{"id":20994,"date":"2021-12-29T16:27:30","date_gmt":"2021-12-29T19:27:30","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=20994"},"modified":"2022-01-05T16:05:41","modified_gmt":"2022-01-05T19:05:41","slug":"notas-economicas-27-a-31-de-dezembro-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-27-a-31-de-dezembro-de-2021\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas: 27 a 31 de dezembro de 2021"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>NOTAS ECON&Ocirc;MICAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo<strong> Economista Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desejo um feliz ano novo aos queridos leitores e leitoras!!!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil.jpg\" alt=\"notas econ&ocirc;micas\" class=\"wp-image-20995\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-300x225.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-768x576.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-80x60.jpg 80w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-160x120.jpg 160w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-265x198.jpg 265w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil-696x522.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Rosa Rovena- Ag&ecirc;ncia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Mais um ano se encerra com a pandemia no centro das aten&ccedil;&otilde;es e com impactos negativos sobre a vida da sociedade e das atividades econ&ocirc;micas. Para o com&eacute;rcio, o Natal foi mais uma data marcada por frustra&ccedil;&otilde;es no Brasil. Mesmo com a normaliza&ccedil;&atilde;o do fluxo de consumidores, o volume das vendas do Natal deve ter um recuo em seu segundo ano consecutivo, segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC). A expectativa &eacute; que a data mais importante para a venda do varejo brasileiro, e que tem representado 22% do total das vendas de dezembro nos &uacute;ltimos dez anos, movimente cerca de R$57,48 bilh&otilde;es no faturamento. Isso representa um crescimento de 9,8% com rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado. Por&eacute;m, o desconto da infla&ccedil;&atilde;o leva a um ajuste na compara&ccedil;&atilde;o que indica a queda de 2,6%. Some as proje&ccedil;&otilde;es aos dados de expectativas de empres&aacute;rios sobre o futuro e temos a indica&ccedil;&atilde;o objetiva de que &eacute; necess&aacute;rio usar muita roupa branca, de paz, ou amarela, de dinheiro no bolso, para entrar em 2022 com energia renovada de esperan&ccedil;as. (Radar do Futuro)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Economia e Finan&ccedil;as<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Desafios 2022: <\/strong>O ano de 2022 apresenta desafios para as economias globais. A acelera&ccedil;&atilde;o dos&nbsp;pre&ccedil;os&nbsp;&eacute; um dos principais itens da lista de preocupa&ccedil;&otilde;es. Estados Unidos e Europa tendem a elevar os juros nos pr&oacute;ximos meses. A taxa b&aacute;sica no Brasil, a Selic, est&aacute; em&nbsp;9,25%&nbsp;e deve subir no come&ccedil;o do ano. O aperto monet&aacute;rio iniciado em mar&ccedil;o de 2021 j&aacute; &eacute; o maior desde o come&ccedil;o do sistema de meta de infla&ccedil;&atilde;o, em 1999. Dever&aacute; se intensificar ainda mais. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Novas Cepas: <\/strong>O risco do surgimento de cepas do Sars-CoV-2 resistentes a vacinas &eacute; um dos principais fatores de piora do cen&aacute;rio. Um al&iacute;vio &eacute; que a tecnologia avan&ccedil;ou muito. &Eacute; grande a chance de que seja poss&iacute;vel adaptar imunizantes com rapidez. Pouco ainda se sabe sobre o perigo representado pela cepa omicron (identificada pela &Aacute;frica do Sul). Os pa&iacute;ses emergentes, incluindo o Brasil, continuam particularmente vulner&aacute;veis a&nbsp;surtos. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Furo no Teto de Gastos: <\/strong>O governo mudou o teto de gastos&nbsp;para aplicar mais dinheiro em programas sociais e demandas de congressistas (Fundo Partid&aacute;rio e emendas aos congressistas), o desrespeito expl&iacute;cito &agrave;s metas de equil&iacute;brio fiscal, somado &agrave; retomada da infla&ccedil;&atilde;o, levou o BC a subir a Selic 7,25 pontos em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de mar&ccedil;o, para os 9,25% atuais, para tentar ancorar novamente a infla&ccedil;&atilde;o em patamares mais baixos. A Selic elevada ir&aacute; impactar negativamente no crescimento econ&ocirc;mico.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Futuro do D&oacute;lar: <\/strong>A pol&iacute;tica monet&aacute;ria ter&aacute; de ser calibrada para evitar a fuga de capitais e a alta do d&oacute;lar. Incertezas pol&iacute;ticas tender&atilde;o a pressionar o c&acirc;mbio, como as elei&ccedil;&otilde;es de 2022. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Nem Sempre Elevar os Juros Resolve: <\/strong>Os juros altos encarecem financiamentos, fazendo com que muitas pessoas adiem compras. Isso limita parte da alta de pre&ccedil;os. Mas alguns reajustes n&atilde;o deixam de ser feitos, porque s&atilde;o resultados da alta dos custos. Os produtores n&atilde;o t&ecirc;m alternativa: se deixarem de aumentar o valor cobrado ter&atilde;o preju&iacute;zos. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Focus PIB<\/strong>: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a cair, agora de 4,58% para 4,51%, no Relat&oacute;rio Focus, do Banco Central (BC), divulgado dia 21-12-2021 com estimativas coletadas at&eacute; o fim da semana passada. Para 2022, o ponto-m&eacute;dio das expectativas para a expans&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzido de 0,50% para 0,42%. Para 2023, caiu de 1,85% para 1,80%. Para 2024, ficou parado em 2,00%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Focus D&oacute;lar<\/strong>: A mediana das estimativas para o d&oacute;lar no fim deste ano foi elevada de R$ 5,60 para R$ 5,63. Para 2022, o ponto-m&eacute;dio das proje&ccedil;&otilde;es para a moeda americana tamb&eacute;m subiu, de R$ 5,57 para R$ 5,60 entre uma semana e outra. Para 2023, permaneceu em R$ 5,40. Para 2024, manteve-se em R$ 5,30. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confian&ccedil;a da Ind&uacute;stria<\/strong>: O &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a da Ind&uacute;stria(ICI) calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV Ibre) caiu pelo quinto m&ecirc;s consecutivo &ndash; cedeu 2 pontos em dezembro, para 100,1 pontos, menor n&iacute;vel desde agosto de 2020 (98,7 pontos). Em m&eacute;dias m&oacute;veis trimestrais, manteve a tend&ecirc;ncia negativa ao cair 2,1 pontos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confian&ccedil;a do Com&eacute;rcio<\/strong>:<strong> <\/strong>Um sentimento de frustra&ccedil;&atilde;o com resultado de vendas de fim ano derrubou o humor do empresariado do&nbsp;varejo&nbsp;em dezembro. O coment&aacute;rio &eacute; do economista da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV) Rodolpho Tobler, ao comentar a queda de 2,7 pontos no&nbsp;&Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Consumidor<strong>&nbsp;<\/strong>(Icom) de dezembro ante novembro, para 85,3 pontos. Um ambiente de juros altos, infla&ccedil;&atilde;o elevada e menor renda frearam o consumo do brasileiro nesse fim de ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confian&ccedil;a dos Servi&ccedil;os: <\/strong>Nem mesmo a demanda reprimida por servi&ccedil;os, em meio &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es delineadas pela pandemia, impediu recuo na confian&ccedil;a do empresariado do setor no &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano &ndash; cuja trajet&oacute;ria &eacute; uma inc&oacute;gnita para 2022. O alerta partiu de Rodolpho Tobler, economista da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV), ao falar sobre o recuo de 1,3 ponto no&nbsp;&Iacute;ndice de Confian&ccedil;a de Servi&ccedil;os&nbsp;(ICS) de dezembro ante novembro, para 95,5 pontos. D&uacute;vidas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda e &agrave; pandemia devem frear recupera&ccedil;&atilde;o mais expressiva do setor, que representa mais de 70% do PIB. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cl&aacute;udia Perdig&atilde;o (economista do FGV Ibre)<\/strong>: &ldquo;O resultado do ICI de dezembro vem puxado por uma avalia&ccedil;&atilde;o menos favor&aacute;vel sobre a situa&ccedil;&atilde;o corrente, bem como por expectativas mais cautelosas para 2022. Tal resultado se explica por problemas que se estenderam ao longo do ano, como press&atilde;o nos custos, escassez de insumos e elevada incerteza. Al&eacute;m disso, desemprego e a infla&ccedil;&atilde;o comprimem a demanda das fam&iacute;lias, reduzindo a demanda, o que influenc&iacute;a n&atilde;o apenas a avalia&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o corrente, mas tamb&eacute;m torna as proje&ccedil;&otilde;es para 2022 mais cautelosas. Sobre a escassez de insumos, espera-se uma normaliza&ccedil;&atilde;o a partir do segundo semestre do pr&oacute;ximo ano. Nesse contexto, o setor encerra 2021 com gargalos ainda n&atilde;o resolvidos, incitando recuo das expectativas&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Setor de Incorpora&ccedil;&atilde;o<\/strong>: O setor de incorpora&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ar&aacute; 2022 com um cen&aacute;rio bem mais desafiador do que o do in&iacute;cio de 2021. O Brasil est&aacute; em recess&atilde;o t&eacute;cnica; a taxa b&aacute;sica de juros (Selic), que come&ccedil;ou 2021 em 2%, chegou a 9,25% e impacta os financiamentos imobili&aacute;rios para as classes m&eacute;dia e alta; e o poder de compra dos consumidores, principalmente de baixa renda, diminuiu diante da infla&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dep&oacute;sitos Compuls&oacute;rios 1<\/strong>: A parcela de recursos que os bancos s&atilde;o obrigados a recolher no Banco Central do Brasil (BC) &ndash; os chamados dep&oacute;sitos compuls&oacute;rios &ndash; fechar&aacute; 2021 em patamar inferior, em termos relativos, ao de antes da pandemia. A queda se deve n&atilde;o apenas &agrave;s medidas de est&iacute;mulo adotadas logo no in&iacute;cio da crise do coronav&iacute;rus, mas tamb&eacute;m decorre do objetivo da autoridade monet&aacute;ria de diminuir o uso dessa ferramenta. Em n&uacute;meros absolutos, somavam R$ 455,6 bilh&otilde;es em 17 de dezembro, acima dos R$ 415,9 bilh&otilde;es apresentados no fim do ano passado, segundo o BC. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dep&oacute;sitos Compuls&oacute;rios 2<\/strong>: O BC colocou em pr&aacute;tica, nos &uacute;ltimos anos, uma agenda de redu&ccedil;&atilde;o estrutural dos compuls&oacute;rios. Isso porque esses dep&oacute;sitos elevam, por exemplo, o spread banc&aacute;rio, diferen&ccedil;a entre as taxas cobrada no empr&eacute;stimo e na capta&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Dep&oacute;sitos Compuls&oacute;rios 3<\/strong>: Uma das medidas adotadas pelo BC para redu&ccedil;&atilde;o dos dep&oacute;sitos compuls&oacute;rios foi a implanta&ccedil;&atilde;o das Linhas Financeiras de Liquidez (LFL). Operadas pelo BC, s&atilde;o uma nova fonte de recursos para as institui&ccedil;&otilde;es financeiras.