{"id":16861,"date":"2021-05-18T11:12:19","date_gmt":"2021-05-18T14:12:19","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=16861"},"modified":"2021-05-18T11:12:27","modified_gmt":"2021-05-18T14:12:27","slug":"aumento-do-desmatamento-na-amazonia-poe-em-risco-metas-climaticas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/aumento-do-desmatamento-na-amazonia-poe-em-risco-metas-climaticas-do-brasil\/","title":{"rendered":"Aumento do desmatamento na Amaz\u00f4nia p\u00f5e em risco metas clim\u00e1ticas do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-1024x768.jpg\" alt=\"fiscal do ibama contempla os efeitos do desmatamento da Amaz&ocirc;nia com a ocupa&ccedil;&atilde;o de gado\" class=\"wp-image-16862\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-300x225.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-768x576.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-80x60.jpg 80w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-160x120.jpg 160w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-265x198.jpg 265w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama-696x522.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Ibama<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O avan&ccedil;o do setor agropecu&aacute;rio e as mudan&ccedil;as de uso da terra est&atilde;o estimulando o desmatamento na Amaz&ocirc;nia e p&otilde;em em risco as metas de redu&ccedil;&atilde;o de gases de efeito estufa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Elton Alisson<br>Ag&ecirc;ncia FAPESP<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O aumento do desmatamento ilegal na Amaz&ocirc;nia p&otilde;e em risco as metas de redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de gases de efeito estufa (GEE) estabelecidas na Contribui&ccedil;&atilde;o Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil em 2015, por ocasi&atilde;o da assinatura do Acordo de Paris, e revisadas em dezembro de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>A <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/crise-ambiental-plano-para-amazonia-mantem-desmatamento-em-alta\/\" class=\"rank-math-link\">derrubada de floresta<\/a> para convers&atilde;o em pastagens no bioma amaz&ocirc;nico tem impulsionado as emiss&otilde;es de GEE do pa&iacute;s e se tornou, desde 2017, a principal fonte de gera&ccedil;&atilde;o no Brasil desses gases que contribuem para o aquecimento global, apontaram pesquisadores participantes do webin&aacute;rio &ldquo;Contribui&ccedil;&atilde;o Nacionalmente Determinada (NDC) Brasileira: metas nos setores estrat&eacute;gicos &ndash; florestas, agricultura e energia&rdquo;, <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/fapesp.br\/eventos\/cop26\" target=\"_blank\">realizado<\/a><\/strong> pelo Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas Globais (<strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/fapesp.br\/pfpmcg\/\" target=\"_blank\">PFPMCG<\/a><\/strong>) na ter&ccedil;a-feira (11\/05).<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Se o desmatamento continuar, todo o esfor&ccedil;o para reduzir as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa no Brasil ser&aacute; em v&atilde;o&rdquo;, disse <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/176079\/eduardo-delgado-assad\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Eduardo Assad<\/a><\/strong>, pesquisador da Embrapa Inform&aacute;tica Agropecu&aacute;ria, durante o evento.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com dados apresentados pelo pesquisador, at&eacute; 2016, o setor agropecu&aacute;rio era respons&aacute;vel por 33,2% das emiss&otilde;es de GEE do Brasil e as mudan&ccedil;as de uso da terra, lideradas pelo desmatamento, por 27,1%. A partir de 2017 essa situa&ccedil;&atilde;o mudou e o desmatamento passou a ser a principal fonte de emiss&otilde;es de GEE no pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, as mudan&ccedil;as no uso da terra foram respons&aacute;veis por 44% das emiss&otilde;es de GEE do Brasil, contra 28% do setor agropecu&aacute;rio, 19% do energ&eacute;tico, 5% dos processos industriais e 4% de res&iacute;duos. As mudan&ccedil;as no uso da terra tamb&eacute;m respondem pelo aumento de 23% nas emiss&otilde;es totais de GEE do pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>O desmatamento causou 94% dessas emiss&otilde;es brutas pelas mudan&ccedil;as no uso da terra e a maior parte (87%) ocorreu na Amaz&ocirc;nia, apontou Ane Alencar, pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz&ocirc;nia (Ipam), com base em dados do Sistema de Estimativas de Emiss&otilde;es e Remo&ccedil;&otilde;es de Gases de Efeito Estufa (SEEG), do Observat&oacute;rio do Clima, publicados no final de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;As emiss&otilde;es de gases de efeito estufa decorrentes do desmatamento na Amaz&ocirc;nia v&ecirc;m subindo nos &uacute;ltimos anos&rdquo;, afirmou Alencar.