{"id":18235,"date":"2021-08-16T16:34:17","date_gmt":"2021-08-16T19:34:17","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=18235"},"modified":"2021-08-30T14:28:51","modified_gmt":"2021-08-30T17:28:51","slug":"real-digital-reduzira-ainda-mais-uso-de-dinheiro-em-papel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/real-digital-reduzira-ainda-mais-uso-de-dinheiro-em-papel\/","title":{"rendered":"Real digital reduzir\u00e1 ainda mais uso de dinheiro em papel"},"content":{"rendered":"\n<p><br>Papel-moeda representa apenas 3% dos recursos dispon&iacute;veis no pa&iacute;s. O Banco Central estuda o lan&ccedil;amento do real digital como novo meio de pagamento<br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-style-default\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/JQg3mccrQwnA_gtX0DwKieltPfo=\/1170x700\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/banco_central_0514203042.jpg?itok=1o2OqmS7\" alt=\"Edif&iacute;cio-Sede do Banco Central em Bras&iacute;lia\" title=\"Marcello Casal JrAg&ecirc;ncia Brasil\"><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Kelly Oliveira \/ Pedro Peduzzi<br>Rep&oacute;rter da Ag&ecirc;ncia Brasil &ndash; Bras&iacute;lia<br><br>&Eacute; incomum encontrar quem ainda vai a um banco sacar dinheiro para fazer pagamentos. As transa&ccedil;&otilde;es digitais, seja por meio de transfer&ecirc;ncias, cart&otilde;es ou Pix, facilitam o dia a dia e j&aacute; fazem parte da rotina de muitos consumidores. E em alguns anos, os brasileiros ter&atilde;o mais uma forma de lidar com o dinheiro. Ser&aacute; lan&ccedil;ado o real digital, que est&aacute; atualmente em estudo pelo Banco Central (BC). O dinheiro digital ser&aacute; emitido pelo BC.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com dados do BC, em junho de 2021, o total de papel-moeda em poder das pessoas era de R$ 283 bilh&otilde;es, enquanto o volume de dep&oacute;sitos &agrave; vista (dinheiro depositado em conta-corrente, sem remunera&ccedil;&atilde;o pelo banco) era de R$ 333 bilh&otilde;es. Ao acrescentar a esse valor outras formas de liquidez, como os dep&oacute;sitos remunerados, opera&ccedil;&otilde;es compromissadas (compra e recompra de ativos com pagamento de juros) e t&iacute;tulos p&uacute;blicos federais, havia um total de R$ 8,9 trilh&otilde;es dispon&iacute;veis de forma digital. Ou seja, apenas cerca de 3% dos recursos dispon&iacute;veis para as opera&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s est&atilde;o na forma de papel-moeda.<\/p>\n\n\n\n<p>O Banco Central diz que a cria&ccedil;&atilde;o do real digital n&atilde;o tem o objetivo de eliminar de vez o papel-moeda, mas a tend&ecirc;ncia &eacute; que seu uso se reduza mais. &ldquo;A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; que o dinheiro em papel conviva com o real digital ainda por muitos anos. No entendimento do BC, &agrave; medida que a popula&ccedil;&atilde;o se torne mais confort&aacute;vel com os novos meios de pagamentos digitais, o uso do dinheiro no formato de papel se reduzir&aacute; naturalmente&rdquo;, ressaltou, em nota &agrave; Ag&ecirc;ncia Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o para o lan&ccedil;amento do real digital. &ldquo;O que temos &eacute; um horizonte de trabalho, de discuss&otilde;es e de testes que deve durar de dois a tr&ecirc;s anos. Ao fim desse per&iacute;odo, o BC dever&aacute; ter reunidas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para decidir sobre a conveni&ecirc;ncia e o melhor formato para a emiss&atilde;o de um real digital&rdquo;, declarou a institui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como ser&aacute; o real digital?<\/h2>\n\n\n\n<p>O BC tem trabalhado para estabelecer as bases para o desenvolvimento da CBDC [Central Bank Digital Currency, em ingl&ecirc;s]. A moeda digital ser&aacute; garantida pelo BC e as institui&ccedil;&otilde;es financeiras v&atilde;o apenas guardar o dinheiro para o cliente que optar pela nova modalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as diretrizes est&atilde;o a &ecirc;nfase no desenvolvimento de modelos inovadores a partir de evolu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, como contratos inteligentes (smart contracts), internet das coisas (IoT) e dinheiro program&aacute;vel; a previs&atilde;o de uso em pagamentos de varejo; e a capacidade para realizar opera&ccedil;&otilde;es online e, eventualmente, offline.