{"id":16555,"date":"2021-04-25T10:25:25","date_gmt":"2021-04-25T13:25:25","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=16555"},"modified":"2021-04-25T10:25:31","modified_gmt":"2021-04-25T13:25:31","slug":"notas-economicas-19-a-23-de-fevereiro-de-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-19-a-23-de-fevereiro-de-2021\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas: 19 a 23 de fevereiro de 2021"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz-1024x682.jpg\" alt=\"foto do ambiente de discuss&atilde;o sobre os desafios clim&aacute;ticos, na casa branca, sede do governo dos EUA. White House photo by Adam Schultz\" class=\"wp-image-16556\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz-696x464.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/cupula-do-clima-White-House-photo-by-Adam-Schultz.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: White House photo by Adam Schultz<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Confira nas Notas Econ&ocirc;micas: o que foi destaque no notici&aacute;rio da semana. A reuni&atilde;o virtual para debater os rumos do clima no planeta<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Coleta de informa&ccedil;&otilde;es semanais feita pelo <strong>Economista Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Economia e Natureza &ndash; Relat&oacute;rio Dasgupta 1: O estudo &ldquo;A Economia da Biodiversidade&rdquo; foi encomendado pelo Tesouro brit&acirc;nico &agrave; equipe do economista Partha Dasgupta, 78 anos, professor em&eacute;rito da Universidade de Cambridge. Lan&ccedil;ado neste ano, o estudo tem sido celebrado como um grande avan&ccedil;o na abordagem de incluir a natureza na economia, do planejamento &agrave;s m&eacute;tricas dos servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos e em tentar estimar at&eacute; a produtividade do que &eacute; invis&iacute;vel, como os solos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Economia e Natureza &ndash; Relat&oacute;rio Dasgupta 2: &ldquo;A natureza &eacute; mais do que um bem econ&ocirc;mico&rdquo;, diz o estudo. Estimativas mostram que entre 1992 e 2014 o capital produzido per capita dobrou, e o capital humano (por exemplo: sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o) aumentou 13% globalmente. Mas o estoque de capital natural por pessoa diminuiu quase 40%. &ldquo;Embora a humanidade tenha prosperado imensamente nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas foi a um custo devastador &agrave; natureza&rdquo;, diz o estudo. Seria necess&aacute;rio ter 1,6 planeta Terra para manter o atual padr&atilde;o de vida do mundo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Economia e Natureza &ndash; Relat&oacute;rio Dasgupta 3: O relat&oacute;rio indica tr&ecirc;s caminhos para reverter o quadro: certificar-se que as demandas sobre a natureza n&atilde;o excedam seu suprimento; mudar medidas de sucesso econ&ocirc;mico e colocar a natureza na tomada de decis&otilde;es; transformar as institui&ccedil;&otilde;es e os sistemas financeiro e educacional para permitir estas mudan&ccedil;as e um mundo sustent&aacute;vel &agrave;s futuras gera&ccedil;&otilde;es. &ldquo;PIB &eacute; uma medida errada como par&acirc;metro de sucesso. &Eacute; preciso pensar em prosperidade econ&ocirc;mica e isso inclui a natureza&rdquo;, diz Partha Dasgupta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente econ&ocirc;mico<\/h2>\n\n\n\n<p>Estrangeiros em Compras P&uacute;blicas 1: Seis meses ap&oacute;s o governo liberar a participa&ccedil;&atilde;o direta de empresas estrangeiras em licita&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, 123 fornecedores de outros pa&iacute;ses se registraram para participar de disputas no Brasil. A maior parte dessas empresas &eacute; dos Estados Unidos. S&atilde;o, ao todo, 24. Na sequ&ecirc;ncia, v&ecirc;m Alemanha, com 22, e Reino Unido, com sete. &Iacute;ndia e China aparecem no ranking com seis empresas cada. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Estrangeiros em Compras P&uacute;blicas 2: Segundo dados do Minist&eacute;rio da Economia, at&eacute; o momento, esses fornecedores venceram 11 licita&ccedil;&otilde;es, que somaram cerca de R$ 156 milh&otilde;es. Os valores ainda s&atilde;o pequenos se considerado o total movimentado por essas opera&ccedil;&otilde;es &ndash; de outubro at&eacute; agora, foram quase R$ 30 bilh&otilde;es. O governo espera, no entanto, que esses n&uacute;meros cres&ccedil;am. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Indicadores<\/h4>\n\n\n\n<p>Meio Ambiente Sem Prest&iacute;gio: Medidas adotadas pelo governo brasileiro para ajudar a economia a passar pela crise da covid-19 totalizaram US$ 105 bilh&otilde;es, mas apenas uma fra&ccedil;&atilde;o desse montante &mdash; US$ 351 milh&otilde;es, ou 0,3% do total &mdash; teve efeito claramente positivo para o meio ambiente. Os n&uacute;meros fazem parte de uma avalia&ccedil;&atilde;o produzida pela Organiza&ccedil;&atilde;o para Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Economico (OCDE). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>&Iacute;ndice de Confian&ccedil;a Financeira (ICF): Elaborado pelo ASA Investments com base em metodologia usada pelo Banco Central, o ICF da asset come&ccedil;ou o ano em n&iacute;vel expansionista, mas voltou ao patamar de aperto desde meados de fevereiro, em que segue desde ent&atilde;o.&nbsp;Enquanto a&nbsp;pandemia<strong>&nbsp;<\/strong>segue em seu pior momento e o processo de&nbsp;vacina&ccedil;&atilde;o<strong>&nbsp;<\/strong>n&atilde;o ganha tra&ccedil;&atilde;o, economistas chamam aten&ccedil;&atilde;o para um&nbsp;risco adicional&nbsp;que pode comprometer o ritmo de<strong>&nbsp;<\/strong>retomada da<strong> <\/strong>atividade no Brasil. Refletindo n&atilde;o s&oacute; o in&iacute;cio da normaliza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica monet&aacute;ria j&aacute; em curso, mas tamb&eacute;m o aumento das incertezas sobre as contas p&uacute;blicas, as condi&ccedil;&otilde;es financeiras voltaram a patamares mais restritivos &ndash; deteriora&ccedil;&atilde;o que acaba se transmitindo tamb&eacute;m para a &ldquo;economia real&rdquo;, ainda que com alguma defasagem. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>IBC-BR Fevereiro 1: A <a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/brasil\/noticia\/2021\/04\/19\/atividade-economica-avanca-170percent-em-fevereiro-aponta-bc.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">alta de 1,7% do &Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br) ante janeiro<\/a>, feitos os ajustes sazonais, elevou as chances de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha comportamento ligeiramente positivo no primeiro trimestre, apesar da nova rodada de medidas de distanciamento imposta em mar&ccedil;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>IBC-BR Fevereiro 2: O n&iacute;vel de atividade mensurado pelo BC subiu 0,98% frente a fevereiro de 2020. Na m&eacute;dia m&oacute;vel trimestral, usada para capturar <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a>, avan&ccedil;ou 1,25% em rela&ccedil;&atilde;o aos tr&ecirc;s meses encerrados em janeiro, mas ainda acumula retra&ccedil;&atilde;o de 4,02% nos 12 meses at&eacute; fevereiro. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Lucro da Usiminas: A sider&uacute;rgica&nbsp;Usiminas<strong>&nbsp;<\/strong>obteve um&nbsp;lucro l&iacute;quido&nbsp;de R$ 1,2 bilh&atilde;o no primeiro trimestre de 2021, revertendo o preju&iacute;zo de R$ 424 milh&otilde;es apurados no mesmo per&iacute;odo do ano anterior. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Setores<\/h4>\n\n\n\n<p>Contas Digitais: Proje&ccedil;&otilde;es do time de intelig&ecirc;ncia de mercado da&nbsp;Idwall, startup que cria solu&ccedil;&otilde;es para mitigar fraudes financeiras com valida&ccedil;&atilde;o de identidade, apontam que cerca de&nbsp;67 milh&otilde;esdecontas 100% digitais&nbsp;foram&nbsp;abertasno pa&iacute;s somente em&nbsp;2020, superando a expectativas. Assim, os dados apontam que foram alcan&ccedil;adas 95 milh&otilde;es de contas digitais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Most Influential Brands: Com a pandemia, os brasileiros esperam mais comprometimento das marcas. Segundo a edi&ccedil;&atilde;o brasileira do&nbsp;ranking&nbsp;<em>The Most Influential Brand<\/em>s da Ipsos, o Brasil foi um dos mais impactados pela Covid-19, na compara&ccedil;&atilde;o com os outros 13 pa&iacute;ses pesquisados. 77% dos entrevistados esperam que as empresas contribuam para a sociedade. Ao mesmo tempo, metade se diz cansada de marcas que oferecem solidariedade, mas n&atilde;o agem. Nos anos anteriores, valores como inova&ccedil;&atilde;o e confian&ccedil;a despontavam entre as marcas l&iacute;deres, agora, elas dividem espa&ccedil;o de maneira mais igual com responsabilidade social e engajamento (intera&ccedil;&atilde;o digital). O ranking deste ano das mais influentes entre os brasileiros continua sendo liderado por Google, seguido de YouTube, Samsung, Microsoft e Facebook. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Martechs no Brasil: O mercado de martechs&nbsp;no Brasil est&aacute; prestes a chegar ao&nbsp;patamar de US$ 1 bilh&atilde;o&nbsp;em investimentos. Segundo a consultoria Distrito, j&aacute; s&atilde;o 668 de startups no pa&iacute;s que unem tecnologia a estrat&eacute;gias de marketing e os investimentos totais j&aacute; atingiram 95% do valor registrado em todo o ano passado, de R$ 202 milh&otilde;es. A categoria mais popular &eacute; relacionamentos com o cliente. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Or&ccedil;amento do Agroneg&oacute;cio 1: Em 2021, todas as a&ccedil;&otilde;es previstas para o agroneg&oacute;cio contar&atilde;o com verbas de R$ 37,5 bilh&otilde;es, segundo levantamento da Associa&ccedil;&atilde;o Contas Abertas feito a partir da san&ccedil;&atilde;o presidencial ao&nbsp;Or&ccedil;amento. O c&aacute;lculo considera tamb&eacute;m os vetos e o projeto de lei de cr&eacute;dito suplementar para recomposi&ccedil;&atilde;o de alguns itens. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Or&ccedil;amento do Agroneg&oacute;cio 2: O or&ccedil;amento que saiu do Congresso foi vetado parcialmente, e as a&ccedil;&otilde;es em geral para o agroneg&oacute;cio perderam R$ 875,5 milh&otilde;es. A despesa com maior corte foi com o fomento agropecu&aacute;rio, que havia recebido aporte extra de R$ 2,1 bilh&otilde;es e perdeu R$ 361,9 milh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Or&ccedil;amento do Agroneg&oacute;cio 3: O&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/agronegocios\/noticia\/2021\/04\/23\/governo-quer-recomposicao-de-r-37-bi-no-orcamento-do-plano-safra.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PLN 4\/2021<\/a>, que o Executivo enviou aos parlamentares e abre cr&eacute;dito suplementar, destina mais R$ 3,7 bilh&otilde;es para o agro, a maior parte para a subven&ccedil;&atilde;o de recursos do Plano Safra. Caso o PLN n&atilde;o seja aprovado, o or&ccedil;amento do agro cair&aacute; para R$ 33,8 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Terrenos Urbanos para Habita&ccedil;&atilde;o 1: A&nbsp;Uni&atilde;o<strong>&nbsp;<\/strong>tem pelo menos&nbsp;330 terrenos urbanos<strong>&nbsp;<\/strong>com potencial para serem usados no&nbsp;programa Aproxima, de&nbsp;habita&ccedil;&atilde;o de interesse<strong> <\/strong>social&nbsp;no centro. Parte dessas &aacute;reas &eacute; bem localizada e proporciona condi&ccedil;&otilde;es de acesso a empregos e servi&ccedil;os p&uacute;blicos melhores do que a m&eacute;dia da cidade, aponta nota t&eacute;cnica elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica e Aplicada (Ipea). Se tudo correr como o planejado, o governo lan&ccedil;ar&aacute; o programa em meados do ano.