{"id":2914,"date":"2019-03-13T10:28:48","date_gmt":"2019-03-13T13:28:48","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=2914"},"modified":"2019-03-13T10:28:48","modified_gmt":"2019-03-13T13:28:48","slug":"aplicativo-permite-monitorar-a-intensidade-das-chuvas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/aplicativo-permite-monitorar-a-intensidade-das-chuvas\/","title":{"rendered":"Aplicativo permite monitorar a intensidade das chuvas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2915\" aria-describedby=\"caption-attachment-2915\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2915 size-full\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay.jpg\" alt=\"Aplicativo, ganhador do Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi, informa aos usu&aacute;rios a possibilidade de ocorrer enchentes - foto: Pixabay\" width=\"960\" height=\"635\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay-300x198.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay-768x508.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2915\" class=\"wp-caption-text\">Aplicativo, ganhador do Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi, informa aos usu&aacute;rios a possibilidade de ocorrer enchentes &ndash; foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Radar do Futuro<\/p>\n<p>Apontadas por parte dos cientistas como evid&ecirc;ncia do processo de aquecimento global, as enchentes recentes que mataram pessoas e criaram grandes transtornos em S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte v&atilde;o requerer novos comportamentos de gestores p&uacute;blicos e da popula&ccedil;&atilde;o. As tempestades, tamb&eacute;m registradas em outras grandes cidades do planeta, fazem parte da tend&ecirc;ncia dos fen&ocirc;menos clim&aacute;ticos extremos. As trag&eacute;dias tendem a ser cada vez mais frequentes.<\/p>\n<p>Al&eacute;m da capa e do guarda-chuva, o morador das m&eacute;dias e grandes cidades, principalmente, deve ter em seus smartphones o aplicativo &ldquo;SOS Chuva&rdquo;, vencedor do Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi, cuja edi&ccedil;&atilde;o 2019 recebeu trabalhos focados em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia.&nbsp;Desenvolvido pelos cientistas Luiz Augusto Machado e Luiz Eduardo Guarino, o app oferece aos usu&aacute;rios acesso a radares meteorol&oacute;gicos que monitoram todo o territ&oacute;rio brasileiro, em tempo real.<\/p>\n<p>Iniciado em 2013, o projeto foi criado para reduzir a vulnerabilidade de moradores da regi&atilde;o de Campinas, no interior de S&atilde;o Paulo, a eventos clim&aacute;ticos extremos, dando-lhes a oportunidade de planejar a&ccedil;&otilde;es para que sejam reduzidos danos materiais e f&iacute;sicos a essa popula&ccedil;&atilde;o. Posteriormente, o alcance da ferramenta tornou-se nacional.<\/p>\n<p>Compat&iacute;vel com diversos modelos de celulares, a solu&ccedil;&atilde;o permite ao usu&aacute;rio saber, com at&eacute; 20 minutos de anteced&ecirc;ncia, se est&aacute; em uma &aacute;rea onde est&atilde;o previstas chuvas com potencial para alagamentos. A ferramenta informa, ainda, onde ca&iacute;ram raios nos &uacute;litmos cinco minutos e permite tamb&eacute;m criar um mapa colaborativo.<\/p>\n<p>Integrado a esta&ccedil;&otilde;es respons&aacute;veis pela previs&atilde;o do tempo em todo o Brasil, o servi&ccedil;o permite o monitoramento do clima, visualiza&ccedil;&atilde;o de sat&eacute;lites e o compartilhamento de informa&ccedil;&otilde;es sobre as condi&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas em determinadas regi&otilde;es e como os moradores destas localidades devem agir em caso de enchentes, al&eacute;m de avisar quantos raios ca&iacute;ram em um determinado per&iacute;metro em um espa&ccedil;o de cinco minutos.<\/p>\n<p>Al&eacute;m da solu&ccedil;&atilde;o, o trabalho dos pesquisadores originou um sistema de previs&atilde;o imediata, voltado a meteorologistas operacionais, e que permite a esses profissionais prever tempestades.