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Moedas digitais no mundo<\/h3>\n\n\n\n<p>Segundo informa&ccedil;&otilde;es do Banco Central, as Bahamas foram o primeiro pa&iacute;s a lan&ccedil;ar oficialmente seu CBDC, o Sand dollar, em outubro de 2020. A China tem um projeto-piloto em algumas cidades e far&aacute; testes com visitantes estrangeiros nos Jogos Ol&iacute;mpicos de Inverno de Pequim de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>O banco central dos Estados Unidos, o Fed, e a Digital Dollar Foundation, trabalham para lan&ccedil;ar a moeda digital tamb&eacute;m. Outros pa&iacute;ses, como Coreia do Sul, Jap&atilde;o e Su&eacute;cia, tamb&eacute;m estudam o lan&ccedil;amento da CBDC.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">BC avan&ccedil;a nas discuss&otilde;es em eventos<\/h2>\n\n\n\n<p>Influenciado pelas inova&ccedil;&otilde;es proporcionadas pelos ambientes digitais para as intermedia&ccedil;&otilde;es financeiras, o Banco Central est&aacute; avan&ccedil;ando nas discuss&otilde;es que visam a cria&ccedil;&atilde;o e a implanta&ccedil;&atilde;o da moeda digital brasileira &ndash; no caso, o Real Digital. Para tanto, inaugurou no dia 29 de julho uma s&eacute;rie de webinars que vai tratar do assunto, com a palestra Potenciais do Real em formato digital. Este, o primeiro dos sete encontros previstos durante o segundo semestre, teve como palestrante o professor Robert Townsend, do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ele participa do projeto de cria&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar digital.<\/p>\n\n\n\n<p>A ideia do Banco Central brasileiro &eacute; a de &ldquo;estabelecer as bases para o eventual desenvolvimento de uma CBDC [Central Bank Digital Currency] que venha a acompanhar o dinamismo da evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica da economia brasileira e a aumentar a efici&ecirc;ncia do sistema de pagamentos de varejo&rdquo;. Dessa forma, pretende &ldquo;contribuir para o surgimento de novos modelos de neg&oacute;cio e de outras inova&ccedil;&otilde;es baseadas nos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos&rdquo;, favorecendo a participa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s em outros cen&aacute;rios econ&ocirc;micos e aumentando sua efici&ecirc;ncia nas transa&ccedil;&otilde;es trans fronteiri&ccedil;as.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Moedas digitais X criptomoedas<\/h4>\n\n\n\n<p>Para melhor compreens&atilde;o sobre o tema, a autoridade monet&aacute;ria brasileira esclarece que moedas digitais s&atilde;o muito diferentes de criptomoedas. Em maio, ao anunciar as diretrizes para a cria&ccedil;&atilde;o da moeda digital brasileira, o coordenador dos trabalhos sobre a moeda digital do Banco Central, Fabio Araujo, explicou essa diferen&ccedil;a.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Os criptoativos, como o Bitcoin, n&atilde;o det&eacute;m as caracter&iacute;sticas de uma moeda, mas sim de um ativo. A opini&atilde;o do Banco Central sobre criptoativos continua a mesma: esses s&atilde;o ativos arriscados, n&atilde;o regulados pelo Banco Central, e devem ser tratados com cautela pelo p&uacute;blico&rdquo;, detalhou. J&aacute; a CBDC &eacute; uma nova forma de representa&ccedil;&atilde;o da moeda j&aacute; emitida pela autoridade monet&aacute;ria nacional. Ou seja, faz parte da pol&iacute;tica monet&aacute;ria do pa&iacute;s de emiss&atilde;o e conta com a garantia dada por essa pol&iacute;tica.