{"id":21638,"date":"2022-02-02T18:20:41","date_gmt":"2022-02-02T21:20:41","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=21638"},"modified":"2022-02-02T18:20:48","modified_gmt":"2022-02-02T21:20:48","slug":"o-que-devemos-saber-sobre-ameacas-ao-futuro-da-humanidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/o-que-devemos-saber-sobre-ameacas-ao-futuro-da-humanidade\/","title":{"rendered":"O que devemos saber sobre amea\u00e7as ao futuro da humanidade?"},"content":{"rendered":"\n<p>Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final registra que o clima tenso, patrocinado por interesses econ&ocirc;micos, mant&eacute;m as amea&ccedil;as ao futuro em n&iacute;veis elevados por tr&ecirc;s anos seguidos<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"639\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg.webp\" alt=\"amea&ccedil;as ao futuro\" class=\"wp-image-21680\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg.webp 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg-300x187.webp 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg-768x479.webp 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg-696x434.webp 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: creative commons<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista Respons&aacute;vel I Radar do Futuro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">M&aacute; not&iacute;cia para n&oacute;s, os quase oito bilh&otilde;es de cidad&atilde;os que prezam uma rotina em paz com a humanidade. E boa not&iacute;cia para pessimistas e para os religiosos pregadores do Armagedon, o momento na b&iacute;blia em que a batalha final entre o bem e o mal. Tamb&eacute;m recebida com festar pelos fomentadores de intrigas entre na&ccedil;&otilde;es e guerras. O Conselho de Ci&ecirc;ncia e Seguran&ccedil;a do Boletim dos Cientistas At&ocirc;micos alerta que o <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rel%C3%B3gio_do_Ju%C3%ADzo_Final\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Rel%C3%B3gio_do_Ju%C3%ADzo_Final\" rel=\"noreferrer noopener\">Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final<\/a> mostra, neste inicio de 2022, que faltam apenas 100 segundos para a meia-noite, o hor&aacute;rio do fim do munco. Um argumento matador para quem deseja justificar a cren&ccedil;a de que estamos mais pr&oacute;ximos do dia em que o planeta voltar&aacute; a ser uma esfera a mais no universo sem vida.<\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; o terceiro ano seguido em que o ambiente fica t&atilde;o tenso, por conta da forma como a humanidade lida com quest&otilde;es como clima, pandemias e controle de armas nucleares. O sistema de avalia&ccedil;&atilde;o dos riscos registra um recorde in&eacute;dito de sequ&ecirc;ncias semelhantes, em 75 anos de hist&oacute;ria &ldquo;O mundo n&atilde;o est&aacute; mais seguro do que no ano passado neste momento&rdquo;, disse Rachel Bronson, presidente e CEO do Bulletin of the Atomic Scientists, em mat&eacute;ria publicada por Bryan Walsh no site <a href=\"https:\/\/www.vox.com\/22893594\/doomsday-clock-nuclear-war-climate-change-risk\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/www.vox.com\/22893594\/doomsday-clock-nuclear-war-climate-change-risk\" rel=\"noreferrer noopener\">Vox.com<\/a>. &ldquo;O Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final continua a pairar perigosamente, lembrando-nos de quanto trabalho &eacute; necess&aacute;rio para garantir um planeta mais seguro e saud&aacute;vel.