&nbsp;Junto, dever&atilde;o ser anunciados de dois a cinco projetos-piloto que servir&atilde;o para testar seu funcionamento. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Terrenos Urbanos para Habita&ccedil;&atilde;o 2: A ideia do governo &eacute; utilizar terrenos da Uni&atilde;o em &aacute;reas urbanas. Empresas construir&atilde;o empreendimentos que contemplar&atilde;o uma quantidade de im&oacute;veis para alugar para fam&iacute;lias com renda de dois a cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Terrenos Urbanos para Habita&ccedil;&atilde;o 3: A proposta &eacute; que os alugu&eacute;is contem com subs&iacute;dio cruzado a partir do uso das outras partes do terreno. Por exemplo: pode ser constru&iacute;do um empreendimento comercial, e parte da receita com o uso dessa estrutura serviria para baratear os alugu&eacute;is dos im&oacute;veis residenciais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Finan&ccedil;as<\/h4>\n\n\n\n<p>Dinheiro em Papel: O universo financeiro passou por uma verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o digital nos &uacute;ltimos anos, com o surgimento de novas tecnologias, como o Pix e o open banking, al&eacute;m da concorr&ecirc;ncia de fintechs. Mas, uma forma de pagamento bastante tradicional ganhou espa&ccedil;o em 2020: o dinheiro em papel. Impulsionada pelo pagamento do aux&iacute;lio emergencial, em meio &agrave; pandemia, a quantidade de notas em circula&ccedil;&atilde;o aumentou fortemente e levou consigo empresas que trabalham com numer&aacute;rio, como operadoras de caixas eletr&ocirc;nicos, transportadoras de valores e mesmo algumas fintechs. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Comportamento do Cr&eacute;dito 1: O saldo total das opera&ccedil;&otilde;es de&nbsp;cr&eacute;dito<strong>&nbsp;<\/strong>deve seguir em expans&atilde;o em&nbsp;mar&ccedil;o, com crescimento mensal de 1,1%. Na vis&atilde;o anual, ap&oacute;s acelerar por nove meses consecutivos, o ritmo deve desacelerar, de 16,1% para 14,2%, embora ainda em patamar bastante elevado, segundo revela a Pesquisa Especial de Cr&eacute;dito da Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos (Febraban). (Valor)Comportamento do Cr&eacute;dito 2: Segundo a Febraban, a desacelera&ccedil;&atilde;o do crescimento da carteira total de cr&eacute;dito na compara&ccedil;&atilde;o anual j&aacute; era esperada e ocorre devido &agrave; forte expans&atilde;o do cr&eacute;dito em mar&ccedil;o de 2020, m&ecirc;s em que as primeiras medidas de distanciamento social foram decretadas devido &agrave; pandemia da Covid-19, fazendo com que diversas grandes empresas recorressem aos empr&eacute;stimos banc&aacute;rios para fortalecer seus caixas e enfrentar poss&iacute;veis problemas de liquidez. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Cr&eacute;dito das Institui&ccedil;&otilde;es de Fomento: O sistema nacional de fomento, conjunto de institui&ccedil;&otilde;es, em geral estatais, que ofertam cr&eacute;dito de longo prazo, teve um crescimento de 41% em sua carteira de cr&eacute;dito com micro e pequenas empresas em 2020, na compara&ccedil;&atilde;o com 2019, atingindo R$ 210 bilh&otilde;es. Mas a participa&ccedil;&atilde;o no total de financiamentos teve ligeira queda, de 30% para 28%. Os dados foram calculados pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade que congrega as institui&ccedil;&otilde;es do setor. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente social<\/h2>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 1: A renova&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio emergencial em valor menor ser&aacute; insuficiente para mitigar os efeitos do per&iacute;odo mais agudo da pandemia, e mais 5,4 milh&otilde;es de brasileiros devem passar a viver em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza e outros 9,1 milh&otilde;es em extrema pobreza, segundo estudo do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made, da FEA\/USP). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 2: Em 2020, o pagamento do benef&iacute;cio, em mais parcelas e em valores maiores do que os deste ano, primeiro de R$ 600 e depois de R$ 300, ajudou a recompor a renda e proteger as popula&ccedil;&otilde;es mais vulner&aacute;veis. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 3: Com a implementa&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio reduzido a partir de abril, a estimativa &eacute; que a pobreza no pa&iacute;s cres&ccedil;a para 28,9% da popula&ccedil;&atilde;o, 4,1 pontos percentuais acima do observado antes da pandemia. Em julho do ano passado, quando o valor de R$ 600 ainda era pago, essa fatia chegou a 20,3%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 4: A extrema pobreza no pa&iacute;s dever&aacute; atingir 9,1% dos brasileiros, 2,5 pontos acima do pr&eacute;-pandemia. No momento mais favor&aacute;vel, tamb&eacute;m em julho, esta parcela era de 2,4%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 5: Nos recortes por g&ecirc;nero e ra&ccedil;a, as simula&ccedil;&otilde;es apontam impacto ainda maior entre as mulheres negras. Antes da pandemia, a pobreza atingia 33% das mulheres negras, 32% dos homens negros e 15% das mulheres brancas e dos homens brancos. J&aacute; os valores de 2021 levam a &iacute;ndices, respectivamente, de 38%, 36%, 19% e 19%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Extrema Pobreza 6: O total de desembolso previsto para 2021 &eacute; significativamente menor, de R$ 44 bilh&otilde;es, contra R$ 295 bilh&otilde;es em 2020. No primeiro trimestre deste ano n&atilde;o houve qualquer transfer&ecirc;ncia, a despeito da piora da pandemia e aumento do desemprego. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Melhor Preparo do Nordeste: As mortes&nbsp;pela Covid-19 n&atilde;o se distribuem uniformemente pelo pa&iacute;s. Os&nbsp;estados do Nordeste&nbsp;apresentam uma taxa de mortalidade 49 v&iacute;timas a cada cem mil habitantes, contra a m&eacute;dia nacional de 78 por cem mil &ndash; o pior cen&aacute;rio &eacute; no Sul, com 108 por cem mil. Entre os motivos apontados por especialistas est&atilde;o a cria&ccedil;&atilde;o no Nordeste, ainda no ano passado, de um comit&ecirc; cient&iacute;fico para assessorar os governos locais e a ado&ccedil;&atilde;o de medidas de isolamento mais r&iacute;gidas. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Inadimpl&ecirc;ncia das Fam&iacute;lias: Desde 2020, embora a pandemia da covid-19 tivesse imposto v&aacute;rios desafios e altera&ccedil;&otilde;es nos h&aacute;bitos de consumo dos brasileiros, a inadimpl&ecirc;ncia das fam&iacute;lias foi mantida sob controle. Desde agosto do ano passado, os indicadores de inadimpl&ecirc;ncia est&atilde;o em queda, e essa foi uma das grandes conquistas do Governo Federal com o aux&iacute;lio emergencial: ajudou as pessoas consumirem itens b&aacute;sicos, pagarem contas e d&iacute;vidas. As repactua&ccedil;&otilde;es e os juros em n&iacute;veis historicamente baixos foram