{"id":14795,"date":"2020-12-20T16:03:35","date_gmt":"2020-12-20T19:03:35","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=14795"},"modified":"2020-12-20T16:04:08","modified_gmt":"2020-12-20T19:04:08","slug":"notas-economicas-14-a-18-de-dezembro-de-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-14-a-18-de-dezembro-de-2020\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas: 14 a 18 de dezembro de 2020"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"640\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet.jpg\" alt=\"tr&ecirc;s pessoas em uma fila, com olhos voltados para os seus smartphones - foto pixabay\" class=\"wp-image-3596\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><figcaption>O n&uacute;mero de brasileiros que fazem compras dentro de aplicativos, como recursos avan&ccedil;ados ou itens virtuais em jogos, aumentou em dez pontos percentuais este ano, para 60%, em rela&ccedil;&atilde;o a 2019<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-luminous-vivid-orange-color has-text-color\" id=\"block-a452d57f-388e-4d79-9028-51e970008bba\"><em>Acontecimentos que marcaram o notici&aacute;rio pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico da semana<\/em><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p id=\"block-e55a75da-17fc-4d96-a3ae-9ee84e8b4832\"><em>Paulo Roberto Bretas<br>Economista e Conselheiro do Corecon-MG<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Aplicativos de Destaque: O n&uacute;mero de brasileiros que fazem compras dentro de aplicativos, como recursos avan&ccedil;ados ou itens virtuais em jogos, aumentou em dez pontos percentuais este ano, para 60%, em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, revela levantamento do site Mobile Time e da empresa de pesquisas Opinion Box. O estudo feito em novembro com 2.003 brasileiros mostra que depois de WhatsApp, Instagram e Facebook, os bancos se destacam entre os aplicativos com maior participa&ccedil;&atilde;o na tela inicial dos smartphones. O aplicativo da Caixa &eacute; o quarto mais presente na home dos celulares, seguido pelo Nubank, que subiu da 12&ordf; para a 5&ordf; posi&ccedil;&atilde;o este ano. Entre os dez aplicativos mais destacados na primeira tela dos smartphones, na sequ&ecirc;ncia, est&atilde;o Uber, que perdeu cinco posi&ccedil;&otilde;es na home dos usu&aacute;rios em rela&ccedil;&atilde;o ao ano passado, YouTube, Facebook Messenger, Netflix e o app do Banco do Brasil. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente econ&ocirc;mico<\/h2>\n\n\n\n<p>Pesquisa CNI 1: Pesquisa realizada pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) revela que dois em cada tr&ecirc;s brasileiros esperam que o tempo de recupera&ccedil;&atilde;o da economia brasileira seja superior a um ano. Diante do cen&aacute;rio de crise e incerteza, 35% das pessoas pretendem reduzir o n&iacute;vel de consumo de bens e servi&ccedil;os em 2021 na compara&ccedil;&atilde;o com o pr&eacute;-pandemia e 41% afirmam que ir&atilde;o manter. A pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira foi feita a partir de 2 mil entrevistas realizadas pelo Ibope Intelig&ecirc;ncia em 127 munic&iacute;pios no per&iacute;odo 17 a 20 de setembro de 2020.  (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisa CNI 2: Praticamente seis em cada dez brasileiros (59%) pretendem poupar mais em 2021 do que poupava antes da pandemia. S&atilde;o 28% que n&atilde;o guardavam dinheiro antes da pandemia, mas passar&atilde;o a guardar, 16% que j&aacute; poupavam e pretendem poupar muito mais e 15% que poupavam antes da pandemia e pretendem poupar um pouco mais. Quase um quarto da popula&ccedil;&atilde;o (24%) n&atilde;o guardava dinheiro antes da pandemia e continuar&aacute; sem guardar. Considerando a popula&ccedil;&atilde;o que pretende poupar mais (ou iniciar poupan&ccedil;a em 2021), a principal raz&atilde;o para guardar mais dinheiro, apontada por 54% dos entrevistados, &eacute; a vontade de ter recursos para usar em uma emerg&ecirc;ncia. Em seguida, com apenas 8%, a vontade de pagar a educa&ccedil;&atilde;o dos filhos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Cen&aacute;rios<\/h4>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da CNI 1 &ndash; Informe conjuntural: A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) estima que o Produto Interno Bruto (PIB) dever&aacute; crescer 4% no ano que vem, impulsionado pelo avan&ccedil;o de 4,4% do PIB industrial, segundo edi&ccedil;&atilde;o especial do Informe Conjuntural &ndash; Economia Brasileira divulgada pela entidade. A estimativa &eacute; que, em 2020, o PIB caia 4,3% na compara&ccedil;&atilde;o com 2019, e o PIB industrial, 3,5%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da CNI 2 &ndash; Informe conjuntural: O setor p&uacute;blico consolidado, que inclui governos federal, regionais e suas estatais, deve registrar um d&eacute;ficit prim&aacute;rio de R$ 789 bilh&otilde;es, ou 10,93% do PIB no fechamento de 2020. Isso significa que as despesas do setor p&uacute;blico, ampliadas fundamentalmente em decorr&ecirc;ncia das medidas para conter a pandemia de covid-19, superar&atilde;o em muito as suas receitas. A d&iacute;vida bruta dever&aacute; fechar 2020 em 92,8% do PIB. A estimativa &eacute; que, no pr&oacute;ximo ano, o d&eacute;ficit prim&aacute;rio seja de R$ 192 bilh&otilde;es, ou 2,50% do PIB. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da CNI 3 &ndash; Informe conjuntural: As proje&ccedil;&otilde;es da CNI mostram que a taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o dever&aacute; crescer em 2021 e ficar em 14,6% da for&ccedil;a de trabalho. Esse &iacute;ndice &eacute; 0,7 ponto percentual maior que a taxa projetada para 2020, de 13,9%. Com a queda no receio do cont&aacute;gio pelo novo coronav&iacute;rus e o fim do aux&iacute;lio emergencial de renda, mais pessoas dever&atilde;o voltar a procurar emprego em 2021, o que pressionar&aacute; a taxa de desocupa&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da CNI 4 &ndash; Informe conjuntural: A estimativa &eacute; que a infla&ccedil;&atilde;o oficial medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 3,55% ao ano no fechamento de 2021. A meta definida pelo Conselho Monet&aacute;rio Nacional para o pr&oacute;ximo ano &eacute; de uma infla&ccedil;&atilde;o de 3,75% ao ano, com margem de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Assim, a infla&ccedil;&atilde;o no pr&oacute;ximo ano dever&aacute; ficar abaixo da meta, mas ainda dentro do intervalo de toler&acirc;ncia. No caso da taxa b&aacute;sica de juros, a Selic, a CNI espera que ela seja mantida no atual patamar de 2% ao ano at&eacute; o fim do primeiro semestre de 2021, quando se iniciar&aacute; uma sequ&ecirc;ncia de tr&ecirc;s aumentos. Com isso, a Selic dever&aacute; ficar em 3% ao ano no fechamento de 2021. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da CNI 5 &ndash; Informe conjuntural: A balan&ccedil;a comercial brasileira ficar&aacute; positiva em US$ 57,6 bilh&otilde;es no fechamento de 2020, o que representa um aumento de US$ 9,6 bilh&otilde;es na compara&ccedil;&atilde;o com 2019. O desempenho ser&aacute; resultado de uma queda nas importa&ccedil;&otilde;es (13,3%) em ritmo mais acelerado que nas exporta&ccedil;&otilde;es (6,2%) neste ano frente a 2019. Para 2021, estima-se que o super&aacute;vit comercial seja em torno de US$ 49 bilh&otilde;es, com aumento de 7% nas exporta&ccedil;&otilde;es e de 15% nas importa&ccedil;&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Crescimento do PIB: O Banco Central revisou as estimativas para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro neste e no pr&oacute;ximo ano. Para 2020, a queda na economia ser&aacute; de 4,4%, ante 5% de recuo na estimativa anterior. Para 2021, passou de 3,9% para 3,8% de crescimento. O ritmo de retomada no pr&oacute;ximo ano &eacute; maior do que os 3,2% previstos pelo Minist&eacute;rio da Economia e mesmo do que o mercado financeiro, de 3,5%. Mesmo assim, a velocidade &eacute; modesta, dado o tombo verificado neste ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Relat&oacute;rio da OCDE 1: &ldquo;A necessidade de reativar a economia, que mergulhou numa recess&atilde;o profunda em fun&ccedil;&atilde;o da pandemia, torna mais urgente enfrentar os desafios pol&iacute;ticos subjacentes a impulsionar a atividade&rdquo;, diz a Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE), em relat&oacute;rio sobre o Brasil. Ser&aacute; necess&aacute;rio melhorar pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas de forma duradoura, aponta o documento. A grande for&ccedil;a de trabalho e a venda de commodities, que impulsionaram a economia brasileira at&eacute; agora, s&atilde;o motores que n&atilde;o v&atilde;o perdurar. &Eacute; preciso aumentar a produtividade, que se manteve estagnada nos &uacute;ltimos anos, aponta o documento. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Relat&oacute;rio OCDE 2: &ldquo;Pol&iacute;ticas de capacita&ccedil;&atilde;o profissional e educa&ccedil;&atilde;o bem elaboradas podem ajudar os trabalhadores a fazerem essa transi&ccedil;&atilde;o com sucesso&rdquo;, diz o documento, acrescentando que melhores oportunidades para o refor&ccedil;o de compet&ecirc;ncias &ldquo;facilitar&atilde;o a transi&ccedil;&atilde;o para empregos novos e com melhores sal&aacute;rios e, ao mesmo tempo, fortalecer&atilde;o a produtividade&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Relat&oacute;rio OCDE 3: As barreiras comerciais do Brasil s&atilde;o elevadas e mant&ecirc;m o pa&iacute;s isolado das oportunidades de com&eacute;rcio internacional. Os investimentos em infraestrutura n&atilde;o t&ecirc;m sido suficientes nem para evitar a deprecia&ccedil;&atilde;o do que j&aacute; existe, o que encarece os custos de log&iacute;stica. A inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica &eacute; outro ponto destacado pelo organismo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da Cepal 2: Para o Brasil, a Cepal tamb&eacute;m reduziu a previs&atilde;o de queda do PIB em 2020 dos 9,2% previstos em julho para 5,3%, em parte devido &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o registrada no terceiro trimestre (+7,7%), um fen&ocirc;meno tamb&eacute;m observado em outros pa&iacute;ses vizinhos ap&oacute;s a suspens&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es adotadas para conter a covid-19. Para 2021, a expectativa da entidade &eacute; que a economia brasileira avance 3,2%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Recomenda&ccedil;&otilde;es da Cepal: Para reverter a din&acirc;mica de baixo crescimento, a Cepal recomendou que os governos da regi&atilde;o adotem pol&iacute;ticas fiscais e monet&aacute;rias ativas, elaboradas em conjunto com medidas ambientais e industriais que promovam transforma&ccedil;&otilde;es estruturais significativas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Estimativas de Infla&ccedil;&atilde;o: O cen&aacute;rio central de infla&ccedil;&atilde;o apresentado pelo Banco Central mostra que o IPCA vai encerrar este ano em 4,3%, um pouco acima do centro da meta. Mas j&aacute; voltaria para baixo do alvo de 3,75% definido para 2021, ficando em 3,4%, mesmo &iacute;ndice esperado para 2022, per&iacute;odo para o qual o BC come&ccedil;a gradualmente a olhar com mais intensidade. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Boletim Focus; A mediana das proje&ccedil;&otilde;es dos economistas do mercado para a infla&ccedil;&atilde;o oficial em 2020 subiu, pela 18&ordf; semana consecutiva, agora de 4,21% para 4,35%, segundo o Boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado com estimativas coletadas at&eacute; o fim da semana passada (6 a 12\/12). A meta de infla&ccedil;&atilde;o a ser perseguida pelo BC &eacute; de 4,00% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% para 2022, sempre com intervalo de toler&acirc;ncia de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Focus &ndash; Proje&ccedil;&atilde;o do D&oacute;lar: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es para o d&oacute;lar no fim de 2020 entre os economistas que mais acertam as previs&otilde;es voltou a subir, de R$ 5,25 para R$ 5,41. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Focus &ndash; Proje&ccedil;&atilde;o do PIB: A mediana das proje&ccedil;&otilde;es do mercado para a economia brasileira em 2020 voltou a cair, de -4,40% para -4,41%, vindo de um piso de -6,54% atingido no fim de junho. Para 2021, o ponto-m&eacute;dio das expectativas para a varia&ccedil;&atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 3,50%, mantendo apostas na recupera&ccedil;&atilde;o de parte das perdas deste ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Finan&ccedil;as<\/h4>\n\n\n\n<p>Contas Correntes: O Brasil registrou um super&aacute;vit em suas&nbsp;transa&ccedil;&otilde;es correntesde US$ 202 milh&otilde;es em novembro, conforme divulgado pelo&nbsp;Banco Central(BC). A autoridade monet&aacute;ria estimava super&aacute;vit de US$ 1 bilh&atilde;o. No mesmo m&ecirc;s de 2019, o saldo da conta corrente foi negativo, em US$ 3,106 bilh&otilde;es. No ano at&eacute; novembro, houve d&eacute;ficit de US$ 7,502 bilh&otilde;es, contra d&eacute;ficit de US$ 46,405 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo de 2019. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Crescimento do Cr&eacute;dito 2020: O Banco Central (BC) elevou de 11,5% para 15,6% sua proje&ccedil;&atilde;o para o crescimento do estoque total de cr&eacute;dito em 2020, no Relat&oacute;rio Trimestral de Infla&ccedil;&atilde;o. &ldquo;O aumento decorre tanto da demanda acentuada de cr&eacute;dito das empresas como pela recupera&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito &agrave;s fam&iacute;lias, em especial no segmento com recursos livres&rdquo;, explica o BC. O financiamento para as empresas deve ter alta de 22,6% no ano, n&uacute;mero maior em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alta de 16,5% projetada no relat&oacute;rio de setembro. No caso de 2021, a proje&ccedil;&atilde;o passou de crescimento de 5,1% para alta de 4,2%.Para as pessoas f&iacute;sicas, o BC elevou a proje&ccedil;&atilde;o de alta de 7,8% para 10,4% do cr&eacute;dito. No caso de 2021, passou de crescimento de 9% para alta de 10,6%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Investimentos na Bolsa: A partir de fevereiro<strong>,<\/strong>&nbsp;a B3&nbsp;reduzir&aacute; as taxas&nbsp;para investimentos na Bolsa. Os investimentos com varia&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias (day trade) ter&atilde;o uma taxa&ccedil;&atilde;o de 0,0230% sobre o valor negociado. E as opera&ccedil;&otilde;es de prazo maior passar&atilde;o a ter incid&ecirc;ncia de 0,0300% (hoje &eacute; de 0,0325%).