{"id":13933,"date":"2020-10-30T14:38:36","date_gmt":"2020-10-30T17:38:36","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=13933"},"modified":"2020-11-08T10:59:59","modified_gmt":"2020-11-08T13:59:59","slug":"notas-economicas-26-a-30-de-outubro-de-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-26-a-30-de-outubro-de-2020\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas &#8211; 26 a 30 de outubro de 2020"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"697\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia-1024x697.jpg\" alt=\"imagem de galp&atilde;o industrial vazio. Foto: Pixabay\" class=\"wp-image-10450\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia-1024x697.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia-300x204.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia-768x523.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia-696x474.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Segundo a CNI, a falta ou alto custo de insumos tornou-se o principal problema enfrentado pelas empresas no terceiro trimestre<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Acontecimentos que marcaram o notici&aacute;rio pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico da semana<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Paulo Roberto Bretas<br>Economista e Conselheiro do Corecon-MG<\/em><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Nos &uacute;ltimos dez anos, a despesa com folha de pagamento, incluindo Uni&atilde;o, Estados e munic&iacute;pios, subiu de 12,1% em 2010 para 13,5% em 2020 (dado acumulado em 12 meses at&eacute; agosto). O gasto da Uni&atilde;o, de certa forma, tem se mantido praticamente est&aacute;vel, principalmente, de 2017 para c&aacute;. Em 2020, a despesa da Uni&atilde;o era de 4,4% do PIB. O crescimento nos &uacute;ltimos anos tem sido puxado pelos Estados e munic&iacute;pios. Em dez anos, esses disp&ecirc;ndios subiram 0,8 ponto percentual nas prefeituras, atingindo 4,3% neste ano. J&aacute; nos Estados, a expans&atilde;o foi de 0,5 ponto percentual para 4,8% do PIB, considerando a mesma base de compara&ccedil;&atilde;o. (Valor)<br><\/li><li>O governo central &ndash; que re&uacute;ne as contas do Tesouro Nacional, Previd&ecirc;ncia Social e Banco Central &ndash; registrou d&eacute;ficit prim&aacute;rio de R$ 76,155 bilh&otilde;es em setembro. No mesmo m&ecirc;s do ano passado, as contas haviam ficado negativas em R$ 20,472 bilh&otilde;es. O resultado de setembro &eacute; o pior j&aacute; registrado pelo Tesouro, considerando dados corrigidos. O n&uacute;mero de setembro &eacute; reflexo de um d&eacute;ficit de R$ 58,886 bilh&otilde;es do Tesouro Nacional, de um rombo de R$ 17,226 bilh&otilde;es na Previd&ecirc;ncia Social e de um resultado negativo de R$ 42 milh&otilde;es do Banco Central. No acumulado do ano, o governo central registra um d&eacute;ficit de R$ 677,436 bilh&otilde;es &ndash; tamb&eacute;m o pior da s&eacute;rie. J&aacute; em 12 meses, o d&eacute;ficit prim&aacute;rio chega a R$ 707 bilh&otilde;es, o que representa 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Para o Tesouro, apenas com medidas concretas de controle do crescimento das despesas obrigat&oacute;rias e redu&ccedil;&atilde;o dos d&eacute;ficits ser&aacute; poss&iacute;vel continuar em um ambiente de juros baixos e infla&ccedil;&atilde;o controlada. (Valor)<br><\/li><li>O &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Com&eacute;rcio (Icom) da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV) recuou 3,8 pontos em outubro, passando de 99,6 para 95,8 pontos, interrompendo uma sequ&ecirc;ncia de cinco altas consecutivas iniciada em maio. Em m&eacute;dias m&oacute;veis trimestrais, o indicador avan&ccedil;ou 3,2 pontos.