{"id":20359,"date":"2021-12-10T18:31:55","date_gmt":"2021-12-10T21:31:55","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=20359"},"modified":"2021-12-10T18:32:02","modified_gmt":"2021-12-10T21:32:02","slug":"notas-economicas-6-a-10-de-dezembro-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-6-a-10-de-dezembro-de-2021\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas: 6 a 10 de dezembro de 2021"},"content":{"rendered":"\n<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo<strong> Economista Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-1024x683.jpg\" alt=\"vice presidente Hamilton Mour&atilde;o e seguidores experimentam armas em evento do BID - Foto: Rom&eacute;rio Cunha\/VPR\" class=\"wp-image-20360\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-696x464.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro-1392x928.jpg 1392w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Rom&eacute;rio Cunha\/VPR<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>O vice-presidente Hamilton Mour&atilde;o participou, em Bras&iacute;lia, da Sexta Mostra BID Brasil. Em tempos de final de ano e esp&iacute;rito de Natal a prioridade do dia 10 de dezembro foi marcar presen&ccedil;a no principal evento do segmento de defesa e seguran&ccedil;a do Pa&iacute;s, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento. Enquanto isso, dados sobre expectativas em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro mostram o descontentamento dos brasileiros com a atual situa&ccedil;&atilde;o da economia do&nbsp;Brasil. Sem recupera&ccedil;&atilde;o diante da pandemia, o ambiente&nbsp;est&aacute; p&eacute;ssimo ou ruim para a maioria.&nbsp;Sem solu&ccedil;&otilde;es efetivas para os problemas, o governo aposta no Aux&iacute;lio Brasil, que come&ccedil;ou a ser pago nesta mesma sexta-feira, dia 10 de dezembro. (Radar do Futuro)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Economia e Finan&ccedil;as<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Aumento da Selic: <\/strong>Com o aumento da infla&ccedil;&atilde;o, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros b&aacute;sicos para tentar segurar a alta dos pre&ccedil;os. Por unanimidade, o Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) elevou hoje (8) a taxa b&aacute;sica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decis&atilde;o<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2021-12\/mercado-financeiro-projeta-inflacao-em-1018-neste-ano\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&nbsp;era esperada por analistas do mercado financeiro<\/a>.(Ag&ecirc;ncia Brasil)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Melhor Ano da Hist&oacute;ria <\/strong><strong>da Minera&ccedil;&atilde;o<\/strong><strong>1<\/strong>: A ind&uacute;stria brasileira de minera&ccedil;&atilde;o vai viver em 2021 seu melhor ano na hist&oacute;ria, batendo recordes de faturamento. O setor foi favorecido pelos altos pre&ccedil;os das commodities met&aacute;licas, como min&eacute;rio de ferro, cobre, ouro e alum&iacute;nio e pelo c&acirc;mbio, pois &eacute; um grande exportador. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Melhor Ano da Hist&oacute;ria da Minera&ccedil;&atilde;o 2: <\/strong>A expectativa para 2022, no entanto, &eacute; de um cen&aacute;rio de acomoda&ccedil;&atilde;o, com pre&ccedil;os ajustados a patamares mais baixos em rela&ccedil;&atilde;o aos picos e de demanda sob press&atilde;o, principalmente do maior consumidor de commodities do mundo, a China. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Boletim Focus &ndash; PIB<\/strong>: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 voltou a cair, de 4,80% para 4,78%. Para 2022, o ponto-m&eacute;dio das expectativas para a expans&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) tamb&eacute;m reduzido, de 0,70% para 0,58%. Para 2023 e 2024, permaneceu em 2,00%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Boletim Focus &ndash; Juros<\/strong>: Para a taxa b&aacute;sica de juros (Selic), o ponto-m&eacute;dio das expectativas manteve-se em 9,25% em 2021, 11,25% em 2022, 7,75% em 2023 e 7,00% em 2024. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Boletim Focus &ndash; D&oacute;lar<\/strong>: A mediana das estimativas para o d&oacute;lar foi mantida em R$ 5,50 tanto para o fim deste ano quanto no do pr&oacute;ximo. Para 2023, o ponto-m&eacute;dio das proje&ccedil;&otilde;es para a moeda americana subiu de R$ 5,30 para R$ 5,35. Para 2024, foi de R$ 5,28 para R$ 5,30. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Passivo de Precat&oacute;rios<\/strong>:<strong> <\/strong><strong>A&nbsp;<\/strong>Institui&ccedil;&atilde;o Fiscal Independente (IFI)&nbsp;acaba de publicar uma nova vers&atilde;o de seu &ldquo;Coment&aacute;rios da IFI n&uacute;mero 14&rdquo;, que trata da&nbsp;Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Precat&oacute;rios,<strong>&nbsp;<\/strong>no qual projeta um estoque de precat&oacute;rios acumulados e n&atilde;o pagos de R$ 420 bilh&otilde;es em 2026. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pandemia Aumenta Desigualdade 1: <\/strong>A&nbsp;pandemia da covid-19&nbsp;aumentou a&nbsp;desigualdade<strong>&nbsp;<\/strong>em todo o mundo, com os mais ricos enriquecendo ainda mais e o total de pobres crescendo. No Brasil, a parcela 10% mais rica que detinha 58,6% da renda nacional em 2019 hoje concentra 59%, segundo o The World Inequality Report 2022. A metade mais pobre, por sua vez, possu&iacute;a 10,1% antes da pandemia e hoje concentra 10%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pandemia Aumenta Desigualdade 2: <\/strong>O documento, elaborado pelo World Inequality Lab, codirigido pelo economista Thomas Piketty, mostra ainda que no Brasil a parcela 1% mais rica &eacute; dona de cerca de metade da riqueza nacional. A metade mais pobre det&eacute;m menos de 1% da riqueza nacional &ndash; muito abaixo de vizinhos como a Argentina, onde os 50% mais pobres possuem 6% da riqueza nacional. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pandemia Aumenta Desigualdade 3: <\/strong>O World Inequality Lab, que gerencia o World Inequality Database, utiliza dois conceitos para medir desigualdade: renda e riqueza. O primeiro &eacute; a soma de toda a renda recebida por indiv&iacute;duos de um pa&iacute;s, como o sal&aacute;rio ao longo de um ano, antes de pagar imposto de renda. A riqueza &eacute; a soma de valores de todos os ativos detidos por indiv&iacute;duos em um pa&iacute;s, o estoque de acumula&ccedil;&atilde;o de capital, como poupan&ccedil;a e rendimentos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pandemia Aumenta Desigualdade 4: <\/strong>Na Am&eacute;rica Latina, o Brasil &eacute; o segundo pa&iacute;s mais desigual depois do Chile, onde os 10% mais ricos det&ecirc;m 58,9% da renda total. Em ambos os pa&iacute;ses, por&eacute;m, os 10% mais ricos ganham 30 vezes mais do que os 50% mais pobres &ndash; na Argentina e no Canad&aacute; essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 13%, nos EUA, de 17%, na Fran&ccedil;a, 6%. No grupo das 20 maiores economias do mundo, o G-20, o Brasil tamb&eacute;m ocupa o segundo lugar na lista dos mais desiguais, atr&aacute;s somente da &Aacute;frica do Sul. No pa&iacute;s africano, a parcela dos 10% mais ricos possui 66,5% da renda nacional e ganha 60 vezes mais do que a metade mais pobre. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desonera&ccedil;&atilde;o da Folha: <\/strong>O&nbsp;Senado<strong>&nbsp;<\/strong>aprovou o projeto de&nbsp;desonera&ccedil;&atilde;o da folha de pagamentos<strong>&nbsp;<\/strong>para 17 setores da economia. O relator, senador Veneziano Vital do R&ecirc;go (MDB-PB), vice-presidente do Senado, n&atilde;o realizou altera&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao texto j&aacute; aprovado na C&acirc;mara dos Deputados. A medida segue para san&ccedil;&atilde;o presidencial. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa CNI: <\/strong>Pesquisa da&nbsp;Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI)<strong>&nbsp;<\/strong>mostra que, para 70% dos brasileiros, a economia do&nbsp;Brasil<strong>&nbsp;<\/strong>est&aacute; p&eacute;ssima ou ruim em fun&ccedil;&atilde;o das dificuldades para recupera&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a&nbsp;pandemia.<strong>&nbsp;<\/strong>A maioria dos entrevistados (56%) afirma que a situa&ccedil;&atilde;o piorou nos &uacute;ltimos seis meses. Em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro, a popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; dividida, pois 34% acham que vai melhorar, 27% que vai ficar igual e 32%, que vai piorar. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exporta&ccedil;&otilde;es do Agro: <\/strong>As&nbsp;exporta&ccedil;&otilde;es do agroneg&oacute;cio brasileiro&nbsp;somaram US$ 8,36 bilh&otilde;es em novembro, um novo recorde para o m&ecirc;s. Segundo dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex) compilados pelo&nbsp;Minist&eacute;rio da Agricultura, ante novembro de 2020 a alta foi de 6,8%, e o avan&ccedil;o refletiu o aumento dos pre&ccedil;os dos produtos embarcados &ndash; que subiram, em m&eacute;dia, 22,3% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo m&ecirc;s do ano passado. Por outro lado, houve queda de 12,7% nos volumes vendidos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autoriza&ccedil;&atilde;o de Ferrovias: <\/strong>O governo federal autorizou ontem a constru&ccedil;&atilde;o e opera&ccedil;&atilde;o dos nove primeiros trechos de ferrovias pelo novo regime de autoriza&ccedil;&atilde;o &ndash; modelo que se contrap&otilde;e &agrave;s tradicionais concess&otilde;es ferrovi&aacute;rias. Os projetos dever&atilde;o passar por dez Estados, com investimento estimado em R$ 51,96 bilh&otilde;es em 3,5 mil quil&ocirc;metros de novos trilhos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Boletim Focus &ndash; Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong>: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es dos economistas do mercado para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA)<strong> <\/strong>em 2021 subiu de 10,12% para 10,15%, segundo o Boletim Focus, do Banco Central (BC).<strong> <\/strong>Para 2022, tamb&eacute;m subiu, de 4,96% para 5,00%. Para 2023, permaneceu em 3,42%. Para 2024, ficou em 3,10%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Queda do IGP-DI: <\/strong>O&nbsp;&Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os &ndash; Disponibilidade Interna (IGP-DI)<strong>&nbsp;<\/strong>registrou defla&ccedil;&atilde;o de 0,58% em novembro, percentual inferior ao apurado no m&ecirc;s anterior, quando subira 1,60%, informou a Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV). Com esse resultado, o &iacute;ndice acumula alta de 16,28% no ano e de 17,16% em 12 meses. Em novembro de 2020, o &iacute;ndice havia subido 2,64% e acumulava eleva&ccedil;&atilde;o de 24,28% em 12 meses. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IPCA Novembro: <\/strong>A infla&ccedil;&atilde;o oficial brasileira, medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,95% em novembro, ap&oacute;s alta de 1,25% em outubro. &Eacute; o maior resultado para o m&ecirc;s desde 2015, quando foi 1,01%, conforme o IBGE.&nbsp;O maior impacto individual no &iacute;ndice veio da gasolina, com alta de 7,38% e influ&ecirc;ncia de 0,46 ponto percentual na taxa de 0,95%. O resultado acumulado em 12 meses atingiu a marca de dois d&iacute;gitos pelo terceiro m&ecirc;s seguido, com varia&ccedil;&atilde;o de 10,74%. &Eacute; a maior taxa em 12 meses desde novembro de 2003 (11,02%). Em novembro de 2020, o IPCA teve infla&ccedil;&atilde;o de 0,89%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INPC Desacelera: <\/strong>O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC), que mede infla&ccedil;&atilde;o percebida por fam&iacute;lias com renda entre um e cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos mensais, foi de<strong>&nbsp;<\/strong>0,84% em novembro, ap&oacute;s alta de 1,16% um m&ecirc;s antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Em novembro de 2020, houve aumento de 0,95%. No resultado acumulado 12 meses, o INPC ficou em 10,96%, quarto m&ecirc;s seguido em dois d&iacute;gitos.&nbsp;At&eacute; outubro, o resultado acumulado em 12 meses estava em 11,08%. No ano, o indicador registra alta de 9,36%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Governo e Ambiente Pol&iacute;tico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Cai Rejei&ccedil;&atilde;o &agrave; Bolsonaro: <\/strong>A nova rodada da pesquisa Genial+Quaest traz uma boa not&iacute;cia e uma m&aacute; not&iacute;cia para o presidente Jair Bolsonaro (PL). A boa &eacute; que a reprova&ccedil;&atilde;o a seu trabalho teve uma queda acentuada, com a avalia&ccedil;&atilde;o negativa caindo de 56% em novembro para 50%, fora da margem de erro de dois pontos. A vis&atilde;o positiva do governo passou de 19% para 21%. &Agrave; exce&ccedil;&atilde;o do Nordeste, a queda na reprova&ccedil;&atilde;o foi verificada em todas as regi&otilde;es&nbsp;e estratos sociais, embora a vis&atilde;o negativa ainda seja predominante. A m&aacute; not&iacute;cia para Bolsonaro &eacute; que, se as elei&ccedil;&otilde;es de 2022 fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) seria eleito no primeiro turno&nbsp;em todos os cen&aacute;rios apresentados, pois suas inten&ccedil;&otilde;es de votos s&atilde;o maiores que a somas das de seus advers&aacute;rios, variando de 46% a 48%. O ex-ministro S&eacute;rgio Moro (Podemos), que havia sido inclu&iacute;do na pesquisa anterior, passou de 8% para 11%, mas seu advers&aacute;rio direto, Bolsonaro, teve crescimento igual, de 21% para 24%. Nas simula&ccedil;&otilde;es de segundo turno, Lula tamb&eacute;m leva vantagem: 55% a 31% contra Bolsonaro, 53% a 29% contra Moro e 54% a 21% contra Ciro Gomes (PDT). Outra m&aacute; not&iacute;cia para Bolsonaro identificada pela pesquisa &eacute; a rejei&ccedil;&atilde;o: 64% dos eleitores dizem que n&atilde;o votariam nele. Moro vem em seguida, com 61%. Lula aparece em quinto, com 43%. E para ajudar a pautar os candidatos, a economia, em especial o desemprego, &eacute; o tema que mais preocupa dos eleitores. A fome e o crescimento da mis&eacute;ria tamb&eacute;m aparecem em destaque. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa PodeData 1: <\/strong>Pesquisa&nbsp;Poderdata<strong>&nbsp;<\/strong>realizada de 6 a 8 de dezembro de 2021 mostra que 37% dos brasileiros dizem que a vida piorou nos quase 3 anos de governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 22% dizem que a sua vida melhorou no per&iacute;odo, e 37% consideram que est&aacute; igual. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa PodeData 2: <\/strong>Pesquisa PoderData&nbsp;realizada do dia 06 ao dia 08 de dezembro de 2021 mostra um leve recuo entre os que consideram o trabalho do presidente Bolsonaro&nbsp;(PL)&nbsp;&ldquo;ruim&rdquo;&nbsp;ou&nbsp;&ldquo;p&eacute;ssimo&rdquo;. Nesta rodada, 54% dos entrevistados tiveram essa percep&ccedil;&atilde;o, ante 57% no levantamento realizado 15 dias antes. A varia&ccedil;&atilde;o est&aacute; dentro da margem de erro do estudo, de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. Os que acham o chefe do Executivo&nbsp;&ldquo;&oacute;timo&rdquo;&nbsp;ou&nbsp;&ldquo;bom&rdquo;&nbsp;mantiveram-se nos mesmos 22% &ndash; menor patamar j&aacute; registrado pela empresa de estudos estat&iacute;sticos do&nbsp;Poder 360&nbsp;na s&eacute;rie hist&oacute;rica iniciada em abril de 2020. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ideia de Promulgar por Trechos: <\/strong>Os t&eacute;cnicos e consultores do Congresso passaram o fim de semana em busca de uma f&oacute;rmula que permita fatiar&nbsp;a proposta de emenda constitucional (PEC) dos Precat&oacute;rios, aprovada pelo Senado. Como os senadores alteraram o texto aprovado na C&acirc;mara, a PEC teria de voltar para os deputados que precisam votar novamente duas vezes para que possa ser promulgada. A ideia anunciada pelo presidente da C&acirc;mara, Arthur Lira (PP-AL), &eacute; promulgar os trechos mantidos pelos senadores e s&oacute; mandar para comiss&otilde;es e Plen&aacute;rio o que foi mudado. &ldquo;&Eacute; muito normal que textos comuns possam ser promulgados&rdquo;, afirmou Lira. Ele pretende se reunir&nbsp;com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para decidir o fatiamento. A PEC dos Precat&oacute;rios parcela o pagamento de d&iacute;vidas transitadas em julgado e libera recursos para, entre outras finalidades, elevar a R$ 400 o Aux&iacute;lio Brasil, visto como principal trunfo do presidente Jair Bolsonaro na busca pela reelei&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o est&aacute; certo que a promulga&ccedil;&atilde;o parcial seja legal. (CNN Brasil) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eleitorado Evang&eacute;lico<\/strong>: Em 2018<strong>,<\/strong>&nbsp;o eleitorado evang&eacute;lico fechou quase inteiramente com Jair Bolsonaro (PL), mas hoje &eacute;&nbsp;alvo de cobi&ccedil;a de praticamente todos os candidatos, que modulam seu discurso para tirar esses votos do presidente. O pr&oacute;prio Bolsonaro procura fidelizar esse p&uacute;blico com a&ccedil;&otilde;es como a indica&ccedil;&atilde;o para o STF de Andr&eacute; Mendon&ccedil;a, ex-ministro e pastor de uma igreja em Bras&iacute;lia. Mas a aproxima&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se d&aacute; s&oacute; pela direita. O ex-presidente Lula (PT), que teve apoio do segmento em seus dois mandatos, e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem evitado tocar em pautas identit&aacute;rias e quest&otilde;es como legaliza&ccedil;&atilde;o de aborto e drogas, temas tabus para os evang&eacute;licos. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Guilherme Amado:<\/strong>&nbsp;&ldquo;H&aacute; um clima de apreens&atilde;o entre tucanos da velha guarda&nbsp;sobre como ser&aacute; a vida no PSDB com a candidatura de Jo&atilde;o Doria &agrave; Presid&ecirc;ncia. Na vis&atilde;o deles, o partido aos poucos perder&aacute; a imagem de defensor da social-democracia para se tornar uma sigla essencialmente de direita.&rdquo; (Metr&oacute;poles) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Corrup&ccedil;&atilde;o no PL<\/strong>: O PL, novo partido do presidente Jair Bolsonaro, tem uma batata quente nas m&atilde;os: o deputado Josimar de Maranh&atilde;ozinho (MA), muito ligado ao presidente da legenda, Valdemar Costa Neto. Gra&ccedil;as a uma c&acirc;mera&nbsp;&nbsp;instalada &mdash; com autoriza&ccedil;&atilde;o do STF &mdash; no escrit&oacute;rio do parlamentar em S&atilde;o Lu&iacute;s, a Pol&iacute;cia Federal filmou Josimar manuseando caixas com dinheiro vivo, que, segundo a PF, &eacute; resultado de desvio de emendas. O deputado j&aacute; foi alvo de duas opera&ccedil;&otilde;es&nbsp;de busca e apreens&atilde;o. (Cruso&eacute;) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A Surpreendente Rosa Weber: <\/strong>Surpreendendo a todos, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber autorizou a libera&ccedil;&atilde;o de verbas&nbsp;das emendas do relator. Trata-se de uma rubrica no Or&ccedil;amento da Uni&atilde;o sem destina&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica, distribu&iacute;da por crit&eacute;rios pol&iacute;ticos e n&atilde;o identificando os parlamentares cujos redutos foram beneficiados, da&iacute; o apelido de or&ccedil;amento secreto. A pr&oacute;pria Rosa havia suspendido&nbsp;a execu&ccedil;&atilde;o das emendas do relator, decis&atilde;o mantida pela maioria do Plen&aacute;rio da Corte, exigindo transpar&ecirc;ncia. A ministra tomou a decis&atilde;o ap&oacute;s o Congresso aprovar no dia 29 novas regras&nbsp;que deveriam permitir, apenas de agora em diante, identificar os parlamentarem beneficiados. (Metr&oacute;poles) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Segue o Or&ccedil;amento Secreto: <\/strong>A Comiss&atilde;o Mista de Or&ccedil;amento (CMO) aprovou ontem para o ano que vem o mesmo modelo&nbsp;de emenda do relator&nbsp;suspenso pelo STF. Al&eacute;m de rejeitar todas as propostas para aumentar a transpar&ecirc;ncia e impor limites ao or&ccedil;amento secreto, o relat&oacute;rio do deputado Hugo Leal (PSD-RJ) ampliou a lista de despesas que podem entrar nessa rubrica, estimada em R$ 16 bilh&otilde;es. (Estad&atilde;o) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fatiamento da PEC dos Precat&oacute;rios: <\/strong>Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da C&acirc;mara, Arthur Lira (PP-AL), passaram a tarde reunidos discutindo o fatiamento&nbsp;da PEC dos Precat&oacute;rios. Lira quer promulgar a parte do texto j&aacute; aprovada&nbsp;por deputados e senadores e votar depois aquilo que foi modificado no Senado. A resist&ecirc;ncia dos senadores &eacute; grande, pois as altera&ccedil;&otilde;es foram resultado de acordos que, tramitando na C&acirc;mara, podem ser descumpridos. A PEC, que parcela d&iacute;vidas transitadas em julgado, &eacute; considerada fundamental para garantir o Aux&iacute;lio Brasil de R$ 400. (Metr&oacute;poles) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inger&ecirc;ncias na Pol&iacute;cia Federal: <\/strong>Desde que&nbsp;assumiu a dire&ccedil;&atilde;o-geral da Pol&iacute;cia Federal Paulo Maiurino j&aacute; afastou pelo menos 20 delegados&nbsp;de postos-chave da corpora&ccedil;&atilde;o. V&aacute;rias das mudan&ccedil;as envolvem