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/upload.wikimedia.org\/wikipedia\/commons\/thumb\/e\/e8\/Doomsday_clock_%281.67_minutes%29.svg\/800px-Doomsday_clock_%281.67_minutes%29.svg.png\" alt=\"\" width=\"246\" height=\"246\"><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O rel&oacute;gio metaf&oacute;rico foi criado por Martyl Langsdorf, uma paisagista abstrata cujo marido, Alexander, havia sido f&iacute;sico do Projeto Manhattan, que produziu as bombas at&ocirc;micas jogadas Jap&atilde;o no final da segunda guerra mundial. Ela tamb&eacute;m ajudou a fundar o boletim, que come&ccedil;ou como uma revista publicada por cientistas preocupados com os perigos da era nuclear. Posteriormente, a iniciativa foi transformada em uma organiza&ccedil;&atilde;o de m&iacute;dia, sem fins lucrativos, que se concentra nos riscos existenciais para a humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde sua introdu&ccedil;&atilde;o, h&aacute; 75 anos, os ponteiros do Rel&oacute;gio se moveram para tr&aacute;s e para frente em resposta a mudan&ccedil;as geopol&iacute;ticas e avan&ccedil;os cient&iacute;ficos. Em 1953, marcava dois minutos para a meia-noite depois que os EUA e a Uni&atilde;o Sovi&eacute;tica testaram armas termonucleares pela primeira vez. Em 1991, ap&oacute;s o colapso da URSS e a assinatura do Tratado de Redu&ccedil;&atilde;o de Armas Estrat&eacute;gicas, foi adiado para 17 minutos para a meia-noite, o mais longe em sua hist&oacute;ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de 2007 o Boletim expandiu o Rel&oacute;gio para incluir qualquer amea&ccedil;a feita pelo homem, desde mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas at&eacute; armas anti-sat&eacute;lite. O resultado &eacute; uma esp&eacute;cie de &ldquo; desaparecimento apocal&iacute;ptico &rdquo;, pois os perigos que s&atilde;o reais, mas improv&aacute;veis &#8203;&#8203;de provocar o fim imediato da civiliza&ccedil;&atilde;o humana &ndash; e que se encaixam mal com a met&aacute;fora original de um rel&oacute;gio &ndash; turvam o objetivo mais importante da iniciativa. <\/p>\n\n\n\n<p>A diversidade de problemas do planeta &eacute;, de fato, grande. A come&ccedil;ar pela Covid-19. A mat&eacute;ria publicada pelo site Vox assinala que houve uma demonstra&ccedil;&atilde;o ampla sobre o tamanho do despreparo do mundo para lidar com problemas de sa&uacute;de. Tanto a crescente interconectividade global quanto a dissemina&ccedil;&atilde;o de novas ferramentas de engenharia biol&oacute;gica significam que a amea&ccedil;a de pat&oacute;genos naturais e humanos s&oacute; crescer&aacute;.  <\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, gra&ccedil;as ao que os especialistas do boletim chamaram de &ldquo;colapso na ordem internacional&rdquo; de atores nucleares e a crescente amea&ccedil;a das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, foi movido para dois minutos para a meia-noite e est&aacute; em 100 segundos desde 2020. Mesmo com os esfor&ccedil;os crescentes para reduzir as emiss&otilde;es de carbono, as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas est&atilde;o piorando ano ap&oacute;s ano. Novas tecnologias como intelig&ecirc;ncia artificial, armas aut&ocirc;nomas e at&eacute; ciberhacking avan&ccedil;ado apresentam perigos mais dif&iacute;ceis de avaliar, mas ainda muito reais. Estas vari&aacute;veis n&atilde;o t&ecirc;m peso t&atilde;o grande quanto a amea&ccedil;a da guerra nuclear. Um crit&eacute;rio que estava abrandado desde o fim da Guerra Fria. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Amea&ccedil;as ao futuro: a ind&uacute;stria b&eacute;lica<\/h2>\n\n\n\n<p>Os militares e as lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas das pot&ecirc;ncias armadas continuam amea&ccedil;ando e colocando a humanidade em risco. Agem como principais fontes de instabilidade entre as na&ccedil;&otilde;es para justificar os investimentos em armas. Criado para alertar a sociedade sobre os riscos das armas nucleares, a divulga&ccedil;&atilde;o dos dados do Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final deveria suscitar debates amplos e aprofundados sobre a forma como o mundo continua lidando lidando com militares, com a ind&uacute;stria de armas e com o submundo envolvido com os &ldquo;jogos de guerra&rdquo;. <\/p>\n\n\n\n<p>Os interesses vinculados n&atilde;o s&atilde;o transparentes como deveriam. Sete bilh&otilde;es de pessoas s&atilde;o ref&eacute;ns dos Estados Unidos, em especial, que n&atilde;o s&oacute; exerce o poder de pol&iacute;cia global, com suas mais de 600 bases militares espalhadas pelo mundo, como tamb&eacute;m assegura o