{"id":16573,"date":"2021-04-25T18:38:01","date_gmt":"2021-04-25T21:38:01","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=16573"},"modified":"2021-04-25T18:40:15","modified_gmt":"2021-04-25T21:40:15","slug":"cnpq-vai-pagar-so-13-das-bolsas-aprovadas-em-edital-e-frustra-jovens-cientistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/cnpq-vai-pagar-so-13-das-bolsas-aprovadas-em-edital-e-frustra-jovens-cientistas\/","title":{"rendered":"CNPq vai pagar s\u00f3 13% das bolsas aprovadas em edital e frustra jovens cientistas"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa-1024x538.jpg\" alt=\"cnpq comemora aniversario em ambiente de tensao com cortes de bolsas de pesquisa\" class=\"wp-image-16574\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa-1024x538.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa-300x158.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa-768x403.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa-696x365.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cnpq-comemora-aniversario-em-ambiente-de-tensao-com-cortes-de-bolsas-de-pesquisa.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Leonardo Marques &ndash; ASCOM\/MCTI<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>De um total de 3.080 solicita&ccedil;&otilde;es que receberam parecer positivo, apenas 396 receber&atilde;o as bolsas. Limita&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias impedem a ag&ecirc;ncia de contratar mais propostas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Herton Escobar<br><a href=\"http:\/\/www.usp.br\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jornal da USP<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>O resultado do &uacute;ltimo edital de bolsas de doutorado e p&oacute;s-doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) ser&aacute; uma frustra&ccedil;&atilde;o para milhares de jovens cientistas brasileiros. De um total de 3.080 mil solicita&ccedil;&otilde;es aprovadas com m&eacute;rito, apenas 396 (13%) v&atilde;o receber as bolsas de fato, por conta das limita&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias da ag&ecirc;ncia. As outras 2.684 propostas n&atilde;o ser&atilde;o implementadas, pelo menos nesse primeiro momento, apesar de terem sido consideradas merit&oacute;rias pelos comit&ecirc;s de assessoramento do edital.<\/p>\n\n\n\n<p>A lista das 3.080 propostas aprovadas foi publicada em 15 de mar&ccedil;o, no site do CNPq. Cada proposta corresponde a um projeto de pesquisa que o candidato se prop&otilde;e a realizar, caso seja contemplado com a bolsa. As solicita&ccedil;&otilde;es s&atilde;o analisadas por comit&ecirc;s de pareceristas especializados, que emitem um parecer t&eacute;cnico sobre o m&eacute;rito de cada projeto. As propostas aprovadas pelos comit&ecirc;s, ent&atilde;o, s&atilde;o analisadas pelo CNPq e contempladas (ou n&atilde;o) com bolsas, dependendo da disponibilidade de recursos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse edital em particular (Chamada No.16\/2020) previa a concess&atilde;o de R$ 35 milh&otilde;es, oriundos do or&ccedil;amento do CNPq, para dez categorias de bolsas no Brasil e no exterior. Procurada pelo Jornal da USP, a ag&ecirc;ncia informou que recebeu 4.279 propostas, das quais 3.080 (72%) foram aprovadas no m&eacute;rito pelos comit&ecirc;s e 396 (13%) receber&atilde;o bolsas no Brasil, num total de R$ 23,5 milh&otilde;es. O saldo, segundo o CNPq, ficar&aacute; reservado para a concess&atilde;o de bolsas no exterior, &ldquo;a serem divulgadas quando o cen&aacute;rio de pandemia for mais adequado&rdquo;. &ldquo;As propostas com notas maiores e melhor classificadas foram aprovadas&rdquo;, informou a ag&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Essa chamada &eacute; lan&ccedil;ada, normalmente, com dois cronogramas de concess&atilde;o de bolsas e recursos destinados a esses dois momentos&rdquo;, explicou o CNPq. &ldquo;Este ano, devido a incertezas or&ccedil;ament&aacute;rias &mdash; considerando a parcela do or&ccedil;amento do CNPq condicionada &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito suplementar &mdash; e &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es decorrentes da pandemia do coronav&iacute;rus, tais como a incerteza quanto &agrave; volta &agrave; normalidade das atividades acad&ecirc;micas e &agrave; mobilidade de pesquisadores, al&eacute;m da necessidade de prorroga&ccedil;&atilde;o de bolsas atualmente vigentes, o que impacta no or&ccedil;amento, a chamada foi lan&ccedil;ada com apenas um cronograma e, portanto, com previs&atilde;o menor de n&uacute;mero de bolsas e recursos destinados.