que v&atilde;o revolucionar Opera&ccedil;&otilde;es globais de manufatura.<\/p>\n<p>&Agrave; medida que mais e mais empresas fazem uso de ferramentas como a FANUC, Kara diz, &ldquo;os dispositivos n&atilde;o s&oacute; gerar&atilde;o dados, mas realmente ir&atilde;o interagir com outros dispositivos. &Eacute; um tempo muito legal. Estamos nos movendo em dire&ccedil;&atilde;o ao objetivo da Industry 4.0 . &ldquo;<\/p>\n<p>Assuntos atuais<\/p>\n<p>Por enquanto, por&eacute;m, os l&iacute;deres de TI est&atilde;o enfrentando problemas mais imediatos. Nomeadamente, riscos de seguran&ccedil;a. Considere, por exemplo, rob&ocirc;s cir&uacute;rgicos. Os rob&ocirc;s cir&uacute;rgicos s&atilde;o cada vez mais usados &#8203;&#8203;para realizar procedimentos m&eacute;dicos complexos. Mas em 2015, pesquisadores da Universidade de Washington, em Seattle, conseguiram seq&uuml;estrar um rob&ocirc; telecir&uacute;rgico , eliminando e alterando a ordem de comandos que estava recebendo. O experimento, controlado, realizado atrav&eacute;s de uma rede p&uacute;blica, destaca os riscos crescentes de hackers e outros tipos de ataques maliciosos poss&iacute;veis quando os bots alcan&ccedil;arem maior conectividade.<\/p>\n<p>E, em seguida, h&aacute; o impacto global dos rob&ocirc;s em um ambiente de TI. &ldquo;Quando uma empresa quer trazer rob&ocirc;s m&oacute;veis, um dos maiores desafios enfrentados pelos l&iacute;deres de TI &eacute; com a infraestrutura de TI&rdquo;, diz Doyle. &ldquo;Isso porque o rob&ocirc; pode estar em um sistema totalmente separado.&rdquo; Por esta raz&atilde;o, Doyle diz, &ldquo;&eacute; realmente importante garantir que o departamento de TI e o CIO est&atilde;o diretamente envolvidos em discuss&otilde;es desde o in&iacute;cio&rdquo;. Ao predeterminar a conectividade de um cobot com outros dispositivos e a quantidade de dados que produzir&aacute;, as empresas podem reduzir significativamente as dores de cabe&ccedil;a de integra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A padroniza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; uma prioridade para os l&iacute;deres de TI com interesse em cobots. Tomemos, por exemplo, a Funda&ccedil;&atilde;o OPC , cujo mandato &eacute; ajudar as empresas a manter a interoperabilidade em seus ativos de manufatura e automa&ccedil;&atilde;o. Atualmente, a Funda&ccedil;&atilde;o OPC est&aacute; trabalhando no desenvolvimento de um padr&atilde;o industrial que suporte a interoperabilidade entre uma ampla gama de processos e equipamentos de fabrica&ccedil;&atilde;o. Ao fazer isso, a organiza&ccedil;&atilde;o espera facilitar a integra&ccedil;&atilde;o de dados entre m&aacute;quinas e rob&ocirc;s.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; muito importante que organiza&ccedil;&otilde;es como a Funda&ccedil;&atilde;o OPC garantam a exist&ecirc;ncia de padr&otilde;es&rdquo;, diz Doyle. &ldquo;Se n&atilde;o, os maiores fornecedores v&atilde;o estabelecer seus pr&oacute;prios padr&otilde;es.&rdquo; Fonte:<br> www.cio.com.br &ndash; https:\/\/cio.com.br\/tecnologia\/2017\/05\/17\/os-cobots-estao-chegando-voce-esta-pronto\/#sthash.Vtl783aj.dpuf<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os cobots est&atilde;o chegando. Voc&ecirc; est&aacute; pronto? Rob&ocirc;s colaborativos trabalham ao lado de funcion&aacute;rios humanos, elevando a produtividade ao m&aacute;ximo. 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