{"id":2356,"date":"2018-12-14T06:51:08","date_gmt":"2018-12-14T09:51:08","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=2356"},"modified":"2018-12-14T07:10:04","modified_gmt":"2018-12-14T10:10:04","slug":"dez-pontos-criticos-do-cenario-internacional-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/dez-pontos-criticos-do-cenario-internacional-em-2019\/","title":{"rendered":"Dez pontos cr\u00edticos do cen\u00e1rio internacional em 2019"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2366\" aria-describedby=\"caption-attachment-2366\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2366 size-full\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba.jpg\" alt=\"Consultoria ISA atesta que, cada vez mais, as principais pot&ecirc;ncias mundiais est&atilde;o envolvidas em acontecimentos que favorecem a tens&atilde;o global\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-2366\" class=\"wp-caption-text\">Consultoria ISA atesta que, cada vez mais, as principais pot&ecirc;ncias mundiais est&atilde;o envolvidas em acontecimentos que favorecem a tens&atilde;o global<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>Carlos Teixeira<\/em><br>\n<em>Radar do Futuro<\/em><\/p>\n<p>O n&iacute;vel de risco geopol&iacute;tico continuar&aacute; alto em 2019.&nbsp;A previs&atilde;o de um cen&aacute;rio de tens&otilde;es crescentes entre pa&iacute;ses &eacute; do economista Michael Weidokal, estrategista geopol&iacute;tico&nbsp;e diretor executivo da International Strategic Analysis (ISA), consultoria internacional de estudos sobre comportamentos de mercados globais, em artigo publicado no site da empresa.&nbsp;O texto, por sinal, tem a ilustra&ccedil;&atilde;o de uma cena de um desembarque de tropas, refletindo as expectativas futuras.<\/p>\n<p>Todos os fatores que levaram ao aumento do risco de instabilidades entre pa&iacute;ses no jogo comercial global nos &uacute;ltimos anos permanecer&atilde;o em vigor. Com tend&ecirc;ncia ao agravamento, gra&ccedil;as ao conflito de interesses que envolvem, em especial os Estados Unidos e a China. E, cada vez mais, as principais pot&ecirc;ncias mundiais est&atilde;o se encontrando diretamente envolvidas em muitos dos principais focos do mundo.<\/p>\n<p>O estrategista&nbsp;Michael Weidokal reconhece que, &ldquo;de fato, poucos ou nenhum dos principais pontos cr&iacute;ticos do mundo experimentaram um decl&iacute;nio em seu n&iacute;vel de amea&ccedil;a em 2018, com a poss&iacute;vel exce&ccedil;&atilde;o da pen&iacute;nsula coreana&rdquo;. No caso, a Coreia do Norte praticamente sumiu do notici&aacute;rio internacional. O cen&aacute;rio, segundo ele, &eacute; de tens&atilde;o real, com o risco global geopol&iacute;tico global subindo ao o seu n&iacute;vel mais alto nos &uacute;ltimos anos em 2018.<\/p>\n<p>Enquanto isso, o principal poder do mundo, os Estados Unidos, est&aacute; se tornando pouco disposto ou incapaz de impor sua vontade aos atores em muitas dessas disputas, encorajando aqueles que desejam minar ou mudar o atual equil&iacute;brio de poder nessas disputas.<\/p>\n<p>Da mesma forma, salienta Weidokal, o surgimento da China como o primeiro s&eacute;rio rival do dom&iacute;nio global dos EUA em 30 anos e a crescente confian&ccedil;a dos poderes revisionistas como a R&uacute;ssia e a Ar&aacute;bia Saudita est&atilde;o minando a ordem de seguran&ccedil;a liderada pelos EUA. Um cen&aacute;rio&nbsp; que impediu grandes conflitos de poder nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas.&nbsp;Adicione a isso as crescentes preocupa&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas, ambientais e sociais que muitos pa&iacute;ses e regi&otilde;es est&atilde;o enfrentando e est&aacute; claro que o n&iacute;vel de risco geopol&iacute;tico global permanecer&aacute; perigosamente alto em 2019.