{"id":15921,"date":"2021-03-01T10:23:37","date_gmt":"2021-03-01T13:23:37","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=15921"},"modified":"2021-03-01T10:23:44","modified_gmt":"2021-03-01T13:23:44","slug":"trabalhadores-em-home-office-mais-irritados-e-menos-estressados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/trabalhadores-em-home-office-mais-irritados-e-menos-estressados\/","title":{"rendered":"Trabalhadores em home office: mais irritados e menos estressados?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"600\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho-.jpg\" alt=\"homem trabalhando em home office, digita no computador\" class=\"wp-image-640\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho-.jpg 900w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho--300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho--768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho--480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\"><figcaption>Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Pesquisa aponta que 59% dos brasileiros que trabalham no modelo home office est&atilde;o mais irritados<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>O recorte &ldquo;Impacto do home office no humor do brasileiro&rdquo; aponta que 59% dos entrevistados que trabalham em casa est&atilde;o mais irritados. Entre os que adotaram o modelo h&iacute;brido &ndash; parte em casa, parte no escrit&oacute;rio &ndash; esse &iacute;ndice &eacute; superior e atinge 65% dos entrevistados. Ainda assim, na pr&aacute;tica, mesmo com todos os desafios, o modelo tem representado diminui&ccedil;&atilde;o do estresse. Entretanto, as pesquisadoras alertam que os &iacute;ndices de irrita&ccedil;&atilde;o s&atilde;o muito altos em ambos os casos.<\/li><li>Conduzido pela NOZ Pesquisa e Intelig&ecirc;ncia em parceria com o Instituto Bem do Estar, o mapeamento &ldquo;Sa&uacute;de da Mente &amp; Pandemia&rdquo; &ndash; realizado entre maio de 2020 e fevereiro de 2021 com 1.515 participantes (primeira etapa) e 1.050 (segunda etapa) &ndash; investigou o impacto do isolamento social no cotidiano do brasileiro. O levantamento avaliou quest&otilde;es como h&aacute;bitos e rotinas; sentimentos e rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas; alimenta&ccedil;&atilde;o; e o impacto na libido de casados e solteiros.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>De solu&ccedil;&atilde;o a problema, o home office se tornou um fator de estresse e altera&ccedil;&atilde;o de humor para uma legi&atilde;o de brasileiros que adotou o sistema de trabalho remoto como medida de preven&ccedil;&atilde;o e maneira de manter o distanciamento social. Para entender o real impacto da pandemia na sa&uacute;de emocional dos brasileiros, o Instituto Bem do Estar e a NOZ Pesquisa e Intelig&ecirc;ncia conduziram o mapeamento Sa&uacute;de da Mente &amp; Pandemia, que contou com 2.565 respostas de brasileiros de todas as regi&otilde;es, idades e classes sociais. O levantamento &ndash; conduzido entre maio de 2020 e fevereiro de 2021, em duas etapas &ndash; traz um recorte que avalia como a modalidade influenciou os trabalhadores submetidos ao trabalho a dist&acirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 59% dos entrevistados, trabalhar em casa gerou um estado maior de irrita&ccedil;&atilde;o; 65% dos profissionais que est&atilde;o retornando ao local de trabalho e que dedicam alguns dias ao home office, em um modelo h&iacute;brido, tamb&eacute;m reportam que est&atilde;o mais irritados do que quando o trabalho era totalmente presencial. De acordo com as pesquisadoras, os &iacute;ndices de irritabilidade s&atilde;o altos nos dois modelos, embora os dados mostrem que permanecer em casa, com todos os desafios, pode reduzir o estresse.