(Valor)<br><\/li><li>Gastos com Sa&uacute;de: Na Alemanha, o gasto p&uacute;blico m&eacute;dio com sa&uacute;de em 2015 foi de 9,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ou US$ 4,5 mil per capita. Nos Estados Unidos, 8,5% do PIB, quase US$ 6 mil por habitante. O Reino Unido, cujo sistema p&uacute;blico foi uma das fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para o SUS, investiu 7,9% do PIB em 2015, ou US$ 3,3 mil per capita. J&aacute; o Brasil aplicou apenas 3,8% do PIB, equivalentes a US$ 595 por habitante. (Valor)<br><\/li><li>Desde 2013 o gasto p&uacute;blico federal per capita com sa&uacute;de no Brasil vem caindo e essa tend&ecirc;ncia se acelerou a partir de 2018. No ranking de efici&ecirc;ncia de sistemas nacionais de sa&uacute;de, editado pela ag&ecirc;ncia Bloomberg, h&aacute; 12 anos, o Brasil aparece entre os &uacute;ltimos colocados. Outro indicador de que o SUS n&atilde;o vai bem &eacute; a Pesquisa de Or&ccedil;amentos Familiares (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). No per&iacute;odo 2017-2018, o gasto das fam&iacute;lias com sa&uacute;de equivalia a 8% da renda mensal familiar, em compara&ccedil;&atilde;o a 6,5% em 2002-2003. (Valor)<br><\/li><li>As Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDPs) t&ecirc;m demonstrado efici&ecirc;ncia na transfer&ecirc;ncia de tecnologia do setor privado aos laborat&oacute;rios estatais. H&aacute; redu&ccedil;&atilde;o de custos de produ&ccedil;&atilde;o em larga escala com algum benef&iacute;cio tribut&aacute;rio para atender, principalmente, ao Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS). (Valor)<br><\/li><li>Bruno Carazza: &ldquo;O que pouca gente sabe &eacute; que a propriedade de jatinhos de luxo n&atilde;o &eacute; tributada no Brasil, gra&ccedil;as a uma decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal de 2007. Valendo-se de um malabarismo sem&acirc;ntico e de uma fr&aacute;gil interpreta&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica da legisla&ccedil;&atilde;o, o ministro Gilmar Mendes convenceu a maioria de seus pares de que a determina&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o de instituir impostos sobre a &ldquo;propriedade de ve&iacute;culos automotores&rdquo; (art. 155, III) s&oacute; se aplica a ve&iacute;culos terrestres, n&atilde;o devendo ser estendida a aeronaves e embarca&ccedil;&otilde;es (RE 379.572-4). A partir da&iacute;, ao contr&aacute;rio dos pobres mortais que pagam IPVA sobre seus carrinhos, os jatos, helic&oacute;pteros, iates e lanchas dos multimilion&aacute;rios est&atilde;o isentos&rdquo;. (Valor)<br><\/li><li>Marcelo Nery 1: &ldquo;O Brasil tinha uma situa&ccedil;&atilde;o fiscal das piores da Am&eacute;rica Latina e fomos mais generosos do que quase a totalidade dos pa&iacute;ses nas despesas fiscais. Vamos ter que buscar solu&ccedil;&otilde;es parciais, pois n&atilde;o temos condi&ccedil;&otilde;es [fiscais] de enfrentar a escala do problema. Uma solu&ccedil;&atilde;o &eacute; [construir] um Bolsa Fam&iacute;lia 2.0, que fosse no m&aacute;ximo a 70 bilh&otilde;es de reais. O que se pode fazer &eacute;, de um lado, fazer esse programa social mais robusto e, por outro, avisar as pessoas que o pior est&aacute; por vir. O Brasil foi generoso, mas n&atilde;o sei se fomos s&aacute;bios. Saberemos daqui a um ano&rdquo;. (Carta Capital)<br><\/li><li>Marcelo Nery 2: &ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de trabalho teve um efeito amortecedor. A perda de renda continuou, mas a redu&ccedil;&atilde;o da jornada deu uma chance para manter o emprego das pessoas. S&oacute; que, assim como o aux&iacute;lio, &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria. Os indicadores trabalhistas s&atilde;o ruins &ndash; est&atilde;o recuperando pouco -, mas o desemprego nem aumentou