&nbsp;Os custos menores para os investidores resultar&atilde;o em uma redu&ccedil;&atilde;o de receitas de R$ 250 milh&otilde;es para B3. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>B3 em 2020: &ldquo;O ano de 2020 chega ao final definitivamente para ficar na hist&oacute;ria do mercado de capitais&rdquo;, afirmou o CEO da B3, Gilson C, na entrevista coletiva de fim de ano da companhia. O executivo destacou as v&aacute;rias reviravoltas que ocorreram nos &uacute;ltimos meses e o desfecho &ldquo;surpreendente&rdquo;, em sua pr&oacute;pria defini&ccedil;&atilde;o, do per&iacute;odo, com um recorde na emiss&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es e a ades&atilde;o maci&ccedil;a de investidores ao mercado de renda vari&aacute;vel. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Setores&nbsp;<\/h4>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Ind&uacute;strias<\/h4>\n\n\n\n<p>Falta de Insumos 1: A surpreendente recupera&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria gerou um s&eacute;rio problema de falta de mat&eacute;ria-prima para diversos segmentos da transforma&ccedil;&atilde;o, mas a escassez de insumos j&aacute; &eacute; uma quest&atilde;o tamb&eacute;m para alguns empres&aacute;rios na ponta das cadeias de consumo, principalmente no com&eacute;rcio e, em menor escala, em parte dos servi&ccedil;os. O quadro n&atilde;o se traduz, por ora, em desabastecimento generalizado de produtos, mas pressiona pre&ccedil;os, afetando a din&acirc;mica da economia, alerta o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre\/FGV). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Falta de Insumos 2: A principal dificuldade enfrentada pelos empres&aacute;rios como um todo &eacute; a escassez de produtos no mercado interno, mencionada por 72,6% dos entrevistados, mas h&aacute; tamb&eacute;m problemas no mercado externo (27,2%) e com o aumento dos pre&ccedil;os internacionais, em d&oacute;lares (31,1%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Demanda por A&ccedil;o 1: Poucos meses depois de se prepararem para uma longa queda na demanda por a&ccedil;o causada pela pandemia de covid-19, as sider&uacute;rgicas est&atilde;o tendo dificuldades para acompanhar a retomada dos pedidos das ind&uacute;strias americanas. As produtoras de a&ccedil;o desativaram cerca de um ter&ccedil;o da capacidade de produ&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica de laminados planos no segundo trimestre, quando os clientes cancelaram pedidos e fecharam f&aacute;bricas para desacelerar a dissemina&ccedil;&atilde;o do novo coronav&iacute;rus. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Demanda por A&ccedil;o 2: Desde que muitas f&aacute;bricas reabriram, um ou dois meses depois, a demanda por a&ccedil;o para carros, eletrodom&eacute;sticos e maquin&aacute;rio se recuperou, em parte gra&ccedil;as ao aumento das compras de consumidores americanos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Produ&ccedil;&atilde;o Agropecu&aacute;ria: O forte ritmo de crescimento do Valor Bruto da Produ&ccedil;&atilde;o (VBP) agropecu&aacute;ria brasileira ter&aacute; prosseguimento em 2021 e o montante dever&aacute; superar pela primeira vez a marca de R$ 1 trilh&atilde;o, apontaram estimativas do Minist&eacute;rio da Agricultura. Segundo os novos n&uacute;meros da Pasta, o VBP do campo (&ldquo;da porteira para dentro&rdquo;) dever&aacute; somar R$ 1,025 trilh&atilde;o em 2021, 15,7% mais que o recorde previsto para 2020 (R$ 885,8 bilh&otilde;es, aumento de 15,1% ante 2019). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Empresas Estatais: Nos &uacute;ltimos dez anos, a Uni&atilde;o injetou R$ 182 bilh&otilde;es em aportes de capital nas empresas p&uacute;blicas n&atilde;o dependentes ou em subven&ccedil;&otilde;es do Tesouro Nacional nas estatais dependentes. O dado foi levantado pela Secretaria Especial de Desestatiza&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Economia e abrange o per&iacute;odo de 2011 a 2020. Algumas das companhias que mais receberam recursos dos cofres p&uacute;blicos no per&iacute;odo foram a Embrapa, que faz pesquisa agropecu&aacute;ria (R$ 29,4 bilh&otilde;es); Valec, respons&aacute;vel pela constru&ccedil;&atilde;o de novas ferrovias (R$ 15,4 bilh&otilde;es); a Conab, encarregada de gerir estoques p&uacute;blicos de alimentos (R$ 14,1 bilh&otilde;es); a Infraero, operadora de aeroportos (R$ 13,7 bilh&otilde;es); a Codevasf, que promove o desenvolvimento e a revitaliza&ccedil;&atilde;o das bacias hidrogr&aacute;ficas do S&atilde;o Francisco e do Parna&iacute;ba (R$ 9,5 bilh&otilde;es); a CBTU, que administra trens de passageiros em quatro capitais do Nordeste e em Belo Horizonte (R$ 9,4 bilh&otilde;es). O pr&oacute;prio governo Jair Bolsonaro fez aporte de R$ 10,2 bilh&otilde;es na Emgepron, em 2019, a fim de permitir que ela tivesse recursos suficientes para assinar o contrato de constru&ccedil;&atilde;o de quatro fragatas &ldquo;Classe Tamandar&eacute;&rdquo;, destinadas &agrave; Marinha. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Embraer e BNDES: O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) informou, em comunicado, cr&eacute;dito de R$ 3 bilh&otilde;es &agrave; Embraer. Segundo o banco, os recursos financiar&atilde;o exporta&ccedil;&atilde;o de avi&otilde;es da empresa brasileira para a companhia a&eacute;rea norte-americana United Airlines, e para a arrendadora de aeronaves AerCap Holdings N.V., baseada na Holanda. Nessa modalidade de empr&eacute;stimo os recursos do BNDES s&atilde;o desembolsados no Brasil, em reais, para a empresa exportadora brasileira, a Embraer. O financiamento ser&aacute; pago ao banco em d&oacute;lares pelas empresas estrangeiras compradoras dos bens. Isso, na pr&aacute;tica, representa entrada de divisas no Pa&iacute;s, com apoio ao desenvolvimento industrial e &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o de produtos nacionais de alto valor agregado. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Com&eacute;rcio<\/h4>\n\n\n\n<p>Varejo On Line: O ano de 2020 foi de amadurecimento do varejo on-line no mundo, mas principalmente no Brasil, diz Marco Bravo, diretor do Google Cloud no pa&iacute;s. A conclus&atilde;o tem a ver com o fato dos executivos do varejo brasileiro estimarem que mais de um ter&ccedil;o das vendas de fim de ano vir&aacute; do com&eacute;rcio on-line (34,5%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Indicadores<\/h4>\n\n\n\n<p>PIB per Capita: O Brasil deve registrar os piores resultados para uma d&eacute;cada de crescimento econ&ocirc;mico e de varia&ccedil;&atilde;o de PIB per capita dos &uacute;ltimos 120 anos ao fim de 2020 &ndash; um cen&aacute;rio que ocorreria mesmo sem a pandemia, de acordo com levantamento da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV). A funda&ccedil;&atilde;o usou como par&acirc;metros estimativas de recuo anual no PIB de 4,4% em 2020, com retra&ccedil;&atilde;o de 5,1% no PIB per capita, originadas de proje&ccedil;&otilde;es de mercado, do boletim Focus e do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI). Caso esses resultados se confirmem, a FGV projeta alta m&eacute;dia de 0,2% na economia na d&eacute;cada entre 2011 e 2020 &ndash; o desempenho mais fraco das &uacute;ltimas d&eacute;cadas, desde o in&iacute;cio do s&eacute;culo passado. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>IBC-BR: O &Iacute;ndice de Atividade Econ&ocirc;mica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,86% em outubro, na compara&ccedil;&atilde;o dessazonalizada com setembro, conforme divulgado dia 14-12-2020. Em setembro, o indicador teve alta de 1,68% (dado revisado de expans&atilde;o de 1,29%). No acumulado de 12 meses at&eacute; outubro, o IBC-Br caiu 3,93%. Devido &agrave;s constantes revis&otilde;es do indicador, medido em 12 meses ele &eacute; mais est&aacute;vel do que a medi&ccedil;&atilde;o mensal. No acumulado do ano entre janeiro e outubro, por sua vez, o recuo foi de 4,92%. Na compara&ccedil;&atilde;o com outubro de 2019, houve queda de 2,61%, na s&eacute;rie sem ajuste. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Custo de Carregamento das Reservas Cambiais: O custo de carregamento das reservas internacionais deve fechar 2020 no patamar mais baixo dos &uacute;ltimos anos, influenciado1 principalmente pela menor diferen&ccedil;a entre a taxa b&aacute;sica de juros do Brasil e a dos Estados Unidos. De 2016 at&eacute; 2020, a diferen&ccedil;a entre as taxas brasileira e americana passou de aproximadamente 14 pontos percentuais para cerca de dois pontos. Com isso, o custo de carregamento variou de R$ 183,5 bilh&otilde;es em 2015 para os R$ 72,7 bilh&otilde;es no acumulado de janeiro a novembro deste ano, de acordo com n&uacute;meros do Banco Central (BC) levantados pela Tend&ecirc;ncia Consultoria. As reservas s&atilde;o usadas como um seguro em momentos de turbul&ecirc;ncia. O Tesouro Nacional emite t&iacute;tulos no Brasil e, com a quantia arrecadada, compra principalmente d&oacute;lares para investir em t&iacute;tulos do Tesouro americano. O custo em d&oacute;lares &eacute; dado justamente pela diferen&ccedil;a entre a remunera&ccedil;&atilde;o dos t&iacute;tulos americanos (entre 0% e 0,25% anuais, atualmente) e a Selic (2%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p><em>Aprendendo Economia &ndash; Investimento Direto no Pa&iacute;s (IDP): O Investimento Direto no Pa&iacute;s corresponde &agrave; entrada de capitais estrangeiros. Podem ser investimentos novos, mas tamb&eacute;m fazem parte do IDP os recursos destinados &agrave; participa&ccedil;&atilde;o no capital e os empr&eacute;stimos diretos concedidos por matrizes de empresas multinacionais as suas filiais. O retorno de investimentos brasileiros no exterior tamb&eacute;m integram essas estat&iacute;sticas.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Investimento Direto no Pa&iacute;s 1: O BC mostrou que, em novembro, o&nbsp;Investimento Direto no<strong> <\/strong>Pa&iacute;s&nbsp;(IDP) somou US$ 1,514 bilh&atilde;o, ante estimativa da institui&ccedil;&atilde;o de ingresso de US$ 1 bilh&atilde;o. Um ano antes, por&eacute;m, o IDP tinha somado US$ 8,734 bilh&otilde;es. No ano at&eacute; novembro, houve entrada de US$ 33,428 bilh&otilde;es, contra US$ 66,350 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo de 2019. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Investimento Direto no Pa&iacute;s 2: Nos 12 meses encerrados em novembro, o IDP somou US$ 36,253 bilh&otilde;es, ou 2,44% do PIB, contra 2,86% do PIB vistos at&eacute; outubro. O montante &eacute; mais do que suficiente para cobrir o d&eacute;ficit em conta corrente de 0,82% do PIB nos 12 meses. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Remessa L&iacute;quida de Lucros: A remessa l&iacute;quida de lucros e dividendos das empresas para o exterior ficou em US$ 157 milh&otilde;es em novembro, ante US$ 2,829 bilh&otilde;es de um ano antes. No acumulado de 2020, houve remessas de US$ 16,650 bilh&otilde;es, menor do que os US$ 29,009 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo do calend&aacute;rio anterior. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>N&iacute;vel de Ociosidade e Taxa de Juros: O Banco Central (BC) calculou em 3,9% o n&iacute;vel de ociosidade da economia brasileira. O n&uacute;mero &eacute; elevado e um dos elementos a justificar a manuten&ccedil;&atilde;o dos juros reais negativos ainda por um tempo. O Banco Central acredita que esse indicador, que sintetiza alguns fatores como desemprego e uso da capacidade produtiva nas f&aacute;bricas, ainda vai demorar a chegar em zero. O ponto mais baixo do indicador foi no segundo trimestre, auge da pandemia, quando o tamb&eacute;m chamado de &ldquo;hiato do produto&rdquo;, ficou negativo em 4,9%.&nbsp;(Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Cai a participa&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo: Embora tenha crescido R$ 16 bilh&otilde;es em termos nominais entre 2017 (R$ 698,9 bilh&otilde;es) e 2018 (R$ 714,6 bilh&otilde;es), S&atilde;o Paulo foi o munic&iacute;pio brasileiro que mais perdeu em participa&ccedil;&atilde;o na riqueza nacional, um recuo de 0,41 ponto percentual. O peso da capital paulista no PIB nacional passou de 10,61% para 10,20% no per&iacute;odo. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), que divulgou estudo sobre o PIB dos Munic&iacute;pios de 2018. A maior cidade do pa&iacute;s viu seu peso no cen&aacute;rio nacional recuar em todos os setores da economia, sendo a maior perda nos servi&ccedil;os (-0,29%), seguido da ind&uacute;stria (-0,02%). Segundo o IBGE, essa queda de participa&ccedil;&atilde;o no PIB da capital paulista tem a ver com o menor crescimento do ramo de servi&ccedil;os financeiros e seguros, no contexto de taxa de juros mais baixa, e com o recuo da constru&ccedil;&atilde;o que foi verificado em todo o pa&iacute;s naquele ano (-3,4%), mas que se fez mais presente na cidade de S&atilde;o Paulo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proje&ccedil;&otilde;es da Cepal 1: A Comiss&atilde;o Econ&ocirc;mica para a Am&eacute;rica Latina e o Caribe (Cepal) atualizou suas previs&otilde;es para 2020. O PIB da regi&atilde;o deve encolher 7,7% neste ano, uma queda menor que os 9,1% previstos em julho. Ainda assim, esta ser&aacute; a maior recess&atilde;o em 120 anos. Para o pr&oacute;ximo ano, a entidade projeta um crescimento de 3,1%, ainda que as previs&otilde;es estejam marcadas por incertezas relacionadas &agrave; pandemia de covid-19. No entanto, a recupera&ccedil;&atilde;o ser&aacute; mais lenta do que no restante do mundo, com a regi&atilde;o s&oacute; atingindo os n&iacute;veis pr&eacute;-crise em 2024. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Arrecada&ccedil;&atilde;o Federal de Novembro: Impulsionada pelas receitas at&iacute;picas com o pagamento de tributos diferidos no primeiro semestre, a arrecada&ccedil;&atilde;o federal dever&aacute; apresentar um crescimento real (descontada a infla&ccedil;&atilde;o) de 7,9% em novembro na compara&ccedil;&atilde;o com igual m&ecirc;s de 2019, segundo c&aacute;lculos do pesquisador Matheus Rosa Ribeiro, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (Ibre\/FGV). O trabalho tem como base dados do sistema Tesouro Gerencial, do Minist&eacute;rio da Economia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente tecnol&oacute;gico<\/h2>\n\n\n\n<p>Moeda Digital 1:&nbsp;A China lidera a transi&ccedil;&atilde;o para moeda digital: 47% da popula&ccedil;&atilde;o j&aacute; usa pagamentos digitais. O pa&iacute;s come&ccedil;ou&nbsp;expandir os testes de sua moeda digital este ano. Na cidade de Suzhou, uma loteria selecionar&aacute; quem receber&aacute; 20 milh&otilde;es de yuans digitais. A gigante do ecommerce JD.com tamb&eacute;m anunciou que vai come&ccedil;ar a aceitar a moeda digital neste m&ecirc;s. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Moeda Digital 2: Moedas digitais emitidas pelos bancos centrais podem mudar o papel das institui&ccedil;&otilde;es tradicionais. Ou at&eacute; levantar a pergunta se&nbsp;os bancos precisam mesmo existir, segundo a&nbsp;<em>Economist<\/em>. Al&eacute;m de facilitar os pagamentos, essas moedas devem &ldquo;democratizar&rdquo; o dinheiro do banco central&nbsp;e os recursos a que apenas os bancos t&ecirc;m acesso hoje. Por exemplo, se virarem ativos atraentes e renderem juros, podem acabar com os dep&oacute;sitos que os bancos usam atualmente para oferecer cr&eacute;dito. Podem ainda reduzir o risco de que as&nbsp;criptomoedas&nbsp;venham a substituir o dinheiro oficial. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Intelig&ecirc;ncia Artificial 2: Com cada vez mais IA nas empresas,&nbsp;uma grande quest&atilde;o futura&nbsp;que as companhias j&aacute; devem considerar &eacute; que, quando essa&nbsp;tecnologia&nbsp;se tornar onipresente, ser&aacute; necess&aacute;ria uma abordagem centralizada para se destacar no mercado. E essa &eacute; a fun&ccedil;&atilde;o do Centro de Excel&ecirc;ncia de Intelig&ecirc;ncia Artificial (CoE), que j&aacute; tem sido adotado por empresas mais avan&ccedil;adas em IA. A ideia por tr&aacute;s da centraliza&ccedil;&atilde;o &eacute; acabar com o que &eacute; visto em muitos neg&oacute;cios: cada &aacute;rea acessa a TI de maneira individual e utiliza suas pr&oacute;prias ferramentas de dados, o que pode causar perda de tempo, recursos e at&eacute; talento para resolver o mesmo problema. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Intelig&ecirc;ncia Artificial 1: 2021&nbsp;deve ser o ano da intelig&ecirc;ncia artificial e do machine learning, segundo&nbsp;o Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletr&ocirc;nicos (IEEE). As duas tecnologias&nbsp;foram destacadas&nbsp;por um ter&ccedil;o dos CIOs e CTOs&nbsp;do Brasil, China, EUA, &Iacute;ndia e Reino Unido. E as atividades que devem ser mais impactadas s&atilde;o a manufatura, sa&uacute;de e servi&ccedil;os financeiros. O&nbsp;Brasil,dentre 62 pa&iacute;ses, est&aacute; na&nbsp;46&ordf; posi&ccedil;&atilde;o&nbsp;no&nbsp;The Global IA Index, que avalia os n&iacute;veis de investimento, inova&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o de IA. Os l&iacute;deres s&atilde;o EUA, seguidos por China, Reino Unido, Canad&aacute; e Israel. (&Eacute;poca Neg&oacute;cios) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Controle de Produtividade no Home Office: Ap&oacute;s&nbsp;se ver no meio de uma pol&ecirc;mica sobre privacidade, a Microsoft mudou sua nova plataforma que mede a produtividade em home office. O novo recurso da Microsoft 365 chamado Productivity Score&nbsp;n&atilde;o permite mais&nbsp;que as empresas coletem dados individuais dos funcion&aacute;rios. Agora, s&oacute; t&ecirc;m acesso aos n&uacute;meros agregados para saber como est&atilde;o sendo usados os diferentes produtos. O software cria um ranking, por exemplo, de quem mandou menos e-mails, quem participa menos nas conversas de chats e at&eacute; quem mais desliga a c&acirc;mera durante uma reuni&atilde;o de trabalho. Quem tiver mais pontos &eacute; considerado mais produtivo &mdash; sendo beneficiado. O programa ainda n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel no Brasil. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>A&ccedil;&otilde;es contra o Google: O Texas&nbsp;e mais nove estados americanos entraram com um processo antitruste contra o Google. Esta &eacute; a segunda a&ccedil;&atilde;o antitruste movida contra o Google nos EUA &mdash; em outubro, foi o Departamento de Justi&ccedil;a que abriu processo, ao qual o Texas tamb&eacute;m aderiu. S&oacute; que s&atilde;o diferentes. A&nbsp;a&ccedil;&atilde;o apresentada pelo Texas&nbsp;foca no mercado de publicidade online, principal fonte de receita do Google. J&aacute; a a&ccedil;&atilde;o federal &eacute; no neg&oacute;cio de buscas, com o argumento de que a empresa usou acordos de exclusividade para ampliar seu monop&oacute;lio. E n&atilde;o para por a&iacute;: o Google pode receber mais uma a&ccedil;&atilde;o hoje feita por outro grupo de estados, liderado pelo Colorado. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Facebook X Apple: Em um an&uacute;ncio&nbsp;de p&aacute;gina inteira em jornais americanos, o Facebook criticou a&nbsp;nova pol&iacute;tica de privacidade da Apple. A cr&iacute;tica&nbsp;se refere a uma mudan&ccedil;a no iOS 14 exigindo que os desenvolvedores pe&ccedil;am permiss&atilde;o dos usu&aacute;rios antes de rastre&aacute;-los. Para o Facebook, se a altera&ccedil;&atilde;o for adiante, as pequenas empresas n&atilde;o conseguir&atilde;o encontrar e direcionar os clientes com an&uacute;ncios personalizados, o que afetar&aacute; suas vendas. A Apple j&aacute; come&ccedil;ou a&nbsp;adicionar&nbsp;notifica&ccedil;&otilde;es&nbsp;que especificam quais&nbsp;dados pessoais s&atilde;o coletados pelos aplicativos e como s&atilde;o usados. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente social<\/h2>\n\n\n\n<p>IDH Brasil 1: O Brasil perdeu cinco posi&ccedil;&otilde;es no ranking global do IDH calculado anualmente pelo Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD\/ONU). Os n&uacute;meros divulgados dia 15-12-2020 s&atilde;o referentes a 2019 e ainda n&atilde;o refletem a crise provocada pela pandemia de Covid-19. (Carta Capital)<\/p>\n\n\n\n<p>IDH Brasil 2: O IDH mede, de forma resumida, o progresso de 189 pa&iacute;ses em tr&ecirc;s indicadores:&nbsp;renda, educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de. Atualmente, o Brasil ocupa a 84&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Em compara&ccedil;&atilde;o com 2014, ano de refer&ecirc;ncia usado pela ONU, o Pa&iacute;s caiu duas posi&ccedil;&otilde;es, mas viu o &iacute;ndice passar de 0,756 para 0,765. O Brasil mant&eacute;m-se na categoria &ldquo;Alto Desenvolvimento Humano&rdquo;. A expectativa de vida teve um leve aumento, passando de 75,7 no ano anterior para 75,9 neste ano. Na &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o,&nbsp;o ranking considera que os&nbsp;brasileiros devem ficar 15,4 anos na escola. A realidade, no entanto, &eacute; outra.