adicionalmente relevantes para o quadro positivo da inadimpl&ecirc;ncia. (Carlos Thadeu Gomes, Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<p>Necessidade Urgente de Medidas Contra-C&iacute;clicas: O efeito do aux&iacute;lio em 2020 p&ocirc;de ser visto no bom desempenho anual do varejo. De outubro em diante, no entanto, o menor valor do benef&iacute;cio respondeu pelo arrefecimento das vendas do com&eacute;rcio a partir de novembro. O ano de 2021 come&ccedil;ou com a segunda onda do v&iacute;rus, e tem levado a novas restri&ccedil;&otilde;es em diversas cidades. Com o fechamento das lojas n&atilde;o essenciais e o distanciamento social, novamente as empresas est&atilde;o reduzindo seus quadros de funcion&aacute;rios e renegociando com fornecedores e bancos, al&eacute;m de renovarem a necessidade do cr&eacute;dito a baixo custo. &Eacute; urgente retomar as medidas exitosas do ano passado, mas a cautela em rela&ccedil;&atilde;o ao or&ccedil;amento e a novas rodadas de gastos t&ecirc;m dificultado o socorro &agrave;s pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas. (Carlos Thadeu Gomes, Poder 360)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente pol&iacute;tico<\/h2>\n\n\n\n<p>CPI da Covid: Pelo menos 15 integrantes do governo, no cargo ou exonerados, devem&nbsp;ser convocados&nbsp;a depor na CPI da Covid no Senado, que come&ccedil;a a funcionar esta semana. Al&eacute;m dos tr&ecirc;s ex-ministros da Sa&uacute;de, est&atilde;o na lista o ex-chanceler Ernesto Ara&uacute;jo e at&eacute; o ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre os temas que v&atilde;o ser&nbsp;abordados primeiro&nbsp;est&atilde;o a compra de vacinas e prescri&ccedil;&atilde;o de tratamento ineficazes. Os senadores tamb&eacute;m requisitaram o relat&oacute;rio do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o sobre o desempenho do Executivo diante da Covid. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>CPI da Covid: Enquanto a CPI&nbsp;da Covid n&atilde;o come&ccedil;a, o governo j&aacute; trabalha para&nbsp;se blindar, apontando mau uso de verbas federais por governadores e prefeitos. Segundo fontes, um grupo de servidores tem se dedicado exclusivamente a rastrear esse dinheiro e municiar os senadores governistas. (UOL) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Esp&iacute;rito de Revanche: A ordem do ministro do STF Luiz Roberto Barroso para que a CPI da Covid fosse instalada ainda est&aacute;&nbsp;entalada na garganta&nbsp;dos senadores. Cresce na Casa a press&atilde;o para acelerar projetos como a limita&ccedil;&atilde;o de decis&otilde;es monocr&aacute;ticas dos ministros e a instala&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;CPI da Toga&rdquo; para investigar den&uacute;ncias contra o Judici&aacute;rio. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Governo<\/h4>\n\n\n\n<p>Reedi&ccedil;&otilde;es do BEm e Pronampe: O governo vai destinar at&eacute; R$ 15 bilh&otilde;es para as reedi&ccedil;&otilde;es do Benef&iacute;cio Emergencial de Manuten&ccedil;&atilde;o do Emprego e da Renda (BEm) e do Programa Nacional de Apoio &agrave;s Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), informou o Minist&eacute;rio da Economia. Os processos para a reabertura dos dois programas est&atilde;o em fase final, acrescentou a pasta. Desse valor, R$ 10 bilh&otilde;es iriam para o BEm e R$ 5 bilh&otilde;es, para o Pronampe. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Bolsonaro e as Negocia&ccedil;&otilde;es de Clima: Pol&iacute;ticos,&nbsp;artistas e representantes da sociedade civil brasileira pediram aos EUA e aos pa&iacute;ses europeus que&nbsp;joguem duro&nbsp;com Bolsonaro na negocia&ccedil;&atilde;o sobre o clima, conta Guilherme Amado. Em conversa com diplomatas, o grupo insistiu que pagamento adiantado n&atilde;o pode ser condi&ccedil;&atilde;o para execu&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas ambientais. N&atilde;o &eacute; a primeira vez que personalidades pedem&nbsp;firmeza de Biden&nbsp;com o presidente brasileiro. (&Eacute;poca) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>C&uacute;pula do Clima: Foram quase&nbsp;sete minutos de fala do presidente brasileiro, com promessas, an&uacute;ncios de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e louvor a realiza&ccedil;&otilde;es que&nbsp;n&atilde;o refletem&nbsp;as a&ccedil;&otilde;es de seu governo nem correspondem exatamente aos fatos. Ele minimizou as emiss&otilde;es de carbono, ignorou os recordes seguidos de desmatamento e n&atilde;o se referiu ao desmonte dos &oacute;rg&atilde;os de fiscaliza&ccedil;&atilde;o ambiental promovido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>S&eacute;rgio Abranches:&nbsp;&ldquo;Bolsonaro ficou em 20<sup>o<\/sup>&nbsp;lugar na lista de oradores. Irritou-se, mas era de se esperar. Ele e seu ent&atilde;o ministro das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores regozijaram-se em fazer do Brasil um p&aacute;ria, em nome da manuten&ccedil;&atilde;o de suas vis&otilde;es negacionistas. Todos os chefes de estado que o precederam mostraram atitude&nbsp;muito mais cooperativa&nbsp;e, al&eacute;m de mostrar a&ccedil;&otilde;es efetivas j&aacute; em pr&aacute;tica, indicaram a inten&ccedil;&atilde;o de elevar suas metas para cumprir os compromissos do Acordo de Paris mais r&aacute;pida e agressivamente. A &uacute;nica meta nova que anunciou foi a de neutralizar as emiss&otilde;es at&eacute; 2050. Para contruibuir para esta meta, Bolsonaro teria que retirar os garimpeiros das terras ind&iacute;genas, inibir e punir os grileiros e desmatadores e adotar uma s&eacute;rie de outras medidas que dependem apenas de sua vontade.&rdquo; (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>C&uacute;pula do Clima: Nos dias&nbsp;22 e 23 deste m&ecirc;s, diante (virtualmente) de 40 l&iacute;deres mundiais, Jair Bolsonaro vai ter duas tarefas praticamente imposs&iacute;veis:&nbsp;convencer o mundo&nbsp;de que seu governo trabalha para proteger a floresta amaz&ocirc;nica e conseguir dinheiro para isso. Ele vai participar da C&uacute;pula do Clima, convocada pelo presidente americano Joe Biden. No dia 16-04-2021, um grupo de senadores dos EUA enviou a Biden criticando duramente a pol&iacute;tica ambiental brasileira. (Veja) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Ambiente internacional<\/p>\n\n\n\n<p>Aperto Monet&aacute;rio dos Emergentes: O Banco Central da R&uacute;ssia&nbsp;<a href=\"https:\/\/valor.globo.com\/financas\/noticia\/2021\/04\/23\/bc-da-russia-aumenta-taxa-de-juros-para-5percent-ao-ano.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">elevou a sua taxa de juros de refer&ecirc;ncia em 50 pontos-base<\/a>&nbsp;nesta sexta, seguindo as eleva&ccedil;&otilde;es no Brasil e na Turquia. Os movimentos alimentam a discuss&atilde;o entre os investidores sobre a aproxima&ccedil;&atilde;o de um ciclo de aperto monet&aacute;rio entre as economias emergentes. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente tecnol&oacute;gico<\/h2>\n\n\n\n<p>Drone Nacional 1: A&nbsp;Embraer&nbsp;e a<strong>&nbsp;<\/strong>For&ccedil;a A&eacute;rea Brasileira&nbsp;(FAB) assinaram nesta sexta-feira um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o para desenvolver um&nbsp;ve&iacute;culo a&eacute;reo n&atilde;o tripulado&nbsp;(drone) de classe superior, com&nbsp;tecnologia<strong>&nbsp;<\/strong>nacional. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Drone Nacional 2: O memorando de entendimento abrange o estudo conjunto das necessidades da FAB, no contexto de suas miss&otilde;es, e o levantamento dos elementos operacionais e log&iacute;sticos relacionados ao desenvolvimento de uma plataforma a&eacute;rea n&atilde;o tripulada de m&uacute;ltiplas capacidades. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Facebook e Apple Ambientalmente Corretas: A big tech Facebook disse que alcan&ccedil;ou sua meta de&nbsp;tornar todas a sua opera&ccedil;&atilde;o global&nbsp;abastecida com energia sustent&aacute;vel. O objetivo agora &eacute; zerar sua emiss&atilde;o de carbono em toda a sua cadeia de valor at&eacute; 2030, incluindo fornecedores e atividades de neg&oacute;cios como viagens e deslocamento de funcion&aacute;rios. E a Apple&nbsp;lan&ccedil;ou um&nbsp;fundo de US$ 200 milh&otilde;es&nbsp;para conseguir cumprir a sua meta de neutralizar suas emiss&otilde;es at&eacute; 2030. A ideia &eacute; investir em projetos de refloresta&ccedil;&atilde;o. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Sistema Brain Gate: Pela primeira vez,&nbsp;cientistas conseguiram criar conex&atilde;o sem fio do c&eacute;rebro humano com um computador. O&nbsp;sistema BrainGate&nbsp;da Universidade de Brown, nos EUA, transmite sinais com a resolu&ccedil;&atilde;o de &ldquo;neur&ocirc;nio &uacute;nico&rdquo; a partir de um pequeno transmissor que se conecta ao c&oacute;rtex motor do c&eacute;rebro. Nos testes, pacientes com paralisia conseguiram controlar tablet e computador, digitando e clicando com a precis&atilde;o dos sistemas com fios. Para cientistas, a conquista permite que criar algor&iacute;timos que trar&atilde;o a restaura&ccedil;&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o e mobilidade de pessoas com paralisia. (&Eacute;poca Neg&oacute;cios)<\/p>\n\n\n\n<p>Moeda Digital 1: Projetos&nbsp;de moedas digitais t&ecirc;m avan&ccedil;ado pelo mundo. O banco central do Reino Unido criou uma for&ccedil;a-tarefa para avaliar a cria&ccedil;&atilde;o de um&nbsp;&ldquo;Britcoin&rdquo;. Enquanto isso, o Jap&atilde;o j&aacute; come&ccedil;ou a&nbsp;primeira fase&nbsp;do seu projeto que se estender&aacute; por um ano, at&eacute; o fim de mar&ccedil;o de 2022. E por aqui, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que trar&aacute;&nbsp;&ldquo;em breve&rdquo; novidades&nbsp;sobre o&nbsp;lan&ccedil;amento do dinheiro digital oficial, que vem sendo desenhado pela autoridade monet&aacute;ria nos &uacute;ltimos meses. A institui&ccedil;&atilde;o j&aacute; trabalha com alternativas para a implementa&ccedil;&atilde;o para at&eacute; 2022. A ideia &eacute; que a moeda funcionaria como um complemento ao Pix e seria distribu&iacute;da pelo sistema financeiro, como &eacute; feito com o dinheiro f&iacute;sico, s&oacute; que por meio digital. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Moeda Digital 2: A China &eacute; o pa&iacute;s&nbsp;mais avan&ccedil;ado. Recentemente os testes do yuan digital avan&ccedil;aram para Hong Kong e j&aacute; come&ccedil;ou a explorar protocolos de transfer&ecirc;ncia com a Tail&acirc;ndia e os Emirados &Aacute;rabes Unidos. A moeda, no entanto, &eacute; diferente da criptomoeda, pois &eacute; controlada pelo Banco Central chin&ecirc;s e n&atilde;o prev&ecirc; anonimato, o que para muitos especialistas, seria mais uma forma de controle do governo. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Notas econ&ocirc;micas: fontes<\/h4>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Jornal Valor, Folha, Canal Meio Newsletter, Estad&atilde;o, Poder 360, UOL, Wired, Carta Capital, UOL, &Eacute;poca Neg&oacute;cios, The Guardian, Piau&iacute;, Dieese e Globo.<\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira nas Notas Econ&ocirc;micas: o que foi destaque no notici&aacute;rio da semana. 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