tanto, apesar de ter 14 milh&otilde;es de desempregados, um recorde. &Eacute; s&oacute; o come&ccedil;o, porque ele vai aumentar mais. Os pobres n&atilde;o sentiram todas as dores por conta das anestesias. Quando elas passarem, o efeito vai ser mais duro&rdquo;. (Carta Capital)<br><\/li><li>Embora seja consenso entre economistas a avalia&ccedil;&atilde;o de que a Selic deve se manter nas m&iacute;nimas hist&oacute;ricas e a normaliza&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica monet&aacute;ria ser&aacute; gradual, o mercado come&ccedil;a a mostrar inseguran&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o a essa tese. Os juros futuros encerraram a semana passada na B3 precificando uma taxa b&aacute;sica de 5,5% no fim de 2021 &ndash; processo que ganhou ainda mais for&ccedil;a ap&oacute;s a divulga&ccedil;&atilde;o do elevado IPCA-15 de outubro (0,94%).<br><\/li><li>De olho na &Aacute;frica: A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que as tecnologias agr&iacute;colas brasileiras podem ser adaptadas e adotadas pelos pa&iacute;ses africanos para gerar desenvolvimento e renda no continente. Ela tamb&eacute;m defendeu menos protecionismo no com&eacute;rcio mundial de alimentos como forma de melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida no campo das na&ccedil;&otilde;es mais pobres. O Brasil tenta se reaproximar da &Aacute;frica ap&oacute;s um &ldquo;erro estrat&eacute;gico&rdquo;, como define o presidente da Embrapa, Celso Moretti, que foi a sa&iacute;da dos projetos em conjunto com o continente. Agora, o foco &eacute; levar empresas privadas para l&aacute;. (Valor)<br><\/li><li>A Sondagem Industrial, pesquisa da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), aponta nova acelera&ccedil;&atilde;o da atividade industrial, em setembro, com aumento significativo das contrata&ccedil;&otilde;es. O &iacute;ndice de evolu&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o atingiu 59,1 pontos no m&ecirc;s passado, sua quarta alta mensal consecutiva, de 0,4 ponto na compara&ccedil;&atilde;o com agosto, e bem acima da linha divis&oacute;ria de 50 pontos. O &iacute;ndice de evolu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de empregados &eacute; o maior valor da s&eacute;rie hist&oacute;rica mensal, iniciada em janeiro de 2011, o que denota que a alta das contrata&ccedil;&otilde;es em setembro, em rela&ccedil;&atilde;o a agosto, foi bastante significativa. (Valor)<br><\/li><li>O mercado de trabalho abriu em setembro 313.564 vagas l&iacute;quidas com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado ontem pelo Minist&eacute;rio da Economia. Para economistas, o grosso das demiss&otilde;es previstas deste ano j&aacute; aconteceu, e a recupera&ccedil;&atilde;o dos empregos continua a ser sustentada, em boa dose, pelas medidas de prote&ccedil;&atilde;o do emprego do governo federal, com impulso de uma retomada das atividades mais acelerada nas grandes cidades. (Valor)<br><\/li><li>A Utiliza&ccedil;&atilde;o da Capacidade Instalada (UCI) da ind&uacute;stria ficou em 72% em setembro, aumento de 1 ponto percentual em rela&ccedil;&atilde;o a agosto. O &iacute;ndice de UCI efetiva em rela&ccedil;&atilde;o ao usual passou a situar-se acima da linha divis&oacute;ria, em 50,4 pontos; o indicador mostra que a atividade industrial est&aacute; operando acima do n&iacute;vel usual para o m&ecirc;s. Desde novembro de 2010, quando registrou 50,5 pontos, o &iacute;ndice n&atilde;o mostrava aquecimento excepcional da atividade industrial. (Valor)<br><\/li><li>Segundo a CNI, a falta ou alto custo de insumos tornou-se o principal problema enfrentado pelas empresas no terceiro trimestre e elevada carga tribut&aacute;ria caiu para a segunda posi&ccedil;&atilde;o. A alta volatilidade e a intensa desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real em rela&ccedil;&atilde;o ao d&oacute;lar americano, com efeitos nos pre&ccedil;os de insumos, fizeram a taxa de c&acirc;mbio subir da quarta para a terceira posi&ccedil;&atilde;o entre os principais problemas da ind&uacute;stria. As expectativas dos empres&aacute;rios se estabilizaram em patamar elevado em outubro, revelando otimismo. (Valor)<br><\/li><li>Nova Guerra Fria: A China disse nesta segunda-feira que aplicar&aacute; san&ccedil;&otilde;es contra tr&ecirc;s fabricantes de armas dos Estados Unidos envolvidos em negocia&ccedil;&otilde;es para vender equipamentos a Taiwan. O an&uacute;ncio &eacute; uma tentativa de Pequim de minar os esfor&ccedil;os dos Estados Unidos para aprofundar os la&ccedil;os de seguran&ccedil;a com a ilha, que o governo do pa&iacute;s asi&aacute;tico reivindica como parte de seu territ&oacute;rio. O Departamento de Estado dos EUA aprovou na semana passada propostas das empresas para vender m&iacute;sseis, foguetes de artilharia, sensores de reconhecimento a&eacute;reo e outros equipamentos a Taiwan. (Valor)<br><\/li><li>A alem&atilde; Bayer fechou um acordo para a compra da empresa de biotecnologia americana AskBio. A companhia pretende pagar at&eacute; US$ 4 bilh&otilde;es na aquisi&ccedil;&atilde;o, sendo US$ 2 bilh&otilde;es no fechamento da transa&ccedil;&atilde;o e US$ 2 bilh&otilde;es futuramente, dependendo do cumprimento de metas. A opera&ccedil;&atilde;o representa uma aposta da Bayer em terapia gen&eacute;tica avan&ccedil;ada, procedimento em que um gene funcional &eacute; inserido no corpo para combater os efeitos de uma doen&ccedil;a causada por um gene ausente ou defeituoso. (Valor)<br><\/li><li>A pandemia levou o governo central a aumentar seus gastos para proteger a popula&ccedil;&atilde;o mais pobre e os empregos. As despesas extras est&atilde;o estimadas em R$ 586 bilh&otilde;es, o que far&aacute; com que as contas do governo central encerrem este ano com um d&eacute;ficit estimado em R$ 871 bilh&otilde;es. Sem a pandemia, o governo terminaria o ano com um rombo de R$ 124 bilh&otilde;es. Ou seja, j&aacute; havia um d&eacute;ficit contratado antes da crise. As a&ccedil;&otilde;es do governo brasileiro no enfrentamento &agrave; pandemia chegaram a 8,4% do Produto Interno Bruto (PIB), mais do que a m&eacute;dia de 7% do PIB das economias avan&ccedil;adas. (Valor)<br><\/li><li>O processo antitruste do governo americano contra o Google pode colocar em risco uma das parcerias mais lucrativas &mdash; e secretas &mdash; do mercado. Segundo o New York Times, &eacute; estimado que o Google pague a Apple entre US$ 8 bilh&otilde;es a US$ 12 bilh&otilde;es por ano para ser o principal buscador nos seus dispositivos. Esse seria o maior gasto anual individual do Google e corresponde 14% a 21% do lucro anual da Apple. Com o fim do acordo, que j&aacute; dura 15 anos, o Google, no entanto, &eacute; quem mais sairia perdendo: a Apple poderia se ver obrigada a adquirir ou desenvolver seu pr&oacute;prio mecanismo de busca, o que poderia tornar mais dif&iacute;cil o acesso ao Google nos seus dispositivos. (Valor)<br><\/li><li>O Brasil deve planejar com cuidado o futuro leil&atilde;o para ocupar a nova frequ&ecirc;ncia celular a ser aberta no pa&iacute;s, o 5G, dadas suas implica&ccedil;&otilde;es na concorr&ecirc;ncia do mercado, recomenda a Organiza&ccedil;&atilde;o para Coopera&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE). A organiza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m sugere uma ag&ecirc;ncia reguladora unificada para os setores de comunica&ccedil;&atilde;o e radiodifus&atilde;o, al&eacute;m de taxa&ccedil;&atilde;o menor no segmento. (Valor)<br><\/li><li>Em 2019, o BID publicou estudo estimando em at&eacute; US$ 68 bilh&otilde;es