&nbsp;Na m&eacute;dia, o tempo de estudo no Pa&iacute;s &eacute; de 8 anos &mdash; 0,2 a mais que no ano anterior. O rendimento nacional bruto per capita, que mede o grau de desenvolvimento econ&ocirc;mico de um pa&iacute;s, foi de US$ 14.263 em 2019, uma melhora em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de 2018, de US$ 14.068. (Carta Capital)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pol&iacute;tica<\/h2>\n\n\n\n<p>Pesquisa Datafolha 1: A despeito da<strong>&nbsp;<\/strong>pandemia, a popularidade de Jair Bolsonaro n&atilde;o se alterou. Segundo pesquisa nacional do Datafolha feita entre 8 e 10 de dezembro, ele&nbsp;manteve&nbsp;a avalia&ccedil;&atilde;o &ldquo;&oacute;timo ou bom&rdquo; entre 37% dos entrevistados, o mesmo patamar do levantamento anterior, realizado em agosto. A classifica&ccedil;&atilde;o &ldquo;ruim ou p&eacute;ssimo&rdquo; recuou de 34% para 32%, enquanto &ldquo;regular&rdquo; foi de 27% para 29%. Quando assunto &eacute; pandemia, 42% consideram ruim ou p&eacute;ssima a condu&ccedil;&atilde;o da crise, mas 52%&nbsp;isentam Bolsonaro&nbsp;de responsabilidade. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisa Datafolha 2: A pesquisa&nbsp;do Datafolha que mostrou a estabilidade na&nbsp;avalia&ccedil;&atilde;o positiva&nbsp;de Bolsonaro a despeito da crise da Covid-19 causou surpresa. Entretanto, ao se analisarem os detalhes do levantamento e compar&aacute;-los com pesquisa semelhante de mar&ccedil;o de 2019, fica claro que, embora os n&uacute;meros tenham inclusive melhorado, o&nbsp;perfil da base de apoio do presidente mudou. No ano passado, o apoio a Bolsonaro crescia conforme a renda e a escolaridade dos entrevistados. Agora, essa rela&ccedil;&atilde;o se inverteu, com esses grupos representando a maior rejei&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m cresceram o apoio no Nordeste e a rejei&ccedil;&atilde;o no Sul e no Sudeste. Para especialistas, esse novo perfil de apoio corresponde aos benefici&aacute;rios do aux&iacute;lio emergencial, e pode refluir com o fim do benef&iacute;cio, previsto para a virada do ano. (Globo) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalho Infantil 1: O n&uacute;mero de crian&ccedil;as que trabalham em atividades perigosas ou prejudiciais a sua sa&uacute;de e desenvolvimento, que interferem em sua escolariza&ccedil;&atilde;o, caiu 16,8% entre 2016 e 2019, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) em sua pesquisa PNAD Cont&iacute;nua: Trabalho das Crian&ccedil;as e Adolescentes. Apesar da queda no indicador, o n&uacute;mero absoluto de pessoas em condi&ccedil;&atilde;o de trabalho infantil somava 1,76 milh&atilde;o at&eacute; 2019, o que representa 4,6% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. De acordo com o &oacute;rg&atilde;o, em 2019, a popula&ccedil;&atilde;o entre 5 e 17 anos de idade no Brasil era de 38,28 milh&otilde;es de pessoas, das quais 2 milh&otilde;es realizavam atividades econ&ocirc;micas, ou seja, trabalho remunerado, ou as chamadas atividades de autoconsumo legais ou ilegais. O autoconsumo, em geral, serve ao consumo familiar e vai da cria&ccedil;&atilde;o de animais at&eacute; a constru&ccedil;&atilde;o civil, passando pela fabrica&ccedil;&atilde;o de itens pessoais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalho Infantil 2: Como a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira permite que as crian&ccedil;as de 14 e 15 anos trabalhem como jovem aprendiz e que as de 16 ou 17 anos trabalhem com carteira assinada, desde que exclu&iacute;das atividades noturnas, insalubres e perigosas, somente 1,76 milh&atilde;o constam nas estat&iacute;sticas do trabalho infantil. Nesse universo problem&aacute;tico, 1,2 milh&atilde;o s&oacute; tinham atividade econ&ocirc;mica, 463 mil s&oacute; realizavam atividade de autoconsumo e 108 mil realizavam os dois tipos de trabalho, em geral atuando na rua e em casa. A propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em trabalho infantil na popula&ccedil;&atilde;o vem caindo ano a ano. Em 2016 eram 5,3% no total de brasileiros; em 2017 e 2018, 5% e, em 2019 a fatia cai para 4,6%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Trabalho Infantil 3: Do grupo de 1,54 milh&otilde;es de crian&ccedil;as entre 5 e 17 anos que recebiam alguma remunera&ccedil;&atilde;o por trabalho, legal ou ilegalmente,&nbsp;29,1%, ou 448 mil, residiam em domic&iacute;lios que possu&iacute;am renda oriunda de benef&iacute;cios do Programa Bolsa Fam&iacute;lia ou Benef&iacute;cio de Presta&ccedil;&atilde;o Continuada (BPC). Esse fen&ocirc;meno, de parcela expressiva de crian&ccedil;as que trabalham, vivendo em domic&iacute;lios benefici&aacute;rios de algum programa social &eacute; relevante no campo. T&eacute;cnicos do &oacute;rg&atilde;o informaram que, entre crian&ccedil;as que trabalhavam e estavam em resid&ecirc;ncias benefici&aacute;rias de Bolsa Fam&iacute;lia e BPC, 39,1% faziam trabalho relacionado &agrave; atividade agr&iacute;cola. A concess&atilde;o de benef&iacute;cios sociais &eacute; um dos fatores que permitiram a queda de 16,8% no n&uacute;mero de crian&ccedil;as em situa&ccedil;&atilde;o de trabalho infantil entre 2016 e 2019.&nbsp;(Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Governo<\/h4>\n\n\n\n<p>Pesquisa CNI\/Ibope: Pesquisa realizada pelo Ibope por encomenda da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) mostra que a popularidade do presidente Jair Bolsonaro recuou cinco pontos desde setembro, data do &uacute;ltimo levantamento do mesmo instituto &agrave; entidade. Tr&ecirc;s meses atr&aacute;s, 40% dos brasileiros avaliavam o governo Bolsonaro como bom ou &oacute;timo. Agora s&atilde;o 35%. No sentido oposto, o total de pessoas que classificam a gest&atilde;o como ruim ou p&eacute;ssima avan&ccedil;ou de 29% para 33%. E a taxa dos que julgam como regular oscilou de 29% para 30%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisa XP\/Ipespe: Metade da popula&ccedil;&atilde;o considera que a economia est&aacute; no caminho errado e 48% dos brasileiros avaliam a atua&ccedil;&atilde;o do presidente Jair Bolsonaro para combater a pandemia como ruim ou p&eacute;ssima. Mesmo assim, a aprova&ccedil;&atilde;o do governo mant&eacute;m-se em alta, de 38%, e segue no mesmo patamar desde setembro, quando o valor do aux&iacute;lio emergencial caiu pela metade. O levantamento mostra que o governo &eacute; avaliado como &ldquo;ruim ou p&eacute;ssimo&rdquo; por 35% e regular por 25%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Sal&aacute;rio M&iacute;nimo 2021: O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional a previs&atilde;o para o sal&aacute;rio m&iacute;nimo em 2021. Pela proposta, o valor dever&aacute; ser de R$ 1.088, sem aumento real. O piso salarial brasileiro atualmente &eacute; de R$ 1.045. A proje&ccedil;&atilde;o para o sal&aacute;rio m&iacute;nimo utiliza como base a estimativa para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) deste ano, que &eacute; de 4,11%. (Brasil 247)<\/p>\n\n\n\n<p>Deteriora&ccedil;&atilde;o Fiscal: O quadro apresentado pelo Minist&eacute;rio da Economia no of&iacute;cio em que pede ajustes no projeto de lei de diretrizes mostra como a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica fiscal do pa&iacute;s se deteriorou com a crise do coronav&iacute;rus. A meta de resultado prim&aacute;rio projetada para 2023 no documento enviado &eacute; de um d&eacute;ficit de R$ 150,13 bilh&otilde;es, quase o dobro do projetado em abril deste ano (Valor)&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria: O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou que o Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) segue considerando &ldquo;adequado o atual n&iacute;vel extraordinariamente elevado de est&iacute;mulo&rdquo; produzido pela manuten&ccedil;&atilde;o da Selic em 2% ao ano e pela implanta&ccedil;&atilde;o do &ldquo;forward guidance&rdquo; (prescri&ccedil;&atilde;o futura). Mas reiterou que, em breve, &ldquo;as condi&ccedil;&otilde;es para a manuten&ccedil;&atilde;o do forward guidance podem n&atilde;o mais ser satisfeitas&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Poss&iacute;vel Corrup&ccedil;&atilde;o com Recursos da Educa&ccedil;&atilde;o: Pelo menos&nbsp;R$ 332 milh&otilde;es que deveriam ter sido destinados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica foram pagos&nbsp;indevidamente&nbsp;como honor&aacute;rios a advogados contratados por prefeituras em todo o pa&iacute;s. Auditorias do TCU j&aacute; identificaram pagamentos irregulares de R$ 244,6 milh&otilde;es at&eacute; 2018, e mais de cem a&ccedil;&otilde;es exigindo o ressarcimento j&aacute; foram abertas. Somente um escrit&oacute;rio, que atende a mais de cem munic&iacute;pios recebeu cerca de 188 milh&otilde;es entre 2016 e 2020. (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Recupera&ccedil;&atilde;o Fiscal 1: A C&acirc;mara dos Deputados aprovou, por 381 votos a 57, o projeto de reestrutura&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida dos Estados e que muda tamb&eacute;m o Regime de Recupera&ccedil;&atilde;o Fiscal (RRF) para permitir que Rio Grande do Sul, Goi&aacute;s e Minas Gerais participem do programa, al&eacute;m de uma prorroga&ccedil;&atilde;o do regime para o Rio de Janeiro. O texto tem tr&ecirc;s propostas principais: permitir que os Estados que n&atilde;o cumpriram o teto de gastos em 2018 e 2019 n&atilde;o percam a renegocia&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida com a Uni&atilde;o feita em 2016 (o que obrigaria a aumentar o valor dos repasses); autorizar governadores e prefeitos a ampliarem os empr&eacute;stimos, mediante a realiza&ccedil;&atilde;o de contrapartidas; e, para Estados com maior dificuldade financeira e em situa&ccedil;&atilde;o quase falimentar, a suspens&atilde;o do pagamento da d&iacute;vida federal. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Recupera&ccedil;&atilde;o Fiscal 2: Aos Estados em maior crise, como o Rio, Minas, Rio Grande do Sul e Goi&aacute;s, ser&aacute; permitida a ades&atilde;o ao Regime de Recupera&ccedil;&atilde;o Fiscal por um prazo de nove anos. Durante esse per&iacute;odo, eles n&atilde;o ter&atilde;o que pagar a d&iacute;vida com a Uni&atilde;o, mas precisar&atilde;o cumprir oito contrapartidas, como privatiza&ccedil;&otilde;es, cria&ccedil;&atilde;o de regime de previd&ecirc;ncia complementar, revis&atilde;o do regime jur&iacute;dico dos servidores e redu&ccedil;&atilde;o de 20% dos incentivos fiscais. Cada governador poder&aacute; decidir qual o melhor modelo de privatiza&ccedil;&otilde;es, mas poder&aacute; ser a venda parcial, com ou sem perda de controle. A mudan&ccedil;a diminuiu as resist&ecirc;ncias na oposi&ccedil;&atilde;o e apenas PCdoB e Psol votaram contra. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Perda de Direito a Voto na ONU: O Congresso aprovou projeto de lei que remaneja verbas do Or&ccedil;amento para quitar parte da d&iacute;vida com organismos internacionais e evitar a in&eacute;dita perda de voto na ONU. Os parlamentares, contudo, ignoraram o pedido do Minist&eacute;rio da Economia para repassar R$ 1,9 bilh&atilde;o para o banco dos Brics e, com isso, pode travar R$ 5 bilh&otilde;es financiamentos para o pa&iacute;s. O principal foco das aten&ccedil;&otilde;es era o pagamento de R$ 912 milh&otilde;es para organismos internacionais com os quais o Brasil est&aacute; em d&iacute;vida. Caso o texto n&atilde;o fosse aprovado, haveria o constrangimento de perder o direito de voto na Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) a partir de 1&ordm; de janeiro. Isso porque o Brasil tem at&eacute; o fim de dezembro para pagar pelo menos US$ 113,5 milh&otilde;es de uma d&iacute;vida acumulada de US$ 390 milh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Cidades Rating A: As 713 cidades classificadas com rating &ldquo;A&rdquo; de capacidade de pagamento (Capag), nota m&aacute;xima na classifica&ccedil;&atilde;o da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), investem proporcionalmente mais que as demais. Essas cidades representam 13,2% das 5.422 prefeituras com relat&oacute;rios fiscais de 2019 entregues ao Tesouro e 15,8% da popula&ccedil;&atilde;o total desses munic&iacute;pios. Nos investimentos, por&eacute;m, o quinh&atilde;o dessas cidades &ldquo;A&rdquo; &eacute; maior. Elas s&atilde;o respons&aacute;veis por 24% do valor de investimento agregado no mesmo universo de prefeituras. O investimento por 100 mil habitantes nas cidades nota &ldquo;A&rdquo; &eacute; mais alto do que nos demais munic&iacute;pios. Esse indicador vai a R$ 26,4 milh&otilde;es por 100 mil habitantes no grupo do rating &ldquo;A&rdquo;, valor 33,5% acima dos R$ 19,76 milh&otilde;es de prefeituras com rating &ldquo;B&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Ambiente regulat&oacute;rio<\/h4>\n\n\n\n<p>Lei das Patentes 1: Em vig&ecirc;ncia desde 1996 e alvo de contesta&ccedil;&otilde;es judiciais, a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira sobre patentes est&aacute; perto de mudar. Uma for&ccedil;a-tarefa interministerial, coordenada pela Casa Civil, dever&aacute; propor o envio de um projeto de lei ao Congresso com duas altera&ccedil;&otilde;es significativas na Lei de Propriedade Industrial.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma altera&ccedil;&atilde;o diz respeito &agrave; exig&ecirc;ncia de anu&ecirc;ncia pr&eacute;via da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) na concess&atilde;o de patentes para produtos e processos farmac&ecirc;uticos. A outra altera&ccedil;&atilde;o abrange um trecho da legisla&ccedil;&atilde;o (par&aacute;grafo &uacute;nico do artigo 40) segundo o qual patentes concedidas a mais de dez anos depois do pedido inicial de dep&oacute;sito ganham um &ldquo;b&ocirc;nus&rdquo; no prazo de validade do monop&oacute;lio. Foi uma forma de &ldquo;compensar&rdquo; o atraso excessivo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) na an&aacute;lise dessas solicita&ccedil;&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Lei das Patentes 2: Em relat&oacute;rio, auditores do TCU apresentaram c&aacute;lculos &ldquo;conservadores&rdquo; de que essa prote&ccedil;&atilde;o adicional gerou custo de R$ 906 milh&otilde;es ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de entre 2010 e 2019, na compra de apenas 11 f&aacute;rmacos. Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) indica a possibilidade de economizar at&eacute; R$ 3,8 bilh&otilde;es com medicamentos no SUS, em um per&iacute;odo quatro anos, havendo mudan&ccedil;as no artigo 40. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Lei das Patentes 3: O artigo 40 da lei diz que as patentes t&ecirc;m prote&ccedil;&atilde;o por 20 anos contados a partir do dep&oacute;sito no INPI. Caso elas levem mais de dez anos para serem analisadas pela autarquia, o que frequentemente ocorre devido ao estoque de pedidos, garante um per&iacute;odo &ldquo;n&atilde;o inferior a dez anos&rdquo;, contado a partir da data de concess&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Lei das Patentes 4: O TCU argumenta que o fim dessa extens&atilde;o diminuiria o poder de mercado das ind&uacute;strias farmac&ecirc;uticas transnacionais, que hoje conseguem praticar pre&ccedil;os sem concorr&ecirc;ncia, e abriria espa&ccedil;o para a entrada dos gen&eacute;ricos no sistema p&uacute;blico, reduzindo os custos pela metade. Os auditores conclu&iacute;ram, por exemplo, que medicamentos considerados priorit&aacute;rios pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de s&atilde;o explorados por uma &uacute;nica empresa, em m&eacute;dia, por tempo superior a 23 anos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Marco Legal das Start Ups: A C&acirc;mara dos Deputados aprovou o projeto do marco legal das startups. No meio da proposta, passou tamb&eacute;m, sem muitas resist&ecirc;ncias, uma iniciativa que o governo Bolsonaro tentou aprovar em 2019, como retalia&ccedil;&atilde;o &agrave; imprensa, que &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o na exig&ecirc;ncia de que empresas publiquem seus balan&ccedil;os financeiros em jornais de grande circula&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Fundeb: Ao votar a&nbsp;regulamenta&ccedil;&atilde;o do Fundeb no dia 15-12-2020, o Senado&nbsp;rejeitou a emendas&nbsp;acrescentadas na C&acirc;mara que permitiam o repasse de verbas p&uacute;blicas para escolas do Sistema S e institui&ccedil;&otilde;es ligadas a igrejas. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ambiente global<\/h2>\n\n\n\n<p>Guedes na Reuni&atilde;o do Mercosul: O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, durante reuni&atilde;o de ministros da Economia e de presidentes de bancos centrais do Mercosul e dos Estados Associados da Bol&iacute;via e do Chile, a import&acirc;ncia do bloco se engajar de forma mais &ldquo;din&acirc;mica e flex&iacute;vel&rdquo; com os parceiros comerciais extrarregionais a fim de promover inser&ccedil;&atilde;o internacional &ldquo;atualizada e abrangente&rdquo;. Guedes tamb&eacute;m refor&ccedil;ou o compromisso do governo brasileiro com a agenda de reformas e defendeu o avan&ccedil;o do programa de privatiza&ccedil;&otilde;es, de projetos de concess&otilde;es em setores de servi&ccedil;os e de log&iacute;stica e da agenda de liberaliza&ccedil;&atilde;o comercial. Na reuni&atilde;o, tamb&eacute;m defendeu a necessidade dos membros do Mercosul atuarem de forma mais eficaz para modernizar a Tarifa Externa Comum (TEC), &ldquo;no intuito de contribuir de forma relevante &agrave; agenda de liberaliza&ccedil;&atilde;o comercial regional&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Proposta Uruguaia: Transformando em atitude um discurso repetido h&aacute; anos por diversos governos da regi&atilde;o, mas sem consequ&ecirc;ncias concretas, o Uruguai apresentou na reuni&atilde;o de c&uacute;pula do Mercosul uma proposta formal para que os s&oacute;cios do bloco possam negociar acordos comerciais &ldquo;em velocidades diferentes&rdquo; com outros pa&iacute;ses ou grupos de pa&iacute;ses. Uma decis&atilde;o tomada em 2000 obriga os quatro integrantes do Mercosul &mdash; Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai &mdash; a discutir de forma conjunta seus acordos. Trata-se de uma pr&aacute;tica comum em uni&otilde;es aduaneiras, como a Uni&atilde;o Europeia ou a SACU (cinco pa&iacute;ses da &Aacute;frica Austral), que adotam tarifas &uacute;nicas de importa&ccedil;&atilde;o sobre mercadorias oriundas de fora de seus respectivos grupos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O Meio Ambiente e a Tesla na Alemanha: Mais uma vez,&nbsp;a constru&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica da Tesla foi&nbsp;suspensa na Alemanha. E mais uma vez foi por motivo ambiental. Depois de ter sido barrada no come&ccedil;o do ano por desmatamento, agora, a montadora foi impedida por causa de lagartos e cobras. A Justi&ccedil;a alem&atilde; aceitou o pedido de grupos ambientalistas que dizem que o desmatamento da &aacute;rea pr&oacute;xima a Berlim destruir&aacute; os habitats dessas esp&eacute;cies protegidas. Se for para frente, essa ser&aacute; a primeira f&aacute;brica da Tesla na Europa, que j&aacute; tem duas nos EUA e uma na China. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni&atilde;o Europeia e as Big Techs 1: A UE<strong>&nbsp;<\/strong>apresentou a sua proposta de lei antitruste, que se aprovada pode se tornar uma das regras&nbsp;mais restritivas do mundo&nbsp;contra as big techs. As multas podem chegar at&eacute; 10% de suas receitas e,&nbsp;se descumprirem recorrentemente as regras, seus neg&oacute;cios podem at&eacute; ser desmembrados. O Digital Markets Act&nbsp;determina, por exemplo, mais transpar&ecirc;ncia nas opera&ccedil;&otilde;es e compartilhamento de dados e acesso. E pelo Digital Services Act, as empresas tamb&eacute;m seriam obrigadas a publicarem detalhes de seus anunciantes e fazerem mais para combater conte&uacute;do prejudicial, como discursos de &oacute;dio.&nbsp;Por&eacute;m deve demorar pelo menos dois anos ou mais para serem aprovadas. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>A Uni&atilde;o Europeia e as Big Techs 2: O Twitter se tornou&nbsp;a primeira big tech&nbsp;a ser multada por violar a nova lei de privacidade do bloco. O motivo foi a demora em notificar o &oacute;rg&atilde;o regulador sobre o vazamento de tu&iacute;tes que eram protegidos. A multa de US$ 546 mil foi aplicada pela Comiss&atilde;o de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados da Irlanda, que, pelas novas regras, tornou-se respons&aacute;vel na UE por casos de privacidade envolvendo&nbsp;as big techs e pode tomar uma decis&atilde;o antes de consultar os outros reguladores nacionais. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li><em>Fontes: Jornal Valor, UOL, Canal Meio Newsletter, FGV, Folha, Carta Capital, Brasil 247, &Eacute;poca Neg&oacute;cios e Globo<\/em><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n&uacute;mero de brasileiros que fazem compras dentro de aplicativos, como recursos avan&ccedil;ados ou itens virtuais em jogos, aumentou em dez pontos percentuais este ano, para 60%, em rela&ccedil;&atilde;o a 2019<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":3596,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,23,2245,2246],"tags":[107,2247,2308,2251,1687],"class_list":{"0":"post-14795","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-carlos-placido-teixeira","9":"category-conjuntura","10":"category-paulo-roberto-bretas","11":"tag-cenarios","12":"tag-conjuntura","13":"tag-conjuntura-economica","14":"tag-notas-economicas","15":"tag-perspectivas"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/focado-no-smartphone-consumidores-de-internet.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14795"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14795\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3596"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}