{"id":155,"date":"2016-01-23T12:30:13","date_gmt":"2016-01-23T15:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/dez-principais-tendencias-de-bi-para-2016\/"},"modified":"2016-01-23T12:30:13","modified_gmt":"2016-01-23T15:30:13","slug":"dez-principais-tendencias-de-bi-para-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/dez-principais-tendencias-de-bi-para-2016\/","title":{"rendered":"Dez principais tend\u00eancias de BI para 2016"},"content":{"rendered":"<p>Tecnologias de gest&atilde;o de dados favorece sistemas de &nbsp;business intellgence<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>Por Ellie Fields*<\/p>\n<p>O ano de 2015 trouxe mudan&ccedil;as significativas para o mundo do Business Intelligence (BI). Mais organiza&ccedil;&otilde;es abriram o acesso aos dados para seus funcion&aacute;rios, e mais pessoas come&ccedil;aram a ver os dados como uma ferramenta importante para realizar seu trabalho. As regras do BI est&atilde;o evoluindo, e isso vem causando uma grande mudan&ccedil;a cultural em alguns locais de trabalho, n&atilde;o s&oacute; pela velocidade dos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, mas tamb&eacute;m por novas t&eacute;cnicas para extrair valor dos dados.<\/p>\n<p>Todos os anos, na Tableau, paramos para conversar sobre o que est&aacute; acontecendo de interessante no setor. Essa discuss&atilde;o &eacute; o fio condutor da nossa lista das principais <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> de BI para o ano seguinte. Veja as nossas previs&otilde;es para 2016.<\/p>\n<p><strong>O in&iacute;cio de uma grande amizade entre a governan&ccedil;a e a an&aacute;lise de autoatendimento. <\/strong><\/p>\n<p>Para muitas pessoas, a governan&ccedil;a e a an&aacute;lise de autoatendimento s&atilde;o inimigas naturais. Talvez seja por isso que v&ecirc;-las andando de m&atilde;os dadas cause tanta surpresa. A guerra acabou e a lacuna cultural entre empresas e tecnologia est&aacute; diminuindo.<\/p>\n<p>As organiza&ccedil;&otilde;es j&aacute; sabem que a governan&ccedil;a de dados, quando feita corretamente, pode incentivar uma cultura de an&aacute;lise e atender &agrave;s necessidades dos neg&oacute;cios. As pessoas ficam mais propensas a analisar seus dados quando t&ecirc;m fontes de dados centralizadas, organizadas e r&aacute;pidas; e quando sabem que algu&eacute;m (equipe de TI) est&aacute; cuidando da seguran&ccedil;a e do desempenho.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A an&aacute;lise visual se torna um idioma comum. <\/strong><\/p>\n<p>Os dados est&atilde;o mudando a forma de conversar &ndash; em salas de reuni&otilde;es, na m&iacute;dia e nas m&iacute;dias sociais. As pessoas est&atilde;o visualizando dados para responder a perguntas, descobrir informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis e compartilhar hist&oacute;rias com profissionais de todas as &aacute;reas, especialistas em dados ou n&atilde;o. Com o aumento da utiliza&ccedil;&atilde;o dos dados, cada vez mais pessoas recorrer&atilde;o a eles para responder a perguntas profissionais e pessoais.<\/p>\n<p>Da mesma forma, os empregadores buscar&atilde;o pessoas que possam analisar os dados com uma vis&atilde;o cr&iacute;tica. A an&aacute;lise visual ser&aacute; o idioma que permitir&aacute; &agrave;s pessoas descobrir informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis com rapidez, colaborar de forma significativa e criar uma comunidade voltada para os dados.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Os produtos de an&aacute;lise de dados est&atilde;o mais democr&aacute;ticos. <\/strong><\/p>\n<p>As ferramentas de an&aacute;lise de autoatendimento mudaram permanentemente as expectativas.