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Papel do banco p&uacute;blico<\/h3>\n\n\n\n<p>Na palestra apresentada no dia 29, o professor Robert Townsend seguiu a mesma linha. &ldquo;O papel do banco publico vai al&eacute;m do lucro e abrange o bem-estar da sociedade como um todo&rdquo;, disse o professor do MIT ao ressaltar a import&acirc;ncia de &ldquo;regras, esquema e desempenho do sistema financeiro&rdquo; para que esse objetivo seja atingido. &ldquo;A CBDC &eacute; uma outra op&ccedil;&atilde;o para substituir o papel-moeda, podendo ter moedas est&aacute;veis com apoio da moeda banc&aacute;ria, de forma a garantir que o dinheiro &eacute; real. Dinheiro p&uacute;blico e privado [como &eacute; o caso das criptomoedas] podem coexistir de forma saud&aacute;vel nesse ambiente&rdquo;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele, no entanto, pondera que essas &ldquo;moedas privadas&rdquo; devem ser negociadas em mercados secund&aacute;rios. &ldquo;A vantagem dos contratos inteligentes, sem usar terceira parte, &eacute; a de possibilitar um novo aporte de intermedia&ccedil;&atilde;o financeira. Em alguns aspectos &eacute; f&aacute;cil de monitorar, no sentido de que os acordos s&atilde;o todos codificados e existentes, antes de tudo ser deslanchado&rdquo;. &ldquo;O futuro chegou e o sistema financeiro sempre continuar&aacute; evoluindo com inova&ccedil;&otilde;es muitas vezes desej&aacute;veis. Ent&atilde;o &eacute; papel tanto de um banco central como das moedas digitais evoluir. Temos de estar prontos e pensar sobre isso, em vez de responder a coisas que aconte&ccedil;am sequencialmente&rdquo;, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o professor, entre as regras a serem seguidas pelos bancos centrais est&aacute; a de planejar um sistema financeiro com rastreamento, criptografia, computa&ccedil;&atilde;o multipartid&aacute;ria e privacidade. &ldquo;H&aacute; um papel para o setor p&uacute;blico no design de infraestrutura de plataforma aberta, o que inclui programabilidade que potencialmente permita &agrave; CBDC [moedas digitais fornecidas por bancos centrais] funcionar&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Infraestrutura<\/h3>\n\n\n\n<p>Professor da Escola de Neg&oacute;cios da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas, Eduardo Diniz explicou de forma did&aacute;tica alguns dos processos que devem ser observados para a &ldquo;constru&ccedil;&atilde;o da parte t&eacute;cnica&rdquo; da moeda digital brasileira. &ldquo;Quando se tem a moeda em papel, a Casa da Moeda constr&oacute;i um papel f&iacute;sico. H&aacute; toda uma infraestrutura t&eacute;cnica para a produ&ccedil;&atilde;o dessa moeda, com m&aacute;quinas, impressoras, tintas. Essas camadas operam de forma conjunta para fazer o sistema funcionar. O que vemos agora &eacute; a transposi&ccedil;&atilde;o disso para o mundo digital. Voc&ecirc; continuar&aacute; tendo controle, regras e funcionamento do sistema de pagamento. Isso continuar&aacute; na m&atilde;o do BC. Mas ter&aacute; uma infraestrutura para validar que aquilo que est&aacute; circulando &eacute;, de fato, [moeda] Real&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele acrescenta que, quando se migra de um sistema para ou outro, mant&eacute;m-se &ldquo;a mesma estrutura l&oacute;gica do sistema de pagamento, com o BC tendo controle sobre as regras de funcionamento do mercado; tendo mecanismos de valida&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rios para dizer que o que est&aacute; sendo operado est&aacute; sendo feito de forma confi&aacute;vel para a popula&ccedil;&atilde;o; e tamb&eacute;m, no n&iacute;vel do c&oacute;digo, a tecnologia que ser&aacute; implementada e executada&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Complementariedade<\/h3>\n\n\n\n<p>Diretor de Organiza&ccedil;&atilde;o do Sistema Financeiro e Resolu&ccedil;&atilde;o, Jo&atilde;o Manoel Pinho de Mello disse que o objetivo do BC, ao estudar modelos e discutir os meios pelos quais se adotar&aacute; tal tecnologia, poder&aacute; auxiliar a autoridade monet&aacute;ria brasileira &ldquo;na gest&atilde;o da moeda em suas tr&ecirc;s fun&ccedil;&otilde;es: reserva de valor, unidade de conta e meio de pagamento, considerando um cen&aacute;rio de inova&ccedil;&atilde;o e de maior <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/digitalizacao\/\" target=\"_self\" title=\"Digitaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; o processo que transforma coisas anal&oacute;gicas, ou seja, algo com exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, como um documento, uma foto, um disco de vinil ou seu ambiente de trabalho, em sistemas ou recursos acess&iacute;veis por computador.