superin<a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> onde ocorrem investiga&ccedil;&otilde;es de interesse de parentes e aliados do presidente Jair Bolsonaro. Mais recentemente, Maiurino afastou tr&ecirc;s delegadas que participaram do pedido de extradi&ccedil;&atilde;o do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, acusado de integrar mil&iacute;cias digitais e que est&aacute; foragido nos EUA. O diretor-geral nega inger&ecirc;ncia pol&iacute;tica nas exonera&ccedil;&otilde;es. (Jornal Nacional) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Caso do Triplex: <\/strong>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal&nbsp;pediu ontem o arquivamento&nbsp;da a&ccedil;&atilde;o contra o ex-presidente Lula (PT) por lavagem de dinheiro e corrup&ccedil;&atilde;o no caso do tr&iacute;plex do Guaruj&aacute;. A procuradora M&aacute;rcia Brand&atilde;o Zollinger reconheceu a prescri&ccedil;&atilde;o do processo, uma vez que as provas coletadas pela Lava-Jato de Curitiba foram anuladas pelo STF. Uma nova a&ccedil;&atilde;o teria de come&ccedil;ar do zero. Lula, por ter mais de 70 anos, tamb&eacute;m tem direito a prazos menores&nbsp;para prescri&ccedil;&otilde;es. (UOL)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Acesso &agrave;s Vagas do ProUni:<\/strong> O governo federal&nbsp;editou ontem Medida Provis&oacute;ria (MP) alterando as regras do ProUni, sistema que, desde 2005, financia o acesso a faculdades particulares de estudantes de baixa renda. Pelas novas regras, alunos de escolas particulares n&atilde;o bolsistas tamb&eacute;m ter&atilde;o acesso aos recursos e os crit&eacute;rios de comprova&ccedil;&atilde;o de renda ficam mais frouxos. Para a diretora do Centro de Excel&ecirc;ncia e Inova&ccedil;&atilde;o em Pol&iacute;ticas Educacionais da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV), Cl&aacute;udia Costin, a mudan&ccedil;a atende ao lobby&nbsp;das institui&ccedil;&otilde;es privadas de ensino. Com a pandemia, um n&uacute;mero expressivo de vagas do ProUni, uma das maiores fontes de lucro das faculdades particulares, ficou ocioso.&nbsp;(Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Suposto Superfaturamento: <\/strong>A Pol&iacute;cia Federal est&aacute; investigando um suposto superfaturamento&nbsp;de at&eacute; R$ 130 milh&otilde;es na impress&atilde;o de provas do Enem entre 2010 e 2019. Funcion&aacute;rios do Inep teriam recebido vantagens indevidas em contratos com a multinacional RR Donnelley e a gr&aacute;fica Valid, que nega irregularidades. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fatiamento da PEC Produz Crise no Senado:<\/strong> O Congresso promulgou a fatia&nbsp;da PEC dos Precat&oacute;rios que permite elevar o valor do Aux&iacute;lio Brasil&nbsp;a R$ 400. Mas o evento foi tudo, menos tranquilo. Senadores de oposi&ccedil;&atilde;o e independentes acusaram o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de violar os acordos que permitiram a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC, que parcela o pagamento de d&iacute;vidas&nbsp;da Uni&atilde;o transitadas em julgado. Segundo eles havia a promessa de que o texto n&atilde;o seria fatiado&nbsp;e que a C&acirc;mara reanalisaria toda a proposta, n&atilde;o apenas as modifica&ccedil;&otilde;es feitas no Senado. Uma das mudan&ccedil;as &eacute; a vincula&ccedil;&atilde;o dos recursos liberados pela PEC a benef&iacute;cios sociais, sa&uacute;de e previd&ecirc;ncia. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) acusou abertamente Pacheco de abrir uma &ldquo;crise na Casa&rdquo; e n&atilde;o cumprir acordos. O presidente do Senado reagiu, dizendo jamais ter feito acordo com ela. &ldquo;Eu n&atilde;o descumpri acordo algum. Busco honrar compromisso, respeitar meus colegas&rdquo;, afirmou. O presidente da C&acirc;mara, Arthur Lira (PP-AL), prometeu votar na pr&oacute;xima semana, direto no Plen&aacute;rio, as fatias que restaram. Mas, como temiam senadores, n&atilde;o se comprometeu com a aprova&ccedil;&atilde;o de todas as mudan&ccedil;as. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Volta da Propaganda Partid&aacute;ria: <\/strong>O Senado aprovou a volta, no pr&oacute;ximo ano, da propaganda partid&aacute;ria&nbsp;em ano eleitoral que havia sido extinta em 2017. Todos os partidos ter&atilde;o direito a at&eacute; 20 minutos por semestre em rede nacional e outros 20, em cada estado, divididos em inser&ccedil;&otilde;es de 30 segundos. Quando essa publicidade acabou, a promessa era de que n&atilde;o voltaria em troca de se aprovar o fundo eleitoral. (Poder 360) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Federa&ccedil;&otilde;es Partid&aacute;rias: <\/strong>O ministro do STF, Lu&iacute;s Roberto Barroso, reconheceu ontem, em decis&atilde;o monocr&aacute;tica, a validade&nbsp;das federa&ccedil;&otilde;es partid&aacute;rias. Ele rejeitou a&ccedil;&atilde;o na qual o PTB alegava que as federa&ccedil;&otilde;es buscavam burlar a proibi&ccedil;&atilde;o das coliga&ccedil;&otilde;es&nbsp;em elei&ccedil;&otilde;es proporcionais. Barroso descartou o argumento afirmando que as federa&ccedil;&otilde;es, embora permitam que dois ou mais partidos disputem a elei&ccedil;&atilde;o em conjunto, exigem que eles tenham afinidade program&aacute;tica e atuem como uma s&oacute; legenda no Congresso por quatro anos. A decis&atilde;o ter&aacute; de ser confirmada pelo Plen&aacute;rio do Supremo. (Poder360) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proposta Infeliz e Desonesta: <\/strong>O Minist&eacute;rio da Mulher, da Fam&iacute;lia e dos Direitos Humanos, da ministra Damares Alves, tentou apresentar no Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) uma proposta que classificava garimpeiros e pecuaristas como &ldquo;povos tradicionais&rdquo;, equivalentes a ind&iacute;genas e quilombolas. A ideia foi abortada pela rea&ccedil;&atilde;o de integrantes do conselho. Para eles, a iniciativa buscava legitimar grupos que agem na ilegalidade. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mudan&ccedil;as Dr&aacute;sticas nas PMs:<\/strong><strong> <\/strong>A C&acirc;mara&nbsp;dos deputados aprovou ontem a urg&ecirc;ncia para um projeto que, se aprovado, reduz drasticamente a autoridade dos governadores&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/MTAzMjAw\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sobre as Pol&iacute;cias Militares<\/a>&nbsp;e, de quebra, afrouxa as regras para entrada nas corpora&ccedil;&otilde;es. Pelas propostas apresentadas pelo deputado Capit&atilde;o Augusto (PL-SP), coordenador da chamada Bancada da Bala, os governadores ter&atilde;o de escolher os comandantes gerais da PM e dos bombeiros a partir de uma lista tr&iacute;plice feita pela pr&oacute;pria corpora&ccedil;&atilde;o. Os nomeados ter&atilde;o mandato de dois anos e s&oacute; poder&atilde;o ser exonerados pelo governador mediante justificativa &ldquo;relevante e comprovada&rdquo;. E, sob a alega&ccedil;&atilde;o de seguir o princ&iacute;pio constitucional da presun&ccedil;&atilde;o de inoc&ecirc;ncia, fica autorizado o ingresso na PM de indiciados em inqu&eacute;rito policial ou r&eacute;us em processo judicial ou administrativo. Com a aprova&ccedil;&atilde;o da urg&ecirc;ncia, o projeto vai direto ao Plen&aacute;rio, sem passar por comiss&otilde;es. Para o governador do Piau&iacute;, Wellington Dias (PT), coordenador do F&oacute;rum Nacional de Governadores, o projeto &eacute; inconstitucional. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Jogo do Or&ccedil;amento Secreto: <\/strong>Executivo&nbsp;e o Legislativo entraram ontem num&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/MTAzMjA0\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">jogo de empurra<\/a>&nbsp;sobre a transpar&ecirc;ncia das verbas do or&ccedil;amento secreto, exigida pelo STF. O presidente Jair Bolsonaro baixou um decreto determinando aos minist&eacute;rios divulga&ccedil;&atilde;o dos pedidos de libera&ccedil;&atilde;o de emendas do relator de 2020 e 2021, sem exigir explicitamente a revela&ccedil;&atilde;o dos nomes dos parlamentares beneficiados. O Congresso, por sua vez, diz que precisa de dados da Secretaria de Governo para chegar a esses nomes. Do contr&aacute;rio, ter&atilde;o de consultar 4.800 prefeitos que receberam recursos para saber quem os apadrinhou. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Situa&ccedil;&atilde;o Complicada para Ciro:<\/strong><strong> <\/strong>N&atilde;o &eacute; boa a situa&ccedil;&atilde;o&nbsp;do ex-ministro Ciro Gomes, pr&eacute;-candidato do PDT ao Planalto, como explica Malu Gaspar. Setores do partido avaliam que a entrada do tamb&eacute;m ex-ministro S&eacute;rgio Moro (Podemos)&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/MTAzMjE1\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tirou de Ciro<\/a>&nbsp;votos dos eleitores que n&atilde;o aceitam nem Lula (PT) nem Bolsonaro (PL), dificultando ainda mais as chances de o pedetista, agora quarto nas pesquisas, chegar ao segundo turno. Embora o discurso da porta para fora seja de&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/MTAzMjE2\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fileiras cerradas<\/a>&nbsp;com Ciro, dentro do partido cresce a press&atilde;o para, caso sua candidatura n&atilde;o decole at&eacute; fevereiro, aderir &agrave; campanha de Lula. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Imagem do STF Piora: <\/strong>Pesquisa PoderData&nbsp;realizada de 06 a 08 de dezembro de 2021 mostra um recuo entre os que consideram o trabalho do STF&nbsp;(Supremo Tribunal Federal)&nbsp;&ldquo;&oacute;timo&rdquo;&nbsp;ou&nbsp;&ldquo;bom&rdquo;. Nesta rodada, 19% dos entrevistados tiveram essa percep&ccedil;&atilde;o, contra 24% em setembro. Os que acham o desempenho da Corte&nbsp;&ldquo;ruim&rdquo;&nbsp;ou&nbsp;&ldquo;p&eacute;ssimo&rdquo;<em>&nbsp;<\/em>s&atilde;o 38%, ante 36% no &uacute;ltimo levantamento. Outros 37% acham o Supremo&nbsp;&ldquo;regular&rdquo;, mesma taxa aferida h&aacute; 4 meses. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Militares do Governo: <\/strong>Pesquisa PoderData&nbsp;realizada com 3.000 pessoas de 6 a 8 de dezembro de 2021 mostra que os brasileiros est&atilde;o mais receptivos &agrave; presen&ccedil;a de militares na pol&iacute;tica do que h&aacute; 4 meses. A taxa dos que acham a participa&ccedil;&atilde;o de integrantes das For&ccedil;as Armadas no governo e na pol&iacute;tica ruim para o Brasil caiu de 52% para 35% em compara&ccedil;&atilde;o a agosto, quando o PoderData&nbsp;registrou o maior percentual desse posicionamento. A parcela dos que veem isso como algo positivo subiu de 32% a 41% no per&iacute;odo. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Social, Emprego e Renda<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Vazamento de dados<\/strong>: Os dados<strong> <\/strong>de milh&otilde;es de brasileiros est&atilde;o &agrave; venda na internet em p&aacute;ginas criminosas. S&atilde;o cadastros vazados da Receita Federal, do INSS, da empresa Boa Vista e do Sistema Nacional de Armas, vendidos por R$ 200. Os vendedores disseram que puxam os dados por meio de logins de funcion&aacute;rios dos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, gerando acessos indevidos nos sistemas das institui&ccedil;&otilde;es. Em resposta &agrave; <em>Folha de S.Paulo, <\/em>que fez a den&uacute;ncia, os &oacute;rg&atilde;os afirmaram que n&atilde;o identificaram vazamentos de dados. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fechamento de Vagas<\/strong>: Ap&oacute;s revis&atilde;o do&nbsp;Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged)&nbsp;indicar que, em vez de cria&ccedil;&atilde;o de postos com carteira assinada em 2020, houve fechamento de 191,5 mil vagas, outra base do governo federal, a&nbsp;Rela&ccedil;&atilde;o Anual de Informa&ccedil;&otilde;es Sociais (Rais), aponta que o Brasil perdeu 480,3 mil v&iacute;nculos empregat&iacute;cios formais no primeiro ano da pandemia. Segundo a Rais, foram perdidos, no ano passado, 254,2 mil postos celetistas, 215,1 mil estatu&aacute;rios (servidores da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta ou indireta de todas as esferas, n&atilde;o efetivos etc.) e 11 mil &ldquo;outros&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qualifica&ccedil;&atilde;o Digital<\/strong>: A transforma&ccedil;&atilde;o digital acelerada com a pandemia exigiu que grupos de diversas &aacute;reas&nbsp;focassem em programas de treinamento para funcion&aacute;rios. Uma pesquisa da Amazon Web Services (AWS) ouviu 16 mil trabalhadores em 12 pa&iacute;ses e revelou que 85% das pessoas sentem a necessidade de se atualizar com as mudan&ccedil;as de seus empregos. O estudo tamb&eacute;m diz que dois em cada tr&ecirc;s trabalhadores podem ficar desatualizados pela lentid&atilde;o em obter qualifica&ccedil;&atilde;o digital, cujas habilidades n&atilde;o s&atilde;o apenas da &aacute;rea da tecnologia. (Estad&atilde;o) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aumento Potencial da Pobreza Educacional: <\/strong>O fechamento&nbsp;prolongado das escolas durante a pandemia pode fazer com que, ao longo de suas vidas, jovens de todo o mundo deixem de ganhar&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/MTAzMTg3\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">US$ 17 trilh&otilde;es<\/a>&nbsp;(R$ 94 trilh&otilde;es), segundo estudo da ONU e do Banco Mundial. A estimativa leva em conta as dificuldades no acesso ao ensino remoto, a crise econ&ocirc;mica e a perda de membros da fam&iacute;lia respons&aacute;veis pelo sustento. O maior fardo como sempre deve recair sobre os mais pobres, as mulheres e os estudantes portadores de defici&ecirc;ncia. &ldquo;O aumento potencial da pobreza educacional pode ter um impacto devastador na produtividade, nos ganhos e no bem-estar futuros para essa gera&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz Jaime Saavedra, diretor global para a educa&ccedil;&atilde;o do Banco Mundial. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Meio Ambiente e Energia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Uma das &uacute;ltimas regi&otilde;es<\/strong>&nbsp;do Amazonas sem atividades que envolvem desmatamento elevado, a Cabe&ccedil;a do Cachorro, na fronteira com a Col&ocirc;mbia e a Venezuela, corre o risco de ser ocupada&nbsp;legalmente&nbsp;por garimpeiros. O general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Seguran&ccedil;a Institucional (GSI) da Presid&ecirc;ncia, autorizou de forma jamais vista o avan&ccedil;o de sete projetos de explora&ccedil;&atilde;o de ouro na regi&atilde;o. Cabe a ele dar aval a projetos nas &aacute;reas de fronteira por meio do Conselho de Defesa Nacional. Em toda a Amaz&ocirc;nia, j&aacute; foram 81 autoriza&ccedil;&otilde;es de garimpo desde 2019. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lixo Urbano<\/strong>: Mais da metade dos munic&iacute;pios brasileiros ainda descarta seu lixo urbano de forma irregular, em lix&otilde;es ou aterros controlados (que n&atilde;o seguem os padr&otilde;es dos aterros sanit&aacute;rios). Ao todo, 2.868 cidades (51,5%) ainda n&atilde;o regularizaram o servi&ccedil;o. Em termos de volume, 39,8% dos res&iacute;duos coletados n&atilde;o t&ecirc;m destina&ccedil;&atilde;o correta. Os dados, de 2020, s&atilde;o do Panorama Anual da Abrelpe (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileiras das Empresas de Limpeza P&uacute;blica e Res&iacute;duos Especiais) (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Trabalho Arriscado: <\/strong>Funcion&aacute;rios da Secretaria de Estado do Desenvolvimento de Rond&ocirc;nia (SEDAM) que faziam opera&ccedil;&atilde;o no entorno do Parque Estadual Guajar&aacute;-Mirim sofreram uma emboscada&nbsp;por parte de invasores de terras no &uacute;ltimo s&aacute;bado. A equipe, acompanhada da Pol&iacute;cia Militar Ambiental, vistoriava os acessos &agrave; &aacute;rea de conserva&ccedil;&atilde;o quando ouviu fogos de artif&iacute;cio, alertando os invasores, seguidos de disparos vindos de v&aacute;rias dire&ccedil;&otilde;es. Um fiscal da SEDAM ficou ferido, e, segundo testemunhas, os