{"id":22080,"date":"2022-02-11T16:58:36","date_gmt":"2022-02-11T19:58:36","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=22080"},"modified":"2022-02-11T16:58:44","modified_gmt":"2022-02-11T19:58:44","slug":"notas-economicas-7-a-11-de-fevereiro-de-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-7-a-11-de-fevereiro-de-2022\/","title":{"rendered":"Notas Econ\u00f4micas: 7 a 11 de fevereiro de 2022"},"content":{"rendered":"\n<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo<strong> Economista Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong>Em 2022, o Brasil comemora 200 anos da Independ&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"987\" height=\"500\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922.jpg\" alt=\"imagem ilustrativa, reprodu&ccedil;&atilde;o de cartaz sobre a semana de arte moderna de 1922\nmat&eacute;ria sobre notas econ&ocirc;micas\n\" class=\"wp-image-22081\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922.jpg 987w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922-300x152.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922-768x389.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922-696x353.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 987px) 100vw, 987px\"><\/figure>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><strong>A Semana de Arte Moderna completa 100 anos em fevereiro de 2022<\/strong><\/h1>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/entretenimento\/semana-de-arte-moderna-completa-100-anos-em-2022-entenda-a-sua-importancia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/entretenimento\/semana-de-arte-moderna-completa-100-anos-em-2022-entenda-a-sua-importancia\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Em 1922, os mais importantes e inovadores pintores, arquitetos, m&uacute;sicos e poetas brasileiros da &eacute;poca se reuniram para mudar a arte, e eles marcaram n&atilde;o apenas aquela &eacute;poca, com a influ&ecirc;ncia deles sendo sentida at&eacute; os dias de hoje. Esse encontro ficou conhecido como a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/tudo-sobre\/semana-de-arte-moderna-de-1922\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Semana de Arte Moderna<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O evento, como o nome sugere, foi inspirado nas ideias do Modernismo, um&nbsp;movimento art&iacute;stico&nbsp;do in&iacute;cio do s&eacute;culo XX que buscava romper com o tradicionalismo por meio da liberdade est&eacute;tica, da experimenta&ccedil;&atilde;o constante e, principalmente, pela independ&ecirc;ncia cultural do pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>A Semana de Arte Moderna, que ocorreu no&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/tudo-sobre\/theatro-municipal-de-sao-paulo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Teatro Municipal<\/a>&nbsp;de S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m festejou o centen&aacute;rio da independ&ecirc;ncia do Brasil. Ela acabou se tornando um marco simb&oacute;lico modernista, mas v&aacute;rias manifesta&ccedil;&otilde;es de arte moderna ocorreram antes e depois dela.<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira fase do Modernismo brasileiro, os principais nomes foram Anita Malfatti, M&aacute;rio de Andrade, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Heitor Villa-Lobos, C&acirc;ndido Portinari, Menotti Del Picchia, Victor Brecheret, Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral.&ldquo;Eles eram muito inteligentes, cultos, mas sem elitizar, eles queriam uma populariza&ccedil;&atilde;o da arte&rdquo;, afirma Tarsilinha, curadora do legado da pintora Tarsila do Amaral.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Semana de Arte Moderna, na verdade, durou tr&ecirc;s dias &ndash; 13, 15 e 17 de fevereiro -, e contou com uma exposi&ccedil;&atilde;o de pintura modernista e apresenta&ccedil;&otilde;es de m&uacute;sica e de poesia.<\/p>\n\n\n\n<p>Luiz Armando Bagolin, professor do IEB-USP, afirma que a Semana foi &ldquo;um evento coletivo, o primeiro organizado em S&atilde;o Paulo, por um grupo de intelectuais e artistas com o anseio, desejo de fazer uma coisa nova, trazer o novo, na literatura, m&uacute;sica e artes visuais&rdquo;. E as ideias defendidas por esse grupo de artistas acabaram influenciando v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es que os sucederam.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O Modernismo influenciou em v&aacute;rias &aacute;reas, como arquitetura, urbanismo, na produ&ccedil;&atilde;o cultural como um todo. O M&aacute;rio entendeu, e nos ensinou, que n&oacute;s precisamos investigar o Brasil profundo, porque &eacute; esse Brasil do qual n&oacute;s fazemos parte, viemos&rdquo;, diz Bagolin.<\/p>\n\n\n\n<p>Regina Teixeira de Barros, doutora em Hist&oacute;ria da Arte, diz que o &ldquo;legado da Semana &eacute; o de pensar o Brasil, e o mundo, a sociedade, o tempo que vivemos, com olhos atuais&rdquo;. J&aacute; para Bagolin, &ldquo;o principal legado na minha opini&atilde;o &eacute; fazer com que a gente ainda continue sonhando com a utopia de uma sociedade mais justa&rdquo;. (CNN Brasil)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Economia e Finan&ccedil;as<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>&Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do BC: <\/strong>O&nbsp;&Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br)&nbsp;subiu 0,33% em dezembro, na compara&ccedil;&atilde;o dessazonalizada com novembro, acumulando alta de 4,50% no ano, conforme divulgado dia 11-02-2022 pela autoridade monet&aacute;ria. Na m&eacute;dia m&oacute;vel trimestral, usada para captar <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a>, o IBC-Br teve alta de 0,25% em rela&ccedil;&atilde;o aos tr&ecirc;s meses encerrados em novembro. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Surpreendente Alta dos Servi&ccedil;os: <\/strong>Com alta que surpreendeu em dezembro, o setor de servi&ccedil;os teve taxa de crescimento recorde em 2021. O desempenho, por&eacute;m, deve considerar a base baixa de compara&ccedil;&atilde;o e a composi&ccedil;&atilde;o do crescimento. Os servi&ccedil;os prestados &agrave;s fam&iacute;lias ainda est&atilde;o abaixo do n&iacute;vel pr&eacute;-pandemia. Al&eacute;m disso, o bom resultado ao fim do ano passado n&atilde;o muda as expectativas mais negativas para o setor em 2022. Perda de renda, condi&ccedil;&otilde;es financeiras dom&eacute;sticas mais apertadas e incerteza pol&iacute;tica est&atilde;o entre os fatores que devem pesar neste ano, al&eacute;m da onda de &ocirc;micron nos primeiros meses. Segundo a Pesquisa Mensal de Servi&ccedil;os (PMS) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), o volume de volume de servi&ccedil;os prestados no pa&iacute;s avan&ccedil;ou 1,4% em dezembro ante o m&ecirc;s anterior, na s&eacute;rie com ajuste sazonal.&nbsp;Assim teremos um crescimento recorde de 10,9% dos servi&ccedil;os, em 2021 (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pagamento de D&iacute;vidas dos Estados<\/strong>: A Secretaria do Tesouro Nacional informou que a Uni&atilde;o pagou R$ 401,44 milh&otilde;es em d&iacute;vidas atrasadas dos estados<strong> <\/strong>em janeiro de 2022. Desde 2016, a Uni&atilde;o fez o pagamento de R$ 42,31 bilh&otilde;es<strong> <\/strong>com o objetivo de honrar garantias concedidas a opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito. (g1)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus PIB<\/strong>: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2023 diminuiu de 1,55% para 1,53% no Relat&oacute;rio Focus, do Banco Central (BC), divulgado com estimativas coletadas at&eacute; o fim da semana passada. Para 2022, a proje&ccedil;&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em alta de 0,30%. Para 2024, tamb&eacute;m n&atilde;o houve altera&ccedil;&atilde;o, de avan&ccedil;o de 2,00%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong>: No caso do ponto-m&eacute;dio das estimativas para o IPCA de 2023, manteve-se em alta de 3,5%. Por&eacute;m, mediana das proje&ccedil;&otilde;es dos economistas do mercado de 2022 subiu de 5,38% para 5,44%. Para 2024, permaneceu em 3,00%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus Selic<\/strong>: Para a taxa b&aacute;sica de juros (Selic), o ponto-m&eacute;dio das expectativas manteve-se em 11,75% para 2022, 8,00% para 2023 e 7,00% para 2024. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus C&acirc;mbio<\/strong>: A mediana das estimativas para o d&oacute;lar<strong> <\/strong>no fim deste ano foi mantida em R$ 5,60. Para 2023, o ponto-m&eacute;dio das proje&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m ficou parado, em R$ 5,50. Para 2024, caiu R$ 5,40 para R$ 5,39. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Comercial da Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o 1:<\/strong> Enquanto a balan&ccedil;a comercial como um todo fechou 2021 com super&aacute;vit recorde, a ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o viu seu d&eacute;ficit se aprofundar para US$ 53,3 bilh&otilde;es, o pior resultado desde 2015. No pr&eacute;-pandemia, em 2019, o saldo negativo foi de US$ 42 bilh&otilde;es, segundo dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Comercial da Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o 2: <\/strong>Em outro tipo de c&aacute;lculo, por classe de produtos, levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o de Com&eacute;rcio Exterior do Brasil (AEB) mostra que o d&eacute;ficit em manufaturados chegou a US$ 111 bilh&otilde;es em 2021, o pior desde 2000, pelo menos. A diferen&ccedil;a &eacute; de quase US$ 40 bilh&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, quando o d&eacute;ficit nesse crit&eacute;rio foi de US$ 82,7 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Comercial da Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o 3: <\/strong>Enquanto 72,4% das exporta&ccedil;&otilde;es da ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o s&atilde;o de bens de baixa e m&eacute;dia-baixa intensidade tecnol&oacute;gica e menos de 30% s&atilde;o de alta e m&eacute;dia-alta tecnologia, na importa&ccedil;&atilde;o acontece o inverso. Na pauta de desembarques 71,6% s&atilde;o bens t&iacute;picos da ind&uacute;stria de m&eacute;dia-alta e alta tecnologia; e o restante &eacute; de m&eacute;dia-baixa e baixa tecnologia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Campe&atilde;o dos Juros Altos: <\/strong>O&nbsp;Brasil&nbsp;&eacute; o pa&iacute;s com a&nbsp;maior taxa de juros ao ano<strong>,&nbsp;<\/strong>descontada&nbsp;a proje&ccedil;&atilde;o de&nbsp;infla&ccedil;&atilde;o, segundo o&nbsp;ranking mundial de juros reais&nbsp;compilado pelo portal&nbsp;MoneYou<strong>&nbsp;<\/strong>e pela gestora&nbsp;Infinity Asset Management. A lista tem 40 pa&iacute;ses. A marca foi alcan&ccedil;ada ap&oacute;s o&nbsp;Copom ter elevado a&nbsp;taxa b&aacute;sica de juros<strong>&nbsp;<\/strong>(Selic) em 1,5 ponto percentual, a 10,75% ao ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vendas do Varejo 2021: <\/strong>O volume de vendas no varejo nacional (conceito restrito) caiu 0,1% em dezembro, frente a novembro, na s&eacute;rie com ajuste sazonal, segundo a Pesquisa Mensal do Com&eacute;rcio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) nesta quarta-feira. Com isso, o com&eacute;rcio teve crescimento de 1,4% em 2021, frente ao ano anterior, ap&oacute;s alta de 1,2% em 2020. O m&ecirc;s de dezembro tamb&eacute;m registrou queda de 2,9% frente a igual m&ecirc;s de 2020. O resultado de 2021 para varejo ampliado foi de alta de 4,5% frente a 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vestu&aacute;rio e Cal&ccedil;ados: <\/strong>Vendas de<strong>&nbsp;<\/strong>tecidos, vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ados<strong>&nbsp;<\/strong>subiram 13,8% em 2021, segundo a<strong>&nbsp;<\/strong>Pesquisa Mensal do Com&eacute;rcio (PMC)<strong>&nbsp;<\/strong>divulgada pelo<strong>&nbsp;<\/strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE),<strong>&nbsp;<\/strong>mas ainda n&atilde;o recuperaram a perda de 22,5% em 2020, primeiro ano da&nbsp;pandemia. Al&eacute;m disso, ao fim de dezembro, o patamar de produ&ccedil;&atilde;o do segmento se encontrava 6,9% abaixo do&nbsp;pr&eacute;-pandemia, em fevereiro de 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Produ&ccedil;&atilde;o Industrial 2021: <\/strong>Em 2021, a produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria brasileira avan&ccedil;ou em nove dos 15 locais monitorados pela&nbsp;Pesquisa Industrial Mensal (PIM)<strong>,<\/strong> do<strong>&nbsp;<\/strong>IBGE, cuja segmenta&ccedil;&atilde;o regional. No m&ecirc;s de dezembro frente a novembro, houve alta em dez dos 15 locais pesquisados. A produ&ccedil;&atilde;o nacional fechou o ano passado com alta de 3,9% frente a 2020. O resultado n&atilde;o foi suficiente para compensar a perda de 4,5% registrada no primeiro ano da pandemia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Setor Servi&ccedil;os 1: <\/strong>Todas as cinco atividades de&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/valor-data\/indices-macroeconomicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">servi&ccedil;os<\/a>&nbsp;avan&ccedil;aram em 2021, frente a 2020, segundo os dados divulgados IBGE. Na m&eacute;dia, o setor de servi&ccedil;os fechou o ano com ganho de 10,9%, ap&oacute;s perda de 7,8% em 2020. Dos 166 tipos de servi&ccedil;os acompanhados pelo IBGE, 74,1% tiveram taxas positivas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Setor Servi&ccedil;os 2: <\/strong>A maior contribui&ccedil;&atilde;o para o crescimento veio de transportes, servi&ccedil;os auxiliares aos transportes e correio (15,1%) e informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (9,4%). Os demais avan&ccedil;os vieram de servi&ccedil;os profissionais, administrativos e complementares (7,3%); de servi&ccedil;os prestados &agrave;s fam&iacute;lias (18,2%); e de outros servi&ccedil;os (5,0%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Setor Servi&ccedil;os 3: <\/strong>A expans&atilde;o do volume de servi&ccedil;os prestados no pa&iacute;s desacelerou para 0,4% no quarto trimestre de 2021, frente ao trimestre imediatamente anterior. &Eacute; o sexto trimestre seguido de crescimento na s&eacute;rie com ajuste sazonal da&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/valor-data\/indices-macroeconomicos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pesquisa Mensal de Servi&ccedil;os (PMS)<\/a>, do IBGE, mas foi menor que o do terceiro trimestre, que tinha sido de 3%. No primeiro e no segundo trimestre de 2021, as taxas foram de 3,2% e 2,2%, respectivamente. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ind&uacute;stria Cultural e Pandemia: <\/strong>A pandemia de covid-19 afetou praticamente todos os setores da economia mundial, mas poucos sofreram tanto quanto o de cultura. Segundo relat&oacute;rio da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Cultura (Unesco), pelo menos dez milh&otilde;es&nbsp;de postos de trabalho na ind&uacute;stria cultural e criativa foram fechados em 2020. &ldquo;Em todo o mundo, cinemas, museus, teatros e salas de concerto fecharam suas portas. O que j&aacute; era uma situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria para muitos artistas, se tornou insustent&aacute;vel&rdquo;, disse Audrey Azoulay, diretora-geral da institui&ccedil;&atilde;o. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Futuro da Selic: <\/strong>O diretor de pol&iacute;tica monet&aacute;ria do Banco Central,&nbsp;Bruno Serra<strong> <\/strong>Fernandes, afirmou que o Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) ainda far&aacute; &ldquo;alguns ajustes pela frente&rdquo; na Selic, e disse que a autoridade monet&aacute;ria deve elevar os juros em pelo menos mais duas reuni&otilde;es. A meta para a infla&ccedil;&atilde;o de 2022 &eacute; de 3,50% com toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo, podendo chegar at&eacute; 5%. O BC prev&ecirc; alta de 5,4% no per&iacute;odo, acima do m&aacute;ximo permitido. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fus&otilde;es e Aquisi&ccedil;&otilde;es: <\/strong>As fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es no Brasil movimentaram US$ 66 bilh&otilde;es em 2021 &ndash; cerca de R$ 347 bilh&otilde;es ao c&acirc;mbio de 08-02-2022, maior valor em mais de dez anos, segundo a Bain &amp; Company. O estudo da consultoria mostra que o fen&ocirc;meno foi global: em todo o mundo, o valor agregado de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es atingiu a maior cifra da hist&oacute;ria em 2021, de US$ 5,9 trilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nem Trabalham, Nem Estudam 1: <\/strong>S&atilde;o 11,675 milh&otilde;es de jovens entre 15 e 29 anos que n&atilde;o estudam nem trabalham no Brasil, os chamados nem-nem. Quase a metade (48%, ou 5,6 milh&otilde;es em n&uacute;meros absolutos) est&aacute; nas regi&otilde;es Norte e Nordeste. A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; bem maior que os 38% que essas regi&otilde;es representam do contingente total de jovens nessa faixa et&aacute;ria no pa&iacute;s, segundo levantamento exclusivo da IDados para o&nbsp;Valor&nbsp;feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) Cont&iacute;nua do terceiro trimestre de 2021, &uacute;ltimo dado dispon&iacute;vel para o indicador regional. Pobreza, mercado de trabalho menos din&acirc;mico e escolas p&uacute;blicas mais prec&aacute;rias est&atilde;o entre as raz&otilde;es apontadas por especialistas para explicar a incid&ecirc;ncia maior do fen&ocirc;meno nessas regi&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nem Trabalham, Nem Estudam 2: <\/strong>O problema tamb&eacute;m pode ser visto sob outro &acirc;ngulo: a propor&ccedil;&atilde;o de nem-nem no total dos jovens na faixa et&aacute;ria entre 15 e 29 anos. Nesta compara&ccedil;&atilde;o, os nem-nem representam 23,7% desses jovens, na m&eacute;dia brasileira. Mas esse percentual &eacute; de 30,6% no Nordeste e de 26,6% no Norte. H&aacute; Estados com &iacute;ndices ainda mais preocupantes, como Maranh&atilde;o (36%), Amap&aacute; (34,9%), Alagoas (34,1%) e Rio Grande do Norte (30,8%). A diferen&ccedil;a tamb&eacute;m aparece quando se compara com outras regi&otilde;es brasileiras: 16,1% no Sul, 19,7% no Centro Oeste e 21,2% no Sudeste. Em Minas Gerais esse percentual de jovens chega a 19,9%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cresce o Turismo: <\/strong>O&nbsp;volume de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ligados ao turismo&nbsp;no Brasil teve um crescimento acima de 21% em 2021, mas a magnitude n&atilde;o foi suficiente para compensar o que tinha sido perdido no primeiro ano da pandemia, quando medidas de isolamento social suspenderam planos de viagens; e o consumo de outros servi&ccedil;os ligados ao setor, como restaurantes. O indicador de atividades tur&iacute;sticas do<strong>&nbsp;<\/strong>IBGE<strong>&nbsp;<\/strong>fechou 2021 com expans&atilde;o de 21,1%, ap&oacute;s perda de 36,7% em 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Consumo nos Supermercados: <\/strong>O consumo nos lares brasileiros apresentou alta de 3,04% em 2021 na compara&ccedil;&atilde;o com 2020, segundo dados divulgados pela&nbsp;Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Supermercados (Abras). Inicialmente, o setor havia projetado uma alta de 4,5% no ano passado, mas que acabou n&atilde;o se concretizando. Para 2022, a Abras espera um crescimento de 2,8% no consumo das fam&iacute;lias. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cesta Abrasmercado Supera Infla&ccedil;&atilde;o: <\/strong>A Abrasmercado, cesta composta por 35 produtos de largo consumo nos supermercados, apresentou alta de 10,32% em 2021 na compara&ccedil;&atilde;o com 2020, para R$ 700,53, segundo a Abras. A alta superou o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) de alimentos, que ficou em 7,94%, e o IPCA, com alta de 10,06%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Zerar Impostos S&oacute; do Diesel: <\/strong>Ap&oacute;s cr&iacute;ticas da equipe econ&ocirc;mica do governo e at&eacute; do&nbsp;Banco Central<strong>&nbsp;<\/strong>ao risco fiscal provocado pela ideia de zerar os impostos sobre a gasolina, a ala pol&iacute;tica do governo desistiu da proposta e&nbsp;decidiu focar na desonera&ccedil;&atilde;o do &oacute;leo diesel. A mudan&ccedil;a &eacute; uma tentativa de agradar a uma das bases eleitorais do presidente&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F23%2Feleicoes-2022-jair-bolsonaro.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=jIgrWUI58HBtEnTQ3maMjapCC2WthMsiqo0XD1%2FURCI%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bolsonaro<\/a>, os caminhoneiros, e diminuir os custos log&iacute;sticos do pa&iacute;s. O custo &eacute; de cerca de&nbsp;R$ 18 bilh&otilde;es. &nbsp;A desonera&ccedil;&atilde;o ampla pretendida pela ala pol&iacute;tica do governo custaria<strong>&nbsp;<\/strong>R$ 54 bilh&otilde;es<strong>&nbsp;<\/strong>anuais, podendo at&eacute; crescer (outra PEC, proposta no Senado, tinha medidas que custariam at&eacute;&nbsp;R$ 100 bilh&otilde;es). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Investimento dos Brasileiros no Exterior 1: <\/strong>A crescente onda de&nbsp;investimentos brasileiros&nbsp;no&nbsp;exterior&nbsp;&ndash; em ativos como&nbsp;a&ccedil;&otilde;es, cotas de&nbsp;fundos&nbsp;e t&iacute;tulos de&nbsp;renda fixa<strong>&nbsp;<\/strong>&ndash; passou por um freio no fim do ano passado. Ap&oacute;s resultados expressivos, em especial no segundo trimestre, o movimento tem desacelerado e, inclusive, o saldo dos chamados investimentos em carteira foi negativo nos tr&ecirc;s &uacute;ltimos meses de 2021. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Investimento dos Brasileiros no Exterior 2: <\/strong>O estoque em 12 meses dos investimentos brasileiros em carteira no exterior estava US$ 12 bilh&otilde;es no fim de 2020, e chegou a US$ 18,4 bilh&otilde;es em agosto do ano passado. Desde ent&atilde;o, houve uma desacelera&ccedil;&atilde;o, culminando com resultados negativos &ndash; repatria&ccedil;&atilde;o de recursos por residentes no pa&iacute;s &ndash; entre outubro e dezembro. Com isso, o saldo em 12 meses no fim do ano passado havia desacelerado para US$ 13,587 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recados do Banco Central 1<\/strong>: O Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) do Banco Central alerta, em ata divulgada no dia 08-02-2022, que &ldquo;pol&iacute;ticas fiscais que tenham efeitos baixistas sobre a infla&ccedil;&atilde;o no curto prazo podem causar deteriora&ccedil;&atilde;o nos pr&ecirc;mios de risco, aumento das expectativas de infla&ccedil;&atilde;o e, consequentemente, um efeito altista na infla&ccedil;&atilde;o prospectiva&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recados do Banco Central 2: <\/strong>O Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) do Banco Central afirmou que a alta nos pre&ccedil;os dos bens industriais n&atilde;o arrefeceu e deve persistir no curto prazo, enquanto a infla&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os acelerou, ainda refletindo a gradual normaliza&ccedil;&atilde;o da atividade no setor. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vendas do Varejo<\/strong>: O ano come&ccedil;a fraco para o consumo, mesmo para os setores mais resilientes, e a perspectiva &eacute; que uma prov&aacute;vel melhora paulatina fique mais evidente apenas ap&oacute;s mar&ccedil;o ou abril. Apesar de janeiro ter se tornado, h&aacute; anos, um per&iacute;odo mais aquecido, com as promo&ccedil;&otilde;es aumentando o tr&aacute;fego de clientes, o com&eacute;rcio de eletr&ocirc;nicos, itens de tecnologia, moda e material de constru&ccedil;&atilde;o sentiu a desacelera&ccedil;&atilde;o logo ap&oacute;s a queima de estoque da primeira semana.