<\/p>\n<h2>For&ccedil;as do futuro<\/h2>\n<p>Confira abaixo&nbsp;as dez for&ccedil;as essenciais para entender o que poder&aacute; vir a ser o cen&aacute;rio de 2019, com o potencial de desestabilizar significativamente a seguran&ccedil;a global e a economia mundial, segundo Michael Weidokal, estrategista da ISA:<\/p>\n<h3>A amea&ccedil;a da guerra fria EUA-China<\/h3>\n<p>As rela&ccedil;&otilde;es entre os dois pa&iacute;ses mais poderosos do mundo se deterioraram em 2018 quando as duas superpot&ecirc;ncias se envolveram em uma guerra comercial crescente, enquanto a China continuava tentando enfraquecer a posi&ccedil;&atilde;o dos EUA em outras regi&otilde;es do planeta, inclusive na &Aacute;sia.<\/p>\n<p>&Agrave; medida que 2019 se aproxima, o mundo observar&aacute; atentamente o movimento&nbsp; dos dois lados para tentar entender se as pot&ecirc;ncias podem resolver suas disputas comerciais antes que suas diferen&ccedil;as se transformem em uma guerra comercial global.&nbsp;Os vizinhos da China na &Aacute;sia examinar&atilde;o com cautela o crescente poder e influ&ecirc;ncia da China naquela regi&atilde;o.<\/p>\n<p>Rela&ccedil;&otilde;es melhoradas poderiam ajudar a economia global a abrandar a esperada desacelera&ccedil;&atilde;o em 2019, mas uma nova deteriora&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es poderia ajudar a empurrar a economia global para uma queda acentuada, enquanto desencadeia uma pior corrida armamentista na &Aacute;sia.<\/p>\n<h3>R&uacute;ssia e Ucr&acirc;nia<\/h3>\n<p>A recente escalada nas tens&otilde;es entre a R&uacute;ssia e a Ucr&acirc;nia serve como um aviso de que a situa&ccedil;&atilde;o no leste da Ucr&acirc;nia e na Pen&iacute;nsula da Crim&eacute;ia continua sem solu&ccedil;&atilde;o e que as ambi&ccedil;&otilde;es da R&uacute;ssia na Ucr&acirc;nia ainda n&atilde;o foram completamente concretizadas.&nbsp;Com uma elei&ccedil;&atilde;o presidencial na Ucr&acirc;nia marcada para mar&ccedil;o de 2019, este poderia ser o pretexto usado pela R&uacute;ssia para aumentar drasticamente sua press&atilde;o sobre a Ucr&acirc;nia, em uma tentativa de ganhar mais influ&ecirc;ncia sobre o pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Caso um conflito completo exploda, os EUA e seus aliados europeus podem se ver for&ccedil;ados a tomar uma decis&atilde;o dif&iacute;cil sobre aumentar significativamente ou n&atilde;o seu apoio a Kiev.<\/p>\n<h3>Ar&aacute;bia Saudita e Emirados &Aacute;rabes Unidos<\/h3>\n<p>As ambi&ccedil;&otilde;es geopol&iacute;ticas dos l&iacute;deres da Ar&aacute;bia Saudita e dos Emirados &Aacute;rabes Unidos contribu&iacute;ram muito para desestabilizar o Oriente M&eacute;dio nos &uacute;ltimos anos.&nbsp;Com o apoio t&aacute;cito dos Estados Unidos, a Ar&aacute;bia Saudita e os Emirados &Aacute;rabes Unidos provavelmente se sentir&atilde;o livres para cumprir sua agenda no Oriente M&eacute;dio, que incluir&aacute; esfor&ccedil;os para enfraquecer a posi&ccedil;&atilde;o de seus rivais (por exemplo, Ir&atilde; e Turquia) na regi&atilde;o.<\/p>\n<p>&Eacute; prov&aacute;vel que isso leve a uma continua&ccedil;&atilde;o da guerra no I&ecirc;men e ao isolamento do Catar. Pode levar tamb&eacute;m ao aventureirismo em outros lugares da regi&atilde;o.&nbsp;Como sempre, tais desenvolvimentos t&ecirc;m o potencial de impactar o suprimento de petr&oacute;leo da regi&atilde;o e podem arrastar as pot&ecirc;ncias externas, principalmente os Estados Unidos.<\/p>\n<h3>Brexit<\/h3>\n<p>Como esperado, o processo de retirada do Reino Unido da Uni&atilde;o Europeia resultou em um cen&aacute;rio complexo.