&rdquo; No edital anterior a esse, em 2019, segundo a ag&ecirc;ncia, foram recebidas 4.001 propostas para bolsas no Pa&iacute;s, das quais 614 foram atendidas nos dois cronogramas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Precariza&ccedil;&atilde;o crescente<\/h2>\n\n\n\n<p><br>&ldquo;Esse cen&aacute;rio s&oacute; atesta, mais uma vez, a situa&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria em que se encontra o financiamento &agrave; pesquisa no Brasil&rdquo;, lamenta o f&iacute;sico Sylvio Canuto, pr&oacute;-reitor de Pesquisa da Universidade de S&atilde;o Paulo. &ldquo;E isso &eacute; particularmente grave quando se percebe que a ci&ecirc;ncia &eacute; uma parte essencial da solu&ccedil;&atilde;o para essa situa&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica que estamos vivendo.&rdquo;A bolsa &eacute; um valor mensal pago pela ag&ecirc;ncia de fomento, que, apesar do nome &ldquo;bolsa&rdquo;, funciona como um sal&aacute;rio, j&aacute; que o bolsista fica limitado de exercer outras atividades remuneradas enquanto estiver recebendo o aux&iacute;lio. <\/p>\n\n\n\n<p>As bolsas de doutorado pagam R$ 2,2 mil por m&ecirc;s, por um per&iacute;odo de quatro anos; enquanto que um p&oacute;s-doutorando j&uacute;nior recebe R$ 4,1 mil por m&ecirc;s, por um per&iacute;odo de at&eacute; 2 anos. (Veja a lista completa de valores aqui.) Nesse sentido, as bolsas s&atilde;o fundamentais para a produ&ccedil;&atilde;o de ci&ecirc;ncia e tecnologia no Brasil, j&aacute; que a maior parte das pesquisas no Pa&iacute;s &eacute; feita, justamente, por alunos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em universidades p&uacute;blicas, federais e estaduais.<\/p>\n\n\n\n<p>O CNPq, que acaba de completar 70 anos em janeiro, &eacute; a principal ag&ecirc;ncia de fomento &agrave; pesquisa do governo federal e serve como um dos pilares do sistema nacional de ci&ecirc;ncia, tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o. Sua capacidade de atua&ccedil;&atilde;o, no entanto, foi fortemente dilapidada nos &uacute;ltimos anos por uma sequ&ecirc;ncia de cortes or&ccedil;ament&aacute;rios. Este ano, os recursos para bolsas foram reduzidos em 12%, &ldquo;virtualmente impossibilitando a expans&atilde;o dos programas de forma&ccedil;&atilde;o em 2021&rdquo;, segundo uma an&aacute;lise do or&ccedil;amento divulgada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia (SBPC). Al&eacute;m disso, mais de 60% desses parcos recursos est&atilde;o condicionados &agrave; libera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;ditos suplementares, o que pode &ldquo;comprometer o pagamento em dia das bolsas j&aacute; alocadas&rdquo;, segundo a SBPC. O CNPq financia cerca de 80 mil bolsas atualmente, em diversas modalidades<\/p>\n\n\n\n<p>O pr&oacute;prio ministro Marcos Pontes reconheceu em uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica recente no Congresso que dificilmente ter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es de pagar integralmente todas as bolsas vigentes este ano. O Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&otilde;es (MCTI) &mdash; ao qual o CNPq &eacute; vinculado &mdash; foi o que mais perdeu recursos no or&ccedil;amento deste ano, com corte de 29%. A Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes), vinculada ao Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC), tamb&eacute;m passa por dificuldades or&ccedil;ament&aacute;rias e j&aacute; precisou reduzir sua oferta de bolsas nos &uacute;ltimos anos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fuga de c&eacute;rebros<\/h2>\n\n\n\n<p>Al&eacute;m do impacto profundo na capacidade de produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica do Pa&iacute;s, uma das principais consequ&ecirc;ncias desse colapso or&ccedil;ament&aacute;rio, segundo especialistas, &eacute; a chamada &ldquo;fuga de c&eacute;rebros&rdquo;. Confrontados com a escassez de recursos, empregos e bolsas, muitos jovens cientistas est&atilde;o optando por deixar o Brasil, para dar continuidade &agrave;s suas pesquisas em outros pa&iacute;ses.