{"id":15923,"date":"2021-03-01T11:11:55","date_gmt":"2021-03-01T14:11:55","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=15923"},"modified":"2021-03-01T11:12:28","modified_gmt":"2021-03-01T14:12:28","slug":"como-grandes-empresas-se-preparam-para-disrupturas-do-futuro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/como-grandes-empresas-se-preparam-para-disrupturas-do-futuro\/","title":{"rendered":"Como empresas brasileiras se preparam para disrupturas do futuro"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"404\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo-1024x404.jpg\" alt=\"Foto mostra trabalhador produzindo com o apoio de rob&ocirc;s colaborativos.\" class=\"wp-image-11263\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo-1024x404.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo-300x118.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo-768x303.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo-696x275.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Relat&oacute;rio da Deloitte no Forum Econ&ocirc;mico Mundial revela como as organiza&ccedil;&otilde;es podem se preparar melhor para as disrupturas do futuro<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Estudo &ldquo;Global Resilience Report &ndash; A constru&ccedil;&atilde;o de uma organiza&ccedil;&atilde;o resiliente&rdquo; indica os legados da crise da Covid-19 nos neg&oacute;cios, sinalizando que as disrupturas vieram para ficar e as empresas precisar&atilde;o continuar se transformando em 2021. <\/li><li>Respostas dos executivos brasileiros indicam diferen&ccedil;as importantes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia internacional.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A Deloitte lan&ccedil;ou na semana do Forum Econ&ocirc;mico Mundial, de 25 a 29 de janeiro, o reporte &ldquo;Global Resilience Report &ndash; A constru&ccedil;&atilde;o de uma organiza&ccedil;&atilde;o resiliente&rdquo;. Esse levantamento entrevistou 2.260 executivos C-Level de 21 pa&iacute;ses para entender como as organiza&ccedil;&otilde;es estavam lidando com os desafios que enfrentaram no ano passado e tamb&eacute;m o que tornou as organiza&ccedil;&otilde;es mais ou menos capazes de realizar transforma&ccedil;&otilde;es em meio ao cen&aacute;rio disruptivo. No Brasil, foram consultados 133 executivos de 6 diferentes setores da economia.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto no Brasil quanto em todo o mundo, os executivos de alto escal&atilde;o acreditam que as disrupturas causadas pela pandemia da Covid-19 vieram para ficar. O per&iacute;odo de transforma&ccedil;&atilde;o continua e as organiza&ccedil;&otilde;es resilientes, ou seja, aquelas com mentalidade e cultura flex&iacute;veis, adapt&aacute;veis, colaborativas e inovadoras, se sair&atilde;o melhor frente &agrave;s mudan&ccedil;as permanentes. Organiza&ccedil;&otilde;es resilientes apresentam desempenho superior em tempos de incertezas.<\/p>\n\n\n\n<p>Executivos brasileiros se sentem mais preparados e confiantes do que a m&eacute;dia global: 56% dos entrevistados locais disseram que se sentem prontos para liderar suas organiza&ccedil;&otilde;es diante de qualquer incerteza ou interrup&ccedil;&atilde;o que possa surgir e 49% consideram que suas empresas conseguiriam se adaptar rapidamente em resposta aos atuais eventos adversos. J&aacute; a amostra global apresenta que: 66% dos CXOs globais ainda n&atilde;o se sentem completamente prontos para liderar nesse novo cen&aacute;rio e 70% disseram que n&atilde;o t&ecirc;m total confian&ccedil;a nas habilidades de suas organiza&ccedil;&otilde;es para se adaptar a eventos adversos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Atributos de resili&ecirc;ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>O estudo identificou 5 atributos das organiza&ccedil;&otilde;es resilientes que permitem e promovem estrat&eacute;gias &aacute;geis, culturas adaptativas e a implementa&ccedil;&atilde;o e uso eficaz de tecnologia avan&ccedil;ada. As empresas que podem se recuperar de desafios inesperados normalmente s&atilde;o: preparadas, adapt&aacute;veis, colaborativas, confiantes e respons&aacute;veis (detalhes a seguir).<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;As empresas sempre enfrentaram disrupturas, mas os desafios dos &uacute;ltimos doze meses foram excepcionais. A conflu&ecirc;ncia de uma pandemia de sa&uacute;de global, instabilidades nos campos social e pol&iacute;tico e piora dos eventos clim&aacute;ticos trouxe &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es escolhas dif&iacute;ceis, novas formas de operar e mudan&ccedil;as estrat&eacute;gicas fundamentais&rdquo;, disse Punit Renjen, CEO Global da Deloitte.