{"id":1745,"date":"2018-08-02T11:18:52","date_gmt":"2018-08-02T14:18:52","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=1745"},"modified":"2018-08-02T11:18:52","modified_gmt":"2018-08-02T14:18:52","slug":"seguridade-social-e-um-problema-para-o-futuro-da-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/seguridade-social-e-um-problema-para-o-futuro-da-america-latina\/","title":{"rendered":"Seguridade social \u00e9 um problema para o futuro da Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1746\" aria-describedby=\"caption-attachment-1746\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1746\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay.jpg\" alt=\"Novo relat&oacute;rio da OIT destaca os avan&ccedil;os na cobertura da prote&ccedil;&atilde;o social na regi&atilde;o, mas alerta para a necessidade de enfrentar as lacunas que persistem e os desafios criados pelo futuro do trabalho\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1746\" class=\"wp-caption-text\">Novo relat&oacute;rio da OIT destaca os avan&ccedil;os na cobertura da prote&ccedil;&atilde;o social na regi&atilde;o, mas alerta para a necessidade de enfrentar as lacunas que persistem e os desafios criados pelo futuro do trabalho<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>OIT Bras&iacute;lia<\/p>\n<p>Cidade do M&eacute;xico &ndash; Mais da metade dos trabalhadores e trabalhadoras na Am&eacute;rica Latina n&atilde;o contribui para um sistema de seguridade social para enfrentar doen&ccedil;as, desemprego e riscos associados &agrave; velhice, afirma um novo relat&oacute;rio da OIT apresentado esta semana no M&eacute;xico. O estudo destaca a necessidade de a&ccedil;&otilde;es vigorosas para acabar com as lacunas de cobertura existentes atualmente, assim como as que surgir&atilde;o no futuro.<\/p>\n<p>O Panorama Laboral Tem&aacute;tico da OIT&nbsp;<em><a href=\"https:\/\/www.ilo.org\/americas\/publicaciones\/WCMS_633654\/lang--pt\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&ldquo;Presente e Futuro da Prote&ccedil;&atilde;o Social na Am&eacute;rica Latina e no Caribe&rdquo;&nbsp;<\/a><\/em>&nbsp;afirma que os sistemas existentes na regi&atilde;o est&atilde;o numa encruzilhada marcada pela urg&ecirc;ncia de responder &agrave;s necessidades de cobertura (quantidade de popula&ccedil;&atilde;o alcan&ccedil;ada), de sufici&ecirc;ncia (n&iacute;vel de benef&iacute;cios) e sustentabilidade (capacidade de garantir cobertura e benef&iacute;cios).<\/p>\n<p>A an&aacute;lise da OIT abrange diferentes benef&iacute;cios, desde aposentadorias para idosos, seguro-desemprego, cobertura de sa&uacute;de ou transfer&ecirc;ncias para garantir renda a fam&iacute;lias com crian&ccedil;as, incluindo coberturas contributivas e n&atilde;o contributivas.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio menciona que a cobertura contributiva para a prote&ccedil;&atilde;o social na &aacute;rea de aposentadorias, que &eacute; aquela relacionada ao emprego, aumentou de 36,6 para 44,6% entre 2005 e 2015. Considera-se que esta foi uma evolu&ccedil;&atilde;o positiva, embora os dados mostrem que 55% da popula&ccedil;&atilde;o empregada ainda n&atilde;o faz qualquer contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Estamos falando de 145 milh&otilde;es de trabalhadores que n&atilde;o faz contribui&ccedil;&otilde;es numa regi&atilde;o onde a popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; envelhecendo, o que pode afetar seu futuro e o de suas fam&iacute;lias&rdquo;, afirmou o Diretor Regional da OIT para a Am&eacute;rica Latina e o Caribe, Jos&eacute; Manuel Salazar-Xirinachs, que apresentou o relat&oacute;rio na Cidade do M&eacute;xico. &ldquo;Nos &uacute;ltimos anos temos visto avan&ccedil;os ineg&aacute;veis, mas ainda existem grandes lacunas de cobertura que devem ser tratadas de forma urgente&rdquo;, disse ele.