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 50% do desmatamento na Amaz&ocirc;nia tem ocorrido em terras p&uacute;blicas, compostas por &aacute;reas de floresta n&atilde;o destinadas,&nbsp;terras devolutas,&nbsp;unidades de conserva&ccedil;&atilde;o e terras ind&iacute;genas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos &uacute;ltimos dois anos, tem ocorrido n&atilde;o s&oacute; um aumento bastante expressivo de desmatamento como tamb&eacute;m de registros de Cadastro Ambiental Rural (CAR) nas &aacute;reas de florestas p&uacute;blicas n&atilde;o destinadas, que representam aproximadamente 57 milh&otilde;es de hectares, equivalente a 14% da extens&atilde;o do bioma, afirmou a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O aumento do registro de CAR nessas &aacute;reas &eacute; um forte ind&iacute;cio de grilagem <em>[falsifica&ccedil;&atilde;o de documentos para tomada ilegal de terras devolutas]<\/em>&rdquo;, apontou Alencar.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A maior parte do desmatamento que ocorre dentro das florestas p&uacute;blicas n&atilde;o destinadas tamb&eacute;m acontece em &aacute;reas de CAR&rdquo;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o da pesquisadora, seria poss&iacute;vel combater, pelo menos, metade do desmatamento na Amaz&ocirc;nia, que ocorre justamente em terras p&uacute;blicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas das a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para isso s&atilde;o tornar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o efetiva, destinar as florestas p&uacute;blicas para conserva&ccedil;&atilde;o e produ&ccedil;&atilde;o florestal sustent&aacute;vel e cancelar CAR sobrepostas nessas &aacute;reas. J&aacute; para proteger os 50% restantes da floresta seria preciso consolidar &aacute;reas protegidas e apoiar economias de base florestal, apoiar a conserva&ccedil;&atilde;o de ativos florestais privados com incentivos econ&ocirc;micos e ajudar economicamente e prover assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica para a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel nos assentamentos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Metas t&iacute;midas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na opini&atilde;o dos pesquisadores, as metas da NDC brasileira estabelecidas em 2015 e revisadas em 2020 para mudan&ccedil;as de uso da terra s&atilde;o muito t&iacute;midas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;&nbsp;participa&ccedil;&atilde;o do setor nas emiss&otilde;es de GEE do pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira NDC brasileira apresentou a meta de reduzir as emiss&otilde;es de GEE em 37% em 2025 e 43% em 2030 em rela&ccedil;&atilde;o a 2005, o que significaria metas de emiss&atilde;o de 1,38 gigatons de di&oacute;xido de carbono (CO2) em 2025 e 1,25 gigatons de CO2 em 2030.<\/p>\n\n\n\n<p>Na revis&atilde;o da NDC, publicada no final de 2020, esses percentuais foram mantidos, mas t&ecirc;m como linha de base estimativas de emiss&otilde;es de GEE mais altas do que as utilizadas na NDC original, em 2005. Dessa forma, mesmo com o atual n&iacute;vel de desmatamento na Amaz&ocirc;nia, o Brasil conseguiria cumprir sua NDC em 2030.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Para ser coerente com os rec&aacute;lculos, a meta de redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de GEE em 2030 deveria ser de, no m&iacute;nimo, 55%&rdquo;, avaliou Assad.<\/p>\n\n\n\n<p>As metas da NDC brasileira para o setor agropecu&aacute;rio tamb&eacute;m s&atilde;o muito conservadoras, afirmou o pesquisador.<\/p>\n\n\n\n<p>Algumas delas s&atilde;o a restaura&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2030 de 15 milh&otilde;es de &aacute;reas de pastagem degradadas e o incremento tamb&eacute;m nesse per&iacute;odo de cinco milh&otilde;es de hectares de sistema integrado de lavoura, pecu&aacute;ria e floresta.<\/p>\n\n\n\n<p>Por&eacute;m, estudos do Laborat&oacute;rio de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig), da Universidade Federal de Goi&aacute;s (UFG), indicam que h&aacute; 45 milh&otilde;es de hectares de pastagem severamente degradados e 25 milh&otilde;es moderadamente no pa&iacute;s.