{"id":260,"date":"2016-06-28T18:37:14","date_gmt":"2016-06-28T21:37:14","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/automacao-os-debates-sofre-efeitos-ganham-forca\/"},"modified":"2020-10-07T20:26:43","modified_gmt":"2020-10-07T23:26:43","slug":"automacao-os-debates-sofre-efeitos-ganham-forca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/automacao-os-debates-sofre-efeitos-ganham-forca\/","title":{"rendered":"Automa\u00e7\u00e3o divide o mundo entre otimistas e pessimistas"},"content":{"rendered":"<p>Debates sobre os impactos da automa&ccedil;&atilde;o sobre empregos ganham maior urg&ecirc;ncia&nbsp;<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Reda&ccedil;&atilde;o<br>Radar do Futuro<\/p>\n<p>A entrada da sociedade ocidental na quarta revolu&ccedil;&atilde;o industrial, comandada pelas tecnologias digitais, amplia a urg&ecirc;ncia dos debates que separam otimistas e pessimistas em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro do mercado de trabalho. Avan&ccedil;os da intelig&ecirc;ncia artificial, automa&ccedil;&atilde;o, robotiza&ccedil;&atilde;o e internet das coisas, entre outras inova&ccedil;&otilde;es, est&atilde;o na mesa.&nbsp;Para o grupo dos analistas que enxergam apenas nuvens cinzentas, a substitui&ccedil;&atilde;o de pessoas por m&aacute;quinas e softwares se intensificar&aacute;. Sobrar&atilde;o desempregados e desigualdades. Para os propagadores de ventos favor&aacute;veis, o mundo vai repetir as ondas de revolu&ccedil;&otilde;es anteriores, quando a elimina&ccedil;&atilde;o de algumas atividades resultou na cria&ccedil;&atilde;o de alternativas para a sobreviv&ecirc;ncia das massas de trabalhadores.&nbsp;<\/p>\n<p>Talvez se encontre um meio termo. Segundo um relat&oacute;rio da empresa de consultoria Forrester, haver&aacute; um d&eacute;ficit entre os ganhos e perdas de vagas no mercado dos Estados Unidos at&eacute; 2025. Sistemas de intelig&ecirc;ncia artificial, que incluem rob&ocirc;s, automa&ccedil;&atilde;o, m&aacute;quinas inteligentes e processadores de aprendizado de m&aacute;quina, v&atilde;o substituir 16% dos empregos. Mas v&atilde;o criar outros 9%, deixando, portanto, uma redu&ccedil;&atilde;o de 7%.&nbsp;De acordo com a consultoria, 13,9 milh&otilde;es de novos empregos ser&atilde;o criados nos EUA por causa de tecnologias inteligentes nos pr&oacute;ximos nove anos.<\/p>\n<p>&ldquo;A era cognitiva vai criar novos empregos, como profissionais de monitoramento de rob&ocirc;s, cientistas de dados, especialistas em automa&ccedil;&atilde;o e curadores de conte&uacute;do&rdquo;, apontam os analistas. &ldquo;Mas a transforma&ccedil;&atilde;o dos empregos existentes resultantes de reengenhar um processo para usar o suporte cognitivo &ndash; como transformar o trabalho de registro de dados de baixo valor em um analista de n&iacute;vel mais alto ou papeis voltados para o consumidor &ndash; ser&aacute; ainda mais dram&aacute;tica.&rdquo;&nbsp;<\/p>\n<p>Vis&otilde;es<\/p>\n<p>&ldquo;Apesar da ampla gama de pontos de vista expressos, praticamente todos concordam que as empresas e os governos ter&atilde;o de tornar mais f&aacute;cil para os trabalhadores adquiram novas habilidades e mudar de emprego, conforme seja necess&aacute;rio&rdquo;, avalia um relat&oacute;rio especial da The Economist, que promove um debate importante sobre os temas. Para a publica&ccedil;&atilde;o brit&acirc;nica, ser&aacute; a melhor atitude a se tomar, considerando o caso em que os pessimistas estejam certos. .&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">Alguns dados parecem confirmar as proje&ccedil;&otilde;es de analistas pessimistas. Eles acreditam que as&nbsp;condi&ccedil;&otilde;es atuais dos sistemas produtivos s&atilde;o diferentes daquelas das primeiras fases da evolu&ccedil;&atilde;o do capitalismo, desde a inven&ccedil;&atilde;o das m&aacute;quinas a vapor. A segunda revolu&ccedil;&atilde;o introduziu o processo de fabrica&ccedil;&atilde;o em massa e a terceira iniciou a ado&ccedil;&atilde;o das tecnologias. A maior diferen&ccedil;a do momento atual &eacute; que os sistemas produtivos passam a viver em torno do ambiente digital. A gera&ccedil;&atilde;o anal&oacute;gica perdeu relev&acirc;ncia, assim como os artes&atilde;os que sucumbiram &agrave; cria&ccedil;&atilde;o das m&aacute;quinas de tecer.