<\/p>\n<p>Salazar afirmou que &ldquo;a prote&ccedil;&atilde;o social &eacute; um componente fundamental do desenvolvimento econ&ocirc;mico e social, essencial para o sucesso na luta contra a pobreza e a desigualdade&rdquo;. Diante da incerteza gerada pelo futuro do trabalho, &ldquo;&eacute; urgente tomar medidas para reduzir as defici&ecirc;ncias registradas na regi&atilde;o&rdquo;, completou.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio indica que a cobertura contributiva &ndash; que, devido &agrave; disponibilidade de informa&ccedil;&atilde;o e por raz&otilde;es de comparabilidade, neste caso se refere &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o para aposentadoria &ndash; &eacute; assim&eacute;trica por setores e regi&otilde;es. Ela est&aacute; concentrada principalmente em funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, onde chega a 80%, e no setor privado, com 62,5%. Enquanto isso, os trabalhadores e trabalhadoras aut&ocirc;nomas e dom&eacute;sticas, por exemplo, t&ecirc;m taxas de apenas 15% e 26,6%, respectivamente.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, a cobertura contributiva &eacute; notoriamente maior na regi&atilde;o do Cone Sul (incluindo o Brasil), onde chega a 58,6%, em compara&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses andinos, onde atingiu 31,4%, ou com a Am&eacute;rica Central e o M&eacute;xico, onde alcan&ccedil;ou 31,2%. Apenas seis dos 16 pa&iacute;ses inclu&iacute;dos na amostra t&ecirc;m cobertura contributiva acima de 50% das pessoas ocupadas.<\/p>\n<p>&ldquo;Esses dados nos lembram que vivemos em uma regi&atilde;o de alta informalidade, que impacta diretamente a participa&ccedil;&atilde;o nos sistemas tradicionais de prote&ccedil;&atilde;o social, porque a maioria dos trabalhadores n&atilde;o faz contribui&ccedil;&otilde;es. Quase metade dos ocupados na Am&eacute;rica Latina e no Caribe est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es de informalidade&rdquo;, comentou Salazar.<\/p>\n<p>Segundo o relat&oacute;rio, no per&iacute;odo analisado de 2005 a 2015, a cobertura contributiva das mulheres melhorou mais que a dos homens. No n&iacute;vel regional, a taxa de mulheres de 45,3% &eacute; maior que a dos homens, de 44,2%.<\/p>\n<p>Por outro lado, o relat&oacute;rio tamb&eacute;m enfatiza que, &ldquo;sendo uma regi&atilde;o com uma desigualdade exacerbada, a Am&eacute;rica Latina traduz as importantes desigualdades de seus mercados de trabalho na seguridade social&rdquo;.<\/p>\n<p>Embora o n&uacute;mero de contribuintes no primeiro quintil da popula&ccedil;&atilde;o (os 20% com menos renda) tenha aumentado significativamente no per&iacute;odo analisado, a taxa atingiu apenas 12,3%. Em compara&ccedil;&atilde;o, o quinto quintil (os 20% com mais renda) tem uma cobertura contributiva de 71,2%. Os quintis III e IV tamb&eacute;m t&ecirc;m uma cobertura relativamente alta de 55,3 e 61,9%, respectivamente.<\/p>\n<h2>Aposentadoria para maiores de 65 anos<\/h2>\n<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m analisa os dados dispon&iacute;veis sobre aqueles com mais de 65 anos que recebem aposentadoria ou algum outro tipo de renda. Est&atilde;o inclu&iacute;dos nisso tanto os segurados que preenchem os requisitos (como anos de contribui&ccedil;&otilde;es ou idade de aposentadoria) quanto aqueles que n&atilde;o contribuem, mas se beneficiam de programas n&atilde;o contributivos ou t&ecirc;m um sal&aacute;rio porque ainda trabalham.