&nbsp;<span style=\"line-height: 1.5;\">Em 2016, as pessoas buscar&atilde;o autonomia no fluxo da an&aacute;lise de dados, especialmente com a chegada de mais membros da gera&ccedil;&atilde;o Y ao mercado de trabalho. Se quiserem continuar din&acirc;micos, os usu&aacute;rios corporativos devem ser capazes de manipular determinados dados instantaneamente. E &eacute; por isso que a demanda por ferramentas de prepara&ccedil;&atilde;o de dados de autoatendimento, e at&eacute; mesmo por <\/span><em style=\"line-height: 1.5;\">data warehouses<\/em><span style=\"line-height: 1.5;\"> de autoatendimento, crescer&aacute; como uma extens&atilde;o natural desse tipo de an&aacute;lise. Essa democratiza&ccedil;&atilde;o permitir&aacute; que as pessoas respondam rapidamente &agrave;s mudan&ccedil;as de prioridades.<\/span><\/p>\n<p><strong>A integra&ccedil;&atilde;o de dados est&aacute; ainda mais emocionante. <\/strong><\/p>\n<p>Atualmente, muitas empresas precisam de an&aacute;lises &aacute;geis. Elas querem enviar os dados certos para as pessoas certas, rapidamente. Esse n&atilde;o &eacute; um desafio simples, porque os dados geralmente est&atilde;o armazenados em v&aacute;rios lugares diferentes.<\/p>\n<p>Trabalhar com diversas fontes de dados pode ser tedioso, imposs&iacute;vel ou ambos. Em 2016, veremos muitos concorrentes novos na &aacute;rea de integra&ccedil;&atilde;o de dados. Com o aumento da oferta de ferramentas sofisticadas e o surgimento de novas fontes de dados, as empresas desistir&atilde;o de tentar reunir cada byte de dados no mesmo lugar. Os exploradores de dados se conectar&atilde;o a cada conjunto de dados em seus respectivos armazenamentos, usando m&eacute;todos e ferramentas mais &aacute;geis para fazer as combina&ccedil;&otilde;es ou uni&otilde;es necess&aacute;rias.<\/p>\n<p><strong>An&aacute;lises avan&ccedil;adas n&atilde;o s&atilde;o mais apenas para analistas. <\/strong><\/p>\n<p>Em todas as &aacute;reas das empresas, mesmo os profissionais que n&atilde;o s&atilde;o analistas est&atilde;o cada vez mais exigentes. Eles querem fazer mais do que um gr&aacute;fico com seus dados. Buscam uma experi&ecirc;ncia de an&aacute;lise mais significativa e aprofundada. As organiza&ccedil;&otilde;es adotar&atilde;o plataformas que permitem aos usu&aacute;rios utilizar estat&iacute;sticas, fazer uma s&eacute;rie de perguntas e continuar no fluxo de suas an&aacute;lises.<\/p>\n<p><strong>O armazenamento de dados e as an&aacute;lises na nuvem decolam. <\/strong><\/p>\n<p>Em 2015, as pessoas come&ccedil;aram a adotar a nuvem. Elas se deram conta de que colocar os dados na nuvem era f&aacute;cil e extremamente escalon&aacute;vel. Tamb&eacute;m viram que a an&aacute;lise na nuvem era mais &aacute;gil. Em 2016, mais pessoas migrar&atilde;o para a nuvem gra&ccedil;as, em parte, a ferramentas que as ajudam a utilizar dados da Web.<\/p>\n<p>Os primeiros a adotar a nuvem j&aacute; est&atilde;o obtendo informa&ccedil;&otilde;es desses dados, e outras pessoas est&atilde;o percebendo que deveriam fazer o mesmo. Cada vez mais empresas tamb&eacute;m usar&atilde;o a an&aacute;lise na nuvem para explorar mais dados com mais rapidez.&nbsp;<span style=\"line-height: 1.5;\">Esse recurso passar&aacute; a ser t&atilde;o importante para elas quanto qualquer outro sistema essencial da empresa.<\/span><\/p>\n<p><strong>Centros de Excel&ecirc;ncia em an&aacute;lise assumem um papel crucial.<\/strong><\/p>\n<p>Cada vez mais organiza&ccedil;&otilde;es estabelecer&atilde;o um Centro de Excel&ecirc;ncia para incentivar a ado&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise de autoatendimento. Esses centros desempenham um papel vital na implementa&ccedil;&atilde;o de uma cultura baseada em dados.