&nbsp; &nbsp; Na pr&aacute;tica, os bancos ter&atilde;o de oferecer &agrave; autoridade monet&aacute;ria t&iacute;tulos privados como garantia dos recursos, o que pode permitir que operem com volumes menores de compuls&oacute;rios. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Setor Com&eacute;rcio em 2020<\/strong>: Dos quatro macrosetores avaliados por Grandes Grupos, o do com&eacute;rcio foi o &uacute;nico a registrar avan&ccedil;o no lucro l&iacute;quido no exerc&iacute;cio de 2020. O resultado consolidado dos 33 grupos do ranking cresceu 12,9%, para R$19,4 bilh&otilde;es, embora a rentabilidade tenha encolhido de 9,7% para 7,9%. A manuten&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios f&iacute;sicos, essenciais durante isolamentos mais rigorosos, e as vendas digitais ajudaram o mercado local. O com&eacute;rcio exterior se beneficiou da alta do c&acirc;mbio e do pre&ccedil;o das commodites. Tudo isso rendeu recordes, destaques na bolsa, compras e fus&otilde;es e maior alcance em cadeias de valor. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxa de Juros M&eacute;dia<\/strong>:<strong> <\/strong>A&nbsp;taxa de juros m&eacute;dia<strong>&nbsp;<\/strong>anual cobrada pelo sistema financeiro nas&nbsp;opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito<strong>&nbsp;<\/strong>variou de 23,1% em outubro para 24,3% em novembro. Em 12 meses, houve alta de 5,7 pontos percentuais. Os dados foram apresentados pelo Banco Central (BC). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxas de Juros do Cart&atilde;o: <\/strong>A&nbsp;taxa de juros do cart&atilde;o de cr&eacute;dito rotativo<strong>&nbsp;<\/strong>variou de 343,5% ao ano em outubro para 346,1% em novembro.&nbsp;O rotativo &eacute; a linha de cr&eacute;dito pr&eacute;-aprovada no cart&atilde;o e inclui tamb&eacute;m saques feitos na fun&ccedil;&atilde;o cr&eacute;dito do meio de pagamento.&nbsp;J&aacute; a taxa do parcelado do cart&atilde;o variou de 172,6% para 167,5%, conforme os dados do Banco Central (BC)&nbsp; (Valor)<strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxa de Juros do Cheque Especial: <\/strong>No cheque especial, a taxa de juros cobrada foi de 129,6%, vinda de 128,2% em outubro. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inadimpl&ecirc;ncia: <\/strong>A inadimpl&ecirc;ncia m&eacute;dia das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito ficou est&aacute;vel em 2,3% em novembro, perante o m&ecirc;s anterior. Entre as empresas, a taxa m&eacute;dia ficou em 1,4%, contra 1,4% em outubro. Entre as fam&iacute;lias, foi 3%, contra 3% no m&ecirc;s anterior. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cresce Aprova&ccedil;&atilde;o do Pix 1<\/strong>: O Pix, sistema de pagamentos instant&acirc;neos do Banco Central, j&aacute; &eacute; usado por 71% dos brasileiros. Sua aprova&ccedil;&atilde;o cresceu 9 pontos, passando de 76% para 85% em 12 meses. Estes dados s&atilde;o da quarta edi&ccedil;&atilde;o da pesquisa Radar Febraban, realizada pelo Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Pol&iacute;ticas e Econ&ocirc;micas) para a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cresce Aprova&ccedil;&atilde;o do Pix 2: <\/strong>Entre os jovens (18 a 24 anos), a aprova&ccedil;&atilde;o do Pix chega a 99%, semelhante &agrave; faixa et&aacute;ria seguinte (25 a 44 anos), com 96%. J&aacute; entre os que t&ecirc;m mais de 60 anos, o porcentual de aprova&ccedil;&atilde;o cai para 65%.<strong> <\/strong>(Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cresce Aprova&ccedil;&atilde;o do Pix 3: <\/strong>O menor percentual de uso do Pix est&aacute; entre pessoas de baixa renda e os de menor escolaridade. Dos que t&ecirc;m at&eacute; a escolaridade fundamental, 53% utilizam o Pix, enquanto no grupo de pessoas com renda de at&eacute; 2 sal&aacute;rios-m&iacute;nimos, a taxa de ades&atilde;o ao sistema do BC &eacute; de 64%.<strong> <\/strong>(Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Rela&ccedil;&atilde;o D&iacute;vida PIB<\/strong>: O Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea) acaba de finalizar estudo apontando que a rela&ccedil;&atilde;o d&iacute;vida\/PIB tende a ficar relativamente est&aacute;vel ao longo da d&eacute;cada, mas ganhando trajet&oacute;ria de queda na segunda metade e chegando a 75,7% em 2030.O documento destaca o bom desempenho das contas p&uacute;blicas em 2021, que fechar&atilde;o com n&uacute;meros bem melhores que o esperado no in&iacute;cio do ano, tanto em termos de resultado prim&aacute;rio como de d&iacute;vida. &ldquo;Isso se deve, principalmente, ao crescimento mais forte do PIB e &agrave; taxa de infla&ccedil;&atilde;o mais elevada, relativamente &agrave;s expectativas iniciais, que dever&atilde;o ensejar, para o acumulado do ano, uma arrecada&ccedil;&atilde;o federal cerca de R$ 270 bilh&otilde;es acima do n&iacute;vel previsto em mar&ccedil;o e um aumento de receita l&iacute;quida do governo central da ordem de R$ 210 bilh&otilde;es&rdquo;, explica o documento.&nbsp; (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juro Neutro 1<\/strong>: O juro neutro &eacute; o ponto morto da pol&iacute;tica monet&aacute;ria, ou seja, o percentual que a Selic deve ultrapassar para baixar a infla&ccedil;&atilde;o. Os c&aacute;lculos do Banco Central mostram que o juro neutro<strong> <\/strong>est&aacute; subindo desde o segundo trimestre de 2020, per&iacute;odo em que a economia sofreu o choque da primeira onda da pandemia do coronav&iacute;rus. De mar&ccedil;o para junho do ano passado, o juro neutro subiu de 3,03% para 3,16% ao ano, em termos reais. Em dezembro de 2020, j&aacute; se encontrava em 3,36% ao ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Juro Neutro 2<\/strong>: Em junho deste ano, o juro neutro estava em 3,53% e, pelo dado estimado para dezembro, chegou a 3,61%. As incertezas fiscais v&ecirc;m se estendendo desde 2020, com v&aacute;rias medidas adotadas pelo governo para acomodar gastos, n&atilde;o apenas ligados &agrave; pandemia, fora do teto. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Subida do D&oacute;lar<\/strong>: Desde janeiro de 2019, o d&oacute;lar aumentou mais de 50%. Na casa dos R$ 3,70 no in&iacute;cio daquele ano, a moeda fechou dia 28-12-2021 valendo R$ 5,64. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Pre&ccedil;o da Energia e dos Combust&iacute;veis: <\/strong>O pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica, na avalia&ccedil;&atilde;o do Ipea, deve continuar a subir no pr&oacute;ximo ano. J&aacute; o petr&oacute;leo, que impacta os combust&iacute;veis, deve aumentar pouco. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pre&ccedil;o do Transporte P&uacute;blico: <\/strong>Mas no in&iacute;cio de 2022 haver&aacute; alta nos pre&ccedil;os do transporte p&uacute;blico. Houve represamento de reajustes por causa da pandemia, mas as empresas de transporte dizem que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel segurar mais. Os aumentos poder&atilde;o pressionar outros custos. H&aacute; risco de protestos. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Focus IPCA: <\/strong>A mediana das proje&ccedil;&otilde;es dos economistas do mercado para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 caiu, de 10,04% para 10,02%. Para 2022, manteve-se em 5,03%. Para 2023, foi de 3,40% para 3,38%. Para 2024, permaneceu em 3,00%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IGP-M<\/strong>: A <strong>infla&ccedil;&atilde;o<\/strong> medida pelo &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os &ndash; Mercado<strong> <\/strong>(IGP-M)<strong> <\/strong>ficou em 0,87% em dezembro, acumulando 17,78% em 2021, informou a Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV). No pen&uacute;ltimo m&ecirc;s do ano, o indicador havia registrado leve alta, de 0,02%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Governo e Ambiente Pol&iacute;tico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Elei&ccedil;&otilde;es 2022<\/strong>: As elei&ccedil;&otilde;es de 2022 para governador nos 26 Estados e no Distrito Federal devem repetir a tend&ecirc;ncia vista nas disputas municipais de 2020, com redu&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o para os chamados &ldquo;outsiders&rdquo; e clima favor&aacute;vel para reelei&ccedil;&atilde;o, outras modalidades de continu&iacute;smo e nomes tradicionais da pol&iacute;tica. A expectativa no meio pol&iacute;tico e entre analistas &eacute; de pleitos bem diferentes dos de 2018, quando parte dos atuais chefes estaduais foram eleitos. H&aacute; duas raz&otilde;es principais para isso. A primeira &eacute; o arrefecimento da onda de novatos inaugurada em 2016 e que teve seu auge em 2018. O segundo motivo &eacute; que, por uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores conjunturais, os governos estaduais est&atilde;o com seus caixas cheios. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cr&iacute;ticas &agrave; Bolsonaro<\/strong>:<strong> <\/strong>Criticado por haver tirado praticamente duas semanas de folga em meio &agrave; devasta&ccedil;&atilde;o causada pelas enchentes na Bahia, Bolsonaro tentou demonstrar que o governo est&aacute; agindo para aplacar o sofrimento da popula&ccedil;&atilde;o local. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N&atilde;o Vacinar&aacute; a Filha: <\/strong>Bolsonaro disse ainda que n&atilde;o permitir&aacute; a vacina&ccedil;&atilde;o da filha Laura, de 11 anos, em meio a um debate provocado por ele pr&oacute;prio a respeito da aplica&ccedil;&atilde;o de vacinas contra o coronav&iacute;rus em crian&ccedil;as de 5 a 11 anos de idade. Ele tamb&eacute;m citou a &ldquo;imunidade de rebanho&rdquo; como suposto fator para a desacelera&ccedil;&atilde;o dos n&uacute;meros da pandemia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Remunera&ccedil;&atilde;o de Moro: <\/strong>O ministro&nbsp;Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), determinou que a&nbsp;Alvarez &amp; Marsal<strong>&nbsp;<\/strong>informe quanto o ex-juiz&nbsp;Sergio Moro&nbsp;ganhou ap&oacute;s romper o contrato com a empresa, em outubro, para entrar para a pol&iacute;tica. Ele trabalhou na consultoria depois de deixar o governo de&nbsp;Jair Bolsonaro, de quem foi ministro da Justi&ccedil;a e da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. A decis&atilde;o atende a um pedido do subprocurador-geral do Minist&eacute;rio P&uacute;blico junto ao TCU,&nbsp;Lucas Furtado, que pediu a apura&ccedil;&atilde;o de eventuais preju&iacute;zos ocasionados aos cofres p&uacute;blicos pelas &ldquo;opera&ccedil;&otilde;es supostamente ilegais&rdquo; de Moro e de integrantes da for&ccedil;a-tarefa da Lava-Jato. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>De Paulo Guedes para Jair Bolsonaro: <\/strong>Com o aumento da mobiliza&ccedil;&atilde;o de diversas categorias de servidores para pressionar o governo por reajustes salariais, o ministro da Economia,&nbsp;Paulo Guedes, enviou mensagens ao presidente&nbsp;Bolsonaro, a grupos de ministros e integrantes da equipe econ&ocirc;mica alertando que os aumentos podem quebrar o pa&iacute;s.