{"id":256,"date":"2016-06-20T14:48:44","date_gmt":"2016-06-20T17:48:44","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/a-escola-do-futuro-existe-em-singapura\/"},"modified":"2016-06-20T14:48:44","modified_gmt":"2016-06-20T17:48:44","slug":"a-escola-do-futuro-existe-em-singapura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/a-escola-do-futuro-existe-em-singapura\/","title":{"rendered":"A escola do futuro existe em Singapura"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 19.2px;\">As crian&ccedil;as desde o pr&eacute; escolar aprendem a pensar em termos tecnol&oacute;gicos<\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">Virg&iacute;nia Alves<br><\/span><a href=\"https:\/\/www.dinheirovivo.pt\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.dinheirovivo.pt<\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 1.5;\">Singapura &eacute; um pa&iacute;s sem recursos naturais, com cinco milh&otilde;es de habitantes, e pouco mais de 700 quil&oacute;metros quadrados. Cedo perceberam que a mat&eacute;ria-prima mais poderosa que tem s&atilde;o os cidad&atilde;os. Tendo em conta estas bases, o governo decidiu apostar nas gera&ccedil;&otilde;es mais novas, e tornou-se assim no primeiro pa&iacute;s do mundo onde a tecnologia &eacute; o princ&iacute;pio e o fim, e desempenha um papel fundamental na educa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; a diferen&ccedil;a entre um pa&iacute;s que consome tecnologia e um pa&iacute;s que cria tecnologia&rdquo;, explicam assim o novo projeto educativo, segundo o qual, todos os alunos desde t&ecirc;m tr&ecirc;s anos aprendem a fazer circuitos de programa&ccedil;&atilde;o, drones e jogos de v&iacute;deo. Isto porque a tecnologia tem um valor vital como estrat&eacute;gico para Singapura, cercada por pa&iacute;ses que se multiplicaram dezenas de vezes em tamanho.<\/p>\n<p>O projeto, chamado Playmaker come&ccedil;ou h&aacute; dois anos, e j&aacute; inclui 160 escolas e 10.000 alunos com idades compreendidas entre os tr&ecirc;s e seis anos, de acordo com dados oficiais. O objetivo &eacute; que as crian&ccedil;as come&ccedil;am a desenvolver desde pequenas um pensamento computacional, e assim usam brinquedos rob&oacute;ticos program&aacute;veis. Localizada numa &aacute;rea de habita&ccedil;&atilde;o social, de paredes altas e coloridas a escola ensina o b&aacute;sico da tecnologia a brincar, aos mais pequenos com o jogo Beebot, uma abelha rob&oacute;tica que provoca muitas gargalhadas na classe.<\/p>\n<p>Os mais velhos com 11 anos s&atilde;o capazes de explicar o funcionamento, do primeiro jogo de computador que criou, e que levou quatro anos a aprender a programar. O jogo, &eacute; o Pump, e o objetivo &eacute; evitar que a bola toque no ch&atilde;o ao mover uma plataforma. Nesta classe, neste ano s&atilde;o 340 alunos desta escola p&uacute;blica no pa&iacute;s, desenvolveram um projeto de tecnologia este ano. A programa&ccedil;&atilde;o &eacute; um tema central na educa&ccedil;&atilde;o. As crian&ccedil;as de tr&ecirc;s anos aprendem na pr&eacute;-escola, como desenvolver o &ldquo;pensamento computacional&rdquo;.<\/p>\n<p>Aos seis anos, quando atingem escolas prim&aacute;rias, eles est&atilde;o prontos para come&ccedil;ar com o Scratch, uma plataforma desenvolvida pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) para come&ccedil;ar a aprender a programar. Primeiro, a vers&atilde;o j&uacute;nior e aos 10, a vers&atilde;o adulta. O resultado &eacute; que uma sala de aula da escola prim&aacute;ria Fuhua Escola Prim&aacute;ria parece com uma esp&eacute;cie de boas-vindas este prestigiado universidade americana. Drones voando, pianos tecnol&oacute;gicos no ch&atilde;o, circuitos com 40 ratos de computador que se movem sozinhos e tudo criado e controlado por crian&ccedil;as de 10 e 12 anos controlado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As crian&ccedil;as desde o pr&eacute; escolar aprendem a pensar em termos tecnol&oacute;gicos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[19],"tags":[],"class_list":{"0":"post-256","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-insights"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/256","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=256"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/256\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=256"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=256"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=256"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}