ambiente de tens&atilde;o permanente ao promover interven&ccedil;&otilde;es como as que envolvem as rela&ccedil;&otilde;es da R&uacute;ssia com a Ucr&acirc;nia e da China com Taiwan. <\/p>\n\n\n\n<p>No in&iacute;cio de 2021, o site do <a href=\"https:\/\/thebulletin.org\/\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/thebulletin.org\/\" rel=\"noreferrer noopener\">Conselho de Cientistas At&ocirc;micos<\/a> divulgou que os Estados Unidos est&atilde;o construindo uma <a href=\"https:\/\/thebulletin.org\/2021\/02\/why-is-america-getting-a-new-100-billion-nuclear-weapon\/\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/thebulletin.org\/2021\/02\/why-is-america-getting-a-new-100-billion-nuclear-weapon\/\" rel=\"noreferrer noopener\">nova arma de destrui&ccedil;&atilde;o em massa<\/a>, um m&iacute;ssil nuclear do comprimento de uma pista de boliche. Ser&aacute; capaz de viajar cerca de 9,6 mil quil&ocirc;metros, carregando uma ogiva mais de 20 vezes mais poderosa do que a bomba at&ocirc;mica lan&ccedil;ada sobre Hiroshima. Ser&aacute; capaz de matar centenas de milhares de pessoas em um &uacute;nico tiro.<\/p>\n\n\n\n<p>A For&ccedil;a A&eacute;rea dos EUA planeja encomendar mais de 600 deles. A empresa de defesa Northrop Grumman ganhou um contrato inicial de US$ 13,3 bilh&otilde;es para come&ccedil;ar a engenharia e fabrica&ccedil;&atilde;o do m&iacute;ssil, mas isso ser&aacute; apenas uma fra&ccedil;&atilde;o da conta total. Com base em um relat&oacute;rio do Pent&aacute;gono citado pela Associa&ccedil;&atilde;o de Controle de Armas e pela Bloomberg News, o governo gastar&aacute; cerca de US$ 100 bilh&otilde;es para construir a arma, que estar&aacute; pronta para uso por volta de 2029.<\/p>\n\n\n\n<p>Para colocar valores em perspectiva, US$ 100 bilh&otilde;es poderiam pagar 1,24 milh&atilde;o de sal&aacute;rios de professores do ensino fundamental por um ano, fornecer 2,84 milh&otilde;es de bolsas universit&aacute;rias de quatro anos ou cobrir 3,3 milh&otilde;es de interna&ccedil;&otilde;es hospitalares para pacientes com covid-19. &Eacute; o suficiente para construir um enorme muro mec&acirc;nico para proteger a cidade de Nova York da eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar. &Eacute; o suficiente para chegar a Marte. <\/p>\n\n\n\n<p>O boletim do conselho dos cientistas ironiza a manipula&ccedil;&atilde;o envolvida tradicionalmente nas aquisi&ccedil;&otilde;es bilion&aacute;rias. &ldquo;Um dia em breve, a For&ccedil;a A&eacute;rea batizar&aacute; essa nova m&aacute;quina de guerra com seu nome &ldquo;popular&rdquo;, provavelmente alguma palavra que projeta bondade e for&ccedil;a, de acordo com m&iacute;sseis nucleares do passado, como Atlas, Titan e Peacekeeper. Por enquanto, por&eacute;m, o m&iacute;ssil atende pelo acr&ocirc;nimo ingl&oacute;rio GBSD, para &ldquo;dissuas&atilde;o estrat&eacute;gica baseada em terra&rdquo;. <\/p>\n\n\n\n<p>O GBSD foi projetado para substituir a frota existente de m&iacute;sseis Minuteman III; ambos s&atilde;o m&iacute;sseis bal&iacute;sticos intercontinentais, ou ICBMs. Como seus antecessores, a frota GBSD ser&aacute; alojada em silos subterr&acirc;neos, amplamente espalhados em tr&ecirc;s grupos conhecidos como &ldquo;asas&rdquo; em cinco estados. O prop&oacute;sito oficial dos ICBMs americanos vai al&eacute;m de responder a um ataque nuclear. Eles tamb&eacute;m se destinam a deter esses ataques e servem como alvos caso haja um.<\/p>\n\n\n\n<p>Administrando crises internas na economia e na sociedade, com aumento da pobreza, o governo norte-americano alega que est&aacute; buscando uma moderniza&ccedil;&atilde;o do arsenal nuclear dos EUA. O gasto pode chegar a US$ 1,2 trilh&atilde;o nos pr&oacute;ximos 30 anos. Moscou realiza sua pr&oacute;pria atualiza&ccedil;&atilde;o nuclear. A China est&aacute; expandindo seu pr&oacute;prio arsenal nuclear em um esfor&ccedil;o para diminuir a dist&acirc;ncia com os EUA e a R&uacute;ssia, mesmo com o aumento das tens&otilde;es sobre Taiwan. O risco de um conflito nuclear &eacute; &ldquo;perigosamente alto&rdquo;, escreveu recentemente Jon B. Wolfsthal, conselheiro s&ecirc;nior da iniciativa antinuclear Global Zero e ex-diretor s&ecirc;nior de controle de armas e n&atilde;o prolifera&ccedil;&atilde;o do Conselho de Seguran&ccedil;a Nacional. .