&nbsp;(Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Social, Emprego e Renda<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Desemprego 1: <\/strong>A&nbsp;taxa de desemprego&nbsp;no Brasil ficou em 12,1% no trimestre encerrado em outubro, ou 1,6 ponto percentual abaixo da taxa no trimestre m&oacute;vel anterior (encerrado em julho, de 13,7%) e 0,5 ponto percentual inferior ao resultado de setembro (12,6%), como mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) Cont&iacute;nua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desemprego 2: <\/strong>No trimestre at&eacute; outubro, o pa&iacute;s tinha 12,9 milh&otilde;es de desempregados &ndash; pessoas de 14 anos ou mais que buscaram emprego, sem encontr&aacute;-lo. O n&uacute;mero aponta retra&ccedil;&atilde;o de 10,4% frente ao trimestre anterior (1,5 milh&atilde;o de pessoas a menos) e queda de 11,3% frente a igual per&iacute;odo do ano anterior (1,7 milh&atilde;o de pessoas a menos). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalhadores por Conta Pr&oacute;pria: <\/strong>O n&uacute;mero de&nbsp;trabalhadores por conta pr&oacute;pria&nbsp;atingiu&nbsp;novo recorde, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) Cont&iacute;nua divulgada IBGE. No trimestre at&eacute; outubro, o contingente total foi de 25,638 milh&otilde;es de trabalhadores neste grupo, quase 180 mil a mais que no trimestre encerrado em setembro (25,461 milh&otilde;es). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho Informal: <\/strong>A&nbsp;import&acirc;ncia da informalidade&nbsp;no aumento da ocupa&ccedil;&atilde;o no&nbsp;mercado de trabalho&nbsp;vem reduzindo ao longo dos &uacute;ltimos meses, mas esta forma de inser&ccedil;&atilde;o ainda responde por mais da metade das vagas geradas, afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), ao divulgar os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios (Pnad) Cont&iacute;nua, referentes ao trimestre m&oacute;vel encerrado em outubro de 2021. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Popula&ccedil;&atilde;o Ocupada:<\/strong> A popula&ccedil;&atilde;o ocupada (empregados, empregadores, funcion&aacute;rios p&uacute;blicos) era de 94 milh&otilde;es de pessoas, entre agosto e outubro. Isso representa alta de 3,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre m&oacute;vel anterior, encerrado em julho (3,3 milh&otilde;es de pessoas ocupadas a mais). Frente a igual trimestre de 2020, subiu 10,2% (8,7 milh&otilde;es de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Popula&ccedil;&atilde;o Fora da For&ccedil;a de Trabalho<\/strong>: O contingente de pessoas fora da for&ccedil;a de trabalho ficou em 65,2 milh&otilde;es de pessoas, o que representa uma queda de 2,1% frente ao trimestre anterior, encerrado em julho, (1,4 milh&atilde;o de pessoas a menos), e recuo de 7,7% em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo de 2020 (5,4 milh&otilde;es de pessoas a menos). O indicador chegou a atingir 79,141 milh&otilde;es no trimestre encerrado em agosto de 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>M&atilde;o de Obra Desperdi&ccedil;ada<\/strong>: O contingente de trabalhadores subutilizados, tamb&eacute;m chamada de &ldquo;m&atilde;o de obra desperdi&ccedil;ada&rdquo;, compreende desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e os trabalhadores que n&atilde;o buscam emprego, mas gostariam de trabalhar. O pa&iacute;s tinha&nbsp;29,9 milh&otilde;es de trabalhadores subutilizados&nbsp;no trimestre encerrado em outubro, segundo a Pnad Cont&iacute;nua (25,7% da for&ccedil;a de trabalho ampliada do pa&iacute;s). Houve queda de 6,5% (menos 2,1 milh&otilde;es de subutilizados) frente ao trimestre m&oacute;vel anterior e retra&ccedil;&atilde;o de 9,6% (menos 3,2 milh&otilde;es de pessoas) em rela&ccedil;&atilde;o a igual trimestre de 2020. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Renda M&eacute;dia do Trabalhador: <\/strong>A renda m&eacute;dia dos trabalhadores recuou no trimestre m&oacute;vel at&eacute; outubro de 2021. De acordo com dados da Pnad Cont&iacute;nua, o rendimento m&eacute;dio real habitual dos trabalhadores (considerando a soma de todos os trabalhos) foi de R$ 2.449, queda de 4,6% frente ao trimestre m&oacute;vel anterior (R$ 117 a menos). Ante igual per&iacute;odo de 2020, houve redu&ccedil;&atilde;o de 11,1% na renda m&eacute;dia, uma diferen&ccedil;a de R$ 307. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Press&atilde;o do Funcionalismo: <\/strong>Frente &agrave; perspectiva de que s&oacute; policiais ter&atilde;o aumento salarial no ano que vem, cresce a press&atilde;o de outras categorias do funcionalismo sobre o governo. Depois de os auditores da Receita Federal iniciarem as mobiliza&ccedil;&otilde;es, os auditores fiscais federais agropecu&aacute;rios tamb&eacute;m decidiram reduzir o ritmo das atividades em todo o pa&iacute;s. Al&eacute;m disso, diversas categorias se reunir&atilde;o na quarta-feira para discutir a campanha por reajuste. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reajustes Apenas para as Pol&iacute;cias<\/strong>: Com a aprova&ccedil;&atilde;o do Or&ccedil;amento de 2022 prevendo reajuste salarial apenas para policiais, outras categorias do funcionalismo p&uacute;blico mobilizam-se para pressionar o governo. O presidente Jair Bolsonaro havia indicado em novembro que concederia aumento para todas as categorias. Na &eacute;poca, o sinal causou apreens&atilde;o na &aacute;rea econ&ocirc;mica e foi condenado por especialistas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho por Conta Pr&oacute;pria 1<\/strong>: Em um intervalo de dois anos, o trabalho por conta pr&oacute;pria com CNPJ avan&ccedil;ou mais entre as mulheres pretas e pardas no Brasil. &Eacute; o que indica um estudo da pesquisadora Jana&iacute;na Feij&oacute;, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas). Segundo a pesquisa, 674,6 mil mulheres pretas e pardas trabalhavam de forma aut&ocirc;noma e com o registro formal no terceiro trimestre de 2019, per&iacute;odo pr&eacute;-pandemia. No terceiro trimestre de 2021, o n&uacute;mero subiu para quase 921 mil, o maior de uma s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em 2015. Isso quer dizer que, no intervalo, houve uma alta de 36,5%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho por Conta Pr&oacute;pria 2<\/strong>: Apesar do crescimento, mulheres pretas e pardas ainda representam a menor parcela em rela&ccedil;&atilde;o ao total dos aut&ocirc;nomos com registro formal, estimado em 6,2 milh&otilde;es no terceiro trimestre de 2021. As mulheres pretas e pardas correspondem a 14,8% do grupo. O n&uacute;mero de mulheres brancas atuando dessa forma subiu 28,6% entre o terceiro trimestre de 2019 e igual intervalo de 2021, para 1,4 milh&atilde;o. A marca equivale a 23% dos aut&ocirc;nomos com CNPJ. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho por Conta Pr&oacute;pria 3<\/strong>: Os homens pretos e pardos aumentaram 25,9%, para 1,6 milh&atilde;o (25,3% do total). Entre os homens brancos, o avan&ccedil;o foi de 23,4%, para 2,3 milh&otilde;es (36,7% do total). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalhadores Informais<\/strong>: No terceiro trimestre deste ano, os trabalhadores por conta pr&oacute;pria que atuavam de maneira informal somavam 19,2 milh&otilde;es de pessoas no pa&iacute;s. Entre os informais, a maioria &eacute; composta por homens pretos e pardos (7,8 milh&otilde;es ou 40,6%), seguidos por homens brancos (4,9 milh&otilde;es ou 25,5%), mulheres pretas e pardas (3,6 milh&otilde;es ou 18,9%) e mulheres brancas (2,8 milh&otilde;es ou 14,4%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mulheres em TIC 1<\/strong>: Levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o das Empresas de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o e de Tecnologias Digitais (Brasscom) mostra que no ano passado o setor de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (TIC) empregava no Brasil 867 mil pessoas, sendo 547,3 mil, ou 63,1%, homens e apenas 319,8 mil, ou 36,9%, mulheres. A baixa participa&ccedil;&atilde;o de mulheres no setor ocorre quando a pr&oacute;pria Brasscom estima, em estudo divulgado no in&iacute;cio de dezembro, que a <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/digitalizacao\/\" target=\"_self\" title=\"Digitaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; o processo que transforma coisas anal&oacute;gicas, ou seja, algo com exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, como um documento, uma foto, um disco de vinil ou seu ambiente de trabalho, em sistemas ou recursos acess&iacute;veis por computador.\" class=\"encyclopedia\">digitaliza&ccedil;&atilde;o<\/a> da economia demandar&aacute; 797 mil vagas para profissionais de TIC no Brasil at&eacute; 2025. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mulheres em TIC 2<\/strong>: Dentro do setor de TIC, os homens ocupam 67% dos cargos de ger&ecirc;ncia e diretoria, enquanto 33% das mulheres alcan&ccedil;am as hierarquias mais altas. J&aacute; no departamento de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o, pesquisa e desenvolvimento e engenharia, que abrangem justamente as vagas com potencial de crescimento e maior remunera&ccedil;&atilde;o, os homens ocupam 80% dos postos, sobrando &agrave;s mulheres os 20%. A desigualdade no setor &eacute; amenizada por fun&ccedil;&otilde;es de menor valor agregado. Elas s&atilde;o maioria na &aacute;rea de recursos humanos, financeiro e administra&ccedil;&atilde;o (62% a 38%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vantagens do Ensino T&eacute;cnico<\/strong>: Trabalhadores que cursaram ensino t&eacute;cnico e profissionalizante est&atilde;o inseridos de uma forma melhor no mercado de trabalho do que aqueles que conclu&iacute;ram apenas o ensino m&eacute;dio ou que seguiram para o ensino superior, mas n&atilde;o conclu&iacute;ram a forma&ccedil;&atilde;o. Na compara&ccedil;&atilde;o com quem tem ensino superior completo, no entanto, a qualidade da inser&ccedil;&atilde;o no trabalho &eacute; inferior, principalmente em termos de remunera&ccedil;&atilde;o e tipo de atividades. A conclus&atilde;o &eacute; do estudo &ldquo;Indicadores de qualidade do egresso do ensino t&eacute;cnico e profissionalizante&rdquo;, de autoria de dois pesquisadores do Insper, institui&ccedil;&atilde;o de ensino superior sediada em S&atilde;o Paulo, e encomendado pelo Ita&uacute; Educa&ccedil;&atilde;o e Trabalho. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cotas do PIS<\/strong>: No Brasil, 10,6 milh&otilde;es de benefici&aacute;rios ainda t&ecirc;m cotas do PIS\/Pasep, o que soma um total de R$ 23,5 bilh&otilde;es esquecidos, segundo dados de novembro fornecidos pela Caixa, os &uacute;ltimos dispon&iacute;veis. Brasileiros que trabalharam com carteira assinada no per&iacute;odo de 1971 a 4 de outubro de 1988 podem sacar as cotas do PIS na Caixa. Herdeiros de trabalhadores que tiveram emprego formal neste per&iacute;odo tamb&eacute;m podem ter dinheiro para receber. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aux&iacute;lio Brasil<\/strong>: O governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) n&atilde;o cumprir&aacute; a promessa de ampliar o n&uacute;mero de fam&iacute;lias atendidas pelo Aux&iacute;lio Brasil<strong> <\/strong>ainda em 2021. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o para que os benefici&aacute;rios do programa social recebam uma compensa&ccedil;&atilde;o retroativa, como chegou a ser anunciado. O plano informado pelo governo era come&ccedil;ar a pagar, no m&iacute;nimo, R$ 400 para mais de 17 milh&otilde;es de fam&iacute;lias cadastradas no Aux&iacute;lio Brasil a partir de novembro. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Meio Ambiente e Energia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Energia Solar<\/strong>: A pot&ecirc;ncia instalada da gera&ccedil;&atilde;o solar distribu&iacute;da aumentou 2.819 MW de janeiro a novembro deste ano. Esse acr&eacute;scimo em 11 meses superou a alta de 2.673 MW observada ao longo de todo o ano de 2020, at&eacute; ent&atilde;o o maior avan&ccedil;o anual registrado. A pot&ecirc;ncia total instalada nesses sistemas, em casas, empresas e fazendas, &eacute; 7.617 MW. Para comparar, a usina hidrel&eacute;trica Paulo Afonso 4 (na Bahia), a 8&ordf; maior do pa&iacute;s, tem 2.462 MW de pot&ecirc;ncia instalada. A de Xing&oacute; (na divisa de Alagoas e Sergipe), a 7&ordf; maior, tem 3.162 MW. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Energia E&oacute;lica e Solar 1<\/strong>: As fontes de energia e&oacute;lica e solar devem se manter como protagonistas da expans&atilde;o da matriz el&eacute;trica brasileira em 2022. A perspectiva &eacute; que juntas elas injetem mais da metade da energia prevista para entrar em opera&ccedil;&atilde;o no sistema, trazendo mais seguran&ccedil;a e afastando o risco de um poss&iacute;vel racionamento e apag&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Energia E&oacute;lica e Solar 2<\/strong>: As usinas e&oacute;licas devem subir do atual patamar de 20,5 GW de capacidade instalada para 26,4 GW em 2022. J&aacute; o setor solar prev&ecirc; incremento de 3,1 GW, segundo dados da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Energia Solar<\/strong>: A pot&ecirc;ncia instalada da gera&ccedil;&atilde;o solar distribu&iacute;da aumentou 2.819 MW de janeiro a novembro deste ano. Esse acr&eacute;scimo em 11 meses superou a alta de 2.673 MW observada ao longo de todo o ano de 2020, at&eacute; ent&atilde;o o maior avan&ccedil;o anual registrado. A pot&ecirc;ncia total instalada nesses sistemas, em casas, empresas e fazendas, &eacute; 7.617 MW. Para comparar, a usina hidrel&eacute;trica Paulo Afonso 4 (na Bahia), a 8&ordf; maior do pa&iacute;s, tem 2.462 MW de pot&ecirc;ncia instalada. A de Xing&oacute; (na divisa de Alagoas e Sergipe), a 7&ordf; maior, tem 3.162 MW. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Destrui&ccedil;&atilde;o e Desorganiza&ccedil;&atilde;o: <\/strong>&Eacute; sempre bom lembrar que o ano de 2021 foi de muita destrui&ccedil;&atilde;o ambiental, em especial de avan&ccedil;o nos desmatamentos e queimadas, sem falar a desorganiza&ccedil;&atilde;o dos sistemas e mecanismos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e controle do Estado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Empresarial e Tecnol&oacute;gico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Companhias A&eacute;reas se Recuperam 1<\/strong>: Em meio a um cen&aacute;rio de retomada da demanda por transporte, as companhias a&eacute;reas come&ccedil;am a desenhar no pa&iacute;s a retomada total do mercado, que mant&eacute;m o ritmo mesmo diante da mais nova variante de covid-19, a &ocirc;micron. A tend&ecirc;ncia &eacute; que a demanda dom&eacute;stica j&aacute; chegue a n&iacute;veis pr&eacute;-pandemia ao final deste ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Companhias A&eacute;reas se Recuperam 2<\/strong>: Dados da Ag&ecirc;ncia Nacional de Avia&ccedil;&atilde;o Civil (Anac), indicam que a demanda por transporte de passageiros (medida em RPK, ou receita por passageiro por quil&ocirc;metro), em novembro, apresentou queda de 8,4% na compara&ccedil;&atilde;o com igual m&ecirc;s de 2019. Segundo a ag&ecirc;ncia, esse foi o menor recuo percentual no indicador desde o in&iacute;cio da pandemia. J&aacute; a oferta apresentou queda de 8,1%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apag&atilde;o Log&iacute;stico<\/strong>: A demanda mundial est&aacute; ultrapassando a disponibilidade de capacidade de transporte mar&iacute;timo, as redes de transporte e entrega de pacotes, aumentando os custos da cadeia de suprimentos e pesando nas margens das empresas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Custos de Log&iacute;stica Aumentaram<\/strong>: As empresas abaladas por altos custos de log&iacute;stica e gargalos de frete est&atilde;o estendendo as solu&ccedil;&otilde;es alternativas que adotaram durante a pandemia e assumindo novas estrat&eacute;gias para aliviar os impactos na cadeia de abastecimento no novo ano. Algumas empresas est&atilde;o estendendo o uso de medidas paliativas, como o armazenamento de mercadorias em reboques de caminh&otilde;es ociosos, enquanto outros est&atilde;o fazendo esfor&ccedil;os mais profundos para extrair capacidade adicional de redes de distribui&ccedil;&atilde;o sobrecarregadas, ou para cortar custos ao adquirir produtos e mat&eacute;rias-primas mais perto de casa. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perdas do Com&eacute;rcio com Feriados<\/strong>: Levantamento da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC) mostra que o menor ritmo de feriados em dias &uacute;teis deve ser favor&aacute;vel para o com&eacute;rcio em 2022. C&aacute;lculos da confedera&ccedil;&atilde;o estimam que o setor teve preju&iacute;zo de R$ 22,11 bilh&otilde;es por conta de feriados em dias &uacute;teis, neste ano, enquanto em 2022 a previs&atilde;o &eacute; que as perdas sejam em torno de R$ 17,25 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vendas On-line no Natal<\/strong>: Com menor poder de compra, o consumidor brasileiro apostou em roupas, itens de perfumaria e alimentos nas compras de Natal pela internet, que tiveram um avan&ccedil;o bem mais t&iacute;mido do que em 2020. De 10 a 25 de dezembro, as vendas on-line alcan&ccedil;aram um faturamento de R$ 6,6 bilh&otilde;es, uma alta nominal de 17,9% sobre os R$ 5,6 bilh&otilde;es obtidos no mesmo per&iacute;odo de 2020, segundo levantamento da empresa de an&aacute;lise de dados Neotrust. Descontando a infla&ccedil;&atilde;o de 10,42% no ano, considerando o IPCA-15, houve um crescimento real de 7,5% no per&iacute;odo. Mesmo levando em conta a alta nominal de 17,9%, o desempenho &eacute; bem menos significativo que o salto de 69,7% nas vendas on-line do Natal do ano passado frente ao resultado de 2019. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Unic&oacute;rnios em Alta<\/strong>: Ap&oacute;s investimentos recordes em tecnologia, o Brasil fecha 2021 com o n&uacute;mero in&eacute;dito de dez novos unic&oacute;rnios<strong> <\/strong>&ndash; nome dado a startups cujos valores de mercado ultrapassam US$ 1 bilh&atilde;o (mais de R$ 5,6 bilh&otilde;es), caso das conhecidas QuintoAndar e iFood. O resultado desbancou com folga o ano-l&iacute;der anterior, 2019, quando o rebanho brasileiro de bilion&aacute;rias recebeu cinco startups. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Internacional<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Subida de Juros nos EUA<\/strong>: O Fed (Banco Central dos Estados Unidos) indica um aperto monet&aacute;rio mais r&aacute;pido do que fez na d&eacute;cada de 2010, quando uma recupera&ccedil;&atilde;o fraca e uma infla&ccedil;&atilde;o teimosamente baixa o for&ccedil;aram a desacelerar a subida dos juros. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa&ccedil;&atilde;o da China:<\/strong> Na China, eventuais bloqueios por causa da variante &ocirc;micron&nbsp;podem representar outro golpe para os exportadores. A China &eacute; o maior consumidor mundial de alum&iacute;nio, carv&atilde;o, algod&atilde;o e soja, os produtos&nbsp;que o Brasil mais vendeu neste ano. Isso ajudou a conter a alta do d&oacute;lar frente ao real. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gastos com Defesa:<\/strong> O presidente dos Estados Unidos,&nbsp;Biden, sancionou dia 27-12-2021 ato de autoriza&ccedil;&atilde;o de defesa nacional para o ano fiscal de 2022. Permite investimento de US$ 768 bilh&otilde;es&nbsp;na &aacute;rea de seguran&ccedil;a nacional. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>China<\/strong>: Enquanto 2021 foi marcado na China por medidas regulat&oacute;rias, com Pequim fechando o cerco em torno das &ldquo;big techs&rdquo;, dos setores de educa&ccedil;&atilde;o e imobili&aacute;rio, a estabiliza&ccedil;&atilde;o da economia deve dar o tom em 2022. &Eacute; com isso em mente que os investidores devem olhar para o pa&iacute;s asi&aacute;tico. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Balan&ccedil;a Comercial dos EUA<\/strong>: O d&eacute;ficit da balan&ccedil;a comercial de bens<strong> <\/strong>dos EUA subiu a US$ 97,8 bilh&otilde;es em novembro, de US$ 83,2 bilh&otilde;es da leitura de outubro, ou uma alta de US$ 14,6 bilh&otilde;es no per&iacute;odo, de acordo com dados divulgados h&aacute; pouco pelo Departamento do Com&eacute;rcio dos EUA. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Golpes de Estado Aumentaram<\/strong>: A f&oacute;rmula at&eacute; parece similar: militares alegam que houve fraude na elei&ccedil;&atilde;o, que o governo civil &eacute; corrupto e ineficaz para mitigar as desigualdades sociais. Tomam, ent&atilde;o, o poder, asfixiam liberdades civis e estabelecem um calend&aacute;rio fantasma de transi&ccedil;&atilde;o para a democracia. Com esse passo a passo j&aacute; cl&aacute;ssico, sete tentativas de golpe de Estado ocorreram no mundo em 2021, e cinco delas tiveram &ecirc;xito. O n&uacute;mero &eacute; o maior das &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, de acordo com monitoramento dos professores Jonathan Powell e Clayton Thyne, das universidades Central da Fl&oacute;rida e Kentucky, respectivamente. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-default\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fontes: Notas Econ&ocirc;micas<\/h2>\n\n\n\n<p>Jornal Valor, Globo, Folha, Correio Brasiliense, Estad&atilde;o, Carta Capital, Poder 360, Mercado &amp; Consumo, UOL, Metr&oacute;poles e g1.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NOTAS ECON&Ocirc;MICAS Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo Economista Paulo Roberto Bretas Desejo um feliz ano novo aos queridos leitores e leitoras!!!<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":20995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2246,2245],"tags":[2247,2308,234,2251],"class_list":{"0":"post-20994","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-paulo-roberto-bretas","8":"category-conjuntura","9":"tag-conjuntura","10":"tag-conjuntura-economica","11":"tag-mercados","12":"tag-notas-economicas"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/comercio_decoracao_de_natal_rvrsa_rovena-rosa-agencia-brasil.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20994"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20994\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}