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;N&oacute;s investimos anos na forma&ccedil;&atilde;o desses jovens, e agora eles est&atilde;o indo embora&rdquo;, afirma Canuto, que v&ecirc; isso acontecer com v&aacute;rios de seus alunos no Instituto de F&iacute;sica da USP. &ldquo;Construir um sistema de ci&ecirc;ncia e tecnologia leva muito tempo, mas destruir &eacute; muito r&aacute;pido; basta pegar uma marreta e derrubar&rdquo;, completa ele. &ldquo;Estamos perdendo gente muito boa, que dificilmente vamos conseguir recuperar.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>&Eacute; o caso do f&iacute;sico T&aacute;rcius Ramos, de 30 anos, que se mudou para a B&eacute;lgica em mar&ccedil;o do ano passado, um m&ecirc;s depois de defender seu doutorado na USP. Seu desejo era permanecer no Brasil e seguir carreira como pesquisador na universidade. Sem perspectiva de conseguir empregos ou bolsas por aqui, por&eacute;m, resolveu aceitar o convite de um professor da Universidade de Namur, na B&eacute;lgica (onde havia feito est&aacute;gio em 2019), para fazer um p&oacute;s-doutorado l&aacute;, com bolsa paga pela universidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Na B&eacute;lgica (e na maioria dos pa&iacute;ses desenvolvidos, diferentemente do Brasil), o p&oacute;s-doutorado &eacute; classificado como emprego, n&atilde;o estudo &mdash; tanto que Ramos est&aacute; l&aacute; com visto de trabalho, atuando temporariamente como pesquisador contratado da universidade. A bolsa tinha validade inicial de um ano e foi prorrogada at&eacute; mar&ccedil;o de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Vi a situa&ccedil;&atilde;o apertando aqui no Brasil, a&iacute; apareceu essa oportunidade de ir para fora e n&atilde;o tive como recusar&rdquo;, contou Ramos ao Jornal da USP. &ldquo;Meu primeiro sentimento &eacute; de tristeza, pois foi feito um investimento muito grande na minha forma&ccedil;&atilde;o e, justamente quando esse investimento come&ccedil;aria a dar frutos, tive que ir embora.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>Toda a forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica de Ramos foi custeada com recursos p&uacute;blicos: gradua&ccedil;&atilde;o em F&iacute;sica na Unesp de Rio Claro, com bolsa de inicia&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da Fapesp; mestrado e doutorado em F&iacute;sica na USP, tamb&eacute;m com bolsas Fapesp, incluindo o est&aacute;gio de seis meses na B&eacute;lgica (per&iacute;odo sandu&iacute;che). Ele pesquisa as propriedades &oacute;ticas de mol&eacute;culas org&acirc;nicas, um nicho de pesquisa b&aacute;sica com eventuais aplica&ccedil;&otilde;es em energia solar, telas OLED e outras tecnologias.<\/p>\n\n\n\n<p>Canuto, que orientou o doutorado de Ramos na USP, diz ter pelo menos dois outros alunos em situa&ccedil;&atilde;o semelhante; um deles j&aacute; no Jap&atilde;o e outro, com convites para se mudar para B&eacute;lgica e Israel.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Com a situa&ccedil;&atilde;o que se desenhou no Brasil, de escassez de recursos e perspectiva de cortes cada vez maiores, ir para o exterior deixou de ser uma op&ccedil;&atilde;o &mdash; ou voc&ecirc; vai ou fica sem nada&rdquo;, lamenta Ramos. Apesar das condi&ccedil;&otilde;es de pesquisa serem muito boas na B&eacute;lgica, ele garante que preferia estar no Brasil. Mas s&oacute; cogita voltar se a ci&ecirc;ncia voltar a ser valorizada no Pa&iacute;s, pelos governos e pela sociedade. &ldquo;&Eacute; muito triste n&atilde;o ter a possibilidade de trabalhar no meu pa&iacute;s&rdquo;, diz.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">+ Mais<\/h5>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/ciencias\/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira\/\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Pesquisadores preveem corte de bolsas em edital do CNPq<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a class=\"rank-math-link\" href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/ciencias\/orcamento-2021-compromete-o-futuro-da-ciencia-brasileira\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Or&ccedil;amento 2021 compromete o futuro da ci&ecirc;ncia brasileira<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De um total de 3.080 solicita&ccedil;&otilde;es que receberam parecer positivo, apenas 396 receber&atilde;o as bolsas. 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