{"id":18545,"date":"2021-09-01T18:45:37","date_gmt":"2021-09-01T21:45:37","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=18545"},"modified":"2021-09-01T18:45:43","modified_gmt":"2021-09-01T21:45:43","slug":"o-que-vem-por-ai-crises-consolidam-cenario-de-desventuras-em-serie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/o-que-vem-por-ai-crises-consolidam-cenario-de-desventuras-em-serie\/","title":{"rendered":"O que vem por a\u00ed:  crises consolidam cen\u00e1rio de desventuras em s\u00e9rie"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma vez por m&ecirc;s, no primeiro dia do m&ecirc;s, o Radar do Futuro vai publicar o relat&oacute;rio &ldquo;O que vem por a&iacute;&rdquo;, sobre cen&aacute;rios de curto e m&eacute;dio prazos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-1024x576.jpeg\" alt=\"o que vem por a&iacute;: foto de fila dupla de esfomeados. foto MST\" class=\"wp-image-18547\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-300x169.jpeg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-768x432.jpeg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-1536x864.jpeg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-696x392.jpeg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst-1392x783.jpeg 1392w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst.jpeg 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Jade Azevedo\/Marmitas da Terra<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista I Radar do Futuro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Setembro come&ccedil;a com a volta das incertezas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o da pandemia. At&eacute; mesmo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de alerta para uma nova alta de casos de covid-19. E mais uma crise se aproxima para o horror do brasileiro. Surpreendentemente, o pr&oacute;prio governo se antecipa para alertar para problemas potenciais da oferta de energia. Os acontecimentos prov&aacute;veis consolidam o &ldquo;novo normal&rdquo; brasileiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Inspirado por uma cole&ccedil;&atilde;o infanto-juvenil, &ldquo;Desventuras em s&eacute;rie&rdquo; &eacute; o nome do filme que desenrola desde 2018, como uma hist&oacute;ria sem previs&otilde;es de terminar t&atilde;o cedo. Nem bem terminou um desafio, l&aacute; vem outro pela frente. A mensagem para o m&ecirc;s: preste aten&ccedil;&atilde;o no no padr&atilde;o e no enredo. E antecipe-se ao futuro como ele ser&aacute;, repleto de emo&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o foi surpresa para o m&eacute;dico e cientista Miguel Nicolelis e nem para dezenas de tuiteiros o fato de que, no dia 30 de agosto passado, a<a href=\"https:\/\/twitter.com\/Estadao\/status\/1432327249706065922\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> imprensa paulistana<\/a> tenha anunciado um &ldquo;boom de alunos afastados em escolas particulares&rdquo;. &Eacute; o resultado do relaxamento das medidas de restri&ccedil;&atilde;o sanit&aacute;ria. Para os especialistas, h&aacute; uma pressa em retomar as aulas presenciais e em autorizar as atividades comerciais de forma ampla e irrestrita.<\/p>\n\n\n\n<p>O avan&ccedil;o do processo de vacina&ccedil;&atilde;o ajuda a conter as mortes, mas a cobertura de prote&ccedil;&atilde;o para a popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; longe de ser a desejada. Neste quadro, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de reconheceu a possibilidade de alta de casos, incluindo um aumento das hospitaliza&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m de tudo h&aacute; a variante &ldquo;Delta&rdquo;, extremamente mais agressiva, segundo Nicolelis. O v&iacute;rus, assinala o cientista, est&aacute; se espalhando em uma velocidade impressionante e tomou conta do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;No final de setembro devemos ter uma nova explos&atilde;o no Pa&iacute;s, e n&atilde;o estamos preparados para isso&rdquo;, diz o cientista, para quem h&aacute; a tend&ecirc;ncia de se cometer erros semelhantes aos de outros pa&iacute;ses, como Estados Unidos e Inglaterra.