{"id":2418,"date":"2019-01-05T10:52:50","date_gmt":"2019-01-05T13:52:50","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=2418"},"modified":"2019-01-05T10:52:50","modified_gmt":"2019-01-05T13:52:50","slug":"10-previsoes-para-a-economia-global-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/10-previsoes-para-a-economia-global-em-2019\/","title":{"rendered":"10 previs\u00f5es para a economia global em 2019"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2420\" aria-describedby=\"caption-attachment-2420\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2420\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay.jpg\" alt=\"IHS Markit prev&ecirc; que o crescimento global cair&aacute; de 3,2% em 2018 para 3,1% em 2019, e continuar&aacute; desacelerando nos pr&oacute;ximos anos - foto: Pixabay\" width=\"960\" height=\"611\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay-300x191.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay-768x489.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2420\" class=\"wp-caption-text\">IHS Markit prev&ecirc; que o crescimento global cair&aacute; de 3,2% em 2018 para 3,1% em 2019, e continuar&aacute; desacelerando nos pr&oacute;ximos anos<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><em>Nariman Behravesh<\/em><br>\n<em>Chief Economist, IHS Markit<\/em><br>\n<em>World Economic Forum<\/em><\/p>\n<p>A economia global come&ccedil;ou em 2018 com um crescimento forte e sincronizado. Mas com o passar do ano, a for&ccedil;a diminuiu e as <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> de crescimento divergiram. A economia dos EUA acelerou, gra&ccedil;as ao est&iacute;mulo fiscal promulgado no in&iacute;cio do ano, enquanto as economias da zona do euro, do Reino Unido, do Jap&atilde;o e da China come&ccedil;aram a enfraquecer. Essas <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> divergentes persistir&atilde;o em 2019. O<\/p>\n<p>Um grande risco no pr&oacute;ximo ano &eacute; a forte queda no crescimento do com&eacute;rcio mundial, que caiu de mais de 5% no in&iacute;cio de 2018 para quase zero no final do per&iacute;odo. Com a escalada antecipada dos conflitos comerciais, uma contra&ccedil;&atilde;o no com&eacute;rcio mundial poderia derrubar ainda mais a economia global. Ao mesmo tempo, os efeitos combinados do aumento das taxas de juros e da crescente volatilidade do mercado de a&ccedil;&otilde;es e de commodities significam que as condi&ccedil;&otilde;es financeiras em todo o mundo est&atilde;o diminuindo. Esses riscos apontam para a crescente vulnerabilidade da economia global a novos choques e a crescente probabilidade de uma recess&atilde;o nos pr&oacute;ximos dois anos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/assets.weforum.org\/editor\/rHRtDpn46iLg6lzppft3XAkcUF_iWHkJcndp8Q0RUAg.jpg\" alt=\"                  \"><\/p>\n<h2>As 10 principais previs&otilde;es econ&ocirc;micas<\/h2>\n<h3>1. A economia dos EUA permanecer&aacute; acima da tend&ecirc;ncia<\/h3>\n<p>Com base em estimativas sobre o crescimento sustent&aacute;vel da for&ccedil;a de trabalho e produtividade, avaliamos a tend&ecirc;ncia, ou potencial, de crescimento na economia dos EUA em torno de 2,0%. Em 2018, o crescimento dos EUA estava bem acima da tend&ecirc;ncia de 2,9%, embora a acelera&ccedil;&atilde;o tenha sido quase inteiramente devida a uma grande dose de est&iacute;mulo fiscal na forma de cortes de impostos e aumento de gastos. O impacto desse est&iacute;mulo ainda ser&aacute; sentido em 2019, mas diminuir&aacute; com o avan&ccedil;o do ano. Como resultado, esperamos crescimento de 2,6% em 2019 &ndash; menos que em 2018, mas ainda acima da tend&ecirc;ncia.