<\/p>\n<figure class=\"caption-full-width\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive\" src=\"https:\/\/www.ilo.org\/wcmsp5\/groups\/public\/---dgreports\/---dcomm\/documents\/image\/wcms_635328.jpg\" alt=\"\"><figcaption>&copy; Timothy Neesam<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 2015, 51% das pessoas com mais de 65 anos na Am&eacute;rica Latina recebiam aposentadoria, um avan&ccedil;o de 6 pontos em rela&ccedil;&atilde;o a 2005, quando o percentual era de 45%. No entanto, 49% dos adultos com mais de 65 anos ainda n&atilde;o recebem aposentadoria, uma propor&ccedil;&atilde;o que &eacute; de 75% nos pa&iacute;ses andinos e 80% na Am&eacute;rica Central e no M&eacute;xico. Apenas no Cone Sul essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; menor que 25%.<\/p>\n<p>Os 49% que n&atilde;o recebem aposentadoria consistem em 14,8% que recebem apenas um sal&aacute;rio e 33,6% que n&atilde;o recebem nenhuma renda. Por regi&atilde;o, as propor&ccedil;&otilde;es de pessoas dessa idade que n&atilde;o t&ecirc;m renda s&atilde;o 19,4% no Cone Sul, 45,9% nos pa&iacute;ses andinos e 54,4% na Am&eacute;rica Central e no M&eacute;xico.<br>\nAo considerar a propor&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres acima de 65 anos que n&atilde;o recebem aposentadoria ou sal&aacute;rio, a diferen&ccedil;a &eacute; muito alta, j&aacute; que 17% dos homens n&atilde;o recebem nenhuma renda, mas essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 47% para as mulheres.<\/p>\n<p>&ldquo;A quest&atilde;o da cobertura e sufici&ecirc;ncia das aposentadorias &eacute; fundamental e expressa uma lacuna que compromete o futuro dos pa&iacute;ses, se levarmos em conta que a regi&atilde;o est&aacute; em processo demogr&aacute;fico de envelhecimento&rdquo;, lembrou Salazar. O relat&oacute;rio destaca que em muitos pa&iacute;ses existe um processo de debate sobre aposentadoria e sua cobertura.<\/p>\n<h2>Cobertura n&atilde;o contributiva<\/h2>\n<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m analisa a cobertura de prote&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o contributiva e destaca a import&acirc;ncia que ela tem tido nos &uacute;ltimos anos como ferramenta para combater a pobreza, mas adverte sobre limita&ccedil;&otilde;es quando o espa&ccedil;o fiscal para implementar essas medidas &eacute; reduzido em situa&ccedil;&otilde;es de desacelera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica, como as experimentadas pela regi&atilde;o nos &uacute;ltimos anos.<\/p>\n<p>A publica&ccedil;&atilde;o ainda indica que existem programas n&atilde;o contributivos na regi&atilde;o para a garantia de renda na velhice, para fam&iacute;lias com crian&ccedil;as atrav&eacute;s de transfer&ecirc;ncias condicionais (30 programas em 18 pa&iacute;ses em 2015, com 17,5% de cobertura) e para pessoas em idade ativa, por exemplo em caso de conting&ecirc;ncias como desemprego ou doen&ccedil;a.<\/p>\n<p>No que diz respeito &agrave; prote&ccedil;&atilde;o social em sa&uacute;de, o relat&oacute;rio destaca que na Am&eacute;rica Latina &ldquo;predominam sistemas fragmentados, que em geral t&ecirc;m grandes dificuldades em atingir cobertura universal com servi&ccedil;os de qualidade&rdquo;, registrando-se d&eacute;ficits significativos na cobertura legal (14,5%), de recursos humanos (12,2%) e de financiamento (7,4%).<\/p>\n<p>O coordenador da equipe respons&aacute;vel pelo relat&oacute;rio, o Diretor do Escrit&oacute;rio da OIT para o Cone Sul, Fabio Bertranou, tamb&eacute;m ressaltou que &ldquo;a regi&atilde;o &eacute; extremamente heterog&ecirc;nea e o escopo da prote&ccedil;&atilde;o social &eacute; muito diverso e complexo&rdquo;, com a coexist&ecirc;ncia de um amplo espectro de institui&ccedil;&otilde;es que administram esquemas de seguro social e programas n&atilde;o contributivos e de assist&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>&ldquo;Os debates de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e as decis&otilde;es resultantes sobre a estrutura da prote&ccedil;&atilde;o social, desde a cobertura at&eacute; o acesso a benef&iacute;cios, administra&ccedil;&atilde;o, financiamento e governan&ccedil;a, s&atilde;o fundamentais neste momento&rdquo;, disse Bertranou. Em particular, ele enfatizou que &ldquo;o financiamento &eacute; provavelmente uma das dimens&otilde;es mais controversas, j&aacute; que &eacute; um dos destinos mais importantes para o gasto p&uacute;blico em muitos pa&iacute;ses&rdquo;.