&nbsp;&Eacute; improv&aacute;vel que esta situa&ccedil;&atilde;o melhore, j&aacute; que o Reino Unido realmente deve se retirar da UE na primavera do pr&oacute;ximo ano. E o potencial para uma retirada &ldquo;sem acordo&rdquo; permanece em vigor.&nbsp;Para ambos os lados, o Brexit ser&aacute; um pesadelo geopol&iacute;tico, j&aacute; que o Reino Unido se sente ofuscado pelas principais pot&ecirc;ncias mundiais e a Uni&atilde;o Europ&eacute;ia perde um de seus membros mais importantes, enfraquecendo seus esfor&ccedil;os para ter voz nos assuntos globais.&nbsp;Por mais que tentem, os dois lados n&atilde;o conseguir&atilde;o esconder o fato de que o Brexit &eacute; um rev&eacute;s geopol&iacute;tico do mais alto n&iacute;vel, para o Reino Unido e para a Europa.<\/p>\n<h3>Mais Crises Migrat&oacute;rias<\/h3>\n<p>Mesmo que os n&uacute;meros de migra&ccedil;&atilde;o global tenham se estabilizado em 2018, a migra&ccedil;&atilde;o continuou sendo uma das quest&otilde;es pol&iacute;ticas mais polarizadoras em muitas &aacute;reas do mundo.&nbsp;Al&eacute;m disso, o aumento dos n&iacute;veis de risco geopol&iacute;tico e ambiental pode resultar em um novo aumento no n&uacute;mero de migrantes em 2019.<\/p>\n<p>Por exemplo, o n&uacute;mero de migrantes da &Aacute;frica e do Oriente M&eacute;dio tentando chegar &agrave; Europa e &agrave; Pen&iacute;nsula Ar&aacute;bica pode subir novamente em 2019 se a seguran&ccedil;a ou a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica nessas regi&otilde;es piorar nos pr&oacute;ximos meses.&nbsp;Da mesma forma, mais caravanas migrantes da Am&eacute;rica Central podem alimentar as tens&otilde;es nos Estados Unidos.<\/p>\n<h3>Conflito sem fim do Afeganist&atilde;o<\/h3>\n<p>2018 provou ser mais um ano de conflito e agita&ccedil;&atilde;o no Afeganist&atilde;o, um pa&iacute;s que n&atilde;o conhece a paz e a estabilidade desde a d&eacute;cada de 1970.&nbsp;Pior, a situa&ccedil;&atilde;o atual no Afeganist&atilde;o tem a sensa&ccedil;&atilde;o do Vietn&atilde; do Sul nos anos 1970, como um governo fraco e dividido &eacute; apoiado pelos Estados Unidos, que por sua vez est&aacute; perdendo o interesse em cumprir esse papel.&nbsp;Na verdade, 2019 pode ser o ano em que o Taleban far&aacute; um avan&ccedil;o decisivo, seja no campo de batalha ou nas negocia&ccedil;&otilde;es com os Estados Unidos, enquanto uma elei&ccedil;&atilde;o presidencial no Afeganist&atilde;o em abril de 2019 poder&aacute; levar a um governo ainda mais dividido.<\/p>\n<h3>Divis&otilde;es pol&iacute;ticas latino-americanas<\/h3>\n<p>Nos &uacute;ltimos 15 meses, houve uma enxurrada de elei&ccedil;&otilde;es na Am&eacute;rica Latina que transformaram o cen&aacute;rio pol&iacute;tico daquela regi&atilde;o.&nbsp;Seus dois maiores pa&iacute;ses, o Brasil e o M&eacute;xico, ser&atilde;o em breve governados por opostos ideol&oacute;gicos, enquanto os governos e l&iacute;deres de muitos pa&iacute;ses da regi&atilde;o passaram por grandes mudan&ccedil;as ideol&oacute;gicas.<\/p>\n<p>Essas divis&otilde;es podem endurecer as posi&ccedil;&otilde;es tanto dos governos de direita quanto de esquerda na Am&eacute;rica Latina, divis&otilde;es que dificultar&atilde;o o trabalho conjunto da regi&atilde;o para resolver seus problemas econ&ocirc;micos e sociais que levaram a economia latino-americana a ter resultados piores que qualquer outra regi&atilde;o nos &uacute;ltimos cinco anos.<\/p>\n<h3>Crise na S&iacute;ria<\/h3>\n<p>Enquanto as for&ccedil;as do governo s&iacute;rio, com o apoio de seus aliados (R&uacute;ssia, Ir&atilde; e Hezbollah) fizeram grandes avan&ccedil;os no campo de batalha em 2018, existem muitos pontos cr&iacute;ticos dentro da S&iacute;ria que ainda precisam ser resolvidos.&nbsp;Por exemplo, uma por&ccedil;&atilde;o significativa do territ&oacute;rio s&iacute;rio est&aacute; agora sob o controle das for&ccedil;as armadas dos EUA e seus aliados locais, territ&oacute;rio que o governo s&iacute;rio prometeu retomar.