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Temos a possibilidade de reduzir quatro vezes mais as &aacute;reas de pastagem degradadas no pa&iacute;s em compara&ccedil;&atilde;o com o n&uacute;mero acordado na NDC brasileira em 2015&rdquo;, disse Assad.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Custo da NDC brasileira<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O custo da NDC brasileira seria menor se outros setores, al&eacute;m do agropecu&aacute;rio, energ&eacute;tico e florestal, fossem inclu&iacute;dos por meio da precifica&ccedil;&atilde;o e o estabelecimento de um mercado de cr&eacute;ditos de carbono resultantes de projetos com foco na redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es, indicou estudo realizado por <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/92603\/angelo-costa-gurgel\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">&Acirc;ngelo Costa Gurgel<\/a><\/strong>, professor da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV), e em colabora&ccedil;&atilde;o com outros pesquisadores.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;A op&ccedil;&atilde;o sempre mais barata &eacute; estabelecer mercado de troca de permiss&otilde;es, em que todos os setores da economia participam do esfor&ccedil;o da redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de gases de efeito estufa&rdquo;, afirmou Gurgel.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pesquisadores tamb&eacute;m estimaram qual seria o pre&ccedil;o do carbono nesse cen&aacute;rio de mercado amplo, em que todos os setores econ&ocirc;micos contribuem para redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es. Os resultados dos c&aacute;lculos indicam que o pre&ccedil;o do carbono em 2030 seria de US$ 3 por tonelada.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Se for mantido o atual modelo da NDC brasileira, em que apenas alguns setores da economia precisam fazer algum esfor&ccedil;o para redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es, essa pol&iacute;tica se torna muito cara no longo prazo&rdquo;, disse Gurgel.<\/p>\n\n\n\n<p>O financiamento da transi&ccedil;&atilde;o para uma economia de baixo carbono representa um desafio global, mas o Brasil apresenta algumas dificuldades particulares nessa quest&atilde;o, apontou Annelise Vendramini Felsberg, professora da FGV.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma dessas dificuldades &eacute; a atual situa&ccedil;&atilde;o macroecon&ocirc;mica do pa&iacute;s, que deve dificultar muito a destina&ccedil;&atilde;o de recursos p&uacute;blicos para essa agenda, avaliou a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; muito espa&ccedil;o fiscal no Brasil para o investimento p&uacute;blico pesado na redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de gases de efeito estufa. Vamos ter que contar muito mais com recursos privados se quisermos avan&ccedil;ar nessa agenda&rdquo;, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das limita&ccedil;&otilde;es nesse sentido, contudo, &eacute; que os investidores privados preferem os setores de energia e transporte e tendem a evitar o florestal, em raz&atilde;o do alto risco e da demora em obter o retorno do investimento, explicou Felsberg.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O Brasil perdeu o grau de investimento e &eacute; percebido pelos investidores como um pa&iacute;s dif&iacute;cil para se investir. E quando pensamos em restaura&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o estamos olhando para um horizonte longo, de pelo menos sete anos, o que para o investidor &eacute; muito arriscado&rdquo;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>A combina&ccedil;&atilde;o de um macroambiente pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico inst&aacute;vel com defici&ecirc;ncias importantes em quest&otilde;es legais, como o atraso na implementa&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo Florestal, aumenta&nbsp;a percep&ccedil;&atilde;o de risco dos investidores no setor florestal no pa&iacute;s, avaliou Felsberg.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Se tiv&eacute;ssemos o C&oacute;digo Florestal e os PRAs [Programas de Regulariza&ccedil;&atilde;o Ambiental] totalmente implantados nos Estados, metade desses problemas de financiamento seria&nbsp;superada&rdquo;, estimou a pesquisadora.