<\/p>\n<h3>2. A expans&atilde;o da Europa diminuir&aacute; ainda mais<\/h3>\n<p>O crescimento da Zona do Euro atingiu o pico no segundo semestre de 2017, e diminuiu de forma constante desde ent&atilde;o. O IHS Markit prev&ecirc; um novo decl&iacute;nio para 1,5% em 2019. A incerteza pol&iacute;tica, incluindo o Brexit, os desafios ao governo de Emmanuel Macron e o encerramento da chancelaria de Angela Merkel est&atilde;o contribuindo para o decl&iacute;nio do sentimento empresarial. Fatores econ&ocirc;micos como o aperto das condi&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito e o aumento das tens&otilde;es comerciais tamb&eacute;m est&atilde;o impulsionando a desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento.<\/p>\n<h3>3. A recupera&ccedil;&atilde;o do Jap&atilde;o continuar&aacute; fraca e sua economia crescer&aacute; menos de 1% em 2019<\/h3>\n<p>A economia do Jap&atilde;o dever&aacute; crescer 0,8% em 2018, com esta taxa aumentando apenas ligeiramente em 2019, para 0,9%. A desacelera&ccedil;&atilde;o da economia chinesa e as conseq&uuml;&ecirc;ncias das tens&otilde;es comerciais entre os EUA e a China est&atilde;o se arrastando para o crescimento. A pol&iacute;tica monet&aacute;ria continuar&aacute; a ser ultra-acomodativa no pr&oacute;ximo ano. O decl&iacute;nio c&iacute;clico do crescimento do Jap&atilde;o est&aacute; ocorrendo em um ambiente de crescimento de longo prazo muito fraco.<\/p>\n<p>A demografia adversa &ndash; especificamente uma for&ccedil;a de trabalho em decl&iacute;nio &ndash; n&atilde;o est&aacute; sendo compensada pelo crescimento suficientemente forte da produtividade. A &ldquo;terceira flecha&rdquo; da Abenomics, que deveria implementar reformas estruturais significativas e aumentar a produtividade, demorou a se materializar.<\/p>\n<h3>4. A economia da China continuar&aacute; desacelerando<\/h3>\n<p>A taxa trimestral de crescimento da China tem reduzido desde o in&iacute;cio de 2017, atingindo o seu n&iacute;vel mais baixo em 10 anos no terceiro trimestre de 2018. Anualmente, o ritmo de expans&atilde;o abrandou de 6,9% em 2017 para 6,6% em 2018, e cair&aacute; ainda mais para 6,3% em 2019. Em resposta aos recentes choques econ&ocirc;micos &ndash; incluindo o impacto das tarifas dos EUA, que at&eacute; agora t&ecirc;m sido limitadas &ndash; os formuladores de pol&iacute;ticas t&ecirc;m desencadeado uma s&eacute;rie de medidas monet&aacute;rias e fiscais para apoiar o crescimento e estabilizar os mercados financeiros.<\/p>\n<p>No entanto, essas medidas provavelmente permanecer&atilde;o modestas. O crescimento do cr&eacute;dito continuar&aacute; a ser limitado pela enorme d&iacute;vida pendente e pelo compromisso do governo com a desalavancagem, pelo menos a m&eacute;dio e longo prazo. Por outro lado, os esfor&ccedil;os de est&iacute;mulo do governo podem se tornar mais agressivos se as tens&otilde;es comerciais com os EUA (re) aumentarem e o crescimento for seriamente prejudicado.<\/p>\n<h3>5. O crescimento dos mercados emergentes desacelerar&aacute; para 4,6% em 2019<\/h3>\n<p>Algumas economias, incluindo Brasil, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia, experimentaram uma ligeira recupera&ccedil;&atilde;o do crescimento em 2018, enquanto outras, como Argentina, &Aacute;frica do Sul e Turquia, sofreram intensa press&atilde;o financeira e sofreram recess&otilde;es ou quase recess&otilde;es. No futuro, os mercados emergentes enfrentam uma s&eacute;rie de obst&aacute;culos, incluindo a desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento nas economias avan&ccedil;adas e no ritmo do com&eacute;rcio mundial; o forte d&oacute;lar dos EUA; aperto das condi&ccedil;&otilde;es financeiras; e crescente incerteza pol&iacute;tica em pa&iacute;ses como o Brasil e o M&eacute;xico. Alguns pa&iacute;ses poder&atilde;o resistir a essas <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a>, especialmente economias din&acirc;micas com baixos n&iacute;veis de endividamento, principalmente na &Aacute;sia.