<\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo padr&atilde;o foi observado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; inseguran&ccedil;a: enquanto 53% dos brasileiros que est&atilde;o em home office est&atilde;o se sentindo mais inseguros, o percentual &eacute; de cerca de 63% para os est&atilde;o no modelo h&iacute;brido &ndash; ou trabalhando apenas presencialmente. Esses &iacute;ndices apontam para o aumento da inseguran&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao cont&aacute;gio, principalmente, no momento que vivemos, no qual s&atilde;o registrados novos picos da doen&ccedil;a.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Monitoramento de h&aacute;bitos e rotinas<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa &ndash; que integra o projeto Sociedade de Vidro &ndash; avaliou, tamb&eacute;m, quest&otilde;es como h&aacute;bitos e rotinas; sentimentos e rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas; e impacto na alimenta&ccedil;&atilde;o e na libido de casados e solteiros. Ao longo do primeiro trimestre de 2021, o levantamento contar&aacute; com outros m&oacute;dulos focados em investigar a sa&uacute;de da mente de moradores de periferias, de jovens e o novo ambiente de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Juliana Vanin, fundadora da NOZ Pesquisa e Intelig&ecirc;ncia e uma das coordenadoras da pesquisa Sa&uacute;de da Mente &amp; Pandemia, entre os destaques do mapeamento est&atilde;o as an&aacute;lises propositivas que a diversidade de dados possibilita. &ldquo;A pesquisa traz muitas informa&ccedil;&otilde;es sobre os sentimentos e as rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m mapeamos mudan&ccedil;as nos h&aacute;bitos e nas rotinas provocadas pela pandemia, como, por exemplo, o n&iacute;vel de isolamento, aumento de horas dedicadas ao home office e &agrave;s atividades f&iacute;sicas. Isso nos permite tra&ccedil;ar as rela&ccedil;&otilde;es entre as altera&ccedil;&otilde;es nos sentimentos e as rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas ligadas &agrave; ansiedade e &agrave; depress&atilde;o com as novas rotinas e os novos h&aacute;bitos. Essas an&aacute;lises ser&atilde;o &uacute;teis para planejarmos como lidar com a sa&uacute;de da mente nesse novo contexto em que vivemos&rdquo;, afirma Juliana.<\/p>\n\n\n\n<p>Na percep&ccedil;&atilde;o de Isabel Mar&ccedil;al, cofundadora do Instituto Bem do Estar, o diferencial da pesquisa est&aacute; em proporcionar pelo menos cinco minutos de reflex&atilde;o aos participantes sobre os pr&oacute;prios sentimentos e as rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas diante da maior crise da contemporaneidade. &ldquo;Queremos impulsionar o debate, a troca de experi&ecirc;ncias e a escuta de novas vis&otilde;es e percep&ccedil;&otilde;es sobre a sa&uacute;de da mente. <\/p>\n\n\n\n<p>E, o primeiro passo &eacute; entender como est&atilde;o nossos sentimentos e quais rea&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas s&atilde;o provocadas em nosso corpo por quest&otilde;es emocionais. A pesquisa proporcionou, por meio do olhar para si mesmo, que levant&aacute;ssemos esses dados, al&eacute;m de outros &ndash; citados por Juliana Vanin, com possibilidade de diversos cruzamentos. A partir dos dados levantados e compilados de forma consistente, precisa e plural, poderemos, com a ajuda de especialistas convidados, observar as <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> e realizar uma an&aacute;lise propositiva do atual cen&aacute;rio brasileiro da sa&uacute;de da mente&rdquo;, avalia Isabel.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a an&aacute;lise de Milena Fanucchi, cofundadora do Instituto Bem do Estar, a pandemia veio para &lsquo;iluminar&rsquo; diversos problemas da nossa sociedade, entre eles, os transtornos relacionados &agrave; sa&uacute;de da mente, como depress&atilde;o e ansiedade. &ldquo;Se, antes, a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) j&aacute; previa que, em 2020, a depress&atilde;o seria a maior causa de afastamentos no trabalho &ndash; e at&eacute; 2030 a doen&ccedil;a mais incapacitante do mundo &ndash;, imagina agora? A pesquisa mostra o aumento de diversos sintomas relacionados tanto &agrave; depress&atilde;o quanto &agrave; ansiedade, o que &eacute; preocupante. Por isso, &eacute; de extrema urg&ecirc;ncia informar a popula&ccedil;&atilde;o sobre os cuidados com a nossa sa&uacute;de da mente, para assim prevenir, principalmente, a depress&atilde;o e a ansiedade&rdquo;, pondera.