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio da OIT destaca especialmente os desafios &agrave; prote&ccedil;&atilde;o social derivados das transforma&ccedil;&otilde;es ligadas ao futuro do trabalho. &ldquo;As mudan&ccedil;as previstas na organiza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o e do trabalho, nas &aacute;reas demogr&aacute;fica, ambiental e clim&aacute;tica para as pr&oacute;ximas d&eacute;cadas, s&atilde;o um chamado urgente &agrave; reflex&atilde;o sobre o futuro da prote&ccedil;&atilde;o social e das pol&iacute;ticas que explicar&atilde;o seu desempenho&rdquo;, diz o documento.<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m se destaca a necessidade de melhorar a coordena&ccedil;&atilde;o e a complementaridade entre os programas contributivos e n&atilde;o contributivos, que juntos s&atilde;o apresentados como alternativa para melhorar a cobertura de benef&iacute;cios.<\/p>\n<p>Desde sua funda&ccedil;&atilde;o h&aacute; quase 100 anos, em 1919, a OIT considera a prote&ccedil;&atilde;o social como um componente fundamental das institui&ccedil;&otilde;es do mundo do trabalho e dos modelos de desenvolvimento social dos pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>Desde 1952, a&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ilo.org\/brasilia\/noticias\/WCMS_235192\/lang--pt\/index.htm\" target=\"\" rel=\"noopener\">Conven&ccedil;&atilde;o 102 da OIT sobre seguridade social&nbsp;<\/a>&nbsp;tem promovido uma abordagem abrangente que considera todas as suas dimens&otilde;es, ou seja, o acesso &agrave; assist&ecirc;ncia m&eacute;dica e a garantia de renda, especialmente em caso de velhice, desemprego, doen&ccedil;a, invalidez, acidentes de trabalho ou doen&ccedil;as profissionais, maternidade ou perda do principal gerador de renda de uma fam&iacute;lia. Mais recentemente, a necessidade de introduzir e expandir os sistemas de cuidado de pessoas dependentes foi adicionada.<\/p>\n<p>Em sua conclus&atilde;o, o relat&oacute;rio &ldquo;Presente e futuro da prote&ccedil;&atilde;o social na Am&eacute;rica Latina e no Caribe&rdquo; prop&otilde;e dez linhas de a&ccedil;&atilde;o consideradas &uacute;teis para orientar os debates e as a&ccedil;&otilde;es dos governos e atores sociais nas reformas dos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o social da regi&atilde;o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ilo.org\/americas\/publicaciones\/WCMS_633654\/lang--pt\/index.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acesse o relat&oacute;rio completo aqui.&nbsp;<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":1746,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[22,19],"tags":[639,543,154,689,688],"class_list":{"0":"post-1745","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-indicadores","8":"category-insights","9":"tag-crise","10":"tag-futuro-da-aposentadoria","11":"tag-futuro-do-trabalho","12":"tag-oit","13":"tag-seguridade-social"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/pobreza-foto-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1745","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1745"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1745\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1746"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1745"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1745"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1745"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}