<\/p>\n<h3>6. Mercados de commodities poderiam estar em outro passeio de montanha-russa em 2019<\/h3>\n<p>O crescimento da demanda no ano que vem ainda parece forte o suficiente para dar suporte aos mercados de commodities, fazendo com que o tipo de colapso de pre&ccedil;os visto durante o ano de 2015 seja improv&aacute;vel. No entanto, a volatilidade nos mercados de commodities continuar&aacute; em 2019, particularmente nos mercados de petr&oacute;leo. Prevemos que os pre&ccedil;os do petr&oacute;leo subir&atilde;o um pouco no curto prazo e em m&eacute;dia em torno de US $ 70,0 por barril no pr&oacute;ximo ano, em compara&ccedil;&atilde;o com uma m&eacute;dia de US $ 71,0 em 2018. Dito isto, os riscos para os pre&ccedil;os do petr&oacute;leo e outras commodities s&atilde;o predominantemente descendentes, decorrente da desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento da demanda e aumento da oferta. Apesar da volatilidade, prevemos que at&eacute; o final de 2019, os pre&ccedil;os ser&atilde;o um pouco diferentes dos atuais.<\/p>\n<h3>7. Taxas de infla&ccedil;&atilde;o globais permanecer&atilde;o pr&oacute;ximas de 3,0%<\/h3>\n<p>A maior parte do aumento na infla&ccedil;&atilde;o ao consumidor entre 2015 e 2018 &ndash; de 2,0% para 3,0% &ndash; deveu-se a uma transi&ccedil;&atilde;o no mundo desenvolvido de condi&ccedil;&otilde;es deflacion&aacute;rias ou quase deflacion&aacute;rias para taxas de infla&ccedil;&atilde;o pr&oacute;ximas das metas dos bancos centrais de 2,0 %. No curto prazo, esperamos que a infla&ccedil;&atilde;o global e a infla&ccedil;&atilde;o da economia desenvolvida permane&ccedil;am pr&oacute;ximas de 3,0% e 2,0%, respectivamente.<\/p>\n<p>Embora haja press&otilde;es ascendentes em muitas economias, &agrave; medida que as defasagens de produ&ccedil;&atilde;o se fecham e as taxas de desemprego caem &ndash; em alguns casos, at&eacute; as m&iacute;nimas de d&eacute;cadas -, tamb&eacute;m h&aacute; press&otilde;es de baixa. Fora dos EUA, o crescimento est&aacute; enfraquecendo. Al&eacute;m disso, em rela&ccedil;&atilde;o a 2018, os pre&ccedil;os das commodities ser&atilde;o relativamente est&aacute;veis, em m&eacute;dia, em 2019. Finalmente, com a guerra comercial em uma &ldquo;tr&eacute;gua tempor&aacute;ria&rdquo;, a press&atilde;o para cima dos aumentos tarif&aacute;rios ser&aacute; suspensa.<\/p>\n<h3>8. O Fed aumentar&aacute; as taxas, e alguns outros bancos centrais poder&atilde;o seguir<\/h3>\n<p>Com as principais economias do mundo em diferentes pontos do ciclo de neg&oacute;cios, n&atilde;o &eacute; de surpreender que os bancos centrais estejam se movendo em velocidades diferentes e em dire&ccedil;&otilde;es diferentes. No entanto, dado o crescimento mais fraco e as press&otilde;es inflacion&aacute;rias atenuadas, o ritmo de remo&ccedil;&atilde;o da acomoda&ccedil;&atilde;o provavelmente ser&aacute; ainda mais modesto do que o esperado anteriormente.<\/p>\n<p>&Eacute; prov&aacute;vel que o Federal Reserve dos EUA aumente as taxas tr&ecirc;s vezes em 2019. Outros bancos centrais, incluindo o Banco da Inglaterra (dependendo do processo Brexit), o Banco do Canad&aacute; e alguns bancos centrais de mercados emergentes &ndash; como os do Brasil, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia &ndash; tamb&eacute;m pode aumentar as taxas.<\/p>\n<p>O Banco Central Europeu n&atilde;o aumentar&aacute; as taxas at&eacute; o in&iacute;cio de 2020. Da mesma forma, n&atilde;o acreditamos que o Banco do Jap&atilde;o encerre sua pol&iacute;tica de taxas de juros negativas at&eacute; 2021. O Banco Popular da China &eacute; o principal banco central que se move na dire&ccedil;&atilde;o oposta; preocupado com o crescimento, est&aacute; fornecendo est&iacute;mulo modesto.