por ano (RS$ 382,9 bilh&otilde;es no cambio atual) o custo no Brasil de inefici&ecirc;ncias na aloca&ccedil;&atilde;o dos recursos p&uacute;blicos e na forma de execu&ccedil;&atilde;o de programas e projetos, como nas compras governamentais, gest&atilde;o do funcionalismo p&uacute;blico e transfer&ecirc;ncias de recursos. (Valor)<br><\/li><li>O governo brasileiro n&atilde;o tem honrado seus compromissos com a maioria dos organismos internacionais, fundos e bancos multilaterais. Do total de pagamentos previstos para o ano (R$ 4,216 bilh&otilde;es), foram desembolsados apenas R$ 15,4 milh&otilde;es para nove organismos internacionais, faltando um pouco mais de dois meses para terminar o ano. Atualmente, o Brasil faz parte de 13 miss&otilde;es de paz, 106 organiza&ccedil;&otilde;es intergovernamentais, oito bancos multilaterais e dez fundos internacionais. Mesmo sem honrar os compromissos que tem com organismos internacionais, o governo tenta conseguir uma cadeira na Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE). (Valor)<br><\/li><li>Amea&ccedil;ado de perder investimentos internacionais e correndo o risco de n&atilde;o ver aprovado o acordo de livre com&eacute;rcio com a Uni&atilde;o Europeia (UE) por causa da gest&atilde;o da pol&iacute;tica ambiental, o governo colocou o meio ambiente como uma das cinco diretrizes da Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento para o Brasil no per&iacute;odo de 2020 a 2031, publicada dia 27-10-2020, n forma do Decreto 10.531. (Valor)<br><\/li><li>CNI: Os servidores p&uacute;blicos representavam 5,6% popula&ccedil;&atilde;o brasileira em 2016, &iacute;ndice baixo se comparado &agrave; m&eacute;dia de 9,6% dos pa&iacute;ses que integram a Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE). As despesas do governo brasileiro com a folha de pagamento (ativo e inativos) s&atilde;o consideradas elevadas e correspondem a um percentual do Produto Interno Bruto (PIB) pr&oacute;ximo, ou at&eacute; superior ao de pa&iacute;ses ricos e reconhecidos pelo tamanho grande do Estado. No Brasil, o gasto com pessoal corresponde a 13,4% do PIB em 2018, sendo que a m&eacute;dia da OCDE &eacute; de 9,9%. As informa&ccedil;&otilde;es constam de nota econ&ocirc;mica &ldquo;O peso do funcionalismo p&uacute;blico no Brasil em compara&ccedil;&atilde;o com outros pa&iacute;ses&rdquo;, elaborada pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). No documento, encaminhado para autoridades do governo, l&iacute;deres partid&aacute;rios e presidentes da C&acirc;mara e do Senado, a entidade defende a aprova&ccedil;&atilde;o da reforma administrativa (PEC 33\/2020). (Valor)<br><\/li><li>A China quer que todos os ve&iacute;culos novos vendidos no pa&iacute;s a partir de 2035 sejam &ldquo;ecologicamente corretos&rdquo;, uma medida que faz parte de uma meta maior de redu&ccedil;&atilde;o de emiss&otilde;es de gases poluentes e que pode beneficiar montadoras japonesas como a Toyota, especializada em motores h&iacute;bridos. (Valor)<br><\/li><li>A Inten&ccedil;&atilde;o de Consumo das Fam&iacute;lias (ICF), medida pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), subiu 0,9% entre setembro e outubro, para 68,7 pontos &ndash; mas ainda cai 26,4% ante outubro de 2019. A pontua&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice para um m&ecirc;s de outubro &eacute; a pior desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie hist&oacute;rica, em janeiro de 2010, detalhou a CNC. Al&eacute;m disso, a entidade informou que o saldo positivo na compara&ccedil;&atilde;o com setembro n&atilde;o impediu o &iacute;ndice de permanecer abaixo de 100 pontos, ou seja, aqu&eacute;m do quadrante favor&aacute;vel.