{"id":19310,"date":"2021-10-15T17:47:40","date_gmt":"2021-10-15T20:47:40","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=19310"},"modified":"2021-10-22T10:10:27","modified_gmt":"2021-10-22T13:10:27","slug":"notas-economicas-11-a-15-de-outubro-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-11-a-15-de-outubro-de-2021\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas: 11 a 15 de outubro de 2021"},"content":{"rendered":"\n<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo <strong>Economista Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Vivemos um momento muitas emo&ccedil;&otilde;es na hist&oacute;ria da humanidade. Os brasileiros mais que outros povos na trajet&oacute;ria dos desalentos em s&eacute;rie. Agora, h&aacute; uma tempestade perfeita se arma no horizonte global do futuro. No hemisf&eacute;rio norte, as perspectivas s&atilde;o cinzas diante da redu&ccedil;&atilde;o da oferta de energia. Segundo a Forbes, da tigelas de carne em T&oacute;quio ao frango frito em Londres, os consumidores est&atilde;o come&ccedil;ando a sentir o impacto do aumento de custos que se dissemina pela economia global .A retomada da atividade econ&ocirc;mica na esteira das restri&ccedil;&otilde;es do coronav&iacute;rus exp&otilde;e a escassez na cadeia de suprimento, e empresas correm para encontrar empregados, navios e at&eacute; combust&iacute;vel para impulsionar f&aacute;bricas, o que amea&ccedil;a a recupera&ccedil;&atilde;o. No capitalismo das crises, o maior produtor de frangos do Reino Unido alertou que a farra de 20 anos de comida barata est&aacute; chegando ao fim e que a infla&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de alimentos pode atingir dois d&iacute;gitos.<\/p>\n\n\n\n<p>No ambiente interno, de mis&eacute;ria crescente e infla&ccedil;&atilde;o em alta, teremos mais uma semana de turbul&ecirc;ncia. A CPI da Pandemia deve apresentar o seu relat&oacute;rio, com pedido de indiciamento de Bolsonaro por 11 crimes. O documento deve ser votado no dia 20 de outubro. (Radar do Futuro)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-1024x683.jpg\" alt=\"Foto: Jefferson Rudy\/Ag&ecirc;ncia Senado\" class=\"wp-image-19311\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-696x464.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria-1392x928.jpg 1392w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Jefferson Rudy\/Ag&ecirc;ncia Senado<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Covid-19 e Economia 2: <\/strong>A pandemia pode resultar em cen&aacute;rios duradouros como excedente de poupan&ccedil;a das fam&iacute;lias, menor investimento por parte das empresas e rearranjo das cadeias produtivas, na busca por menor depend&ecirc;ncia da China. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Covid-19 e Economia 1<\/strong>: A pandemia deixou marcas na economia brasileira que devem se estender pelos pr&oacute;ximos anos e levar a desdobramentos que pesar&atilde;o sobre o produto potencial do pa&iacute;s. Mais do que aprofundar a crise pela qual o Brasil passava antes da covid-19, a pandemia pode ter prejudicado em car&aacute;ter mais duradouro a aloca&ccedil;&atilde;o de recursos, a produtividade e a capacidade de crescimento. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Prim&aacute;rio 1<\/strong>: A mediana das estimativas do d&eacute;ficit prim&aacute;rio do governo central passou de um resultado negativo de R$ 135,114 bilh&otilde;es para R$ 129,000 bilh&otilde;es entre as edi&ccedil;&otilde;es de setembro e outubro do relat&oacute;rio Prisma Fiscal, divulgado dia 14-10-2021, pela Secretaria de Pol&iacute;tica Econ&ocirc;mica (SPE) do Minist&eacute;rio da Economia. Para 2022, a proje&ccedil;&atilde;o de d&eacute;ficit ficou em R$ 83,100 bilh&otilde;es, contra R$ 90,000 bilh&otilde;es na edi&ccedil;&atilde;o anterior, que traz as proje&ccedil;&otilde;es das &aacute;reas de pesquisa de institui&ccedil;&otilde;es financeiras e de consultorias econ&ocirc;micas para os principais indicadores fiscais do governo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>D&eacute;ficit Prim&aacute;rio 2: <\/strong>Em 2021, o governo trabalha com uma meta de d&eacute;ficit de at&eacute; R$ 247,118 bilh&otilde;es, mas a estimativa mais recente, de setembro, &eacute; de d&eacute;ficit de R$ 139,435 bilh&otilde;es no ano. J&aacute; para 2022, a meta inclu&iacute;da no Projeto de Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria Anual (PLOA), enviado no final de agosto ao Congresso, &eacute; de um resultado negativo em R$ 49,6 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Proje&ccedil;&atilde;o da D&iacute;vida Bruta<\/strong>: Para a d&iacute;vida bruta do governo geral em rela&ccedil;&atilde;o ao Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa para 2021 caiu de 81,69% em setembro para 81,39% em outubro. Para 2022, a proje&ccedil;&atilde;o foi de 83,00% para 82,80%. Os dados foram coletados at&eacute; o quinto dia &uacute;til de outubro pelo relat&oacute;rio Prisma Fiscal. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Endividamento das Fam&iacute;lias 1<\/strong>: O percentual de fam&iacute;lias que relataram ter d&iacute;vidas a vencer alcan&ccedil;ou 74% em setembro, alta de 1,1 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o a agosto, e de 6,8 pontos ante setembro de 2020, o maior incremento anual da s&eacute;rie hist&oacute;rica.&nbsp; De acordo com a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimpl&ecirc;ncia dos Consumidores), realizada mensalmente pela CNC desde 2010, o endividamento das fam&iacute;lias com at&eacute; 10 sal&aacute;rios m&iacute;nimos de renda mensal &eacute; ainda mais expressivo, chegando a 75,3%.(Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Endividamento das Fam&iacute;lias 2: <\/strong>Segundo o Banco Central, o endividamento dos consumidores com o sistema financeiro chegou ao recorde em junho, com 60% de fam&iacute;lias com compromissos financeiros a vencer com bancos e financeiras. Desconsiderando o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio, a parcela de endividados &eacute; igualmente a maior da hist&oacute;ria, alcan&ccedil;a 37% dos lares brasileiros. As estat&iacute;sticas do BC mostram que o saldo das transa&ccedil;&otilde;es, ou o estoque de cr&eacute;dito aos consumidores est&aacute; crescendo de maneira cont&iacute;nua e forte, assim como os desembolsos de cr&eacute;dito novo. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Inadimpl&ecirc;ncia:<\/strong> A parcela de fam&iacute;lias com at&eacute; 10 sal&aacute;rios m&iacute;nimos com contas ou d&iacute;vidas em atraso caiu em agosto e setembro, atingindo 28% do total de lares, 2 pontos abaixo do mesmo per&iacute;odo do ano passado. A repactua&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas explica a melhora na inadimpl&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, bem como a evolu&ccedil;&atilde;o relativamente positiva da parcela m&eacute;dia da renda comprometida com d&iacute;vida. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Investimento dos Estados:<\/strong> Os investimentos dos governos estaduais aceleraram no segundo quadrimestre e caminham em ritmo parecido ao das receitas. De janeiro a agosto deste ano os investimentos no agregado dos 26 Estados e Distrito Federal (DF) somaram R$ 18,6 bilh&otilde;es, com alta de 28,8% nominais em rela&ccedil;&atilde;o a iguais meses do ano passado. A arrecada&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria cresceu 25% na mesma compara&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Arrecada&ccedil;&atilde;o em Minas Gerais:<\/strong> De janeiro a agosto de 2020, a arrecada&ccedil;&atilde;o em Minas chegou a R$ 41,3 bilh&otilde;es, em queda de 4,1%. Nos oito primeiros meses deste ano, a arrecada&ccedil;&atilde;o somou R$ 54,4 bilh&otilde;es, 31,6% acima da alcan&ccedil;ada no mesmo per&iacute;odo do ano passado e 25% acima do esperado. A receita tribut&aacute;ria do Estado cresceu puxada pelo ICMS, que avan&ccedil;ou 32,1%. A arrecada&ccedil;&atilde;o em Minas da Compensa&ccedil;&atilde;o Financeira pela Explora&ccedil;&atilde;o de Recursos Minerais (CFEM), os royalties da minera&ccedil;&atilde;o, aumentou 148%, somando R$ 3 bilh&otilde;es, sempre de janeiro a agosto. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recursos Empo&ccedil;ados 1:<\/strong> O volume de recursos liberados para os minist&eacute;rios neste ano at&eacute; agosto, mas n&atilde;o gastos, ficou em R$ 27,3 bilh&otilde;es, segundo dados do Tesouro Nacional. O chamado &ldquo;empo&ccedil;amento&rdquo; &eacute; um fen&ocirc;meno recorrente, que ocorre com mais ou menos intensidade, e que reflete uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores, desde problemas de compet&ecirc;ncia gerencial, tr&acirc;mites burocr&aacute;ticos at&eacute; as amarras legais, por causa, por exemplo, das vincula&ccedil;&otilde;es de algumas receitas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Recursos Empo&ccedil;ados 2: <\/strong>Nos dois anos anteriores &agrave; pandemia, o grau de &ldquo;empo&ccedil;amento&rdquo; foi bem menor: R$ 10,7 bilh&otilde;es em 2019 e R$ 12,8 bilh&otilde;es em 2018. Vale lembrar que, quando o recurso fica dispon&iacute;vel, mas n&atilde;o &eacute; gasto, o resultado prim&aacute;rio melhora. Em igual per&iacute;odo do ano passado, a diferen&ccedil;a entre o autorizado e o efetivamente pago pelas diversas &aacute;reas do Executivo federal foi de R$ 33,2 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus &ndash; Selic: <\/strong>Para a&nbsp;taxa b&aacute;sica de juros (Selic), o ponto-m&eacute;dio das expectativas do mercado foi mantido em 8,25% no fim de 2021 e avan&ccedil;ou de 8,50% para 8,75% em 2022. A meta de infla&ccedil;&atilde;o a ser perseguida pelo BC &eacute; de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, sempre com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus &ndash;<\/strong> <strong>PIB<\/strong>: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es para o&nbsp;crescimento da economia brasileira&nbsp;em 2021 foi mantida pela quarta semana consecutiva em 5,04%. Para 2022, o ponto-m&eacute;dio das expectativas para a expans&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) foi reduzido de 1,57% para 1,54%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus &ndash; D&oacute;lar<\/strong>: O mercado elevou a mediana das estimativas para o&nbsp;d&oacute;lar<strong>&nbsp;<\/strong>no fim deste ano de R$ 5,20 para R$ 5,25. Para 2022, o ponto-m&eacute;dio das proje&ccedil;&otilde;es foi mantido em R$ 5,25 entre uma semana e outra. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Calamidade P&uacute;blica<\/strong>: Em meio &agrave;s indefini&ccedil;&otilde;es sobre os projetos para viabilizar o sucessor do Bolsa Fam&iacute;lia e as press&otilde;es pol&iacute;ticas para prorroga&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio emergencial, integrantes do governo come&ccedil;am a cogitar a possibilidade de acionamento da cl&aacute;usula de calamidade p&uacute;blica. O dispositivo foi criado na chamada PEC Emergencial (que se tornou a emenda constitucional 109) e permitiria a renova&ccedil;&atilde;o do atual benef&iacute;cio criado durante a pandemia sem as amarras das regras fiscais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Usiminas Sa&uacute;de<\/strong>: A Funda&ccedil;&atilde;o S&atilde;o Francisco Xavier (FSFX), bra&ccedil;o da Usiminas nos setores de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, vai competir no mercado de sa&uacute;de de Belo Horizonte com hospital pr&oacute;prio e planos de sa&uacute;de. A institui&ccedil;&atilde;o investe R$ 280 milh&otilde;es em recursos pr&oacute;prios no seu primeiro hospital na capital mineira, com previs&atilde;o de inaugura&ccedil;&atilde;o em mar&ccedil;o de 2022. Os planos da Usisa&uacute;de custam a partir de R$ 90, faixa de pre&ccedil;o da Unimed-BH e outras operadoras. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Planos de Sa&uacute;de em Minas<\/strong>: Segundo a Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS), 27,09% da popula&ccedil;&atilde;o mineira possui plano de sa&uacute;de. A taxa de cobertura no Brasil &eacute; de 24,98%. A pandemia acelerou as buscas por planos de sa&uacute;de em Minas Gerais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exporta&ccedil;&atilde;o de Cal&ccedil;ados 1<\/strong>: As exporta&ccedil;&otilde;es de cal&ccedil;ados em setembro chegaram a 11 milh&otilde;es de pares e geraram US$ 77 milh&otilde;es, avan&ccedil;os de 35,7% e de 46%, respectivamente, ante os n&uacute;meros do mesmo m&ecirc;s do ano passado. Os dados foram consolidados pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Cal&ccedil;ados (Abical&ccedil;ados). Na compara&ccedil;&atilde;o com 2019, os n&uacute;meros representam ganho de 10% em volume, mas com recuo de 8% em receita. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exporta&ccedil;&atilde;o de Cal&ccedil;ados 2: <\/strong>Entre janeiro e setembro de 2021, foram embarcados 86,2 milh&otilde;es de pares, que geraram US$ 618,45 milh&otilde;es, incrementos de 33,7% em volume e de 26,3% em receita na rela&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. J&aacute; comparando com os n&iacute;veis pr&eacute;-pandemia, em 2019, os resultados s&atilde;o 1% superiores em pares e 15,7% inferiores em receita. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exporta&ccedil;&otilde;es de Commodities<\/strong>: A alta de pre&ccedil;os resultante dos v&aacute;rios choques da pandemia contribuiu para o enorme avan&ccedil;o das commodities nos embarques brasileiros. De janeiro a setembro deste ano, elas chegaram a uma marca hist&oacute;rica para o per&iacute;odo, de 69,7% do valor total exportado. Em iguais meses de 2020, foram 67,5%. O n&iacute;vel deste ano est&aacute; quase dez pontos percentuais acima do de 2019, de 60,6%, patamar em torno do qual a fatia orbitou por praticamente dez anos, sempre considerando os mesmos nove meses. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Primariza&ccedil;&atilde;o das Exporta&ccedil;&otilde;es Brasileiras<\/strong>: Dados do Indicador de Com&eacute;rcio Exterior (Icomex), levantados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV Ibre), mostram que, no decorrer das &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas, houve concentra&ccedil;&atilde;o da exporta&ccedil;&atilde;o em cada vez menos produtos e um processo de primariza&ccedil;&atilde;o no qual bens destinados ao exterior t&ecirc;m cada vez menor valor agregado, mesmo entre commodities. A pandemia acelerou o fen&ocirc;meno, evidenciando a necessidade de debater mudan&ccedil;as estruturais, apontam analistas, a despeito dos atuais super&aacute;vits comerciais robustos que ajudam a tranquilizar as contas do setor externo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Queda nas Exporta&ccedil;&otilde;es de Industrializados<\/strong>: A participa&ccedil;&atilde;o de produtos da ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o na exporta&ccedil;&atilde;o de commodities caiu de 36,9% de janeiro a setembro de 2020 para 32,8% em iguais meses deste ano. H&aacute; primariza&ccedil;&atilde;o da pauta exportadora como um todo, com avan&ccedil;o dos b&aacute;sicos, tamb&eacute;m dentro das commodities. O fen&ocirc;meno tamb&eacute;m &eacute; vis&iacute;vel ao longo dos &uacute;ltimos 20 anos. Em 2017, a fatia era de 40,9%. Em 2008, de 51,1% e, em 2001, de 60,4%, sempre de janeiro a setembro. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Min&eacute;rio de Ferro, Soja e Petr&oacute;leo<\/strong>: A concentra&ccedil;&atilde;o na exporta&ccedil;&atilde;o de poucos bens &eacute; clara quando se analisa os dados de min&eacute;rio de ferro, soja e petr&oacute;leo, os principais itens embarcados pelo Brasil. As tr&ecirc;s commodities subiram sua participa&ccedil;&atilde;o de 38,3% para 43,7% da exporta&ccedil;&atilde;o total do pa&iacute;s de 2020 para 2021, atingindo um n&iacute;vel recorde para o per&iacute;odo de janeiro a setembro. Em 2013 esses bens correspondiam a 30,7% da pauta exportadora. Em 2001, a 11,9%, mantendo a compara&ccedil;&atilde;o nos mesmos nove meses. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Popula&ccedil;&atilde;o Brasileira Ir&aacute; Diminuir<\/strong>: A popula&ccedil;&atilde;o brasileira ser&aacute; em 2100 menor que 180 milh&otilde;es de pessoas, bem abaixo dos 213,3 milh&otilde;es de pessoas estimadas para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira em 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) e tamb&eacute;m dos 194,9 milh&otilde;es do Censo Demogr&aacute;fico de 2010. Esta &eacute; a realidade prevista em todos os tr&ecirc;s cen&aacute;rios projetados em estudo do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea) para o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2100, considerando diferentes <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> para fecundidade e mortalidade. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Envelhecimento Inevit&aacute;vel<\/strong>: O trabalho tamb&eacute;m aponta para um envelhecimento et&aacute;rio &ldquo;inevit&aacute;vel&rdquo; e j&aacute; esperado da popula&ccedil;&atilde;o, independentemente do cen&aacute;rio considerado. A parcela dos brasileiros com 65 anos ou mais, que era de 9,8% em 2020, deve ficar entre 29,4% e 40,3%, de acordo com cada cen&aacute;rio analisado. O cen&aacute;rio mais preocupante &eacute; o chamado de &ldquo;choque populacional&rdquo;, em que a parcela da popula&ccedil;&atilde;o acima dos 65 anos ultrapassa um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o e atinge 40,3%, colocando um peso maior na situa&ccedil;&atilde;o da Previd&ecirc;ncia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Monitor Fiscal &ndash; FMI 1<\/strong>: O diagn&oacute;stico do FMI &eacute; que, enquanto economias avan&ccedil;adas continuam com um espa&ccedil;o fiscal mais folgado para seguir apoiando a retomada econ&ocirc;mica, pa&iacute;ses em desenvolvimento e de baixa renda podem ter que lidar com desafios relacionados ao endividamento no curto prazo. Al&eacute;m disso, a entidade prev&ecirc; que os efeitos da crise ser&atilde;o mais duradouros nessas regi&otilde;es, afetando as receitas dos governos nos pr&oacute;ximos anos. As economias emergentes e em desenvolvimento tamb&eacute;m est&atilde;o mais vulner&aacute;veis &agrave;s mudan&ccedil;as nas taxas de juros globais. Assim, o custo do endividamento pode subir mais r&aacute;pido do que o esperado quando os bancos centrais come&ccedil;arem a retirar o apoio monet&aacute;rio implementado durante a pandemia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Monitor Fiscal &ndash; FMI 2<\/strong>:<strong> <\/strong>O FMI recomenda que as pol&iacute;ticas fiscais dos pa&iacute;ses sejam orientadas por tr&ecirc;s princ&iacute;pios: sustentabilidade, simplicidade e estabiliza&ccedil;&atilde;o. &Eacute; preciso que os governos adotem metas que sejam cr&iacute;veis do ponto de vista tanto econ&ocirc;mico como pol&iacute;tico, de f&aacute;cil entendimento para a popula&ccedil;&atilde;o e que equilibrem as contas p&uacute;blicas ap&oacute;s os gastos excessivos durante a pandemia.<strong> <\/strong>(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Monitor Fiscal &ndash; FMI 3<\/strong>: A estimativa do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) &eacute; que o PIB brasileiro cres&ccedil;a 2,4% no acumulado de 2020 a 2022. O resultado &eacute; 0,5 ponto percentual menor que o de julho, quando o Fundo havia elevado em 0,9 ponto percentual as proje&ccedil;&otilde;es para a economia nacional no per&iacute;odo, que envolve desde o in&iacute;cio da pandemia no pa&iacute;s at&eacute; o ano que vem, quando se espera que a doen&ccedil;a esteja mais controlada.<strong> <\/strong>A maior parte da perda de otimismo do FMI em rela&ccedil;&atilde;o ao Brasil est&aacute; direcionada para o ano que vem. A entidade prev&ecirc; agora que o PIB nacional vai crescer 1,5% em 2022, e n&atilde;o mais 1,9% como estimara em julho. Para este ano, o corte na proje&ccedil;&atilde;o, na mesma compara&ccedil;&atilde;o, foi de 0,1 ponto percentual, para 5,2%.<strong> <\/strong>(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Monitor Fiscal &ndash; FMI 4<\/strong>: O FMI baixou a estimativa do endividamento bruto em 2021 para 90,6% do PIB &ndash; no documento de abril, a previs&atilde;o era de 98,4% do PIB. No relat&oacute;rio anual da institui&ccedil;&atilde;o sobre a economia brasileira, que veio a p&uacute;blico no m&ecirc;s passado, a estimativa j&aacute; tinha recuado, mas para 91,6% do PIB. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Monitor Fiscal &ndash; FMI 5<\/strong>: O FMI tamb&eacute;m melhorou a estimativa para o resultado prim&aacute;rio, que mostra a diferen&ccedil;a entre receitas e despesas, n&atilde;o incluindo os gastos com juros. Em abril, esperava um d&eacute;ficit de 3,7% do PIB; agora, projeta um rombo de 1,6% do PIB. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Menos Oferta de Petr&oacute;leo 1<\/strong>: Os produtores de petr&oacute;leo de fora da Organiza&ccedil;&atilde;o dos Pa&iacute;ses Exportadores de Petr&oacute;leo e seus aliados (Opep+) fornecer&atilde;o menos petr&oacute;leo do que o esperado, apesar da crise no fornecimento de combust&iacute;veis f&oacute;sseis que provocou aumentos acentuados de pre&ccedil;os na cesta de energia, disse a organiza&ccedil;&atilde;o em seu relat&oacute;rio mensal. A Opep reduziu sua previs&atilde;o para a quantidade de petr&oacute;leo que os produtores n&atilde;o aliados entregar&atilde;o neste ano em 300 mil barris por dia, para 700 mil barris por dia. O cartel citou a redu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o do Golfo do M&eacute;xico ap&oacute;s o furac&atilde;o Ida, bem como outras interrup&ccedil;&otilde;es no Canad&aacute;, M&eacute;xico e na regi&atilde;o do C&aacute;spio. O cartel tamb&eacute;m reduziu sua previs&atilde;o de demanda global de petr&oacute;leo para este ano, embora em um valor menor, de 5,96 milh&otilde;es de barris por dia para 5,8 milh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Menos Oferta de Petr&oacute;leo 2: <\/strong>As previs&otilde;es da Opep+ surgem durante uma crise de energia, com estoques relativamente baixos de g&aacute;s natural para essa &eacute;poca do ano e baixos n&iacute;veis de vento na Europa, coincidindo com a recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica p&oacute;s-pand&ecirc;mica, a escassez de carv&atilde;o na China e a perspectiva de um inverno rigoroso no hemisf&eacute;rio norte. Esses fatores enviam os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis f&oacute;sseis &agrave;s alturas. Os pre&ccedil;os do petr&oacute;leo bruto Brent subiram cerca de 60% este ano, enquanto os pre&ccedil;os de refer&ecirc;ncia europeus do g&aacute;s subiram 158% em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de tr&ecirc;s meses atr&aacute;s.<strong> <\/strong>(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Hiato do Produto<\/strong>: Apesar das proje&ccedil;&otilde;es elevadas para os &iacute;ndices de pre&ccedil;os no Brasil, o entendimento de que ainda se tratam mais de press&otilde;es pelo lado da oferta do que da demanda e de que o Banco Central vai impor um freio &agrave; atividade para tentar trazer a infla&ccedil;&atilde;o de 2022 para a meta fez analistas postergar a perspectiva de fechamento do hiato do produto, uma importante medida de ociosidade da economia. O hiato do produto refere-se &agrave; diferen&ccedil;a entre o PIB efetivo e o potencial &ndash; aquele que seria alcan&ccedil;ado usando de forma plena todos os fatores de produ&ccedil;&atilde;o, como m&atilde;o de obra e capital. Se o PIB potencial est&aacute; muito acima do efetivo, nem todos os recursos s&atilde;o empregados de maneira eficiente, e o hiato &eacute; negativo. Quando essa ociosidade dos fatores da economia &eacute; ocupada, diz-se que o hiato fechou. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tarifas e Energia<\/strong>: As distribuidoras de energia el&eacute;trica t&ecirc;m levado ao Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME) preocupa&ccedil;&otilde;es a respeito do d&eacute;ficit entre os custos de energia e os pre&ccedil;os das bandeiras tarif&aacute;rias. As companhias t&ecirc;m alegado que a bandeira de escassez h&iacute;drica, com a cobran&ccedil;a adicional de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, n&atilde;o &eacute; suficiente para cobrir os custos atuais do sistema depois do aumento dos pre&ccedil;os internacionais do g&aacute;s natural nas &uacute;ltimas semanas. O Brasil vive a pior seca em 91 anos e, com o aumento dos pre&ccedil;os das commodities, o custo do acionamento das t&eacute;rmicas abastecidas por g&aacute;s tamb&eacute;m subiu. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lei do Mercado no Uber<\/strong>: A empresa Uber lan&ccedil;ou uma nova modalidade de transporte para os passageiros, chamada &ldquo;Prioridade&rdquo;. A nova categoria tem o objetivo de reduzir o tempo de espera at&eacute; o embarque, que vem sendo alvo de cr&iacute;ticas dos usu&aacute;rios da plataforma. No entanto, as viagens nesta modalidade custar&atilde;o mais caro, superando os pre&ccedil;os da op&ccedil;&atilde;o &ldquo;UberX&rdquo;. Para o lado do motorista, a novidade deve aumentar os ganhos, mas a Uber n&atilde;o informou como funcionar&atilde;o os repasses nas viagens &ldquo;Prioridade&rdquo;. S&oacute; n&atilde;o vai ter solu&ccedil;&atilde;o quando todos os usu&aacute;rios quiserem a corrida &ldquo;Prioridade&rdquo;. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o de Paulo Guedes<\/strong>: A avalia&ccedil;&atilde;o do ministro Paulo Guedes piorou entre os que dizem conhec&ecirc;-lo, mostra pesquisa PoderData<strong> <\/strong>realizada na semana de 11 a 13 de outubro de 2021. Hoje, 35% deste grupo avaliam o trabalho de Guedes &agrave; frente do Minist&eacute;rio da Economia como <em>&ldquo;ruim&rdquo; <\/em>ou <em>&ldquo;p&eacute;ssimo&rdquo;<\/em>, uma alta de 9 pontos percentuais em compara&ccedil;&atilde;o a <a href=\"https:\/\/www.poder360.com.br\/poderdata\/51-dos-brasileiros-apenas-ouviram-falar-de-paulo-guedes-26-reprovam\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fevereiro de 2021<\/a>, quando a divis&atilde;o de pesquisas do Poder360 fez a pergunta pela &uacute;ltima vez. A taxa de avalia&ccedil;&atilde;o do trabalho do ministro como <em>&ldquo;bom&rdquo; <\/em>ou <em>&ldquo;&oacute;timo&rdquo; <\/em>caiu de 28% para 25% no mesmo per&iacute;odo. N&atilde;o teve varia&ccedil;&atilde;o significativa, considerando-se a margem de erro de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo. A alta no percentual de <em>&ldquo;ruim\/p&eacute;ssimo&rdquo; <\/em>se deu especialmente sobre o grupo que antes avaliava o trabalho de Paulo Guedes como <em>&ldquo;regular&rdquo;<\/em>. Este despencou 10 pontos, de 41% para 31%. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Jos&eacute; Paulo Kupfer<\/strong>: &ldquo;Os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis subiram, nos &uacute;ltimos tempos, em paralelo a 3 eventos combinados. Primeiro, a eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo no mercado internacional. Depois, a alta do d&oacute;lar ante o real, que impactam os pre&ccedil;os do petr&oacute;leo quando convertidos para a moeda local. E, juntando essas duas pontas, a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os da Petrobras, que atrela os pre&ccedil;os dom&eacute;sticos &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es internacionais, independentemente dos custos de produ&ccedil;&atilde;o local. Mirar no ICMS estadual e n&atilde;o enfrentar um dos reais motivos das altas &ndash;a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os da Petrobras&ndash; &eacute; uma &oacute;bvia tentativa de fugir do real problema e de solu&ccedil;&otilde;es imposs&iacute;veis de contentar a todos&rdquo;. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Combust&iacute;veis F&oacute;sseis N&atilde;o Devem Ser Incentivados<\/strong>: Tentativas de reduzir o pre&ccedil;o de combust&iacute;veis f&oacute;sseis e poluentes v&atilde;o na contram&atilde;o das modernas pol&iacute;ticas de preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente. No futuro n&atilde;o muito distante os ve&iacute;culos movidos a derivados de petr&oacute;leo est&atilde;o com os dias contados. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>IBC-BR em Queda<\/strong>: O &Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,15% em agosto, na compara&ccedil;&atilde;o dessazonalizada com julho, conforme divulgado pela autoridade monet&aacute;ria. Em julho, o indicador teve alta de 0,23% (dado revisado de alta de 0,6%). No acumulado de 12 meses at&eacute; agosto o IBC-Br subiu 3,99%. Devido &agrave;s constantes revis&otilde;es, o indicador acumulado em 12 meses &eacute; mais est&aacute;vel do que a medi&ccedil;&atilde;o mensal. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Risco de Desabastecimento<\/strong>: As distribuidoras de combust&iacute;veis t&ecirc;m relatado cortes unilaterais por parte da <strong>Petrobras<\/strong>, na entrega de produtos pedidos para novembro, segundo a <strong>Associa&ccedil;&atilde;o das Distribuidoras de Combust&iacute;veis (Brasilcom)<\/strong>. A entidade representa as distribuidoras regionais e alerta para riscos de um potencial desabastecimento. As empresas reclamam que os pre&ccedil;os praticados pela Petrobras v&ecirc;m afastando importadores. Ao mesmo tempo, a estatal brasileira n&atilde;o tem dado conta de atender a demanda das distribuidoras. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Importa&ccedil;&atilde;o de Produtos Qu&iacute;micos<\/strong>: Enquanto as importa&ccedil;&otilde;es brasileiras de produtos qu&iacute;micos somaram o maior valor mensal j&aacute; registrado, de US$ 6,2 bilh&otilde;es, o d&eacute;ficit comercial acumulado em 12 meses at&eacute; setembro chegou &agrave; in&eacute;dita marca de US$ 40,3 bilh&otilde;es, uma vez que as exporta&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m se mantido est&aacute;veis em torno de US$ 1,2 bilh&atilde;o mensais. Em setembro, na compara&ccedil;&atilde;o anual, o pre&ccedil;o m&eacute;dio dos produtos qu&iacute;micos importados pelo pa&iacute;s saltou 39,6%, enquanto a infla&ccedil;&atilde;o das exporta&ccedil;&otilde;es ficou em 21,5%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A For&ccedil;a dos Servi&ccedil;os<\/strong>: O setor de servi&ccedil;os deve continuar puxando a atividade econ&ocirc;mica nos pr&oacute;ximos meses, afirma Marina Garrido, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV Ibre). Ela argumenta que os servi&ccedil;os &agrave;s fam&iacute;lias ser&atilde;o os principais motores da economia at&eacute; o fim do ano, enquanto produ&ccedil;&atilde;o industrial deve puxar a atividade para baixo e vendas no varejo devem anular as perdas at&eacute; aqui. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Consumo de G&aacute;s<\/strong>: O consumo de energia el&eacute;trica<strong> <\/strong>gerada por g&aacute;s natural<strong> <\/strong>no Brasil registrou uma forte alta em 2021, em consequ&ecirc;ncia da seca que tem afetado a produ&ccedil;&atilde;o hidrel&eacute;trica, contribuindo para a escassez global de energia. Apenas em julho, a gera&ccedil;&atilde;o de eletricidade por meio de g&aacute;s mais que triplicou, enquanto a produ&ccedil;&atilde;o hidroel&eacute;trica caiu 26%, segundo relat&oacute;rio da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (IEA). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Relat&oacute;rio Focus &ndash; Infla&ccedil;&atilde;o<\/strong>: A&nbsp;mediana das proje&ccedil;&otilde;es dos economistas do mercado&nbsp;para o&nbsp;&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021&nbsp;subiu de 8,51% para 8,59%, segundo o&nbsp;Relat&oacute;rio Focus, do&nbsp;Banco Central (BC), divulgado dia 11-10-202,&nbsp; com estimativas coletadas at&eacute; o fim da semana passada. Para 2022, subiu de 4,14% para 4,17%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o dos Mais Pobres<\/strong>: A infla&ccedil;&atilde;o<strong> <\/strong>acelerou em setembro e voltou a atingir com maior for&ccedil;a os mais pobres, aponta estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada<strong> <\/strong>(Ipea). Em setembro, a infla&ccedil;&atilde;o para as fam&iacute;lias com renda considerada muito baixa chegou a 1,30%, o maior avan&ccedil;o entre as faixas pesquisadas. O grupo &eacute; formado por brasileiros cujo rendimento domiciliar fica abaixo de R$ 1.808,79 por m&ecirc;s. Com o resultado de setembro, a infla&ccedil;&atilde;o para os mais pobres chegou a 10,98% no acumulado de 12 meses. Tamb&eacute;m &eacute; a maior alta entre os seis grupos investigados.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o dos Mais Ricos<\/strong>: A infla&ccedil;&atilde;o para as fam&iacute;lias com renda considerada alta (acima de R$ 17.764,49) foi de 1,09% em setembro. No acumulado de 12 meses, a varia&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os atingiu 8,91% para os mais ricos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Governo e Ambiente Pol&iacute;tico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa PoderData 1<\/strong>: Pesquisa&nbsp;PoderData<strong>&nbsp;<\/strong>realizada nesta semana (11-13.out.2021) mostra leve melhora para o governo do presidente Jair Bolsonaro na opini&atilde;o p&uacute;blica nos &uacute;ltimos 15 dias. A taxa de reprova&ccedil;&atilde;o &agrave; gest&atilde;o federal hoje est&aacute; em 58%, uma queda de 5 pontos percentuais em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; pesquisa anterior. A aprova&ccedil;&atilde;o ao governo marca 33%. Oscilou para cima dentro da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pesquisa PoderData 2: <\/strong>O&nbsp;PoderData<strong>&nbsp;<\/strong>tamb&eacute;m questiona os entrevistados a respeito de como avaliam o trabalho pessoal de Bolsonaro. Hoje, 53% classificam o presidente como&nbsp;<em>&ldquo;ruim&rdquo;<\/em>&nbsp;ou&nbsp;<em>&ldquo;p&eacute;ssimo&rdquo;<\/em>, uma queda de 5 pontos em compara&ccedil;&atilde;o a duas semanas antes. J&aacute; o grupo que considera o trabalho do presidente&nbsp;&ldquo;<em>bom&rdquo;&nbsp;<\/em>ou&nbsp;<em>&ldquo;&oacute;timo&rdquo;<\/em>&nbsp;foi de 25% a 29%. Variou para cima no limite da margem de erro (2 p.p. para mais ou para menos). O grupo do&nbsp;<em>&ldquo;regular&rdquo;&nbsp;<\/em>&eacute; onde os eleitores costumam fazer um&nbsp;&ldquo;<em>pit stop&rdquo;&nbsp;<\/em>antes de mudarem de opini&atilde;o. Hoje est&aacute; em 18%. Vem crescendo pouco a pouco desde agosto. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pedidos de Indiciamentos da CPI<\/strong>: Dois dos filhos do presidente, o vereador carioca Carlos Bolsonaro (Republicanos) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), devem ter o&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcwNjU=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">indiciamento<\/a>&nbsp;pedido no relat&oacute;rio final da CPI da Pandemia, segundo informa&ccedil;&atilde;o do&nbsp;<em>Painel<\/em>. Com base em depoimentos encaminhados pela Pol&iacute;cia Federal, o Zero Dois deve ser apontado como articulador da rede de not&iacute;cias falsas, o chamado &ldquo;gabinete do &oacute;dio&rdquo;, que tamb&eacute;m espalhou desinforma&ccedil;&atilde;o sobre a covid-19, enquanto o Zero Tr&ecirc;s seria a ponte entre a rede e supostos financiadores. Autoridades que espalharam not&iacute;cias falsas sobre a pandemia, mas apagaram as postagens no in&iacute;cio das investiga&ccedil;&otilde;es, como as deputadas Bia Kicis (PSL-DF) e Karla Zambelli (PSL-SP), tamb&eacute;m devem entrar como pass&iacute;veis de indiciamento no relat&oacute;rio do senador Renan Calheiros (MDB-AL). Al&eacute;m do pr&oacute;prio Jair Bolsonaro, como j&aacute; foi anunciado pelo relator. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Veto aos Absorventes<\/strong>: O presidente Bolsonaro defendeu&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcwODM=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">seu veto<\/a>&nbsp;&agrave; lei que prev&ecirc; distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de absorvente a mulheres muito pobres. Segundo ele, o projeto da deputada Mar&iacute;lia Arraes (PT-PE) n&atilde;o previa origem dos recursos. &ldquo;Se o Congresso derrubar o veto do absorvente, vou tirar dinheiro da sa&uacute;de e da educa&ccedil;&atilde;o. Tem que tirar de algum lugar&rdquo;, disse, embora o texto fa&ccedil;a refer&ecirc;ncia ao custeio. Na sexta-feira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco disse que o veto &eacute; &ldquo;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcwODQ=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">candidat&iacute;ssimo<\/a>&nbsp;a cair&rdquo;. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reclama&ccedil;&atilde;o do Ministro<\/strong>: O ministro&nbsp;da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia Marcos Pontes usou o Twitter para&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxMTc=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">reclamar<\/a>&nbsp;do corte de R$ 600 milh&otilde;es do or&ccedil;amento do fundo de pesquisa de sua pasta, quase&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxMTg=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">90% do previsto<\/a>. Pontes escreveu que o corte foi &ldquo;uma&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxMTk=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">falta de considera&ccedil;&atilde;o<\/a>&rdquo; e acrescentou: &ldquo;Isso precisa ser corrigido urgentemente.&rdquo; O corte, que atinge em especial o pagamento de bolsas de pesquisa e o Edital Universal do CNPq, foi aprovado pelo Congresso a pedido do Minist&eacute;rio da Economia, que pretende redistribuir o dinheiro em outras &aacute;reas. Entidades ligadas &agrave; pesquisa cient&iacute;fica&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxMjA=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">criticaram<\/a>&nbsp;duramente o corte. (g1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ajuda de Toffoli<\/strong>: O&nbsp;ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF),&nbsp;decidiu arquivar dois pedidos apresentados para que a&nbsp;Corte&nbsp;solicitasse &agrave;&nbsp;Procuradoria-Geral da Rep&uacute;blica (PGR)&nbsp;a&nbsp;abertura de uma investiga&ccedil;&atilde;o sobre as offshores ligadas ao&nbsp;ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao&nbsp;presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estrat&eacute;gia de Bolsonaro<\/strong>: Com a popularidade<strong> <\/strong>em baixa, mas est&aacute;vel, o que indica manuten&ccedil;&atilde;o de seu eleitorado de extrema-direita, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem buscado <a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxOTk=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">estreitar<\/a> seus la&ccedil;os com o agroneg&oacute;cio e com evang&eacute;licos. A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; que esses grupos t&ecirc;m capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o e controle de suas bases e v&ecirc;m sendo alvo de aproxima&ccedil;&atilde;o por parte do ex-presidente Lula (PT). A indica&ccedil;&atilde;o de Andr&eacute; Mendon&ccedil;a para uma vaga no STF, ora emperrada no Senado, busca sacramentar esse la&ccedil;o com os l&iacute;deres neopentecostais. J&aacute; os ruralistas vem sendo afagados com o afrouxamento das regras e da fiscaliza&ccedil;&atilde;o ambientais. (Folha)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Candidatura de S&eacute;rgio Moro<\/strong>: As conversas do ex-juiz e ex-ministro da Justi&ccedil;a S&eacute;rgio Moro com a c&uacute;pula do Podemos sobre uma poss&iacute;vel candidatura presidencial est&atilde;o avan&ccedil;adas e ele deve filiar-se ao partido em novembro. A janela para Moro romper amigavelmente o contrato com a consultoria norte-americana <a href=\"https:\/\/www.alvarezandmarsal.com\/pt-br\/global-locations\/brazil\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alvarez &amp; Marsal<\/a>, onde trabalha, abre em 31 de outubro. At&eacute; l&aacute;, mesmo que j&aacute; tenha uma decis&atilde;o, n&atilde;o vai torn&aacute;-la p&uacute;blica. Mas, o martelo, afinal, ainda n&atilde;o foi batido. (Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lira Defende Privatiza&ccedil;&atilde;o da Petrobras<\/strong>: O presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), questionou se &ldquo;n&atilde;o seria o caso de privatizar a Petrobras&rdquo;. Em entrevista &agrave; CNN R&aacute;dio, ele afirmou que a estatal hoje atua num limbo entre o p&uacute;blico e o privado, criticou o &ldquo;monop&oacute;lio absurdo&rdquo; no mercado de g&aacute;s e defendeu que a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os da empresa para os combust&iacute;veis n&atilde;o seja alterada. Na opini&atilde;o de Lira, falta &agrave; empresa uma pol&iacute;tica de investimento energ&eacute;tico. (CNN R&aacute;dio) (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PEC dos Precat&oacute;rios<\/strong>: O texto da Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) dos Precat&oacute;rios sofreu adapta&ccedil;&otilde;es por sugest&atilde;o do ministro Bruno Dantas, do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), para que os precat&oacute;rios tenham um limite de pagamento enquanto durar o teto de gastos (que pro&iacute;be o crescimento das despesas do governo acima da infla&ccedil;&atilde;o). Pela proposta, o pagamento dos precat&oacute;rios ser&aacute; congelado no valor corrente de 2016 e o que superar esse valor ter&aacute; tr&ecirc;s hip&oacute;teses de quita&ccedil;&atilde;o antecipada, como encontro de contas. Se n&atilde;o houver como fazer a quita&ccedil;&atilde;o por essas alternativas, a d&iacute;vida judicial entrar&aacute; numa fila e o credor ter&aacute; de aceitar um desconto ou parcelamento em dez anos para receber antes. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Bloqueio &agrave; Andr&eacute; Mendon&ccedil;a<\/strong>: Ex-presidente do Senado e no comando da Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ), Davi Alcolumbre (DEM-AP) viu refor&ccedil;ada sua posi&ccedil;&atilde;o para &ldquo;bloquear&rdquo; a indica&ccedil;&atilde;o de Andr&eacute; Mendon&ccedil;a a ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo um aliado e integrante da CCJ, Alcolumbre pouco comenta a respeito, mas se encontra &ldquo;tranquilo&rdquo; e avalia que est&aacute; &ldquo;respaldado juridicamente&rdquo;. Isso porque, do ponto de vista legal e do regimento do Senado, a prerrogativa de dar seguimento ao processo pertence a ele e ningu&eacute;m mais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Meio Ambiente<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Emiss&atilde;o de Metano<\/strong>: Mais 24 pa&iacute;ses aderiram a um&nbsp;pacto global para reduzir as emiss&otilde;es de metano, um potente g&aacute;s causador do efeito estufa, anunciaram nesta segunda-feira (11) os EUA e a Uni&atilde;o Europeia (UE). O an&uacute;ncio ocorre antes das&nbsp;negocia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas cr&iacute;ticas da CoP 26 em Glasgow, na Esc&oacute;cia. Os pa&iacute;ses se comprometem a apoiar uma meta coletiva de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de metano em pelo menos 30% dos n&iacute;veis de 2020 at&eacute; o fim da d&eacute;cada. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mercado de Cr&eacute;ditos de Carbono<\/strong>: A regulamenta&ccedil;&atilde;o do artigo 6 do Acordo de Paris, que trata dos instrumentos para a cria&ccedil;&atilde;o de um mercado global de carbono, pode gerar um com&eacute;rcio de US$ 167 bilh&otilde;es ao ano em 2030 e de US$ 347 bilh&otilde;es ao ano em 2050. O Brasil &eacute; um dos pa&iacute;ses com maior potencial de venda de cr&eacute;ditos de carbono e pode gerar receitas l&iacute;quidas de US$ 16 bilh&otilde;es a US$ 72 bilh&otilde;es at&eacute; 2030. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Altera&ccedil;&otilde;es no C&oacute;digo Florestal<\/strong>: O Senado aprovou o projeto que flexibiliza regras para a constru&ccedil;&atilde;o em &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente (APP), alterando o C&oacute;digo Florestal para regulamentar edifica&ccedil;&otilde;es &agrave;s margens de rios em &aacute;reas urbanas. A proposta atribui aos munic&iacute;pios o dever de regulamentar as faixas de restri&ccedil;&atilde;o &agrave; beira de rios, c&oacute;rregos, lagos e lagoas nos seus limites urbanos. Al&eacute;m disso, abre caminho para regularizar constru&ccedil;&otilde;es que j&aacute; existam nessas &aacute;reas. (Valor)<strong> Consumo de G&aacute;s<\/strong>: O <strong>consumo de energia el&eacute;trica <\/strong>gerada por <strong>g&aacute;s natural <\/strong>no Brasil registrou uma forte alta em 2021, em consequ&ecirc;ncia da seca que tem afetado a produ&ccedil;&atilde;o hidrel&eacute;trica, contribuindo para a <strong>escassez global de energia<\/strong>. Apenas em julho, a <strong>gera&ccedil;&atilde;o de eletricidade por meio de g&aacute;s mais que triplicou<\/strong>, enquanto a produ&ccedil;&atilde;o hidroel&eacute;trica caiu 26%, segundo relat&oacute;rio da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (IEA). (Valor)<br><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Social, Emprego e Renda<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Redu&ccedil;&atilde;o da Pobreza Menstrual<\/strong>: Especialistas defendem iniciativas p&uacute;blicas para minimizar o problema da pobreza menstrual, conceito que engloba principalmente a falta de acesso a produtos adequados para o cuidado da higiene menstrual, mas tamb&eacute;m quest&otilde;es ligadas &agrave; sa&uacute;de no per&iacute;odo menstrual como banheiros sem condi&ccedil;&otilde;es de uso, com falta de pias ou lavat&oacute;rios, sab&atilde;o e papel higi&ecirc;nico. Desonera&ccedil;&atilde;o de impostos, distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de produtos de higiene menstrual e campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o caminhos adotados em outros pa&iacute;ses e apontados por especialistas como alternativas de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que podem ajudar a reduzir a chamada pobreza menstrual no Brasil. O tema ganhou for&ccedil;a ap&oacute;s o veto presidencial ao projeto que prev&ecirc; distribui&ccedil;&atilde;o gratuita de absorventes para mulheres em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade ou de rua e alunas de baixa renda de escolas p&uacute;blicas, que j&aacute; tinha sido aprovado pela C&acirc;mara e pelo Senado. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Piora no Estilo de Vida<\/strong>: Maior tempo de tela e menos atividade f&iacute;sica:&nbsp;o estilo de vida do brasileiro piorou durante a<strong>&nbsp;<\/strong>pandemia,<strong>&nbsp;<\/strong>mostra pesquisa de universidades federais mineiras.&nbsp;O estudo foi iniciado cinco meses ap&oacute;s o in&iacute;cio das medidas de&nbsp;distanciamento social. A pesquisa foi realizada em conjunto pela&nbsp;Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas universidades federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Vi&ccedil;osa (UFV). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Popula&ccedil;&atilde;o Passa Fome<\/strong>: Mais que um tema da campanha eleitoral de 2022, o aumento da pobreza &eacute; um problema real e imediato. Segundo levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Seguran&ccedil;a Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 20 milh&otilde;es de brasileiros passam um dia ou mais sem ter o que comer. Al&eacute;m disso, o n&uacute;mero de favelas no pa&iacute;s mais que dobrou em dez anos. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Classe M&eacute;dia Endividada<\/strong>: O endividamento das fam&iacute;lias de classe m&eacute;dia atingiu um <a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTcxODg=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">n&iacute;vel recorde<\/a>. Com os juros de bancos em n&iacute;veis extorsivos &mdash; eles nunca de fato diminu&iacute;ram apesar de o BC ter reduzido os seus &mdash;, em m&eacute;dia as d&iacute;vidas que as fam&iacute;lias pagam correspondem a 59,9% de suas rendas anuais. Quase 60%. Em agosto, de acordo com o Banco Central, em m&eacute;dia a renda das fam&iacute;lias cruzou os 30% de comprometimento para pagar parcelas de empr&eacute;stimos, cart&otilde;es de cr&eacute;dito e o que for. A infla&ccedil;&atilde;o nos alimentos e na energia ajuda a aumentar a press&atilde;o sobre o or&ccedil;amento familiar e aponta para uma crise econ&ocirc;mica. Mesmo que o PIB torne a crescer, as possibilidades de um brasileiro tornar &agrave;s lojas aquecendo o consumo s&atilde;o pequenas. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regras do Aux&iacute;lio Emergencial<\/strong>: A regras do Aux&iacute;lio Brasil, programa assistencial visto como trunfo eleitoral do governo Bolsonaro, congelam ou mesmo reduzem o benef&iacute;cio de 5,4 milh&otilde;es de fam&iacute;lias que hoje recebem o Bolsa Fam&iacute;lia. S&atilde;o 37% dos atuais benefici&aacute;rios. (Estad&atilde;o) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxa de Participa&ccedil;&atilde;o no Mercado de Trabalho 1<\/strong>: Apesar de estar em trajet&oacute;ria de alta, a taxa de participa&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho brasileiro ainda est&aacute; distante do n&iacute;vel pr&eacute;-pandemia. Na avalia&ccedil;&atilde;o de fontes do governo e especialistas, o indicador, que mostra o tamanho da for&ccedil;a de trabalho ativa ou procurando emprego, deve continuar subindo, impulsionado pelo setor de servi&ccedil;os e pela reabertura da economia, mas n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o de quando voltar&aacute; &agrave; normalidade. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Taxa de Participa&ccedil;&atilde;o no Mercado de Trabalho 2: <\/strong>O indicador mais recente do IBGE, relativo ao trimestre de maio a julho, ficou em 58,2%, subindo pelo quarto m&ecirc;s consecutivo e distanciando-se do ponto mais baixo da s&eacute;rie, atingido exatamente h&aacute; um ano: 54,7%. Antes da pandemia e da paralisa&ccedil;&atilde;o\/redu&ccedil;&atilde;o que ela gerou em muitas atividades, a m&eacute;dia hist&oacute;rica estava em torno de 61,5%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fome no Brasil<\/strong>: Ap&oacute;s ter sa&iacute;do do Mapa Mundial da Fome em 2014, o Brasil tem hoje quase 20 milh&otilde;es de brasileiros que passam 24 h ou mais sem ter o que comer em alguns dias. Outros 24,5 milh&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m certeza de como se alimentar&atilde;o no dia a dia e j&aacute; reduziram quantidade e qualidade do que comem, enquanto 74 milh&otilde;es vivem a inseguran&ccedil;a de que tamb&eacute;m podem acabar passando por isso. (Rede de Pesquisa em Soberania Alimentar &ndash; 9)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pol&iacute;ticas Sociais do Governo: <\/strong>A <strong>equipe econ&ocirc;mica <\/strong>e a <strong>base do governo no Congresso <\/strong>ainda n&atilde;o acharam uma solu&ccedil;&atilde;o para executar suas pol&iacute;ticas sociais, diante de um eventual insucesso da <strong>reforma do Imposto de Renda <\/strong>(<strong>IR<\/strong>), que enfrenta dificuldades no Senado e &eacute; apontada como fonte de financiamento do <strong>Aux&iacute;lio Brasil<\/strong>, substituto do <strong>Bolsa Fam&iacute;lia<\/strong>. Caso a reforma fracasse, a solu&ccedil;&atilde;o alternativa &eacute; o reajuste do benef&iacute;cio do Bolsa Fam&iacute;lia com base na infla&ccedil;&atilde;o e a cria&ccedil;&atilde;o de um <strong>aux&iacute;lio <\/strong>&ldquo;<strong>tempor&aacute;rio<\/strong>&rdquo; (n&atilde;o mais emergencial), como forma de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal. (Valor)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Aux&iacute;lio Tempor&aacute;rio<\/strong>: O aux&iacute;lio tempor&aacute;rio &eacute; uma dos instrumentos encontrados pelos t&eacute;cnicos do governo para evitar justamente a abertura de cr&eacute;dito extraordin&aacute;rio. A modalidade tempor&aacute;ria permitiria que tudo fosse organizado sem uma compensa&ccedil;&atilde;o fiscal. Apesar disso, tanto o reajuste do Bolsa Fam&iacute;lia, como a cria&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio tempor&aacute;rio exigem, necessariamente, um espa&ccedil;o no teto de gastos, o que s&oacute; ser&aacute; poss&iacute;vel com a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC dos Precat&oacute;rios. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Tecnol&oacute;gico<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>T&aacute;xi A&eacute;reo: <\/strong>Imagine&nbsp;um mundo onde um t&aacute;xi percorre os c&eacute;us e pousa no topo de um pr&eacute;dio para recarregar. Parece fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, mas esta ideia pode se tornar realidade ainda nesta d&eacute;cada, segundo Stephen Fitzpatrick, fundador da Vertical Aerospace. A companhia deve iniciar em 2022 os&nbsp;<a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTczNDI=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">voos de teste<\/a>&nbsp;da VA-X4, aeronave com zero emiss&atilde;o de carbono e capaz de transportar quase que silenciosamente quatro passageiros por at&eacute; 200 quil&ocirc;metros. Fitzpatrick teve a ideia em 2015, quando ficou horas preso no tr&acirc;nsito de S&atilde;o Paulo. (&Eacute;poca Neg&oacute;cios) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Prote&ccedil;&atilde;o Contra Ass&eacute;dio<\/strong>:<strong> <\/strong>O Facebook&nbsp;vai atualizar a&nbsp;pol&iacute;tica de prote&ccedil;&atilde;o contra ass&eacute;dio a figuras p&uacute;blicas nas suas plataformas. O objetivo &eacute; remover publica&ccedil;&otilde;es com conte&uacute;do ofensivo contra personalidades que se tornaram famosas involuntariamente, como defensores dos direitos humanos e jornalistas. At&eacute; agora, eram permitidos coment&aacute;rios mais cr&iacute;ticos a celebridades do que a pessoas comuns. (Veja)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Falhas de Seguran&ccedil;a<\/strong>: Uma falha<strong> <\/strong>de <a href=\"https:\/\/apps.canalmeio.com.br\/meio\/news\/r\/OTc1NTI=\/MDAwMTYwMjYx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">seguran&ccedil;a<\/a> em uma plataforma brasileira que integra marketplaces exp&ocirc;s mais de 1,7 bilh&atilde;o de dados de lojistas cadastrados em sites de com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. S&atilde;o 610 GB de informa&ccedil;&otilde;es vazadas, segundo o Safety Detectives, um laborat&oacute;rio de ciberseguran&ccedil;a. Detalhes de compras, dados pessoais e detalhes de faturamento est&atilde;o entre os dados vazados no ciberataque. (TecMundo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ambiente Internacional<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Congelamento de Pre&ccedil;os na Argentina<\/strong>: O governo argentino anunciou dia 13-10-2021 que congelar&aacute; por 90 dias os pre&ccedil;os de itens da cesta b&aacute;sica. A medida &eacute; uma tentativa de conter a alta da infla&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, que j&aacute; supera 50% em 12 meses. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o na China 1<\/strong>: O &iacute;ndice de pre&ccedil;os ao produtor (PPI) na China subiu 10,7% em setembro em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo m&ecirc;s do ano anterior, acelerando em rela&ccedil;&atilde;o ao aumento de 9,5% em agosto, impulsionado pela alta nos pre&ccedil;os das mat&eacute;rias primas, informou o Escrit&oacute;rio Nacional de Estat&iacute;sticas. (Valor)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Infla&ccedil;&atilde;o na China 2: <\/strong>O departamento de estat&iacute;sticas disse que o aumento nos pre&ccedil;os ao produtor foi impulsionado principalmente pelo aumento dos pre&ccedil;os do carv&atilde;o e produtos em ind&uacute;strias de alto consumo de energia. (Valor)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo Economista Paulo Roberto Bretas<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":19311,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2245,2246],"tags":[2251],"class_list":{"0":"post-19310","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-conjuntura","8":"category-paulo-roberto-bretas","9":"tag-notas-economicas"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/senado-foto-agencia-senado-plenaria.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19310","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19310"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19310\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19311"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19310"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19310"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19310"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}