<\/p>\n<h3>9. O d&oacute;lar dos EUA se manter&aacute; nos atuais n&iacute;veis elevados durante boa parte de 2019<\/h3>\n<p>A continua&ccedil;&atilde;o do crescimento acima da tend&ecirc;ncia dos EUA e de mais aumentos de taxas pelo Fed s&atilde;o as principais raz&otilde;es para essa for&ccedil;a antecipada. Dada a recente calma relativa nos mercados cambiais, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s moedas de mercados emergentes, parece improv&aacute;vel uma outra grande valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar dos EUA.<\/p>\n<p>No entanto, o potencial de volatilidade permanece muito alto. A incerteza pol&iacute;tica na Europa poderia ser muito negativa para o euro e a libra esterlina. Esperamos que a taxa euro \/ d&oacute;lar termine 2019 em torno de US $ 1,10, em compara&ccedil;&atilde;o com US $ 1,14 no final de 2018. Ao mesmo tempo, prevemos que a taxa de renminbi\/d&oacute;lar se manter&aacute; razoavelmente est&aacute;vel abaixo do n&iacute;vel psicol&oacute;gico de 7,0. resultado do desejo do governo chin&ecirc;s de estabilidade financeira.<\/p>\n<h3>10. Os riscos de choques pol&iacute;ticos aumentaram, mas provavelmente n&atilde;o s&atilde;o suficientes para desencadear uma recess&atilde;o em 2019<\/h3>\n<p>Erros pol&iacute;ticos continuam sendo as maiores amea&ccedil;as ao crescimento global em 2019 e al&eacute;m. Os conflitos comerciais latentes s&atilde;o perigosos, n&atilde;o porque tenham causado danos at&eacute; agora &ndash; eles n&atilde;o o fizeram -, mas porque poderiam facilmente escalar e sair do controle. Al&eacute;m disso, o aumento dos d&eacute;ficits or&ccedil;ament&aacute;rios nos EUA, os altos n&iacute;veis de endividamento nos EUA, Europa e Jap&atilde;o, e poss&iacute;veis erros cometidos pelos principais bancos centrais representam amea&ccedil;as &agrave; economia global.<\/p>\n<p>A boa not&iacute;cia &eacute; que a probabilidade de tais erros pol&iacute;ticos prejudicarem o crescimento global em 2019 ainda &eacute; relativamente baixa. No entanto, a IHS Markit acredita que os riscos de danos causados &#8203;&#8203;por erros de pol&iacute;tica aumentar&atilde;o em 2020 e al&eacute;m, &agrave; medida que o crescimento desacelere ainda mais.<\/p>\n<p>Fonte:<a href=\"https:\/\/www.weforum.org\/agenda\/2019\/01\/what-to-expect-for-the-global-economy-in-2019\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial<\/a><\/p>\n<p>[amazon_link asins=&rsquo;8537818003,8535914846,8525052248&prime; template=&rsquo;ProductCarousel&rsquo; store=&rsquo;oportunidad0f-20&prime; marketplace=&rsquo;BR&rsquo; link_id=&rsquo;a5c88a15-10ec-11e9-ac06-d3e7cf12ba1f&rsquo;]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":2420,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,19],"tags":[877,874,165,876,875],"class_list":{"0":"post-2418","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-insights","9":"tag-crise-global","10":"tag-economia-global","11":"tag-em-2019","12":"tag-recessao","13":"tag-recessao-global"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/2019-expectativas-asia-china-foto-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2418","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2418"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2418\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2420"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2418"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2418"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2418"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}