<\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o bastam os problemas da pandemia para gerar um bom enredo de desventuras em s&eacute;rie. Agosto foi encerrado com o pronunciamento em rede nacional de televis&atilde;o, do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A popula&ccedil;&atilde;o desavisada viu aparecer diante da TV o reconhecimento de que a crise hidroenerg&eacute;tica n&atilde;o s&oacute; existe. Tamb&eacute;m soube que ela &ldquo;se agravou&rdquo; com a pior seca em 91 anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o governo reconhece como &ldquo;inadi&aacute;vel&rdquo; o esfor&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o para reduzir o consumo de energia. &ldquo;&Eacute; fundamental que a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, em todas as suas esferas, e cada cidad&atilde;o-consumidor, nas resid&ecirc;ncias e nos setores do com&eacute;rcio, de servi&ccedil;os e da ind&uacute;stria, participemos de um esfor&ccedil;o inadi&aacute;vel de redu&ccedil;&atilde;o do consumo&rdquo;, conclamou o ministro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Impactos futuros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>N&oacute;s, do <strong>Radar do Futuro<\/strong>, at&eacute; gostar&iacute;amos de antecipar perspectivas favor&aacute;veis para o futuro, a curto prazo. Ou mesmo para o m&eacute;dio prazo. Mas, que nada. Setembro j&aacute; come&ccedil;ou com o governo autorizando novo aumento, de 50%, nas Bandeiras Tarif&aacute;rias de Energia El&eacute;trica. A medida vai obrigar a popula&ccedil;&atilde;o a pagar mensalmente uma taxa de R$ 14,20 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. A cobran&ccedil;a da taxa, por enquanto, valer&aacute; at&eacute; abril de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o &uacute;ltimo relat&oacute;rio da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (EIA), a tarifa residencial brasileira &eacute; a segunda mais cara do mundo. Isso em um pa&iacute;s que tem a produ&ccedil;&atilde;o baseada na hidroeletricidade, considerada a energia de menor custo de produ&ccedil;&atilde;o. Com os novos aumentos, certamente o pa&iacute;s assumir&aacute; o ranking de energia mais cara do cen&aacute;rio internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>A transfer&ecirc;ncia de recursos da popula&ccedil;&atilde;o para as geradoras e distribuidoras de energia n&atilde;o vai resolver as dificuldades e os riscos de apag&otilde;es. H&aacute; uma expectativa de que em outubro o Brasil comece a conviver com a paralisa&ccedil;&atilde;o de atividades. No Twitter, o economista M&aacute;rcio Pochmann, da Universidade de Campinas, assinala que o ambiente econ&ocirc;mico, ao que tudo indica, n&atilde;o ser&aacute; paralisado pelo isolamento social imposto pela Covid19 ou por manifesta&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias ou a favor de Bolsonaro. &ldquo;Simplesmente por insuficiente capacidade el&eacute;trica para atender &agrave; demanda, mesmo utilizando todas as fontes dispon&iacute;veis&rdquo;, avalia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas os efeitos provavelmente ser&atilde;o de longo prazo, com alta chance de se estender pelo pr&oacute;ximo ano. O risco de impactos maiores &eacute; muito grande. Envolve diagn&oacute;sticos equivocados, prioridades pol&iacute;ticas e econ&ocirc;micas, como o esvaziamento da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, e aus&ecirc;ncia de a&ccedil;&otilde;es efetivas. Um dos grandes riscos &eacute; que tudo se resuma a apostas e rezas para que as chuvas de outubro a abril sejam suficientes para encher os reservat&oacute;rios. Mas as previs&otilde;es dos climatologistas &eacute; de que as m&eacute;dias de precipita&ccedil;&atilde;o continuem baixas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sinal da gravidade da situa&ccedil;&atilde;o, mesmo as fontes alinhadas com as correntes de pensamento da imprensa demonstram preocupa&ccedil;&atilde;o com as consequ&ecirc;ncias futuras da combina&ccedil;&atilde;o das crises sanit&aacute;ria e energ&eacute;tica. O temor &eacute; de que a crise energ&eacute;tica mantenha a infla&ccedil;&atilde;o em patamar elevado e mantenha a atividade econ&ocirc;mica travada. Poucos setores conseguir&atilde;o preservar ganhos no ambiente de instabilidade, sinalizando um cen&aacute;rio altamente tenso ainda em 2022. Especialmente para trabalhadores, consumidores e pequenos neg&oacute;cios, que seguir&atilde;o perdendo renda e sentindo os efeitos dos aumentos de pre&ccedil;os.