<\/p>\n<p>Atrav&eacute;s de programas de capacita&ccedil;&atilde;o, como f&oacute;runs on-line e sess&otilde;es particulares de treinamento, os centros capacitam at&eacute; mesmo profissionais de outras &aacute;reas a incorporar a an&aacute;lise de dados em seus processos decis&oacute;rios. Ao longo do tempo, esses centros permitir&atilde;o que os dados sejam a espinha dorsal de todo o fluxo de trabalho da organiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>A an&aacute;lise em dispositivos m&oacute;veis ganha sua independ&ecirc;ncia. <\/strong><\/p>\n<p>A an&aacute;lise em dispositivos m&oacute;veis cresceu e saiu da casa dos pais. Ela n&atilde;o &eacute; mais apenas uma interface para os produtos de BI tradicionais. Em 2015, come&ccedil;aram a surgir produtos que, desenvolvidos com a abordagem <em>mobile-first<\/em>, ofereciam uma experi&ecirc;ncia fluida que priorizava dispositivos m&oacute;veis.&nbsp;Trabalhar com dados em qualquer lugar deixar&aacute; de ser um supl&iacute;cio para se tornar parte din&acirc;mica do processo de an&aacute;lise.<\/p>\n<p><strong>As pessoas come&ccedil;am a descobrir os dados da Internet das Coisas. <\/strong><\/p>\n<p>Tudo indica que a Internet das Coisas ganhar&aacute; ainda mais terreno em 2016. Parece que tudo ter&aacute; um sensor que envia informa&ccedil;&otilde;es para a nave-m&atilde;e. Pense em todos os dados que s&atilde;o gerados ininterruptamente por dispositivos m&oacute;veis &ndash; e isso &eacute; apenas a ponta do iceberg. &Agrave; medida que o volume de dados da IoT cresce, o potencial para a descoberta de informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m aumenta. Empresas buscar&atilde;o ferramentas que permitam aos usu&aacute;rios explorar os dados e, em seguida, compartilhar suas descobertas de forma segura, controlada e interativa.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Novas tecnologias surgem para preencher as lacunas.<\/strong><\/p>\n<p>H&aacute; diversas tecnologias novas em desenvolvimento no ecossistema de BI. &Agrave; medida que elas chegarem ao mercado, veremos lacunas que precisar&atilde;o ser preenchidas. Novas empresas surgir&atilde;o para fazer exatamente isso. Aceleradores do Hadoop, integra&ccedil;&atilde;o de dados NoSQL, integra&ccedil;&atilde;o com dados da IoT, aprimoramento das m&iacute;dias sociais &ndash; cada uma dessas &aacute;reas oferece uma oportunidade para o surgimento de uma nova empresa. Em 2016, essas lacunas ser&atilde;o cada vez mais preenchidas, resultando na consolida&ccedil;&atilde;o do mercado. Da mesma forma, as organiza&ccedil;&otilde;es continuar&atilde;o migrando de solu&ccedil;&otilde;es &uacute;nicas para adotar uma pilha de solu&ccedil;&otilde;es abertas e flex&iacute;veis que incluam essas novas tecnologias.<\/p>\n<p>*Ellie Fields &eacute; vice-presidente de marketing de produtos da Tableau.<br><span style=\"line-height: 1.5;\">Mat&eacute;ria completa:<\/span><\/p>\n<p>https:\/\/corporate.canaltech.com.br\/noticia\/business-intelligence\/as-dez-principais-tendencias-de-business-intelligence-para-2016-55885\/<\/p>\n<p>O conte&uacute;do do Canaltech &eacute; protegido sob a licen&ccedil;a Creative Commons (CC BY-NC-ND). Voc&ecirc; pode reproduzi-lo, desde que insira cr&eacute;ditos COM O LINK para o conte&uacute;do original e n&atilde;o fa&ccedil;a uso comercial de nossa produ&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tecnologias de gest&atilde;o de dados favorece sistemas de &nbsp;business intellgence<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20],"tags":[],"class_list":{"0":"post-155","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-destaques"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/155","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=155"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/155\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}