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>S&eacute;rie de webin&aacute;rios<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O evento foi o primeiro da s&eacute;rie de semin&aacute;rios on-line &ldquo;COP26: Discutindo a NDC Brasileira&rdquo;, promovida pela FAPESP.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos eventos, ser&atilde;o analisadas &aacute;reas estrat&eacute;gicas e a&ccedil;&otilde;es municipais e estaduais como esfor&ccedil;os subnacionais para o atingimento das metas nacionais. Ao final de cada webinar, ser&aacute; elaborado um material com as principais conclus&otilde;es para divulga&ccedil;&atilde;o &agrave; sociedade cient&iacute;fica e ao p&uacute;blico geral.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Escolhemos esses tr&ecirc;s temas para o primeiro evento &ndash; florestas, agricultura e energia &ndash;, porque representam desafios enormes para o Brasil. N&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil para a economia brasileira e a sociedade lidarem com esses tr&ecirc;s aspectos&rdquo;, avaliou <strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/438\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paulo Artaxo<\/a><\/strong>, professor do Instituto de F&iacute;sica da USP e membro da coordena&ccedil;&atilde;o do PFPMCG.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade faz parte da implementa&ccedil;&atilde;o do <strong><a href=\"https:\/\/fapesp.br\/files\/upload\/14868\/plano-programa-mudancas-climaticas-fapesp-2020-2030-29-marco-2021.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Plano Estrat&eacute;gico 2020-2030 do Programa Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas FAPESP<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;&Eacute; fundamental que a sociedade se engaje nas discuss&otilde;es dos problemas associados a essas metas clim&aacute;ticas porque, no fim das contas, elas impactam nosso dia a dia e as futuras gera&ccedil;&otilde;es&rdquo;, disse Luiz Eug&ecirc;nio Mello, diretor cient&iacute;fico da FAPESP, na abertura do evento.<\/p>\n\n\n\n<p>O webin&aacute;rio teve como moderadora Mercedes Bustamante, professora da Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), e pode ser assistido na &iacute;ntegra pelo endere&ccedil;o: <strong><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6NU5XNEPTvg\" target=\"_blank\">https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=6NU5XNEPTvg<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\">\n\n\n\n<p>Este texto foi originalmente publicado por <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ag&ecirc;ncia FAPESP<\/a> de acordo com a <a href=\"https:\/\/creativecommons.org\/licenses\/by-nd\/4.0\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">licen&ccedil;a Creative Commons CC-BY-NC-ND<\/a>. Leia o <a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/aumento-do-desmatamento-na-amazonia-poe-em-risco-metas-climaticas-do-brasil\/35867\/\" target=\"_blank\">original aqui<\/a>.https:\/\/agencia.fapesp.br\/republicacao_frame?url=https:\/\/agencia.fapesp.br\/aumento-do-desmatamento-na-amazonia-poe-em-risco-metas-climaticas-do-brasil\/35867\/&amp;utm_source=republish&amp;utm_medium=republish&amp;utm_content=https:\/\/agencia.fapesp.br\/aumento-do-desmatamento-na-amazonia-poe-em-risco-metas-climaticas-do-brasil\/35867\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O avan&ccedil;o do setor agropecu&aacute;rio e as mudan&ccedil;as de uso da terra est&atilde;o estimulando o desmatamento na Amaz&ocirc;nia e p&otilde;em em risco as metas de redu&ccedil;&atilde;o de gases de efeito estufa<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":16862,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,22,1423],"tags":[1636,2809,452,2725,2810,2239],"class_list":{"0":"post-16861","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-indicadores","9":"category-sustentabilidade","10":"tag-amazonia","11":"tag-amazonia-no-futuro","12":"tag-crise-climatica","13":"tag-desmatamento-da-amazonia","14":"tag-destruicao-da-floresta","15":"tag-fapesp"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/ibama-gustavo-bediaga-ibama.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16861","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16861"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16861\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16862"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16861"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16861"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16861"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}