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cinco atributos das organiza&ccedil;&otilde;es resilientes<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Preparadas<\/strong>: Entre os executivos do Brasil, h&aacute; uma parcela mais alta (65% Brasil, ante 54% global) dos que afirmam terem se sa&iacute;do bem ou muito bem no equil&iacute;brio das prioridades de curto e longo prazo;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Adapt&aacute;veis<\/strong>: Aqueles que cultivaram uma cultura resiliente tendem a apoiar for&ccedil;as de trabalho flex&iacute;veis muito mais do que os que n&atilde;o investiram em culturas resilientes; mais ainda no Brasil do que na m&eacute;dia global geral;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Colaborativas<\/strong>: Mais organiza&ccedil;&otilde;es brasileiras (90%, ante 79% do global) j&aacute; implementavam tecnologias de trabalho remoto antes de 2020, o que talvez tenha levado mais dessas organiza&ccedil;&otilde;es a se adaptar mais rapidamente &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Confiantes<\/strong>: Os executivos do Brasil seguem a tend&ecirc;ncia global na maioria das m&eacute;tricas de confian&ccedil;a f&iacute;sica e emocional, mas apresentam desempenho superior em manter o moral dos funcion&aacute;rios (73% x 63% global) e fornecer apoio pela manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental (70%, ante 59% global); os brasileiros tamb&eacute;m tendem a subir nas m&eacute;tricas de confian&ccedil;a digital, ou seja, uma parcela maior de executivos locais indica que suas organiza&ccedil;&otilde;es fizeram a li&ccedil;&atilde;o de casa na implementa&ccedil;&atilde;o de mecanismos de preven&ccedil;&atilde;o, remedia&ccedil;&atilde;o e detec&ccedil;&atilde;o de amea&ccedil;as no ambiente digital (72%x 69% global), bem como nas respostas tecnol&oacute;gicas aos eventos disruptivos (84%x 78% global);<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Respons&aacute;veis<\/strong>: 85% dos executivos participantes do Brasil afirmaram que suas organiza&ccedil;&otilde;es fizeram bem ou muito bem ao criar culturas inclusivas e &aacute;geis (76% de m&eacute;dia global). A mudan&ccedil;a clim&aacute;tica foi um fator de destaque no estudo, tanto para o Brasil quanto para os executivos globais (48% x 47% dos apontamentos, respectivamente), mas as lacunas na educa&ccedil;&atilde;o e na desigualdade de renda tamb&eacute;m s&atilde;o importantes no Brasil; os executivos locais apresentam apontamentos acima da m&eacute;dia global em esfor&ccedil;os e atividades de sustentabilidade ambiental para corrigir o vi&eacute;s sist&ecirc;mico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Aprendizados, legados e alertas<\/h2>\n\n\n\n<p>Os resultados do &ldquo;Global Resilience Report&rdquo; indicam, tanto na amostra internacional de 21 pa&iacute;ses, quanto no recorte das respostas do Brasil, que os impactos da crise da Covid-19 nos neg&oacute;cios v&ecirc;m trazendo profundos aprendizados e tendem a deixar legados fundamentais para os pr&oacute;ximos anos, em diversos campos.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Anselmo Bonservizzi, l&iacute;der da Deloitte para Riscos Empresariais e ESG, &ldquo;as disrupturas causadas pela pandemia da Covid-19 vieram mesmo para ficar. As conclus&otilde;es deste relat&oacute;rio global confirmam a vis&atilde;o da pesquisa que a Deloitte realizou no Brasil, ao final de 2020, com 663 empresas que atuam no Pa&iacute;s: &lsquo;A Agenda 2021&rsquo;, ao sinalizar que o processo de recupera&ccedil;&atilde;o vai se manter na agenda das organiza&ccedil;&otilde;es ao longo deste ano rec&eacute;m-iniciado, o que significa que elas precisar&atilde;o continuar se transformando&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>A exemplo de levantamentos lan&ccedil;ados pela Deloitte em edi&ccedil;&otilde;es anteriores do Forum Econ&ocirc;mico Mundial, o relat&oacute;rio global deste ano indica algumas diferen&ccedil;as importantes de pr&aacute;ticas e vis&otilde;es nos l&iacute;deres empresariais do Brasil em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; m&eacute;dia internacional, como indicado nos n&uacute;meros supracitados. &ldquo;O fato de nossos executivos se enxergarem como mais preparados e confiantes do que a m&eacute;dia global reflete, de modo geral, um senso de adapta&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida dos brasileiros &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de crise&rdquo;, analisa Bonservizzi. Ele alerta por&eacute;m, que &ldquo;&eacute; importante que estejamos atentos &agrave; dimens&atilde;o e profundidade das transforma&ccedil;&otilde;es dos desafios atuais, que v&atilde;o exigir ainda muita capacidade de resili&ecirc;ncia das organiza&ccedil;&otilde;es no Brasil&rdquo;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat&oacute;rio da Deloitte no Forum Econ&ocirc;mico Mundial revela como as organiza&ccedil;&otilde;es podem se preparar melhor para as disrupturas do futuro<\/p>\n","protected":false},"author":14,"featured_media":11263,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[19,16],"tags":[2538,1189,2541,93],"class_list":{"0":"post-15923","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-insights","8":"category-tendencias-setores","9":"tag-disrupturas","10":"tag-futuro-das-empresas","11":"tag-grandes-empresas","12":"tag-tendencias"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/cobot-robo-colaborativo.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15923","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/14"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15923"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15923\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11263"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15923"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15923"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15923"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}