&nbsp;&ldquo;A previs&atilde;o imediata &eacute; algo novo e se faz cada vez mais necess&aacute;ria diante de tantas mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas repentinas. &Eacute; importante que a popula&ccedil;&atilde;o tenha acesso a essas informa&ccedil;&otilde;es, para que ela possa tomar decis&otilde;es corretas em situa&ccedil;&otilde;es como essas&rdquo;, contam Machado e Guarino. O projeto levou dois anos para ser conclu&iacute;do.<\/p>\n<h2><strong>Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi 2019<\/strong><\/h2>\n<p>O desenvolvimento de um programa de melhoramento gen&eacute;tico da aveia, permitindo o cultivo desse cereal em &aacute;reas do Sul do Brasil, ficou em segundo lugar no Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi 2019. Iniciado em 2000 e coordenado pelos professores Luiz Carlos Federizzi e Marcelo Teixeira Pacheco, o projeto nasceu com objetivo de adaptar as sementes da aveia ao clima subtropical e tornando-as resistentes &agrave;s pragas comuns em territ&oacute;rio nacional e que costumam inviabilizar as colheitas, tornando seu cultivo sustent&aacute;vel. Os resultados colhidos permitiram que o Brasil deixasse de ser um importador de aveia, para tornar-se um exportador.<\/p>\n<p>O terceiro colocado foi um trabalho in&eacute;dito que resultou no desenvolvimento de um medicamento cujo princ&iacute;pio ativo &eacute; constitu&iacute;do por plantas que fazem parte da biodiversidade brasileira. Coordenado pelo professor Jo&atilde;o Batista Calixto, a pesquisa deu origem ao medicamento mais prescrito entre os anti-inflamat&oacute;rios t&oacute;picos, o Acheflan. O medicamento foi registrado pela Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) em 2004, e teve sua comercializa&ccedil;&atilde;o liberada em junho de 2005.<\/p>\n<p><strong>O que &eacute; o pr&ecirc;mio<\/strong><\/p>\n<p>O Pr&ecirc;mio P&eacute;ter Mur&aacute;nyi &eacute; realizado anualmente, com temas que se alternam a cada edi&ccedil;&atilde;o: Sa&uacute;de, Ci&ecirc;ncia &amp; Tecnologia, Alimenta&ccedil;&atilde;o e Educa&ccedil;&atilde;o. Cada tema &eacute; revisitado a cada quatro anos. O valor total &eacute; de R$ 250 mil, divididos entre o vencedor (R$ 200 mil), o segundo colocado (R$ 30 mil) e o terceiro (R$ 20 mil). A entrega ocorrer&aacute; em abril, durante a festa de premia&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>A premia&ccedil;&atilde;o conta com o apoio das seguintes entidades: ABC (Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias), Aconbras (Associa&ccedil;&atilde;o dos C&ocirc;nsules no Brasil); Aciesp (Academia de Ci&ecirc;ncias do Estado de S&atilde;o Paulo); Anpei (Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras); Capes (Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior); CIEE (Centro de Integra&ccedil;&atilde;o Empresa-Escola); CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico); Fapesp (Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado de S&atilde;o Paulo); e SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia).<\/p>\n<hr>\n<p><em>Fonte: Ricardo Viveiros &amp; Associados &ndash; Oficina de Comunica&ccedil;&atilde;o<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":2915,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[19],"tags":[982,983,981,978,452,977,979,980],"class_list":{"0":"post-2914","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-insights","8":"tag-aplicativo-sos-chuvas","9":"tag-app-sos-chuvas","10":"tag-chuvas","11":"tag-como-enfrentar-enchentes","12":"tag-crise-climatica","13":"tag-enchentes","14":"tag-fenomenos-climaticos","15":"tag-sos-chuvas"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/tempestade-fenomenos-climaticos-extremos-foto-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2914","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2914"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2914\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2915"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2914"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2914"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2914"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}