{"id":216,"date":"2016-04-15T11:26:48","date_gmt":"2016-04-15T14:26:48","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/equidade-de-genero-no-trabalho-demora-80-anos\/"},"modified":"2016-04-15T11:26:48","modified_gmt":"2016-04-15T14:26:48","slug":"equidade-de-genero-no-trabalho-demora-80-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/equidade-de-genero-no-trabalho-demora-80-anos\/","title":{"rendered":"Equidade de g\u00eanero no trabalho demora 80 anos"},"content":{"rendered":"<p>Estudo aponta estrat&eacute;gias para acelerar processo de igualdade<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Isabela Vieira <br> Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n<p>Apesar do aumento de mulheres no mercado de trabalho nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, a equidade com os homens pode levar at&eacute; 80 anos, segundo o Relat&oacute;rio Global de Equidade de G&ecirc;nero, do F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial. Para tentar diminuir esse tempo, equivalente a uma gera&ccedil;&atilde;o, pesquisa feita com l&iacute;deres de 400 empresas ao redor do mundo indicou que tr&ecirc;s medidas priorit&aacute;rias podem ser tomadas. Todas relacionadas ao engajamento da corpora&ccedil;&atilde;o na estrat&eacute;gia.<\/p>\n<p>As medidas constam do estudo Women Fast Forward, feito pela consultoria Ernst &amp; Young (EY). O trabalho indica como prioridade: &ldquo;Iluminar o caminho para a lideran&ccedil;a feminina, acelerar a mudan&ccedil;a na cultura empresarial com pol&iacute;ticas corporativas progressistas e construir um ambiente de apoio&rdquo;, alicer&ccedil;ado no combate ao preconceito &ldquo;consciente e inconsciente&rdquo;, para aumentar o ritmo das empresas rumo &agrave; equidade.<\/p>\n<p>De acordo com Tatiana da Ponte, s&oacute;cia de Impostos da EY no Brasil, uma das principais vantagens da paridade &eacute; o ganho financeiro. Entre as empresas pesquisadas, 64% daquelas com melhores resultados econ&ocirc;micos encorajam suas funcion&aacute;rias. Isso se deve, segundo ela, ao aumento da participa&ccedil;&atilde;o na tomada de decis&otilde;es e favorece a vis&atilde;o global.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; porque isso [a vis&atilde;o global] &eacute; mais da mulher ou do homem. &Eacute; porque o aumento da participa&ccedil;&atilde;o gera diversidade. S&atilde;o opini&otilde;es diferentes subsidiando as decis&otilde;es&rdquo;, explicou.<\/p>\n<p>Para desenvolver as estrat&eacute;gias, Tatiana esclareceu que &eacute; preciso definir oportunidades de progresso na carreira e dar exemplos. &ldquo;N&atilde;o adianta defender a diversidade e n&atilde;o ter mulheres nos conselhos, na dire&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse. &ldquo;As funcion&aacute;rias precisam se ver nesses cargos para acreditar que d&aacute; para chegar l&aacute;&rdquo;, completou. Outra medida, segundo ela, &eacute; a flexibilidade na carga hor&aacute;ria, adotando prazos mais longos, por exemplo, para licen&ccedil;a maternidade ou paternidade.<\/p>\n<p>&ldquo;Estamos caminhando para um momento em que n&atilde;o s&oacute; a mulher tem que achar espa&ccedil;o no mercado de trabalho, o homem tamb&eacute;m tem que achar um espa&ccedil;o na fam&iacute;lia. Quando a divis&atilde;o de tarefas for mais igual para os dois lados, todo mundo ganhar&aacute;, principalmente, os filhos. A presen&ccedil;a mais atuante do pai na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos nos d&aacute; crian&ccedil;as mais fortes&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>Outra pesquisa sobre a participa&ccedil;&atilde;o de mulheres no mercado de trabalho da EY apresentada hoje descobriu que a viv&ecirc;ncia no esporte pode ajudar nos neg&oacute;cios. Com base em 400 entrevistas, a consultoria identificou que, na hora de tomar decis&otilde;es importantes, aquelas mulheres que foram atletas s&atilde;o mais determinadas, guiadas por valores &eacute;ticos e pelo esp&iacute;rito de equipe.<\/p>\n<p>&ldquo;O esporte ensina habilidades de lideran&ccedil;a intang&iacute;veis que n&atilde;o podem ser ensinados na escola&rdquo;, disse Beth Brooke-Marciniak, vice-presidente de Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas da EY e ex-atleta de basquete.<\/p>\n<p>No Brasil, a ex-nadadora Fab&iacute;ola Molina, com tr&ecirc;s medalhas ol&iacute;mpicas, que foi acompanhada por projeto de incentivo &agrave; presen&ccedil;a de mulheres atletas no mundo dos neg&oacute;cios, confirma a tese. Desde 2013 ela dirige a pr&oacute;pria empresa, de roupas de nata&ccedil;&atilde;o e moda praia, e afirma que o esp&iacute;rito de supera&ccedil;&atilde;o e a imposi&ccedil;&atilde;o de objetivos &eacute; fundamental para bater metas.<\/p>\n<p>&ldquo;Aprendi com o esporte, por exemplo que eu aplico na empresa, &eacute; a quest&atilde;o da perseveran&ccedil;a, n&atilde;o desistir diante das dificuldades, porque no mundo corporativo, assim como no esporte t&ecirc;m muita&rdquo;, contou Fab&iacute;ola. &ldquo;&Eacute; preciso acredita no caminho e no seu potencial&rdquo;, declarou.<\/p>\n<p>Outras habilidades que s&atilde;o desenvolvidas pelo esporte s&atilde;o a capacidade de vis&atilde;o de longo prazo e de montar e manter as equipes motivadas, segundo as pr&oacute;prias entrevistadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo aponta estrat&eacute;gias para acelerar processo de igualdade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20],"tags":[92,205,207,202,73,206,203,204,72],"class_list":{"0":"post-216","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-destaques","7":"tag-cenario","8":"tag-desigualdades-de-genero","9":"tag-direitos-da-mulher","10":"tag-equidade-de-genero","11":"tag-mercado-de-trabalho","12":"tag-mulheres","13":"tag-politicas-de-genero","14":"tag-politicas-sociais","15":"tag-trabalho"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=216"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/216\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=216"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=216"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=216"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}