\" class=\"encyclopedia\">digitaliza&ccedil;&atilde;o<\/a> de nossa sociedade&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Portanto, n&atilde;o &eacute; um debate de substitui&ccedil;&atilde;o, mas de complementariedade do meio digital para cobrir lacunas e superar fric&ccedil;&otilde;es que a moeda tradicional tem dificuldade de superar, em um equil&iacute;brio no qual os benef&iacute;cios de ado&ccedil;&atilde;o de uma CBDC superam os riscos e os custos&rdquo;, argumentou.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;De forma geral, entendemos que o uso da CBDC se dar&aacute; nas situa&ccedil;&otilde;es em que ela for capaz de trazer maiores efici&ecirc;ncia e transpar&ecirc;ncia para as transa&ccedil;&otilde;es, seja sob a &oacute;tica do varejo ou do seu uso pelos agentes que comp&otilde;em a ind&uacute;stria financeira e de pagamentos, que chamamos de atacado. Al&eacute;m disso, CBDCs podem trazer, se bem desenhadas, oportunidades para ampliar a inclus&atilde;o financeira e para melhorar a experi&ecirc;ncia e diminuir o custo e tempo de pagamentos trans-fronteiri&ccedil;os&rdquo;, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o diretor do BC, &eacute; preciso reconhecer que h&aacute; que se tomar &ldquo;extremo cuidado&rdquo; na escolha do desenho e das tecnologias que ser&atilde;o utilizadas, de forma a evitar que a moeda digital a ser criada desrespeite a lei geral de prote&ccedil;&atilde;o de dados, facilite corridas banc&aacute;rias ou seja vulner&aacute;vel a ataques cibern&eacute;ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Al&eacute;m disso, o uso trans-fronteiri&ccedil;o dessas moedas deve ter especial considera&ccedil;&atilde;o no desenho da solu&ccedil;&atilde;o, de modo a evitar substitui&ccedil;&otilde;es indesejadas da moeda soberana de um pa&iacute;s pela de outro&rdquo;, complementou.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Desenvolvimento gradual<\/h3>\n\n\n\n<p>Ele lembrou que a pandemia acelerou transforma&ccedil;&otilde;es na forma que a sociedade transaciona, com o crescente uso dos meios digitais de pagamento. &ldquo;Hoje, o celular se tornou pe&ccedil;a fundamental nos pagamentos, trazendo novos termos para nosso cotidiano, como QR Code ou pagamento por aproxima&ccedil;&atilde;o. Nessas condi&ccedil;&otilde;es, temos a oportunidade de debater o assunto de CBDC como ferramenta complementar, para trazer mais efici&ecirc;ncia e inclus&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo Mello, o desenvolvimento da moeda digital brasileira tem de ser gradual, de forma que permita ao regulador avaliar os riscos e benef&iacute;cios dessa inova&ccedil;&atilde;o, definindo adequadamente a regula&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Posso afirmar que a estrat&eacute;gia do regulador &eacute; a de estimular reformas estruturais que lidam com falhas de mercado, com potencial de promoverem benef&iacute;cios de longo prazo para nossa sociedade. O BC busca, nesse contexto de inova&ccedil;&otilde;es, permitir que os consumidores se aproveitem, de forma segura, dos enormes benef&iacute;cios que as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas trar&atilde;o, ao passo que ir&aacute; zelar pela solidez prudencial e pela prote&ccedil;&atilde;o dos dados dos cidad&atilde;os e das empresas&rdquo;, completou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Papel-moeda representa apenas 3% dos recursos dispon&iacute;veis no pa&iacute;s. 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