<br><\/li><li>Cientistas brasileiros e americanos aperfei&ccedil;oaram uma t&eacute;cnica de produ&ccedil;&atilde;o de bioinsumos que pode reduzir significativamente os custos e o tempo de obten&ccedil;&atilde;o de fungos pelas empresas de defensivos biol&oacute;gicos para a agricultura.<br><\/li><li>Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento 1: O crescimento m&eacute;dio do Produto Interno Bruto (PIB) pode ficar em 3,5% ao ano com a implementa&ccedil;&atilde;o da agenda de reformas ampla, segundo a Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento para o Brasil no per&iacute;odo de 2020 a 2031, publicada dia 27-10-2020, no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU), na forma do Decreto n&ordm; 10.531. Em um cen&aacute;rio moderado, com a aprova&ccedil;&atilde;o de reformas macroecon&ocirc;micas, mas poucas reformas microecon&ocirc;micas, o crescimento m&eacute;dio no per&iacute;odo ficaria em 2,2%. O documento traz um terceiro cen&aacute;rio, de &ldquo;desajuste fiscal explosivo&rdquo;, para o qual n&atilde;o foram feitas proje&ccedil;&otilde;es, mas foi dada a indica&ccedil;&atilde;o do risco de o pa&iacute;s n&atilde;o conseguir mais refinanciar sua d&iacute;vida. Os tr&ecirc;s cen&aacute;rios consideram um ambiente internacional neutro. (Valor)<br><\/li><li>Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento 2: No cen&aacute;rio de refer&ecirc;ncia, que considera a aprova&ccedil;&atilde;o de reformas macroecon&ocirc;micas, o crescimento acumulado no per&iacute;odo de 2020 a 2031 ficaria em 27%, com o PIB per capita avan&ccedil;ando 1,6% ao ano e chegando a 19,1% no per&iacute;odo. A taxa de investimento m&eacute;dia ficaria em 17,5% do PIB anuais, sendo 1,8% do PIB em infraestrutura. A produtividade geral cresceria 0,5% m&eacute;dios por ano, com a produtividade do trabalho avan&ccedil;ando 0,8%. (Valor)<br><\/li><li>Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento 3: No cen&aacute;rio chamado transformador, com &ldquo;amplas reformas e avan&ccedil;o na escolaridade&rdquo;, o crescimento do PIB acumulado no per&iacute;odo ficaria em 46,4%. O PIB per capita teria eleva&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 2,9% por ano e 37,2% no acumulado do per&iacute;odo. A taxa de investimento ficaria em 19,5% do PIB, sendo 2,9% do PIB em infraestrutura. A produtividade geral avan&ccedil;aria 1% ao ano, sendo que a produtividade do trabalho cresceria 2%. (Valor)<br><\/li><li>Estrat&eacute;gia Federal de Desenvolvimento 4: O terceiro cen&aacute;rio n&atilde;o contempla a aprova&ccedil;&atilde;o de reformas que permitam conter a eleva&ccedil;&atilde;o dos gastos p&uacute;blicos obrigat&oacute;rios. &ldquo;Isso poderia manter as contas p&uacute;blicas em uma trajet&oacute;ria explosiva, o que aumentando a desconfian&ccedil;a dos investidores em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade da d&iacute;vida p&uacute;blica, elevando os pr&ecirc;mios de risco requeridos e desencadeando, em algum momento ao longo dos pr&oacute;ximos anos, uma crise de confian&ccedil;a que poderia impossibilitar o refinanciamento da d&iacute;vida.&rdquo; (Valor)<br><\/li><li>O estoque de cr&eacute;dito banc&aacute;rio para as micro, pequenas e m&eacute;dias empresas (MPME) atingiu a velocidade anual de crescimento de 28% em setembro, puxado pelo conjunto de iniciativas que o governo tomou para prover linhas de financiamento a esse segmento durante a pandemia. O cr&eacute;dito a MPME est&aacute; sendo puxado por linhas tempor&aacute;rias com garantias oficiais &ndash; e requerimentos mais leves de capital at&eacute; o fim do ano -, ainda h&aacute; d&uacute;vidas sobre o que vai sustentar a expans&atilde;o do cr&eacute;dito ao segmento quando as iniciativas expirarem. (Valor)<br><\/li><li>No ano passado, o estoque de cr&eacute;dito &agrave;s empresas encolheu 0,1%, enquanto que os