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>O esfor&ccedil;o &eacute; de entender os impactos reais da ado&ccedil;&atilde;o intensiva de tecnologias amadurecidas, como a automa&ccedil;&atilde;o. A The Economist demonstra que os exames m&eacute;dicos evoluem com a introdu&ccedil;&atilde;o de recursos que podem n&atilde;o afetar a medicina como um todo, mas que alteram a l&oacute;gica de alguns segmentos. &ldquo;O que determina a vulnerabilidade &agrave; automa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; tanto saber se o trabalho avaliado &eacute; manu<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">Especialistas come&ccedil;am a entender que h&aacute; uma polariza&ccedil;&atilde;o. Atividades intermedi&aacute;rias est&atilde;o em fase de decl&iacute;nio, enquanto as muito especia<\/span><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">lizadas e as de baix&iacute;ssima qualifica&ccedil;&atilde;o, e sal&aacute;rios proporcionais, seguem com demanda crescente. Segundo o<\/span><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">&nbsp;Federal Reserve Bank de St. Louis, o emprego em trabalhos manuais intelectualizados e n&atilde;o-rotineiros tem crescido constantemente desde a d&eacute;<\/span><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">cada de 1980,&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">enquanto o emprego em&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cdn.static-economist.com\/sites\/default\/files\/imagecache\/original-size\/images\/print-edition\/20160625_SRC661.png\" alt=\"exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de rotina &eacute; vari&aacute;vel importante na defini&ccedil;&atilde;o do futuro dos empregos\" width=\"300\" height=\"422\" style=\"margin-right: 5px; float: left;\"><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">trabalhos de rotina mant&ecirc;m uma trajet&oacute;ria praticamente est&aacute;vel.&nbsp;&Agrave; medida que mais empregos s&atilde;o automatizados, esta tend&ecirc;ncia parece prov&aacute;vel que continue.<\/span><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">al ou de colarinho branco, mas se &eacute; de rotina ou n&atilde;o&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&ldquo;Estamos apenas vendo&nbsp;a&nbsp;ponta do iceberg.&nbsp;Nenhum trabalho de escrit&oacute;rio &eacute; seguro &ldquo;, diz Sebastian Thrun, professor de intelig&ecirc;ncia artificial em Stanford. Mais sombrio,&nbsp;<span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">Martin Ford, um empreendedor de software e autor best-seller de &ldquo;Rise of the Robots&rdquo;, adverte para a amea&ccedil;a de um &ldquo;futuro sem emprego&rdquo;. Ele destaca que a maioria dos trabalhos pode ser dividido em uma s&eacute;rie de tarefas de rotina, dos quais mais e mais pode ser feito por m&aacute;quinas.<\/span><\/p>\n<p>O relat&oacute;rio oferece espa&ccedil;o para os otimistas e seus argumentos que comprovem a gera&ccedil;&atilde;o de oportunidades diferentes, mantendo o ciclo da hist&oacute;ria, para quem diz que a inova&ccedil;&atilde;o elimina vagas, mas cria outras demandas. Nos Estados Unido<span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">s, por exemplo, a implanta&ccedil;&atilde;o de caixas autom&aacute;ticos foi entendida inicialmente como uma amea&ccedil;a para os banc&aacute;rios. Mas acabou resultando na expans&atilde;o da rede de ag&ecirc;ncias.&nbsp;<\/span><\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Debates sobre os impactos da automa&ccedil;&atilde;o sobre empregos ganham maior urg&ecirc;ncia&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":92,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[19],"tags":[],"class_list":{"0":"post-260","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-insights"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/realidade-aumentada-segundo-a-cisco-StyleMe-John-Lewis-19-April.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/260","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=260"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/260\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/92"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=260"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=260"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=260"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}