{"id":207,"date":"2016-04-02T13:56:13","date_gmt":"2016-04-02T16:56:13","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/a-empresa-do-seculo21\/"},"modified":"2022-08-03T22:00:17","modified_gmt":"2022-08-04T01:00:17","slug":"a-empresa-do-seculo21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/a-empresa-do-seculo21\/","title":{"rendered":"a empresa do s\u00e9culo21"},"content":{"rendered":"<p>Abril.com S&atilde;o Paulo &shy; A internet n&atilde;o transformou apenas a maneira como as pessoas se comunicam.<\/p>\n<p>A infinidade de dados gerados na rede &ndash; e as diversas possibilidades de cruzamento entre eles &ndash; tamb&eacute;m deu origem a novos mercados e fez com que empresas consolidadas tivessem que se reinventar para sobreviver.<\/p>\n<p>Desde a forma de contratar at&eacute; a de gerir o caixa, veja seis caracter&iacute;sticas marcantes das companhias do s&eacute;culo 21, compiladas e publicadas pelo editor da revista Fortune, Alan Muray. (https:\/\/fortune.com\/2015\/10\/22\/sixtruths&shy;21st&shy;century&shy;corporation\/)<\/p>\n<p>1. Elas n&atilde;o t&ecirc;m tantos ativos f&iacute;sicos quanto antes<\/p>\n<p>A Fortune evidencia empresas que faturam alto e acumulam poucos bens f&iacute;sicos &ndash; ou quase nenhum. O Alibaba, maior varejista do mundo, por exemplo, n&atilde;o fabrica produtos. O Airbnb, maior provedor de hospedagem do mundo, n&atilde;o &eacute; dono de nenhum im&oacute;vel ou hotel. O Uber, maior servi&ccedil;o de transporte do mundo, n&atilde;o possui um carro sequer.<\/p>\n<p>2. Elas valorizam o capital humano como nunca<\/p>\n<p>De posse de poucos ativos, os funcion&aacute;rios &ndash; e suas habilidades e conhecimentos &ndash; passam a ser praticamente tudo o que as companhias t&ecirc;m. A revista ressalta que saber identificar aqueles que s&atilde;o essenciais e reconhec&ecirc;&shy; los &eacute; decisivo. &ldquo;Eles s&atilde;o a empresa&rdquo;.<\/p>\n<p>3. A natureza do emprego &eacute; diferente<\/p>\n<p>A Fortune alerta que esse tipo de economia em que indiv&iacute;duos comercializam seus bens ou servi&ccedil;os pr&oacute;prios online (como acontece no Airbnb) ainda vai crescer. E, com isso, os empregos tradicionais devem diminuir. &ldquo;John Chambers, ex&shy;presidente da Cisco, prev&ecirc;: &lsquo;logo teremos enormes empresas com um ou dois empregados &ndash; o presidente e o diretor financeiro&rsquo;. Um exagero, talvez, mas nem tanto&rdquo;, escreveu o editor Alan Muray.<\/p>\n<p>4. L&iacute;deres s&atilde;o cada vez mais gigantes e o restante do mercado briga por espa&ccedil;o<\/p>\n<p>Modelos de neg&oacute;cio inovadores geram grandes fortunas para seus criadores, mas destorem ind&uacute;strias inteiras no processo, lembra a revista. Basta observar o que aconteceu com as empresas de cat&aacute;logos telef&ocirc;nicos e enciclop&eacute;dias depois do surgimento do Google para entender.<\/p>\n<p>5. As empresas duram menos<\/p>\n<p>A tecnologia possibilita mudan&ccedil;as em alta velocidade. A Fortune destaca que o tempo de vida m&eacute;dio das empresas do S&amp;P 500 (&iacute;ndice que re&uacute;ne as maiores companhias dos EUA) caiu de 61 anos em 1958 para 20 anos atualmente. &ldquo;E vai cair ainda mais&rdquo;, prev&ecirc; o editor Alan Muray.<\/p>\n<p>6. A propriedade intelectual n&atilde;o pode ser barrada fisicamente<\/p>\n<p>&ldquo;Na medida em que o valor das empresas modernas vem de propriedade intelectual, torna&shy;se mais f&aacute;cil enviar as receitas para para&iacute;sos fiscais (&hellip; a menos que as autoridades evoluam e corrijam o sistema global de impostos&rdquo;, escreveu Muray.<\/p>\n<p>https:\/\/fortune.com\/2015\/10\/22\/sixtruths<span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 19.2px;\">&shy;21st&shy;century&shy;corporation<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12.8px; line-height: 19.2px;\"><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Abril.com S&atilde;o Paulo &shy; A internet n&atilde;o transformou apenas a maneira como as pessoas se comunicam. A infinidade de dados gerados na rede &ndash; e as diversas possibilidades de cruzamento entre eles &ndash; tamb&eacute;m deu origem a novos mercados e fez com que empresas consolidadas tivessem que se reinventar para sobreviver. 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