empr&eacute;stimos &agrave;s fam&iacute;lias avan&ccedil;aram 10,7%. A pandemia alterou a configura&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito banc&aacute;rio. No per&iacute;odo de 12 meses at&eacute; setembro, o cr&eacute;dito a pessoas jur&iacute;dicas avan&ccedil;ou 18,3%, enquanto que para pessoas f&iacute;sicas cresceu 5,11%. (Valor)<br><\/li><li>Enquanto a Selic est&aacute; em 2%&hellip; : Os juros m&eacute;dios cobrados pelos bancos de pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas voltaram a cair entre agosto e setembro, de 18,6% ao ano para 18,1%, assim como os spreads banc&aacute;rios, que encolheram de 14,9 pontos percentuais para 14,3 pontos. A inadimpl&ecirc;ncia recuou de 2,6% para 2,4%. (Valor)<br><\/li><li>A D&iacute;vida P&uacute;blica Federal (DPF) subiu 2,59% em termos nominais na passagem de agosto para setembro, somando R$ 4,526 trilh&otilde;es. O n&uacute;mero ainda est&aacute; abaixo da meta estabelecida no Plano Anual de Financiamento (PAF), que determina uma oscila&ccedil;&atilde;o entre R$ 4,6 trilh&otilde;es e R$ 4,9 trilh&otilde;es em 2020. A D&iacute;vida P&uacute;blica Mobili&aacute;ria Federal Interna (DPMFi) registrou uma alta de 2,56%, para R$ 4,280 trilh&otilde;es em setembro. A D&iacute;vida Federal Externa somou R$ 245,89 bilh&otilde;es (US$ 43,59 bilh&otilde;es), o que representa uma alta de 3,21% na compara&ccedil;&atilde;o com os n&uacute;meros de agosto. O percentual vincendo da d&iacute;vida em 12 meses ficou em 26,03% da DPF, contra 21,65% em agosto. O prazo m&eacute;dio da DPF fechou setembro em 3,83 anos, ante 3,90 anos em agosto. (Valor)<br><\/li><li>O custo m&eacute;dio acumulado nos &uacute;ltimos 12 meses do estoque da DPF fechou setembro em 8,72%, um avan&ccedil;o em rela&ccedil;&atilde;o ao &iacute;ndice de 8,54% ao ano registrado em agosto. J&aacute; o custo m&eacute;dio da DPMFi fechou o m&ecirc;s em 7,33%, depois de marcar 7,29% ao ano no m&ecirc;s anterior. No caso das emiss&otilde;es, o custo m&eacute;dio em ofertas p&uacute;blicas da DPMFi acumulado em 12 meses foi de 4,64% em setembro, ante 4,85% no m&ecirc;s anterior. (Valor)<br><\/li><li>Depois da onda das cervejas com duplo ou triplo malte, chegou a vez do l&uacute;pulo. Grandes cervejarias come&ccedil;am a investir na produ&ccedil;&atilde;o nacional da mat&eacute;ria-prima e testar a aceita&ccedil;&atilde;o dos consumidores com edi&ccedil;&otilde;es limitadas de cervejas especiais. Mas a inten&ccedil;&atilde;o no longo prazo, segundo as companhias, &eacute; ter uma produ&ccedil;&atilde;o regular no pa&iacute;s, reduzindo a depend&ecirc;ncia das importa&ccedil;&otilde;es. O l&uacute;pulo &eacute; uma planta natural de regi&otilde;es de clima temperado e os &oacute;leos essenciais extra&iacute;dos da sua flor s&atilde;o usados na produ&ccedil;&atilde;o da cerveja. No passado, o l&uacute;pulo era usado principalmente para conserva&ccedil;&atilde;o da bebida. Hoje ela &eacute; mais usada para dar amargor e aroma &agrave; cerveja. Existem no mundo em torno de 400 variedades de l&uacute;pulo. No Brasil, s&atilde;o produzidas 40 variedades, origin&aacute;rias dos Estados Unidos e da Alemanha. (Valor)<br><\/li><li>Com a press&atilde;o para alternativas mais sustent&aacute;veis, &ocirc;nibus e bicicletas se tornar&atilde;o os principais meios de transporte urbano. Essa &eacute; avalia&ccedil;&atilde;o de mais de 340 especialistas de 56 pa&iacute;ses. Eles defendem que, para se preparar para uma mobilidade urbana descarbonizada at&eacute; 2050, os gestores devem focar em investimentos no transporte p&uacute;blico, meios de transporte ativos, servi&ccedil;os de mobilidade compartilhados, bem como planejamento urbano sustent&aacute;vel, junto com a promo&ccedil;&atilde;o do ciclismo e da caminhada. (Meio)<br><\/li><li>E