<\/p>\n\n\n\n<p>Impactos de curto prazo: certezas x Incertezas<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table is-style-stripes\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td><strong>CERTEZAS<\/strong><\/td><td><strong>INCERTEZAS<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Crise h&iacute;drica<\/strong> <\/td><td><strong>Instabilidade do cen&aacute;rio pol&iacute;tico<\/strong><\/td><\/tr><tr><td><strong>Desgaste do governo: <\/strong><\/td><td>n&iacute;vel de acirramento dos confrontos<\/td><\/tr><tr><td>crescimento da insatisfa&ccedil;&atilde;o popular<\/td><td>crescimento da polariza&ccedil;&atilde;o <\/td><\/tr><tr><td>perda da base de apoio<\/td><td><strong>Tamanho da crise pol&iacute;tica<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>rea&ccedil;&otilde;es extremadas<\/td><td>impactos da CPI da Covid<\/td><\/tr><tr><td><strong>Aumento da mobiliza&ccedil;&atilde;o popular<\/strong><\/td><td>pris&otilde;es de pessoas pr&oacute;ximas a Bolsonaro<\/td><\/tr><tr><td><strong>Economia enfraquecida<\/strong><\/td><td><strong>Efeito Delta:<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>crescimento em segmentos restritos *<\/td><td>nova onda de Covid<\/td><\/tr><tr><td>desemprego alto<\/td><td>revers&atilde;o da abertura de com&eacute;rcio e servi&ccedil;os<\/td><\/tr><tr><td>precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho<\/td><td><strong>Comportamento de investimentos privados<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>press&otilde;es inflacion&aacute;rias<\/td><td><\/td><\/tr><tr><td>inseguran&ccedil;a alimentar crescente<\/td><td><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><figcaption>* energias alternativas, agroneg&oacute;cio, log&iacute;stica, petr&oacute;leo e g&aacute;s, tecnologia<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-text-color has-background has-vivid-cyan-blue-background-color has-vivid-cyan-blue-color is-style-wide\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tend&ecirc;ncias: vis&atilde;o geral<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Ambiente econ&ocirc;mico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A melhor not&iacute;cia do encerramento de agosto foi a de que o desemprego teve uma queda. Pequena, mas uma queda, comemorada pelos apoiadores do governo, para quem h&aacute; a confirma&ccedil;&atilde;o de uma recupera&ccedil;&atilde;o da economia. Mas contestada por outros especialistas. Nem todo mundo acha que seja seja um desempenho digno de comemora&ccedil;&otilde;es ou capaz de sinalizar uma tend&ecirc;ncia favor&aacute;vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Al&eacute;m disso, a divulga&ccedil;&atilde;o do Produto Interno Bruto do segundo trimestre do ano jogou mais &aacute;gua fria nas expectativas. Sob o peso do fraco desempenho da ind&uacute;stria e da agropecu&aacute;ria, o PIB registrou queda de 0,1%. O desemprego deve continuar alto em 2021 e provavelmente em 2022, mesmo com a recupera&ccedil;&atilde;o da economia, o que j&aacute; era esperado pelos analistas.<\/p>\n\n\n\n<p>H&aacute; um descolamento entre os mundos internos do Pa&iacute;s. Um levantamento da consultoria <a href=\"https:\/\/noussm.com\/primeiro-semestre-tem-expansao-de-investimentos-internos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Nous SenseMaking <\/a>apontava uma perspectiva de melhora do ambiente interno, com a retomada de investimentos. Relat&oacute;rio recente da consultoria de intelig&ecirc;ncia de mercado mostra que, na primeira metade deste ano, o Brasil registrou aumento de 77% no volume de an&uacute;ncios de investimentos em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano passado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os setores de destaque no per&iacute;odo foram os relacionados com infraestrutura, especialmente energia e transportes. Demonstrando um processo de concentra&ccedil;&atilde;o, fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es se consolidam como estrat&eacute;gia de conglomerados para expans&atilde;o de investimentos em novos mercados<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ambiente pol&iacute;tico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N&atilde;o bastassem as dificuldades diante da pandemia e da perspectiva