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Embora esteja sendo uma alternativa para manter o distanciamento social, o home office traz desafios, sobretudo &agrave; sa&uacute;de da mente. Em alguns aspectos, proporcionou comodidade e qualidade de vida; em outros, trouxe transtornos, refor&ccedil;ando quadros de ansiedade e irrita&ccedil;&atilde;o, como demonstra o recorte da pesquisa. Em suma, embora permanecer trabalhando em casa neste momento possa trazer maior seguran&ccedil;a, os dados mostram que a modalidade ainda requer alguns ajustes para garantir o bem-estar de funcion&aacute;rios com diferentes perfis comportamentais&rdquo;, analisa Juliana Vanin.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais resultados <\/h2>\n\n\n\n<p>| Entre quem estava trabalhando no final de 2020 e no in&iacute;cio de 2021, 56% dos entrevistados estavam atuando integralmente em home office. Na pesquisa Sociedade de Vidro, realizada em maio de 2020, 69% dos respondentes estavam trabalhando em home office.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-code\"><code>5%      sempre atuaram no sistema home office.\n47%    estavam trabalhando em home office, sem previs\u00e3o de retorno presencial.\n4%      estavam trabalhando em home office, mas j\u00e1 com previs\u00e3o de retorno.\n14%    estavam retornando ao local de trabalho, ou seja, trabalhando alguns dias da semana presencialmente e, em outros, no modelo home office.\n13%  por um per\u00edodo trabalharam em home office, mas j\u00e1 retornaram presencialmente todos os dias.\n15%    n\u00e3o trabalharam em nenhum momento em home office durante a pandemia.\n2%      outros formatos.<\/code><\/pre>\n\n\n\n<p>| O percentual de pessoas que se sentem excessivamente preocupadas mais do que antes do in&iacute;cio da pandemia &eacute; maior entre quem est&aacute; deixando de ou nunca trabalhou em home office (o percentual &eacute; crescente).<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-code\"><code>60%    sempre atuaram em home office.\n63%    estavam trabalhando em home office, sem previs\u00e3o de retorno presencial.\n64%    estavam trabalhando em home office, mas j\u00e1 com previs\u00e3o de retorno.\n63%    estavam retornando ao local de trabalho, ou seja, trabalhando alguns dias da semana presencialmente e, em outros, no modelo home office.\n68%    trabalharam em home office, por um per\u00edodo, mas j\u00e1 retornaram presencialmente todos os dias.\n69%    n\u00e3o trabalharam em nenhum momento em home office durante a pandemia.<\/code><\/pre>\n\n\n\n<p>| A an&aacute;lise do impacto do home office no grau de irrita&ccedil;&atilde;o dos entrevistados.<\/p>\n\n\n\n<pre class=\"wp-block-code\"><code>59% dos que est\u00e3o em home office est\u00e3o mais irritados.\n65% que estavam retornando ao local de trabalho \u2013 ou seja, trabalhando alguns dias da semana no local de trabalho e, nos outros, em home office \u2013 est\u00e3o mais irritados.\n65% que n\u00e3o trabalharam em nenhum momento em home office durante a pandemia estavam se sentindo mais irritados.<\/code><\/pre>\n\n\n\n<p>Em geral, o aumento da dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se altera entre quem est&aacute; em home office ou n&atilde;o, mantendo-se alta para todos; por&eacute;m, cerca de 53% afirmaram que est&atilde;o com mais dificuldade do que antes da pandemia. Entretanto, entre os que estavam retornando ao local de trabalho &ndash; trabalhando alguns dias da semana presencialmente e, em outros, trabalham em home-office &ndash; 68% sentiam-se com maior dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Metodologia<\/h2>\n\n\n\n<p>Conduzida pela NOZ Pesquisa e Intelig&ecirc;ncia &ndash; em