invasores chegaram a usar uma crian&ccedil;a como escudo humano para que os policiais n&atilde;o atirassem de volta. O Parque Guajar&aacute;-Mirim &eacute; alvo constante de grilagem. (O Eco) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Piora na Qualidade de Vida:<\/strong><strong> <\/strong>Os munic&iacute;pios que mais desmatam na Amaz&ocirc;nia t&ecirc;m pior qualidade de vida. A regi&atilde;o concentra os piores &iacute;ndices sociais do Brasil, vive um per&iacute;odo de estagna&ccedil;&atilde;o e a viol&ecirc;ncia se tornou problema cr&ocirc;nico atestado por altas taxas de homic&iacute;dios. Neste cen&aacute;rio, capitais t&ecirc;m melhor performance, o que indica que o grau de urbaniza&ccedil;&atilde;o determina desempenhos mais aceit&aacute;veis. O diagn&oacute;stico faz parte do &Iacute;ndice de Progresso Social (IPS) de 772 munic&iacute;pios da Amaz&ocirc;nia Legal feito pelos pesquisadores do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz&ocirc;nia, o Imazon. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ambiente Empresarial e Tecnol&oacute;gico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desemprego e Transi&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica 1<\/strong>: Os planos da&nbsp;Uni&atilde;o Europeia<strong>&nbsp;<\/strong>(UE) de&nbsp;proibir<strong>&nbsp;<\/strong>os&nbsp;ve&iacute;culos movidos a combust&atilde;o interna&nbsp;at&eacute; 2035 colocam em<strong>&nbsp;<\/strong>risco meio milh&atilde;o de empregos, segundo afirmam fornecedores europeus de&nbsp;autope&ccedil;as, no mais recente de uma s&eacute;rie de duras advert&ecirc;ncias sobre os custos da r&aacute;pida transi&ccedil;&atilde;o para uma tecnologia livre de emiss&otilde;es. Mais de dois ter&ccedil;os dessas 501 mil fun&ccedil;&otilde;es desapareceriam nos cinco anos anteriores a essa data, segundo uma pesquisa feita entre quase 100 companhias da&nbsp;Associa&ccedil;&atilde;o Europeia de Fornecedores Automotivos&nbsp;(Clepa), tornando dif&iacute;cil amenizar os &ldquo;impactos sociais e econ&ocirc;micos&rdquo; causados pelo desemprego em massa. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Desemprego e Transi&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica 2: <\/strong>A pesquisa feita pela&nbsp;PwC<strong>&nbsp;<\/strong>tamb&eacute;m constatou que 226 mil&nbsp;novos empregos&nbsp;ser&atilde;o criados na fabrica&ccedil;&atilde;o de pe&ccedil;as el&eacute;tricas, reduzindo o n&uacute;mero l&iacute;quido da perda de empregos para aproximadamente 275 mil nas pr&oacute;ximas duas d&eacute;cadas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Neuralink e os Chips Cerebrais:<\/strong> Fundada por Elon Musk em 2016, a empresa Neuralink est&aacute; desenvolvendo chips de est&iacute;mulo e monitoramento para implantar em c&eacute;rebros humanos. O objetivo da tecnologia &eacute; contribuir para aplica&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas, como dist&uacute;rbios neurol&oacute;gicos e tratamento de les&otilde;es graves. Em entrevista ao&nbsp;<em>Wall Street Journal<\/em>, durante o evento CEO Council Summit,&nbsp;Musk afirmou que a previs&atilde;o&nbsp;de in&iacute;cio da implanta&ccedil;&atilde;o de chips deve ocorrer em 2022. &ldquo;A Neuralink est&aacute; obtendo bons resultados em macacos. Estamos fazendo muitos testes e confirmando que &eacute; uma tecnologia segura e confi&aacute;vel e que pode ser removida sem problemas&rdquo;, disse o executivo. (Wall Street Journal) (meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Internacional<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Confian&ccedil;a do Consumidor<\/strong> <strong>dos EUA<\/strong>: Com a melhora nos ganhos mensais das fam&iacute;lias com menores rendimentos, o&nbsp;&iacute;ndice de confian&ccedil;a do consumidor dos Estados Unidos<strong>&nbsp;<\/strong>subiu para 70,4 pontos em dezembro, de 67,4 em novembro, segundo o &iacute;ndice pr&eacute;vio de confian&ccedil;a do consumidor da Universidade de Michigan. O crescimento do indicador veio acima do projetado por alguns economistas consultados, de 68 pontos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Notas Econ&ocirc;micas: fontes <\/h2>\n\n\n\n<p>Jornal Valor, Globo, Folha, Estad&atilde;o, Canal Meio Newsletter, Carta Capital, Poder 360, Mercado &amp; Consumo, CNN Brasil, Metr&oacute;poles, O Eco, Jornal Nacional, Cruso&eacute;, Wall Street Journal, UOL, Ag&ecirc;ncia Brasil e g1.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo Economista Paulo Roberto Bretas<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":20360,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2246,2245],"tags":[2247,2251],"class_list":{"0":"post-20359","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-paulo-roberto-bretas","8":"category-conjuntura","9":"tag-conjuntura","10":"tag-notas-economicas"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/natal-do-governo-bolsonaro.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20359","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20359"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20359\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20360"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20359"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20359"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20359"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}