<\/p>\n\n\n\n<p>O articulista Bryan Walsh reconhece que, enquanto existirem armas nucleares em n&uacute;mero significativo, haver&aacute; uma amea&ccedil;a existencial para a humanidade. Ao contr&aacute;rio de outras tecnologias disruptivas como intelig&ecirc;ncia artificial ou engenharia biol&oacute;gica, ou mesmo os combust&iacute;veis f&oacute;sseis que s&atilde;o o principal motor da mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, armas n&atilde;o t&ecirc;m lado benigno. &ldquo;Elas s&atilde;o apenas armas, armas de poder destrutivo inimagin&aacute;vel, inspirando ou n&atilde;o o pavor que uma vez causaram&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hist&oacute;rico: o Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final<\/h2>\n\n\n\n<p>Martyl Langsdorf foi convidada a desenhar uma capa para a edi&ccedil;&atilde;o de junho de 1947 da revista. Inspirado na ideia de contagem regressiva para uma explos&atilde;o nuclear, a artista escolheu a imagem de um rel&oacute;gio com ponteiros marcando meia-noite, porque &mdash; como escreveram os editores do boletim em homenagem a ela &mdash; &ldquo;sugeria a destrui&ccedil;&atilde;o esperada se ningu&eacute;m tomasse medidas para impedir.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>Como s&iacute;mbolo do perigo existencial &uacute;nico representado por milhares de ogivas nucleares mantidas em um gatilho de cabelo, o Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final &eacute; incompar&aacute;vel, uma das pe&ccedil;as de arte gr&aacute;fica mais ic&ocirc;nicas do s&eacute;culo XX . Foi referenciado em can&ccedil;&otilde;es de rock e programas de TV, e adornou a capa da primeira edi&ccedil;&atilde;o da s&eacute;rie de novelas gr&aacute;ficas Watchmen.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu valor &eacute; sua simplicidade gritante. De relance, qualquer um pode ver o qu&atilde;o perto os especialistas em ci&ecirc;ncia e seguran&ccedil;a do Boletim, que se re&uacute;nem duas vezes por ano para determinar a configura&ccedil;&atilde;o anual do Rel&oacute;gio, acreditam que o mundo est&aacute; da cat&aacute;strofe existencial. O Rel&oacute;gio pode estar errado &ndash; prever o apocalipse &eacute; uma tarefa quase imposs&iacute;vel &ndash; mas n&atilde;o pode ser mal interpretado.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Leia:<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/relatorio-de-riscos-globais-por-que-os-lideres-estao-mais-preocupados\/\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/relatorio-de-riscos-globais-por-que-os-lideres-estao-mais-preocupados\/\" rel=\"noreferrer noopener\">Relat&oacute;rio de riscos globais: por que os l&iacute;deres est&atilde;o mais preocupados<br><\/a><\/h4>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rel&oacute;gio do Ju&iacute;zo Final registra que o clima tenso, patrocinado por interesses econ&ocirc;micos, mant&eacute;m as amea&ccedil;as ao futuro em n&iacute;veis elevados por tr&ecirc;s anos seguidos<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21680,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[19,1,20],"tags":[],"class_list":{"0":"post-21638","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-insights","8":"category-uncategorized","9":"category-destaques"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Non-Violence-sculpture-UN-headquarters-1024x639.jpg.webp","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21638","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21638"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21638\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21680"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21638"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21638"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21638"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}