parceria com o Instituto Bem do Estar &ndash;, o mapeamento Sa&uacute;de da Mente &amp; Pandemia &eacute; uma pesquisa quantitativa on-line com question&aacute;rio de autopreenchimento volunt&aacute;rio. Sem fins comerciais, foi realizada entre de maio de 2020 e fevereiro de 2021 e contou com participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria de 1.515 respondente na primeira fase e mais 1.050 na segunda etapa. Os dados permitiram mapear os sentimentos, as sensa&ccedil;&otilde;es e mudan&ccedil;as de h&aacute;bitos e rotinas durante o isolamento social. <\/p>\n\n\n\n<p>O perfil da amostra &eacute; composto por 20% homens, 70% mulheres e 10% outros ou preferiram n&atilde;o informar; 75% moradores do Estado de S&atilde;o Paulo e 25% distribu&iacute;dos por todas as regi&otilde;es do Brasil e com faixas et&aacute;rias e renda mensal individual diversas.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo &ldquo;Sa&uacute;de da Mente &amp; Isolamento Social&rdquo; integra um grande projeto do Instituto Bem do Estar, Sociedade de Vidro &ndash; um olhar cont&iacute;nuo sobre a sociedade brasileira e as fragilidades emocionais. O projeto conter&aacute; estudos para que o m&aacute;ximo de dados sejam levantados e compilados de forma consistente e precisa, al&eacute;m de iniciativas de reflex&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\">\n\n\n\n<p><strong>SOBRE O INSTITUTO BEM DO ESTAR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Fundado em 2018 por Isabel Mar&ccedil;al e Milena Fanucchi, o Instituto Bem do Estar &eacute; um neg&oacute;cio social sem fins lucrativos voltado &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de da mente. Com o prop&oacute;sito de desafiar as pessoas a mudar o pr&oacute;prio comportamento em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da mente, a organiza&ccedil;&atilde;o colabora com a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicol&oacute;gicas e contribui para uma sociedade mais consciente e saud&aacute;vel. <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.bemdoestar.org\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.bemdoestar.org<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>SOBRE NOZ PESQUISA E INTELIG&Ecirc;NCIA<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa NOZ &eacute; um ateli&ecirc; de pesquisa e intelig&ecirc;ncia de neg&oacute;cios, cujo trabalho &eacute; entender desejos e comportamentos humanos. Ela atua em todo o ciclo de neg&oacute;cio, unindo conhecimentos e metodologias de Economia Comportamental, Pesquisa, Planejamento Estrat&eacute;gico, Financeiro e de Marketing. Al&eacute;m de consultoria e projetos para empresas, a NOZ foca o trabalho em estudos sociais sobre diversos temas, como Coopera&ccedil;&atilde;o, Educa&ccedil;&atilde;o, Trabalho e Empreendedorismo, Maturidade (50+), Doa&ccedil;&atilde;o, Mulheres e o Mercado de Trabalho. <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.noz-pesquisaeinteligencia.com\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.noz-pesquisaeinteligencia.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa aponta que 59% dos brasileiros que trabalham no modelo home office est&atilde;o mais irritados<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":640,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[22,20],"tags":[230,2535,2004,2536,2537,1045],"class_list":{"0":"post-15921","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-indicadores","8":"category-destaques","9":"tag-comportamento","10":"tag-impacto-do-home-office","11":"tag-impactos-do-home-office","12":"tag-impactos-do-trabalho-em-casa","13":"tag-impactos-no-comportamento","14":"tag-trabalho-em-casa"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2017\/05\/laptop-executivo-trabalho-.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15921"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15921\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/640"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}