da crise energ&eacute;tica, um outro fator ser&aacute; o crescente desgaste do governo Bolsonaro. Enfraquecido diante da popula&ccedil;&atilde;o e, inclusive, parte dos seus eleitores e apoiadores como industriais e banqueiros, o presidente v&ecirc; sua aprova&ccedil;&atilde;o cair continuamente em pesquisas de opini&atilde;o. H&aacute; uma base de apoio que se mant&eacute;m, mas com poder apenas para aumentar os problemas do governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em setembro, Jair Bolsonaro tende a sofrer derrotas para os seus interesses. Inclusive com o indiciamento de seus filhos nos casos de corrup&ccedil;&atilde;o. E com a apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio da CPI da Covid, que tende a mostrar as entranhas do governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Como resultado, o que se pode esperar de um governo isolado e acuado? A resposta mais prov&aacute;vel &eacute; um acirramento de tens&otilde;es, tornando o quadro futuro do pa&iacute;s ainda mais negativo agora, no segundo semestre, e no pr&oacute;ximo ano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ambiente social<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Inseguran&ccedil;a alimentar e desemprego estiveram e permanecem entre os principais problemas enfrentados pela popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda, no processo em que a crise sanit&aacute;ria foi acompanhada da crise social. Segundo a<a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/nas-comunidades-carentes-crise-sanitaria-agravou-a-crise-social\/#:~:text=Na%20nova%20nota,e%20letal%E2%80%9D%2C%20aponta.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Rede de Pesquisa Solid&aacute;ria e do Centro para Intelig&ecirc;ncia Artificial<\/a>, vinculados &agrave; Universidade de S&atilde;o Paulo, lideran&ccedil;as comunit&aacute;rias relatam que os efeitos socioecon&ocirc;micos negativos s&atilde;o cada vez mais n&iacute;tidos entre as lideran&ccedil;as comunit&aacute;rias. H&aacute;, de forma crescente, o temor de aumento da escassez de produtos que garantam a subsist&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as lideran&ccedil;as comunit&aacute;rias, o aux&iacute;lio emergencial tem que estar no centro da agenda governamental, inclusive com aumento do aux&iacute;lio e da cobertura. Por&eacute;m, o benef&iacute;cio deixar&aacute; de ser distribu&iacute;do &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em outubro. Mesmo que parte da equipe do governo tenha aconselhado a prorroga&ccedil;&atilde;o do programa, para a equipe econ&ocirc;mica &ldquo;n&atilde;o h&aacute; mais fundamenta&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica para novos pagamentos&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que vem por a&iacute;<\/h2>\n\n\n\n<p><em>Publica&ccedil;&atilde;o mensal do <strong>Radar do Futuro<\/strong> em parceria com a <strong>Nous SenseMaking<\/strong>, destinada a levantar cen&aacute;rios econ&ocirc;micos, pol&iacute;ticos, sociais, tecnol&oacute;gicos do curto e m&eacute;dio prazos <\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma vez por m&ecirc;s, no primeiro dia do m&ecirc;s, o Radar do Futuro vai publicar o relat&oacute;rio &ldquo;O que vem por a&iacute;&rdquo;, sobre cen&aacute;rios de curto e m&eacute;dio prazos.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18547,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2245,23,20],"tags":[3384,3385,638,431,273,3387,3386,93,3388,2586,2342],"class_list":{"0":"post-18545","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-conjuntura","8":"category-carlos-placido-teixeira","9":"category-destaques","10":"tag-certezas-e-incertezas","11":"tag-certezas-x-incertezas","12":"tag-crise-economica","13":"tag-crise-politica","14":"tag-desemprego","15":"tag-impactos-da-crise-hidrica","16":"tag-impactos-da-crise-politiva","17":"tag-tendencias","18":"tag-tendencias-do-desemprego","19":"tag-tendencias-economicas","20":"tag-tendencias-sociais"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/fila-da-pobreza-cresce-no-brasil-foto-mst.jpeg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18545"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18545\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18547"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}