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, remanescentes do grupo militante do Estado Isl&acirc;mico permanecem ativos em &aacute;reas remotas do leste da S&iacute;ria.&nbsp;Esses pontos cr&iacute;ticos podem levar as for&ccedil;as dos EUA ou da Turquia a entrar em conflito com for&ccedil;as russas ou iranianas, um desenvolvimento que teria grandes ramifica&ccedil;&otilde;es para a seguran&ccedil;a global.Colapso da Venezuela<\/p>\n<h3>Colapso da Venezuela<\/h3>\n<p>A m&aacute; administra&ccedil;&atilde;o da economia venezuelana e o governo cada vez mais autocr&aacute;tico do pa&iacute;s levaram o que j&aacute; foi o pa&iacute;s mais rico da Am&eacute;rica Latina a um estado de completo colapso.&nbsp;Tr&ecirc;s milh&otilde;es de venezuelanos j&aacute; fugiram para o exterior desde 2015 e esse &ecirc;xodo dever&aacute; continuar em 2019, j&aacute; que a hiperinfla&ccedil;&atilde;o leva a taxas de infla&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s a subir para mais de 10 milh&otilde;es no ano que vem.&nbsp;&Agrave; medida que esse colapso se agrava, os Estados Unidos e alguns pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina podem considerar op&ccedil;&otilde;es para remover o presidente venezuelano Nicolas Maduro, inclusive por meio do uso da for&ccedil;a.<\/p>\n<h3>El Nino e crises clim&aacute;ticas<\/h3>\n<p>Meteorologistas est&atilde;o prevendo uma chance de 75% de um El Ni&ntilde;o no in&iacute;cio de 2019 e isso est&aacute; elevando ainda mais as amea&ccedil;as &agrave; seguran&ccedil;a global e &agrave; economia a partir de quest&otilde;es relacionadas ao clima.&nbsp;Tempestades mais fortes ou secas mais severas podem trazer dificuldades para muitas &aacute;reas do mundo em 2019. As &aacute;reas menos preparadas para lidar com essas quest&otilde;es podem ver os n&iacute;veis de risco geopol&iacute;ticos aumentarem no pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n<p>Entre as regi&otilde;es que poderiam enfrentar tais riscos est&atilde;o o Sul da &Aacute;sia, a &Aacute;frica e as ilhas do Pac&iacute;fico, cada qual mal preparada para os riscos representados por tempestades mais fortes, secas prolongadas ou eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 class=\"reader-article-header__title t-40 t-black t-normal pv4\" dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/ten-leading-geopolitical-risks-2019-michael-weidokal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os dez principais riscos geopol&iacute;ticos em 2019<\/a><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":2366,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,19],"tags":[865,864,868,862,165,804,863,869,867,866,870],"class_list":{"0":"post-2356","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-insights","9":"tag-ambiente-geopolitico","10":"tag-cenario-geopolitico","11":"tag-cenario-internacional","12":"tag-conflitos","13":"tag-em-2019","14":"tag-geopolitica","15":"tag-geopolitico","16":"tag-pontos-criticos","17":"tag-riscos-em-2019","18":"tag-tendencias-geopoliticas","19":"tag-tensao-internacional"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/em-2019-os-conflitos-entre-paises-tendem-a-crescer-foto-pixaaba.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2356","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2356"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2356\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2366"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2356"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2356"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2356"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}