{"id":2104,"date":"2018-09-27T06:59:59","date_gmt":"2018-09-27T09:59:59","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=2104"},"modified":"2018-10-03T14:50:09","modified_gmt":"2018-10-03T17:50:09","slug":"riscos-futuros-da-baixa-prioridade-da-seguranca-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/riscos-futuros-da-baixa-prioridade-da-seguranca-digital\/","title":{"rendered":"Riscos futuros da baixa prioridade da seguran\u00e7a digital"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"853\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2107\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay.jpg 1280w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/seguranca-hacking-foto-pixabay-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\"><figcaption> <br>Cultura da seguran&ccedil;a digital ainda &eacute; um tema delicado em grandes empresas brasileiras, afirma pesquisa da 4CyberSec <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Radar do Futuro<\/p>\n\n\n\n<p>Os respons&aacute;veis pelas &aacute;reas de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o &mdash; chief information security officer (CISOs) &ndash;, de grandes empresas, est&atilde;o preocupados com a falta de empenho das organiza&ccedil;&otilde;es para colocarem em pr&aacute;tica as estrat&eacute;gias de ciberseguran&ccedil;a. Segundo uma pesquisa da <br>4CyberSec, uma consultoria internacional de ciberseguran&ccedil;a, que oferece servi&ccedil;os de an&aacute;lise de risco, solu&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas e treinamentos de seguran&ccedil;a digital, 70% dos acreditam que foram contratados apenas para cumprir uma exig&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A cultura da seguran&ccedil;a digital &eacute; o tema mais dif&iacute;cil de abordar dentro das organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras&rdquo;, assinala a pesquisa, que registrou a avalia&ccedil;&atilde;o de 23 CISOs&nbsp; atuantes em importantes empresas brasileiras de m&eacute;dio e grande porte. O estudo teve o objetivo de medir o estresse desses profissionais diante da falta de preparo das companhias para as novas tecnologias e os riscos que elas tamb&eacute;m oferecem.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o relat&oacute;rio, a quest&atilde;o &ldquo;cultural das organiza&ccedil;&otilde;es&rdquo; foi colocada em primeiro lugar como um assunto delicado de ser tratado (34.78%), ficando &agrave; frente da &ldquo;consci&ecirc;ncia dos seus usu&aacute;rios&rdquo; (26.09%) e dos &ldquo;custos&rdquo; (26.09%). Rafael Narezzi, Chief Technology Officer (CTO) da 4CyberSec, explica que esses dados s&oacute; fortalecem a tese de que a cultura das empresas brasileiras &eacute; o primeiro ponto que precisa ser mudado no que se refere &agrave; seguran&ccedil;a cibern&eacute;tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Prioriza&ccedil;&atilde;o<\/h2>\n\n\n\n<p>&ldquo;Antes de grandes estrat&eacute;gias, planos de a&ccedil;&atilde;o contra ciberataques ou tecnologias de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, as empresas precisam estabelecer um m&eacute;todo de trabalho baseado em uma cultura de seguran&ccedil;a digital, o que inclui a organiza&ccedil;&atilde;o como um todo, desde seus colaboradores, diretores, usu&aacute;rios, sem esquecer de exigir de seus parceiros a mesma postura de maturidade e responsabilidade&rdquo;, atesta Rafael Narezzi. Como reflexo disso, 60.87% dos entrevistados disseram que as empresas n&atilde;o seguem as estrat&eacute;gias desenvolvidas pelos especialistas e quase 70% deles acreditam que foram contratados apenas para cumprir uma exig&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda assim, 60% dos entrevistados afirmam que essas organiza&ccedil;&otilde;es os penalizariam por n&atilde;o proteger o neg&oacute;cio de ataques cibern&eacute;ticos. Segundo Narezzi, os CISOs s&atilde;o profissionais que hoje vivem em constante estresse, pois est&atilde;o com seus empregos constantemente amea&ccedil;ados. &ldquo;Esses especialistas est&atilde;o sendo s&atilde;o penalizados pela falta da exist&ecirc;ncia de uma cultura de seguran&ccedil;a digital eficaz&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles s&atilde;o culpados pela falta de cuidados de seus colaboradores, diretores e usu&aacute;rios, o que n&atilde;o pode acontecer. Toda a organiza&ccedil;&atilde;o deve contribuir para n&atilde;o seja amea&ccedil;ada. Por essa raz&atilde;o, metade (50%) desses profissionais disseram que mudariam de cargo ou cogitariam isso num futuro pr&oacute;ximo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos futuros<\/h2>\n\n\n\n<p>Para Narezzi , na aus&ecirc;ncia da falta da educa&ccedil;&atilde;o digital, continuamos cegos&nbsp; sem saber verdadeiramente como a economia digital funciona.&nbsp;O fato de ignorar o problema, por tratar isso como um assunto complexo ou que somente pessoas da &aacute;rea entendem, torna as coisas muito dif&iacute;ceis para um futuro pr&oacute;ximo.&nbsp;O ponto principal &eacute; que &eacute; preciso reconhecer que estamos vulner&aacute;veis a ataques, ali&aacute;s, todos est&atilde;o. Dessa forma, a&nbsp;Educa&ccedil;&atilde;o &eacute; que vai resolver o problema das gera&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o sendo formadas, sem isso continuaremos sem saber dos perigos.<\/p>\n\n\n\n<p>Infelizmente, assinala o executivo da 4CyberSec , muitos s&oacute; v&atilde;o se atentar para a import&acirc;ncia da cultura da seguran&ccedil;a digital depois que algo ruim acontece e depois lamentam por n&atilde;o&nbsp; o terem evitado.&nbsp;A exposi&ccedil;&atilde;o ao risco no mundo digital &eacute; muito maior do que as pessoas imaginam.&nbsp;&ldquo;Isso n&atilde;o vai acontecer comigo!&rdquo;, &ldquo;quem ir&aacute; me atacar?&rdquo;&nbsp;s&atilde;o jarg&otilde;es bem populares entre executivos que n&atilde;o conseguem admitir que precisam mudar.&nbsp;&nbsp;<br><\/p>\n\n\n\n<p>No cen&aacute;rio do futuro, mesmo de curt&iacute;ssimo prazo, IOT &eacute; uma das maiores amea&ccedil;as. Estimativas afirmam que haver&aacute; cerca de 7.6 bilhoes de devices (dispositivos) at&eacute; 2020, o que pode aumentar o n&uacute;mero de vetores significativamente e, com isso, um dos maiores problemas &eacute; a seguran&ccedil;a em designer, o que deve favorecer um aumento muito grande&nbsp;de informa&ccedil;&otilde;es e coleta de dados de usu&aacute;rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Voc&ecirc; j&aacute; se questionou para onde vai e quem ret&eacute;m os direitos da data (dados) que seu celular coleta de voc&ecirc;?&nbsp;Hoje, o ser humano gera muita informa&ccedil;&atilde;o a uma velocidade que nenhum ser humano consegue digerir.&nbsp;Uma das grandes amea&ccedil;as pode vir, por&nbsp;exemplo, por meio de coleta de dados do Facebook.&nbsp;Logo, o BigData j&aacute; tem impactos expressos em economia digital&rdquo;, alerta Rafael Narezzi .<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Radar do Futuro Os respons&aacute;veis pelas &aacute;reas de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o &mdash; chief information security officer (CISOs) &ndash;, de grandes empresas, est&atilde;o preocupados com a falta de empenho das organiza&ccedil;&otilde;es para colocarem em pr&aacute;tica as estrat&eacute;gias de ciberseguran&ccedil;a. 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