<strong> <\/strong>(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vendas de Ve&iacute;culos em Queda<\/strong>: Os dirigentes da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica t&ecirc;m uma certa dificuldade para explicar os motivos do tombo na produ&ccedil;&atilde;o e na venda interna de ve&iacute;culos em janeiro. O volume de produ&ccedil;&atilde;o foi o mais baixo para o m&ecirc;s desde 2003 e o de vendas, desde 2005. Pandemia e falta de semicondutores s&atilde;o dois motivos importantes, mas estavam igualmente presentes em janeiro de 2021. F&eacute;rias coletivas em algumas f&aacute;bricas tamb&eacute;m influenciaram. No entanto, mais do que entender o que n&atilde;o aconteceu, a preocupa&ccedil;&atilde;o, agora, &eacute; saber como ficar&aacute; a demanda daqui para frente, levando em conta que a escalada dos juros est&aacute; acima do que o setor esperava. Em torno de 60% das vendas de ve&iacute;culos dependem de financiamento hoje. Por isso, a eleva&ccedil;&atilde;o da taxa Selic preocupa o setor. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dispensa de Aval: <\/strong>O&nbsp;presidente Jair Bolsonaro&nbsp;baixou um decreto que dispensa o&nbsp;Minist&eacute;rio da Economia&nbsp;de dar anu&ecirc;ncia pr&eacute;via em acordos de acionistas firmados por estatais federais. Pelo decreto, publicado na edi&ccedil;&atilde;o do &ldquo;Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o&rdquo; de 11-02-2022,&nbsp;uma empresa p&uacute;blica, de capital misto ou suas subsidi&aacute;rias, como Banco do Brasil ou Petrobras, por exemplo, n&atilde;o precisar&atilde;o mais de um aval ou aprova&ccedil;&atilde;o chancelada pela pasta de Guedes para celebrar esses acordos, renunciar aos direitos neles previstos ou firmar qualquer compromisso societ&aacute;rio. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>IPCA Janeiro: <\/strong>Puxada pelos pre&ccedil;os dos alimentos, a&nbsp;infla&ccedil;&atilde;o<strong>&nbsp;<\/strong>oficial brasileira, medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), iniciou 2022 com taxa de 0,54% em&nbsp;janeiro, ap&oacute;s alta de 0,73% em dezembro de 2021. &Eacute; o maior resultado para um m&ecirc;s de janeiro desde 2016, quando foi 1,27%. O resultado acumulado em 12 meses atingiu a marca de 10,38%, acima dos 10,06% observados em 12 meses anteriores. As informa&ccedil;&otilde;es foram divulgadas pelo IBGE. Em janeiro de 2021, o IPCA teve infla&ccedil;&atilde;o de 0,25%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o do Aluguel: <\/strong>A infla&ccedil;&atilde;o do aluguel medida pelo novo<strong>&nbsp;<\/strong>&Iacute;ndice de Varia&ccedil;&atilde;o de Alugueis Residenciais (Ivar),<strong>&nbsp;<\/strong>da&nbsp;Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV), subiu 1,86% em janeiro de 2022. Al&eacute;m de ser mais intensa do que a de dezembro, apurada pelo mesmo indicador, quando avan&ccedil;ou 0,66%, &eacute; a maior para meses de janeiro na s&eacute;rie. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Governo e Ambiente Pol&iacute;tic<\/strong>o<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa Genial\/Quaest 1<\/strong>: Pesquisa&nbsp;Genial\/Quaest, divulgada na manh&atilde; desta quarta-feira (9), aponta que o ex-presidente&nbsp;Lula<strong> <\/strong>(PT)&nbsp;mant&eacute;m a lideran&ccedil;a na disputa pela&nbsp;Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, com 45% das prefer&ecirc;ncias dos eleitores, no cen&aacute;rio principal, contra 23% do presidente&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F23%2Feleicoes-2022-jair-bolsonaro.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=jIgrWUI58HBtEnTQ3maMjapCC2WthMsiqo0XD1%2FURCI%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bolsonaro<\/a>&nbsp;(PL). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa Genial\/Quaest 2: <\/strong>O ex-juiz&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F21%2Feleicoes-2022-sergio-moro.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=DYQk%2B649F%2FD%2BbOPwnDiVIYKKoZ%2FKBKaYKrCcCT1D2so%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sergio Moro<\/a><strong>&nbsp;<\/strong>(Podemos)<strong>&nbsp;<\/strong>e o ex-ministro<strong>&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F17%2Feleicoes-2022-ciro-gomes.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=%2BzGUBzAOvYx4dNxiYQBGil6adBGp1DaSv8hN3CqzQ9Q%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ciro Gomes<\/a>&nbsp;(PDT)&nbsp;est&atilde;o empatados com 7% das inten&ccedil;&otilde;es de voto, assim como o governador de S&atilde;o Paulo,&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F25%2Feleicoes-2022-joao-doria.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=KPIicQlh9wMELoKgHhDxTz2gylWhddda2T5IUQXGJGM%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jo&atilde;o Doria<\/a>&nbsp;(PSDB), e o deputado federal&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F19%2Feleicoes-2022-andre-janones.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=cMhvG%2Fq2aYWcCgi5i5kxFsEAXdWEEV8ZHFCjiluGdw8%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Andr&eacute; Janones<\/a>&nbsp;(Avante), ambos com 2%, seguidos pela senadora&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F24%2Feleicoes-2022-simone-tebet.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=VW9H1Rt%2Bcfr%2BE%2FxuDf5oRbDcQv8uWqDMYNMQ1Q6ydGo%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Simone Tebet<\/a>&nbsp;(MDB), com 1%, al&eacute;m de&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F27%2Feleicoes-2022-rodrigo-pacheco.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=QmeixHOIbg1%2FmV%2FLHrd777IURpGpkW%2FhSdeyzv2Q9ug%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Rodrigo Pacheco<\/a>&nbsp;(PSD)<strong>&nbsp;<\/strong>e&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F18%2Feleicoes-2022-luiz-felipe-davila.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=E%2F4rJLswRJGy3MiLpLvmGIbOgpUOcduB65%2FW72%2BE3hM%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Felipe D&rsquo;&Aacute;vila<\/a>&nbsp;(Novo), que n&atilde;o pontuaram. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa Genial\/Quaest 3: <\/strong>Em cinco cen&aacute;rios para o segundo turno, o petista venceria todos os advers&aacute;rios. No duelo com Bolsonaro por 54% a 30%, contra Moro por 52% a 28% e contra Ciro por 51% a 24%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa Genial\/Quaest 4: <\/strong>A prefer&ecirc;ncia por Lula &eacute; inversamente proporcional &agrave; renda dos eleitores. Entre os que ganham at&eacute; dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos, o ex-presidente marca 55% a 16% contra Bolsonaro. Entre os que recebem de dois a cinco sal&aacute;rios, o petista e o presidente ficam com 44% e 25%, respectivamente. Quando o eleitor ganha mais de cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos, os dois empatam em 31% das prefer&ecirc;ncias. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Federa&ccedil;&otilde;es Partid&aacute;rias:<\/strong> As federa&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias foram referendadas&nbsp;pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por 10 votos a 1. Apenas o ministro Nunes Marques acolheu os argumentos do PTB de que as federa&ccedil;&otilde;es&nbsp;violariam a Constitui&ccedil;&atilde;o por trazerem de volta as coliga&ccedil;&otilde;es proporcionais. O Supremo, por&eacute;m, ficou dividido quanto ao prazo para a forma&ccedil;&atilde;o delas, estabelecido pelo Congresso em 5 de agosto. O relator, ministro Lu&iacute;s Roberto Barroso, que havia antecipado o prazo para 1&ordm; de mar&ccedil;o, ampliou-o para 31 de maio de 2022, antes das conven&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias. Cinco ministros o acompanharam, enquanto tr&ecirc;s seguiram a diverg&ecirc;ncia de Gilmar Mendes, que mantinha o prazo da lei. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Or&ccedil;amento Secreto: <\/strong>Termina no dia 9 de mar&ccedil;o o prazo dado&nbsp;pelo STF para que Legislativo e o Executivo estabele&ccedil;am transpar&ecirc;ncia no or&ccedil;amento secreto, lembra a&nbsp;Coluna do Estad&atilde;o. O Congresso vem ignorando&nbsp;a determina&ccedil;&atilde;o, e, por enquanto, entre os minist&eacute;rios, s&oacute; o da Defesa a respeitou. Desenvolvimento Regional promete cumprir o prazo, enquanto a Sa&uacute;de mandou ao Supremo uma planilha sem os nomes dos parlamentares que patrocinam as libera&ccedil;&otilde;es. (Estad&atilde;o) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Propaganda Eleitoral nas Igrejas:<\/strong> Foi aprovado na C&acirc;mara dos Deputados em setembro&nbsp;e avan&ccedil;a no Senado, no bojo do novo C&oacute;digo Eleitoral, a permiss&atilde;o para que candidatos fa&ccedil;am campanha, presencialmente ou por v&iacute;deo, em igrejas desde que n&atilde;o pe&ccedil;am voto diretamente para eles mesmos. A relatora do texto aprovado na C&acirc;mara, Margarete Coelho (PP-PI), quer que sejam aplicadas aos templos as mesmas regras das universidades, onde ocorre debate pol&iacute;tico e eleitoral. A aprova&ccedil;&atilde;o do projeto &eacute; aguardada por partid&aacute;rios do presidente Jair Bolsonaro (PL) para dar in&iacute;cio a uma campanha intensa, especialmente em igrejas evang&eacute;licas. Em 2018, esse eleitorado o apoiou em massa, mas hoje as pesquisas o mostram em ligeira desvantagem ante o ex-presidente Lula (PT) nesse segmento. Para analistas, Bolsonaro precisar&aacute; mais do que a proximidade com l&iacute;deres das igrejas e propaganda em templos para recuperar&nbsp;o voto evang&eacute;lico. Mesmo aliados do presidente reconhecem que a infla&ccedil;&atilde;o, o desemprego e a pandemia amea&ccedil;am a reelei&ccedil;&atilde;o. (Veja) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Migra&ccedil;&atilde;o de Eleitores: <\/strong>O ex-presidente&nbsp;Lula&nbsp;herdaria 1\/5 dos eleitores que elegeram Bolsonaro (PL)&nbsp;em 2018, se as elei&ccedil;&otilde;es fossem hoje. Os dados s&atilde;o da pesquisa PoderData realizada de 31 de janeiro e 1&ordm; de fevereiro. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voto Evang&eacute;lico: <\/strong>Segundo levantamento PoderData&nbsp;realizado de 31 de janeiro a 1&ordm; de fevereiro, Jair Bolsonaro (PL) &eacute; o escolhido de 42% dos eleitores evang&eacute;licos &ndash; varia&ccedil;&atilde;o na margem de erro na compara&ccedil;&atilde;o com as pesquisas de dezembro&nbsp;(43%) e janeiro (40%).O ex-presidente&nbsp;Lula&nbsp;(PT), que lidera com 41% nas inten&ccedil;&otilde;es de voto geral, fica em 2&ordm; lugar entre o p&uacute;blico evang&eacute;lico, com 35%. Em dezembro, o petista tinha 26% nesse grupo. Em janeiro, mudou de patamar e cresceu para 36%. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voto Cat&oacute;lico: <\/strong>Quando se consideram os eleitores cat&oacute;licos, o cen&aacute;rio se inverte e Lula sai na frente, com 42% dos votos &ndash;4 p.p. a menos que na rodada passada. Bolsonaro marca 24% nesse grupo, seguido do ex-juiz Sergio Moro&nbsp;(Podemos), com 10%, e do ex-ministro Ciro Gomes&nbsp;(PDT), com 7%.(Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ruim ou P&eacute;ssimo: <\/strong>Pesquisa PoderData&nbsp;realizada de 31 de janeiro a 1&ordm; de fevereiro de 2022 mostra que menos da metade (47%) dos que votaram em Jair Bolsonaro (PL) em 2018 t&ecirc;m uma avalia&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel do seu trabalho. Dentre os que votaram em Bolsonaro no 2&ordm; turno, 30% o avaliam como&nbsp;&ldquo;ruim&rdquo;<em>&nbsp;<\/em>ou&nbsp;&ldquo;p&eacute;ssimo&rdquo;. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Percep&ccedil;&atilde;o Negativa de Moro:<\/strong> A percep&ccedil;&atilde;o negativa sobre o pr&eacute;-candidato do Podemos &agrave; Presid&ecirc;ncia,&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F21%2Feleicoes-2022-sergio-moro.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=DYQk%2B649F%2FD%2BbOPwnDiVIYKKoZ%2FKBKaYKrCcCT1D2so%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sergio Moro<\/a>, cresceu no m&ecirc;s de janeiro e chegou a 40,4%, de acordo com levantamento da plataforma&nbsp;Torabit, que acompanha a evolu&ccedil;&atilde;o das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais nas redes sociais e faz recortes mensais. O ex-juiz teve 32% de men&ccedil;&otilde;es positivas em apoio &agrave; sua candidatura presidencial e 27,6% neutras. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Men&ccedil;&otilde;es a Lula: <\/strong>Em janeiro, o presidenci&aacute;vel<strong>&nbsp;<\/strong><a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F22%2Feleicoes-2022-lula.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=zel7Wb%2F2XwsnPMDRsnD2faxVPn9xJdKfau%2FzkKhkuLM%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Luiz In&aacute;cio Lula da Silva<\/a><strong>&nbsp;<\/strong>contabilizou o maior n&uacute;mero de men&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias e com sentimento mais positivo entre os presidenci&aacute;veis, conforme a Torabit. O petista teve m&eacute;dia de 9.317 men&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias sobre sua prov&aacute;vel candidatura e totalizou 288.816 no m&ecirc;s de janeiro. A maioria das men&ccedil;&otilde;es a ele foi positiva (40,9%), sendo que foram neutras 33,5% e 25% das men&ccedil;&otilde;es foram cr&iacute;ticas ao ex-presidente. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Men&ccedil;&otilde;es a Bolsonaro: <\/strong>O atual presidente&nbsp;<a href=\"https:\/\/nam10.safelinks.protection.outlook.com\/?url=https%3A%2F%2Fvalor.globo.com%2Fpolitica%2Fnoticia%2F2021%2F12%2F23%2Feleicoes-2022-jair-bolsonaro.ghtml&amp;data=04%7C01%7CCarolina.Freitas%40valor.com.br%7Cafbd3c9b47de43377f3308d9ceb28106%7C0b0573540fc947e586748449dd7e88b8%7C0%7C0%7C637768088328577454%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJWIjoiMC4wLjAwMDAiLCJQIjoiV2luMzIiLCJBTiI6Ik1haWwiLCJXVCI6Mn0%3D%7C3000&amp;sdata=jIgrWUI58HBtEnTQ3maMjapCC2WthMsiqo0XD1%2FURCI%3D&amp;reserved=0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jair Bolsonaro<\/a>&nbsp;teve m&eacute;dia de 9.043 men&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias sobre sua candidatura, totalizando 280.347 no m&ecirc;s de janeiro. A maior parte das men&ccedil;&otilde;es direcionadas a ele foi neutra (37,9%), sendo 29,8% das men&ccedil;&otilde;es negativas e 32,4% delas, positivas, de apoiadores. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apologia ao Nazismo: <\/strong>O procurador-geral da Rep&uacute;blica, Augusto Aras, mandou que fosse aberta uma investiga&ccedil;&atilde;o&nbsp;por apologia ao nazismo contra o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e o youtuber Bruno Aiub, o Monark, at&eacute; dia 08-02-2022 apresentador do podcast&nbsp;Flow. Durante uma entrevista&nbsp;com a deputada Tabata Amaral (PSB-SP), Monark defendeu a cria&ccedil;&atilde;o de um Partido Nazista &ldquo;reconhecido por lei&rdquo; e o direito de ser &ldquo;antijudeu&rdquo;. Tabata reagiu, lembrando as atrocidades cometidas pelo nazismo. Kataguiri, que tamb&eacute;m participava da entrevista, sugeriu ter sido um erro a Alemanha criminalizar o nazismo ap&oacute;s a Segunda Guerra. Em seu argumento, o deputado, e a declara&ccedil;&atilde;o de&nbsp;Monark, provocou revolta entre patrocinadores&nbsp;do podcast e antigos entrevistados, al&eacute;m de protestos de entidades de direitos humanos. Mais tarde, Monark publicou um v&iacute;deo pedindo desculpas e admitindo que estava b&ecirc;bado&nbsp;durante o programa. Diante das rea&ccedil;&otilde;es, ele foi exclu&iacute;do&nbsp;do podcast e da sociedade na empresa que o produz. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Doria Enfrenta Rebeli&atilde;o: <\/strong>Vencedor das pr&eacute;vias do PSDB, mas estagnado nas pesquisas eleitorais, o governador de S&atilde;o Paulo, Jo&atilde;o Doria, enfrenta uma rebeli&atilde;o&nbsp;de nomes tradicionais da legenda. (Estad&atilde;o) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Convite do PV para Alckmin: <\/strong>Com o impasse entre PT e PSB&nbsp;em torno da disputa pelo governo paulista, o PV&nbsp;convidou&nbsp;o ex-governador Geraldo Alckmin a se filiar &agrave; legenda e ser vice na chapa do ex-presidente Lula, conta Monica Bergamo. Al&eacute;m de se cacifarem na futura federa&ccedil;&atilde;o com o PT e outros partidos de esquerda, os Verdes buscam atrair aliados do ex-tucano. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lula Quer Trazer o PSD: <\/strong>Lula teve um novo encontro com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em busca de apoio&nbsp;j&aacute; no primeiro turno. O clima foi cordial, mas Kassab refor&ccedil;ou o compromisso com a candidatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), que a cada dia parece menos entusiasmado com a ideia. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uni&atilde;o Brasil Aprovado: <\/strong>O Tribunal Superior Eleitoral&nbsp;(TSE) aprovou, por unanimidade, a fus&atilde;o&nbsp;do PSL e do DEM no Uni&atilde;o Brasil. O novo partido nasce com a maior bancada do Congresso, com 81 deputados e sete senadores, e a maior fatia do fundo eleitoral, cerca de R$ 1 bilh&atilde;o. Mas esse n&uacute;mero de parlamentares deve diminuir logo, com o &ecirc;xodo, por exemplo, da ala bolsonarista do PSL. A fus&atilde;o ou cria&ccedil;&atilde;o de um novo partido &eacute; um dos casos em que a Justi&ccedil;a Eleitoral permite a desfilia&ccedil;&atilde;o de ocupantes de cargos proporcionais (deputados federais e estaduais e vereadores) sem perda do mandato. (CNN Brasil) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Compartilhamento de Provas: <\/strong>O ministro do STF&nbsp;Alexandre Moraes autorizou o&nbsp;compartilhamento&nbsp;das provas obtidas pela PF na investiga&ccedil;&atilde;o sobre o&nbsp;vazamento&nbsp;pelo presidente Jair Bolsonaro, de uma investiga&ccedil;&atilde;o sigilosa com a equipe tamb&eacute;m da PF, que apura a a&ccedil;&atilde;o de uma mil&iacute;cia digital&nbsp;contra as institui&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas. Caber&aacute; aos investigadores decidirem se incluem ou n&atilde;o o presidente no segundo inqu&eacute;rito. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ministro Quer Legalizar Armas: <\/strong>O ministro da Justi&ccedil;a, Anderson Torres, quer que o presidente Jair Bolsonaro edite uma Medida Provis&oacute;ria anistiando&nbsp;os donos de armamento irregular, revela o&nbsp;Painel. Antiga reivindica&ccedil;&atilde;o da Bancada da Bala, a MP permitiria a esses propriet&aacute;rios legalizar as armas sem multa ou puni&ccedil;&atilde;o. Torres argumenta que isso permitiria saber quais s&atilde;o e onde est&atilde;o essas armas. Uma anistia semelhante foi concedida entre 2004 e 2005, mas para que as armas fossem entregues e destru&iacute;das, n&atilde;o legalizadas. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Altera&ccedil;&otilde;es na Lei Rouanet: <\/strong>O governo federal formalizou mudan&ccedil;as nas regras de financiamento a projetos culturais atrav&eacute;s de Lei Rouanet, criada em 1991. Entre outras altera&ccedil;&otilde;es, o valor m&aacute;ximo que pode ser captado por empresa caiu de R$ 10 milh&otilde;es para R$ 6 milh&otilde;es. Esse tamb&eacute;m &eacute; o limite m&aacute;ximo para capta&ccedil;&atilde;o por projeto, e somente em casos especiais, como concertos sinf&ocirc;nicos, museus de mem&oacute;ria e outros. Tamb&eacute;m foi reduzido de R$ 45 mil para R$ 3 mil o valor m&aacute;ximo de cach&ecirc;s por apresenta&ccedil;&atilde;o para artistas solo. Criada em 1991, a Lei Rouanet permite que, ap&oacute;s ter o projeto aprovado pelo governo, produtores culturais captem recursos&nbsp;com pessoas f&iacute;sicas e empresas, que, em troca, t&ecirc;m descontos no Imposto de Renda. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mais Veneno &agrave; Mesa:<\/strong> A C&acirc;mara aprovou&nbsp;por 301 votos a favor, 150 contra e duas absten&ccedil;&otilde;es, o projeto de lei que concentra no Minist&eacute;rio da Agricultura o registro de agrot&oacute;xico. Defendido pelas bancadas ruralista e bolsonarista, apelidado por ambientalistas de &ldquo;PL do veneno&rdquo;, o projeto, entre outras mudan&ccedil;as, tira da Anvisa e do Ibama o poder de decis&atilde;o sobre o registro &mdash; os pareceres dos dois &oacute;rg&atilde;os passam a ser apenas consultivos. A C&acirc;mara agora vota os destaques. Ainda &eacute; necess&aacute;ria aprova&ccedil;&atilde;o do Senado. (Poder360) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Guilherme Amado:<\/strong>&nbsp;&ldquo;O ex-presidente Lula assegurou&nbsp;a um grande empres&aacute;rio do agroneg&oacute;cio que Geraldo Alckmin ir&aacute; se filiar ao PSD para disputar a elei&ccedil;&atilde;o como o seu vice.&rdquo; (Metr&oacute;poles) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Moro Fora do Uni&atilde;o Brasil: <\/strong>A mudan&ccedil;a&nbsp;do ex-ministro S&eacute;rgio Moro do Podemos para o Uni&atilde;o Brasil foi descartada, segundo fontes ligadas ao pr&eacute;-candidato. Mesmo uma coliga&ccedil;&atilde;o entre os dois partidos parece cada dia mais dif&iacute;cil, devido a quest&otilde;es regionais. Em v&aacute;rios estados, l&iacute;deres locais da nova legenda s&atilde;o aliados de advers&aacute;rios de Moro, como o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT). Al&eacute;m disso, alguns dos prov&aacute;veis candidatos do Uni&atilde;o Brasil foram investigados pela Lava-Jato e repelem uma alian&ccedil;a com o antigo algoz. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mil&iacute;cia Digital Evang&eacute;lica<\/strong>: O ex-presidente Lula (PT) e o ex-ministro S&eacute;rgio Moro (Podemos) se tornaram alvos de uma saraivada de not&iacute;cias falsas e difama&ccedil;&otilde;es nas redes sociais por parte de evang&eacute;licos bolsonaristas. O PT vem reunindo estes ataques, que incluem v&iacute;deos editados retirando do contexto falas do ex-presidente e com efeitos de &aacute;udio para dar a entender que ele est&aacute; b&ecirc;bado ou &ldquo;possu&iacute;do&rdquo;. Para os petistas, os ataques se intensificaram ap&oacute;s pesquisas indicarem ligeira vantagem de Lula sobre Bolsonaro entre os evang&eacute;licos. J&aacute; Moro foi chamado de &ldquo;Judas&rdquo; e &ldquo;covarde&rdquo; pelo pastor Silas Malafaia e de &ldquo;abortista&rdquo; pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Juristas Evang&eacute;licos (Anajure). (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Notas T&eacute;cnicas Negacionistas<\/strong>: A Comiss&atilde;o de Direitos Humanos (CDH) do Senado convocou os ministros da Sa&uacute;de, Marcelo Queiroga, e da Mulher, da Fam&iacute;lia e dos Direitos Humanos, Damares Alves, para explicarem notas t&eacute;cnicas emitidas por suas pastas vistas como tentativas de se contrapor &agrave; vacina&ccedil;&atilde;o. A nota da Sa&uacute;de questionava a efic&aacute;cia das vacinas e atestava a do kit-covid. J&aacute; a do minist&eacute;rio de Damares criticava o passaporte vacinal e a obrigatoriedade da imuniza&ccedil;&atilde;o infantil. Os senadores tamb&eacute;m pretendem cobrar de Queiroga explica&ccedil;&otilde;es sobre a demora no in&iacute;cio da vacina&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as. (Poder360) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Social, Emprego e Renda<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Pobreza e Queimaduras: <\/strong>A alta do pre&ccedil;o do g&aacute;s de cozinha est&aacute; deixando marcas literalmente na pele dos brasileiros. Segundo a Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), entre mar&ccedil;o e novembro de 2020 houve 700 interna&ccedil;&otilde;es por acidentes decorrentes do uso de &aacute;lcool l&iacute;quido para cozinhar. Em Pernambuco, houve uma alta de 40% em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero habitual de queimaduras desse tipo. De acordo com o IBGE, 91% das resid&ecirc;ncias t&ecirc;m fog&otilde;es a g&aacute;s,&nbsp;mas&nbsp;falta dinheiro para compr&aacute;-lo. O que fica n&atilde;o s&atilde;o apenas cicatrizes do fogo. S&atilde;o cicatrizes da pobreza. (Metr&oacute;poles) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Programas de Transfer&ecirc;ncia de Renda: <\/strong>Entre 2018 e 2021, a participa&ccedil;&atilde;o dos programas de transfer&ecirc;ncia direta dentro do or&ccedil;amento de assist&ecirc;ncia social passou de 34,8% para 48,3%, segundo n&uacute;meros levantados pelo jornal&nbsp;Valor&nbsp;no Portal da Transpar&ecirc;ncia. O grande impulso veio em 2020, no primeiro ano da pandemia, quando o aux&iacute;lio emergencial fez com que as transfer&ecirc;ncias diretas ultrapassassem os R$ 300 bilh&otilde;es. Os gastos recuaram em 2021, mas ainda assim seguem em patamar bastante superior ao de antes da pandemia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Novo Marco Trabalhista: <\/strong>Mais do que uma mera revoga&ccedil;&atilde;o dos itens da reforma trabalhista feita em 2017, durante o governo Michel Temer, petistas e sindicalistas animados com o desempenho do ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva nas pesquisas falam em montar um novo arcabou&ccedil;o legal para o mundo do trabalho em caso de vit&oacute;ria eleitoral. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prote&ccedil;&atilde;o de Dados Pessoais:<\/strong> O Congresso Nacional promulgou ontem a PEC que inclui a prote&ccedil;&atilde;o de dados pessoais&nbsp;entre os direitos fundamentais do cidad&atilde;o. Agora parte da Constitui&ccedil;&atilde;o, o texto inclui no artigo 5&ordm;, que trata dos direitos individuais e coletivos, o trecho que diz ser &ldquo;assegurado, nos termos da lei, o direito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de dados pessoais, inclusive nos meios digitais&rdquo;. Com isso, a inclus&atilde;o torna o tema cl&aacute;usula p&eacute;trea, ou seja, qualquer mudan&ccedil;a na prote&ccedil;&atilde;o de dados ter&aacute; de ser no sentido de ampliar e resguardar direitos. A proposta faz parte de um pacote de mudan&ccedil;as aprovadas recentemente para aprimorar o tratamento de dados no pa&iacute;s, entre elas a Lei Geral de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados Pessoais (LGPD) e a Autoridade Nacional de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados (ANPD). (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crian&ccedil;as Que N&atilde;o Sabem Ler<\/strong>: O n&uacute;mero<strong> <\/strong>de crian&ccedil;as de seis e sete anos que n&atilde;o sabem ler cresceu 65% durante a pandemia, aponta estudo divulgado pela ONG Todos Pela Educa&ccedil;&atilde;o, passando de 1,429 milh&atilde;o em 2019 (25,1% das crian&ccedil;as nessa faixa et&aacute;ria) para 2,367 milh&otilde;es (40,8%) em 2021. A distribui&ccedil;&atilde;o, como sempre, &eacute; desigual: 47,4% entre crian&ccedil;as pretas, 44,5% entre pardas e 35,1% entre brancas. Especialistas temem que isso provoque um aumento na evas&atilde;o escolar no futuro. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudo Sobre Atingidos por Grandes Obras<\/strong>: A constru&ccedil;&atilde;o de grandes obras como rodovias e barragens, costuma exigir a transfer&ecirc;ncia de centenas ou milhares pessoas para dar lugar aos empreendimentos. Um estudo elaborado pela FGV mostrou que esses deslocamentos compuls&oacute;rios t&ecirc;m sido feitos violando direitos humanos desses moradores locais. A pesquisa tamb&eacute;m apresenta recomenda&ccedil;&otilde;es para aprimorar o trabalho de reassentamento das fam&iacute;lias. O estudo baseou-se no hist&oacute;rico de constru&ccedil;&atilde;o de barragens das usinas hidrel&eacute;tricas de Aimor&eacute;s, Canabrava, Emboque, Foz do Chapec&oacute;, Fuma&ccedil;a, Tucuru&iacute;, It&aacute; e Belo Monte, al&eacute;m da usina hidrel&eacute;trica de Chixoy, na Guatemala. O deslocamento compuls&oacute;rio, que &eacute; a remo&ccedil;&atilde;o de pessoas de suas casas sem oferecer meios de prote&ccedil;&atilde;o legal, nem permitir o acesso &agrave; prote&ccedil;&atilde;o, &eacute; internacionalmente reconhecido como grave viola&ccedil;&atilde;o de direitos humanos pela Comiss&atilde;o de Direitos Humanos da ONU. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sal&aacute;rio M&iacute;nimo Ideal<\/strong>: O sal&aacute;rio m&iacute;nimo ideal deveria ter sido de R$ 5.997,14 em janeiro de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta B&aacute;sica de Alimentos, divulgada dia 07-02-2022 pelo Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos &ndash; DIEESE. O valor corresponde a 4,95 vezes o piso nacional vigente, que subiu para R$1.212,00 em 2022, o que representou mais um ano sem ganho real. (g1)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inseguran&ccedil;a Alimentar no Brasil<\/strong>: O Inqu&eacute;rito Nacional sobre Inseguran&ccedil;a Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, desenvolvido pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgado em 2021, indicou que 55,2% dos lares brasileiros vivenciavam um cen&aacute;rio de inseguran&ccedil;a alimentar &mdash; um aumento de 54% em rela&ccedil;&atilde;o a 2018, quando esse percentual era de 36,7%. 116,8 milh&otilde;es de brasileiros n&atilde;o t&ecirc;m acesso pleno e permanente a comida. (Carta Capital)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Endividamento das Fam&iacute;lias 1: <\/strong>O endividamento das fam&iacute;lias&nbsp;deve continuar elevado e acima dos 70%, apesar de janeiro ter registrado o primeiro recuo ap&oacute;s 13 altas e se esperar alguma redu&ccedil;&atilde;o na margem nos pr&oacute;ximos meses. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; de &Iacute;zis Ferreira,&nbsp;economista da<strong>&nbsp;<\/strong>Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Endividamento das Fam&iacute;lias<\/strong> <strong>2<\/strong>: Segundo a&nbsp;Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimpl&ecirc;ncia do Consumidor (Peic), a parcela das fam&iacute;lias endividadas ficou aos 76,1% em janeiro, n&iacute;vel 0,2% inferior a dezembro 76,3%), m&ecirc;s que havia registrado o maior patamar na s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em janeiro de 2010. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inadimpl&ecirc;ncia das Fam&iacute;lias: <\/strong>O percentual de<strong>&nbsp;<\/strong>fam&iacute;lias inadimplentes&nbsp;atingiu 26,4% em janeiro, ante 26,2% em dezembro, maior taxa desde agosto de 2020 e para o primeiro m&ecirc;s do ano na s&eacute;rie hist&oacute;rica. O &iacute;ndice considera fam&iacute;lias que relataram ter d&iacute;vidas a vencer (cheque pr&eacute;-datado, cart&atilde;o de cr&eacute;dito, cheque especial, carn&ecirc; de loja, cr&eacute;dito consignado, empr&eacute;stimo pessoal, presta&ccedil;&atilde;o de carro e de casa). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Meio Ambiente e Energia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Os Elevados Custos com a Bandeira Tarif&aacute;ria 1:<\/strong> O total arrecadado pelo setor el&eacute;trico com as bandeiras tarif&aacute;rias, entre setembro e dezembro de 2021, chegou a R$ 12,9 bilh&otilde;es. O valor pago pelos consumidores &eacute; 4 vezes o do &uacute;ltimo quadrimestre de 2019, ano anterior &agrave; pandemia do coronav&iacute;rus, e 16 vezes o do mesmo per&iacute;odo de 2020. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os Elevados Custos com a Bandeira Tarif&aacute;ria 2: <\/strong>O montante tamb&eacute;m representa mais de 5 vezes o b&ocirc;nus pago aos consumidores&nbsp;que economizaram energia no mesmo per&iacute;odo e &eacute; quase 20% acima do limite de empr&eacute;stimo previsto ao setor el&eacute;trico&nbsp;neste ano, para cobrir o rombo financeiro causado pela crise h&iacute;drica, no ano passado. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fundo Amaz&ocirc;nia Paralisado<\/strong>: O governo brasileiro descumpriu as regras do Fundo Amaz&ocirc;nia e &eacute; o respons&aacute;vel pelo travamento de R$ 2,9 bilh&otilde;es em recursos que estariam sendo usados para ajudar a combater o desmatamento na floresta. A conclus&atilde;o &eacute; de um dos principais idealizadores do fundo, o engenheiro florestal Tasso Azevedo. Azevedo ainda criticou o afrouxamento na fiscaliza&ccedil;&atilde;o e nas penaliza&ccedil;&otilde;es, j&aacute; que o Ibama reduziu em 80% o volume de multas, fato celebrado pelo presidente Jair Bolsonaro e visto com naturalidade pelo ministro do Meio Ambiente. &ldquo;98% dos desmatamentos em 2020 tinham algum ind&iacute;cio de ilegalidade. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Empresarial e Tecnol&oacute;gico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Crimes Cibern&eacute;ticos e Pequenos Neg&oacute;cios: <\/strong>Crimes&nbsp;cibern&eacute;ticos&nbsp;tamb&eacute;m atingem pequenos neg&oacute;cios&nbsp;de qualquer segmento, que muitas vezes n&atilde;o adotam medidas de preven&ccedil;&atilde;o mais efetivas&nbsp;e tornam-se&nbsp;mais vulner&aacute;veis aos ataques. De olho nas brechas do setor, cibercriminosos t&ecirc;m interesse nos mais diversos tipos de informa&ccedil;&atilde;o, desde dados de clientes e funcion&aacute;rios at&eacute; registros de transa&ccedil;&otilde;es comerciais e banc&aacute;rias. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rastreamento de Dados dos Usu&aacute;rios:<\/strong> Um estudo publicado&nbsp;pela empresa de marketing URL Genius apontou que o YouTube e o TikTok s&atilde;o os aplicativos de m&iacute;dia social que mais rastreia dados pessoais&nbsp;dos usu&aacute;rios. No caso do YouTube, a plataforma coleta dados principalmente para si &mdash; informa&ccedil;&otilde;es como rastrear seu hist&oacute;rico de pesquisa online ou localiza&ccedil;&atilde;o. Mas o TikTok permite principalmente que rastreadores de terceiros coletem seus dados &mdash; e n&atilde;o se sabe o que acontece com eles. Para o estudo, a empresa usou o recurso Record App Activity do iOS da Apple. (CNBC) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reduzindo Desperd&iacute;cios<\/strong>: Um aplicativo lan&ccedil;ado em agosto de 2021 quer diminuir o desperd&iacute;cio de alimentos ao levar clientes a consumirem produtos de estabelecimentos com sobra de comida. Com descontos de, no m&iacute;nimo, 70%, o Refood &eacute; inspirado em um modelo contra desperd&iacute;cio consolidado na Europa e permite a compra de alimentos pr&oacute;ximos do prazo de validade em restaurantes, padarias e supermercados. A meta da startup &eacute; estar em toda a capital paulista at&eacute; o final de 2022 e chegar a capitais como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza em 2023. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ve&iacute;culos El&eacute;tricos 1<\/strong>: A eletrifica&ccedil;&atilde;o dos ve&iacute;culos avan&ccedil;a no Brasil. Em janeiro, foram vendidos 2,5 mil ve&iacute;culos h&iacute;bridos ou el&eacute;tricos. Isso representa, ainda, uma fatia pequena do mercado de carros. Apenas 2,2%. Equivale, no entanto, a um aumento de 93% na compara&ccedil;&atilde;o com janeiro de 2021. H&iacute;bridos representam a maior parte. S&oacute; 368 unidades licenciadas em janeiro foram modelos 100% el&eacute;tricos. Ainda assim, &eacute; mais do que o dobro do que um ano atr&aacute;s. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ve&iacute;culos El&eacute;tricos 2: <\/strong>O segmento de caminh&otilde;es e &ocirc;nibus merece destaque porque o uso de energias limpas, g&aacute;s e eletricidade, tamb&eacute;m come&ccedil;a a aparecer nos registros da Anfavea, a associa&ccedil;&atilde;o que representa as montadoras. Segundo a entidade, 0,1% e 0,6% das vendas em janeiro, foram, respectivamente, de ve&iacute;culos comerciais a g&aacute;s e el&eacute;tricos. O diesel ficou, ainda, com 99,4% do mercado. Mas os modelos a g&aacute;s e el&eacute;tricos sequer apareciam nos registros da Anfavea h&aacute; um ano.<strong> <\/strong>(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lucro da Usiminas: <\/strong>A&nbsp;Usiminas&nbsp;reportou no quarto trimestre de 2021 um lucro l&iacute;quido atribu&iacute;do aos acionistas da companhia de&nbsp;R$ 2,41 bilh&otilde;es. O resultado ficou 54% acima do que foi registrado no mesmo intervalo de 2020. A Usiminas encerrou 2021 com lucro l&iacute;quido atribu&iacute;do aos acionistas da companhia de R$ 9,07 bilh&otilde;es, ante R$ 672,8 milh&otilde;es alcan&ccedil;ados em 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Internacional<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Rea&ccedil;&atilde;o ao Banimento de Livros<\/strong>: Em v&aacute;rios estados dos EUA os conservadores participantes em conselhos escolares est&atilde;o agindo para banir das salas de aula livros que consideram &ldquo;impr&oacute;prios&rdquo;, em particular sobre g&ecirc;nero e racismo. Mas h&aacute; um grupo interessado que come&ccedil;a a reagir: os jovens leitores. Adolescentes de todo o pa&iacute;s est&atilde;o organizando grupos como o Clube dos Livros Banidos de Kutztown, na Pensilv&acirc;nia, para compartilhar obras que os conservadores n&atilde;o querem lidas. &ldquo;Eu amo ler, o que me deixa frustrada com esses banimentos. Ningu&eacute;m pede aos adolescentes sua opini&atilde;o sobre esses livros&rdquo;, diz Joselyn Diffenbaugh, de 14 anos, fundadora do clube. (Guardian) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Comercial dos EUA<\/strong>: O d&eacute;ficit comercial dos Estados Unidos<strong> <\/strong>atingiu n&iacute;veis recordes em 2021, com um crescimento de 27% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, e atingindo o montante de US$ 859 bilh&otilde;es. O movimento ocorre uma vez que os americanos continuam consumindo fortemente produtos produzidos no exterior &ndash; movimento que se consolidou na pandemia. No ano, as exporta&ccedil;&otilde;es aumentaram US$ 394,1 bilh&otilde;es ou 18,5%, para US$ 2,52 trilh&otilde;es, enquanto as importa&ccedil;&otilde;es cresceram US$ 576 bilh&otilde;es ou 20,5%, para US$ 3,38 trilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Banco Central da R&uacute;ssia Eleva Juros: <\/strong>O&nbsp;Banco Central da R&uacute;ssia<strong>&nbsp;<\/strong>elevou nesta sexta-feira (11) sua principal taxa de juros, em resposta a um aumento mais forte do que o esperado na infla&ccedil;&atilde;o, &agrave; medida que a economia se recupera dos efeitos da pandemia da covid-19. Em comunicado, o&nbsp;BC russo elevou a taxa b&aacute;sica de juros de 8,5% para 9,5%, dando continuidade ao ciclo de aperto monet&aacute;rio iniciado em mar&ccedil;o, quando a taxa b&aacute;sica estava em 4,25%.&nbsp;Em janeiro, o &iacute;ndice oficial de pre&ccedil;os ao consumidor (CPI, na sigla em ingl&ecirc;s) da R&uacute;ssia subiu 8,7%, em base anual. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Economia do Reino Unido: <\/strong>O&nbsp;Produto Interno Bruto (PIB)&nbsp;cresceu no ritmo mais r&aacute;pido desde a Segunda Guerra Mundial em 2021, depois de desacelerar menos do que o esperado no &uacute;ltimo trimestre do ano passado. A expans&atilde;o de 7,5% foi a maior desde 1941 e fez o Reino Unido ter o crescimento mais forte entre as economias avan&ccedil;adas. No entanto, a economia brit&acirc;nica continuou menor no quarto trimestre do que o n&iacute;vel observado no quarto trimestre de 2019, anterior &agrave; pandemia &mdash; um patamar j&aacute; superado por outros pa&iacute;ses, como EUA e Fran&ccedil;a. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-default\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Notas Econ&ocirc;micas: fontes<\/h2>\n\n\n\n<p>Jornal Valor, Globo, Folha, Estad&atilde;o, Canal Meio Newsletter, Carta Capital, &Eacute;poca Neg&oacute;cios, Poder 360, Mercado &amp; Consumo, Veja, Jornal Nacional, CNN Brasil, Metr&oacute;poles, Guardian, CNBC e g1. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"Fontes:%20Jornal%20Valor,%20Globo,%20Folha,%20Estad%C3%A3o,%20Canal%20Meio%20Newsletter,%20Carta%20Capital,%20%C3%89poca%20Neg%C3%B3cios,%20Poder%20360,%20Mercado%20&amp;%20Consumo,%20Veja,%20Jornal%20Nacional,%20CNN%20Brasil,%20Metr%C3%B3poles,%20Guardian,%20CNBC%20e%20g1.\">u<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo Economista Paulo Roberto Bretas<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":22081,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2245,2246],"tags":[2308,2309],"class_list":{"0":"post-22080","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-conjuntura","8":"category-paulo-roberto-bretas","9":"tag-conjuntura-economica","10":"tag-conjuntura-politica"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/Semana-de-Arte-Moderna-1922.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22080","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22080"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22080\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22081"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}