{"id":17954,"date":"2021-08-02T15:26:40","date_gmt":"2021-08-02T18:26:40","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=17954"},"modified":"2021-08-02T16:20:55","modified_gmt":"2021-08-02T19:20:55","slug":"crise-hidrica-os-impactos-para-o-futuro-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/crise-hidrica-os-impactos-para-o-futuro-do-pais\/","title":{"rendered":"Crise h\u00eddrica: os impactos para o futuro do Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>J&aacute; dada como certa pelos mercados, a crise h&iacute;drica tende a gerar novos problemas a partir de novembro de 2021. Com impactos negativos sobre o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258.jpg\" alt=\"crise h&iacute;drica no brasil: \" class=\"wp-image-18030\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-300x225.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-768x576.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-80x60.jpg 80w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-160x120.jpg 160w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-265x198.jpg 265w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/seca_do_rio_sao_francisco_1012150258-696x522.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Marcello Casal jr\/Ag&ecirc;ncia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista respons&aacute;vel I Radar do Futuro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">J&aacute; dada como certa pelos mercados e at&eacute; mesmo pelas &aacute;reas do governo envolvidas com temas de infraestrutura, a crise h&iacute;drica tende a gerar novos problemas para os brasileiros a partir de novembro deste 2021. Na verdade, pelo menos um dos efeitos j&aacute; &eacute; sentido, com o aumento do valor das contas de energia el&eacute;trica para os consumidores. O pa&iacute;s segue, assim, com as suas desventuras em s&eacute;rie. &Eacute; uma sina em consolida&ccedil;&atilde;o, como regra, n&atilde;o exce&ccedil;&atilde;o. Desde a d&eacute;cada passada, nem bem acaba um problema, mais um acontecimento atormenta a maioria. E quase elimina as expectativas de algum retorno a dias normais. Seja l&aacute; o que isso for.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE), h&aacute; 91 anos n&atilde;o se via t&atilde;o pouca &aacute;gua no Pa&iacute;s tido como privilegiado pela oferta do item essencial para a sobreviv&ecirc;ncia humana. Os danos s&atilde;o sentidos e destacados especialmente na gera&ccedil;&atilde;o da energia el&eacute;trica. As usinas hidrel&eacute;tricas registram atualmente um volume m&eacute;dio &uacute;til pouco acima dos 50%, sendo os c&aacute;lculos do Operador Nacional do Sistema (ONS), o &oacute;rg&atilde;o de monitoramento da &aacute;rea energ&eacute;tica, com foco em 162 hidrel&eacute;tricas. A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; mais cr&iacute;tica na bacia do rio Paran&aacute;, que abrange os estados de Minas Gerais, Goi&aacute;s, Mato Grosso do Sul, S&atilde;o Paulo e Paran&aacute;. A regi&atilde;o est&aacute; em alerta com alguns reservat&oacute;rios quase vazios. <\/p>\n\n\n\n<p>A crise h&iacute;drica atual e seus impactos tendem a confirmar os progn&oacute;sticos do Painel Intergovernamental das Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas (IPCC), que re&uacute;ne cientistas de todo o mundo para avaliar os rumos futuros do planeta. &ldquo;Com as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, esses eventos extremos, como o que estamos vivenciando agora, v&atilde;o se tornar mais frequentes e com intensidades maiores&rdquo;, atesta, em entrevistas, Samuel Barreto, gerente de &aacute;gua da ONG The Nature Conservancy, fazendo refer&ecirc;ncia ao trabalho do IPCC.<\/p>\n\n\n\n<p>A mudan&ccedil;a de cen&aacute;rio n&atilde;o surpreende Jos&eacute; Wanderley Marangon, doutor em engenharia el&eacute;trica pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), presidente de consultoria realiza pesquisas sobre o impacto das mudan&atilde;s clim&aacute;ticas na matriz energ&eacute;tica brasileira, garante que a crise j&aacute; estava prevista. Segundo o especialista, os modelos clim&aacute;ticos utilizados pelos &oacute;rg&atilde;os brasileiros olham para um passado que n&atilde;o existe mais. Para ele, o problema est&aacute; nos reservat&oacute;rios. E existe um problema cont&iacute;nuo de falta de chuva, o que ele j&aacute; denunciava desde 2014. N&atilde;o d&aacute; para contar com as hidrel&eacute;tricas como se faz desde o passado.  <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos imediatos<\/h2>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p>&ldquo;Viveremos um per&iacute;odo de alta de pre&ccedil;os de energia. Levando em conta a depend&ecirc;ncia das fontes h&iacute;dricas, quando a hidrologia est&aacute; baixa a falta de capacidade de gera&ccedil;&atilde;o precisa ser suprida pelas fontes t&eacute;rmicas, o que demanda a compra de mat&eacute;rias-primas f&oacute;sseis&rdquo;, aponta Marcelo Sandri, analista da Perfin Investimentos. <\/p>\n\n\n\n<p>Especialista no monitoramento dos  setores de utilidades p&uacute;blicas, transporte, infraestrutura e telecomunica&ccedil;&otilde;es, ele assinala que o impacto negativo nas contas &eacute; justificado pelo fato de que as empresas precisam comprar &oacute;leo, diesel, g&aacute;s natural ou carv&atilde;o. O que encarece o pre&ccedil;o da energia.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste contexto, as empresas que est&atilde;o expostas ao custos de energia como uma linha muito importante para o seu balan&ccedil;o s&atilde;o as maiores prejudicadas pela crise. S&atilde;o setores eletrointensivos, aqueles que gastam muito e dependem de energia para o seu funcionamento. A lista inclui empresas de commodities, de saneamento, alum&iacute;nio e minera&ccedil;&atilde;o entre outros, em que as linhas representativas de seus custos s&atilde;o os de energia. <\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Impactos da crise h&iacute;drica sobre o futuro\" width=\"696\" height=\"392\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/kkiCDtLlBzI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Outras empresas tamb&eacute;m afetadas negativamente s&atilde;o aquelas expostas ao consumo das classes de renda m&eacute;dia baixa e baixa renda &mdash; C, D, E. S&atilde;o segmentos em que a capacidade de renda e de pagamentos &eacute; prejudicada pela alta do custo de energia. Pagando mais pelo pre&ccedil;o da energia e pelo g&aacute;s, as pessoas v&atilde;o perder o poder de consumo. <\/p>\n\n\n\n<p>No polo oposto, avalia Marcelo Sandri, quem tem como neg&oacute;cio a venda de energia acaba se beneficiando com a perspectiva de eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os. Como as geradoras com disponibilidade de oferta. Tamb&eacute;m os fornecedores das usinas t&eacute;rmicas. E todo o ciclo do g&aacute;s vai ser o grande insumo das usinas t&eacute;rmicas. <\/p>\n\n\n\n<p>Um outro componente importante &eacute; a entrada das energias renov&aacute;veis. O mundo vive o anseio pela ado&ccedil;&atilde;o de fontes de baixa emiss&atilde;o de carbono capaz de suprir o a necessidade de expans&atilde;o da matriz energ&eacute;tica sem o uso das fontes que o mundo vem usando desde o inicio da revolu&ccedil;&atilde;o industrial, no s&eacute;culo 18. &ldquo;Inclusive porque n&atilde;o d&aacute; para contar com o volume de chuvas que a gente observava no passado. E h&aacute; pouca energia para ser entregue em mercados de alta demanda&rdquo;, afirma o analista. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Busca por alternativas<\/h2>\n\n\n\n<p>Levantamento realizado pela consultoria em <a href=\"https:\/\/noussm.com\/primeiro-semestre-tem-expansao-de-investimentos-internos\/\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/noussm.com\/primeiro-semestre-tem-expansao-de-investimentos-internos\/\" rel=\"noreferrer noopener\">intelig&ecirc;ncia de mercado<\/a> Nous SenseMaking demonstra que 18,5% das informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pela imprensa e relat&oacute;rios corporativos sobre investimentos foram relacionados a neg&oacute;cios no setor de energias el&eacute;trica, solar, t&eacute;rmica e e&oacute;lica. O segmento j&aacute; se movimenta, com a perspectiva de substitui&ccedil;&atilde;o das energias h&iacute;dricas pelo aproveitamento da for&ccedil;a dos ventos, do sol, do mar ou de biomassas. <\/p>\n\n\n\n<p>No cen&aacute;rio de longo prazo, o analista da Previ Investimento aposta no crescimento das matrizes alternativas e tamb&eacute;m das fornecedoras da infraestrutura. Usinas solares, por exemplo, est&atilde;o se instalando no Nordeste, mas a concentra&ccedil;&atilde;o de gastos est&aacute; no Sudeste, o que vai requerer a instala&ccedil;&atilde;o de redes de transmiss&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Marcelo refor&ccedil;a seu otimismo com a expectativa de resultados gerados por novos comportamentos das empresas, marcados por responsabilidade com o futuro. &ldquo;No mercado de a&ccedil;&otilde;es tende a ser movimentado pela sigla ESG, de ambiental, social e governan&ccedil;a, do ingl&ecirc;s, que passa a ser um par&acirc;metro para as escolhas de investidores&rdquo;, avalia. Investidores e gestores de investimentos acreditam, de forma geral, que o acirramento da crise pode ter o impacto positivo de colocar os compromissos das corpora&ccedil;&otilde;es no centro das aten&ccedil;&otilde;es, levando &agrave; implanta&ccedil;&atilde;o dos conceitos.  <\/p>\n\n\n\n<p>De uma forma geral, o mercado de a&ccedil;&otilde;es aposta em uma vis&atilde;o otimista a partir de uma poss&iacute;vel recupera&ccedil;&atilde;o da economia no curto prazo. E avalia positivamente a privatiza&ccedil;&atilde;o da Eletrobr&aacute;s, sob o argumento da necessidade de reduzir o peso do governo nas contas p&uacute;blicas. A estatal &eacute; respons&aacute;vel por um ter&ccedil;o de toda a gera&ccedil;&atilde;o e metade da transmiss&atilde;o de energia do pa&iacute;s e &eacute; composta por dez subsidi&aacute;rias, incluindo Furnas, que opera 12 hidrel&eacute;tricas, a Companhia Hidrel&eacute;trica do S&atilde;o Francisco (Chesf) e Eletronorte. <\/p>\n\n\n\n<p>Juntas, essas subsidi&aacute;rias controlam 123 usinas de gera&ccedil;&atilde;o de energia, sendo 48 hidrel&eacute;tricas, e 64 mil quil&ocirc;metros de linhas de transmiss&atilde;o. Para o mercado acion&aacute;rio, a privatiza&ccedil;&atilde;o vai atrair investimentos, nacionais e estrangeiros, que compensem a falta de recursos para a aplica&ccedil;&atilde;o na atual infraestrutura. <\/p>\n\n\n\n<p>Esta n&atilde;o &eacute; uma avalia&ccedil;&atilde;o un&acirc;nime. Economistas, especialistas e opositores, com vi&eacute;s desenvolvimentista, projetam efeitos altamente negativos diante da perspectiva de venda da estatal. Incluem o neg&oacute;cio como uma das vari&aacute;veis negativas para o cen&aacute;rio futuro brasileiro. Segundo especialistas do setor, a privatiza&ccedil;&atilde;o da maior empresa de energia el&eacute;trica da Am&eacute;rica Latina trar&aacute; graves consequ&ecirc;ncias &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira e &agrave; economia do pa&iacute;s, como o aumento de tarifas, desindustrializa&ccedil;&atilde;o e desemprego, possibilidade de novos apag&otilde;es, &nbsp;crimes sociais e ambientais, viola&ccedil;&atilde;o de direitos, ataques &agrave; soberania energ&eacute;tica do pa&iacute;s, entre outros. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p> <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"588\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao-1024x588.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-18029\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao-1024x588.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao-300x172.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao-768x441.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao-696x400.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/crise-hidrica-ilustracao.jpg 1240w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\">\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crise h&iacute;drica em destaque<\/h2>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">ONS v&ecirc; piora de cen&aacute;rio com crise h&iacute;drica. Especialista alerta para risco de apag&otilde;es pontuais<\/h4>\n\n\n\n<p>O Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico acendeu um novo alerta, atestando que frente ao cen&aacute;rio de grave crise h&iacute;drica a capacidade de gera&ccedil;&atilde;o de energia no pa&iacute;s poder&aacute; ser levada ao seu limite em novembro. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Congresso analisar&aacute; MP que prev&ecirc; medidas emergenciais contra a crise h&iacute;drica &ndash; <\/h4>\n\n\n\n<p>A medida provis&oacute;ria que cria a C&acirc;mara de Regras Excepcionais para Gest&atilde;o Hidroenerg&eacute;tica (Creg) foi publicada em edi&ccedil;&atilde;o extra do Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o na segunda-feira (28) e come&ccedil;ar&aacute; a ser analisada pelo Congresso. De acordo com o texto da MP 1.055\/2021, o novo &oacute;rg&atilde;o vai centralizar a gest&atilde;o da crise h&iacute;drica, a maior no pa&iacute;s desde 1931. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Falta de chuvas na regi&atilde;o metropolitana de Campinas &eacute; proporcional &agrave; da crise de 2014<\/h4>\n\n\n\n<p>As cidades da RMC (Regi&atilde;o Metropolitana de Campinas) est&atilde;o h&aacute; mais de 30 dias sem chuvas e esse per&iacute;odo de estiagem tem preocupado bastante os especialistas. Segundo o Cepagri (Centro de Pesquisas Meteorol&oacute;gicas e Clim&aacute;ticas Aplicadas &agrave; Agricultura), da Unicamp, 2021 tem se mostrado um ano muito seco. S&oacute; para se ter uma ideia, a m&eacute;dia de chuva da regi&atilde;o est&aacute; 30% abaixo do esperado para o per&iacute;odo. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Crise h&iacute;drica e a import&acirc;ncia das novas fontes na matriz de energia brasileira<\/h4>\n\n\n\n<p>Com mais incentivos e abertura de mercado, &eacute; poss&iacute;vel ampliar e diversificar a matriz de energia brasileira e reduzir seus impactos ambientais, econ&ocirc;micos e sociais.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J&aacute; dada como certa pelos mercados, a crise h&iacute;drica tende a gerar novos problemas a partir de novembro de 2021. 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