cada vez mais surgem novas vers&otilde;es sustent&aacute;veis: A Universidade de T&oacute;quio criou os ve&iacute;culos Poimo (Portable and Inflatable Mobility), algo como mobilidade port&aacute;til e infl&aacute;vel. Os prot&oacute;tipos de motos, bicicletas e scooters s&atilde;o movidos por um pequeno motor el&eacute;trico e constru&iacute;dos a partir de v&aacute;rias pe&ccedil;as infl&aacute;veis interligadas que podem ser dobradas e colocadas em uma mochila. (Globo) (Meio)<br><\/li><li>A Bosch, junto com a Ford, apresentou um sistema de estacionamento automatizado, que interliga a dire&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma do carro &agrave; infraestrutura de comunica&ccedil;&atilde;o da garagem e a um aplicativo de celular. Pelo sistema, o motorista desce do carro em um ponto espec&iacute;fico para desembarque e aciona os comandos pelo celular para que o ve&iacute;culo busque uma vaga e estacione automaticamente. Quando quiser retornar, s&oacute; acionar novamente o app para o carro busc&aacute;-lo em um determinado ponto. A ideia &eacute; economizar at&eacute; 20% no espa&ccedil;o das garagens. No entanto, ainda demora para ser implantado de forma concreta. (Estad&atilde;o) (Meio)<br><\/li><li>Em meio a recordes de desmatamento na Amaz&ocirc;nia e de focos de inc&ecirc;ndio no Pantanal, entrou no ar dia 28-10-2020 o site &ldquo;Sinal de Fuma&ccedil;a&rdquo;, um portal bil&iacute;ngue que fez um levantamento com mais de 220 textos que narram, em uma linha do tempo, os principais eventos ligados ao meio ambiente desde outubro de 2018. (Carta Capital)<br><\/li><li>Infla&ccedil;&atilde;o: A alta mais disseminada dos pre&ccedil;os no &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo &ndash; 15 (IPCA-15) de outubro acendeu um sinal de alerta e mostrou que o repasse das press&otilde;es de custos no atacado n&atilde;o est&aacute; mais limitado somente &agrave; parte de alimenta&ccedil;&atilde;o. O n&iacute;vel bastante pressionado das cota&ccedil;&otilde;es agropecu&aacute;rias indica que a infla&ccedil;&atilde;o de alimentos vai continuar incomodando, e mesmo no setor de servi&ccedil;os, que teve o n&iacute;vel de atividade mais afetado pela pandemia e se recupera mais lentamente, a infla&ccedil;&atilde;o j&aacute; deu sinais incipientes de reacelera&ccedil;&atilde;o. (Valor)<br><\/li><li>O presidente Jair Bolsonaro decidiu sancionar integralmente a lei sobre a prorroga&ccedil;&atilde;o de incentivos fiscais destinados ao desenvolvimento das regi&otilde;es Norte, Nordeste e Centro-Oeste, envolvendo montadoras de ve&iacute;culos ou fabricante de autope&ccedil;as. (Valor)<br><\/li><li>O Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) vai emitir um alerta ao Minist&eacute;rio da Economia sobre a aus&ecirc;ncia de meta fiscal para o ano que vem. De acordo com o &oacute;rg&atilde;o de controle, a metodologia prevista na proposta de Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO) de 2021 est&aacute; em desacordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). (Valor)<br><\/li><li>O ex-porta-voz da Presid&ecirc;ncia Ot&aacute;vio do R&ecirc;go Barros fez uma s&eacute;rie de cr&iacute;ticas indiretas ao presidente Jair Bolsonaro, em artigo publicado no jornal &ldquo;Correio Braziliense&rdquo;. Sem citar o nome do ocupante do Pal&aacute;cio do Planalto, R&ecirc;go Barros afirmou que o poder &ldquo;inebria, corrompe e destr&oacute;i&rdquo;. O antigo auxiliar critica tamb&eacute;m auxiliares presidenciais que se comportam como &ldquo;seguidores subservientes&rdquo;. (Valor)<br><\/li><li>Aproximadamente seis milh&otilde;es de adolescentes brasileiros que est&atilde;o, hoje, na escola, mas em situa&ccedil;&atilde;o de defasagem nos estudos, correm o risco de abandonar o sistema educacional. Os dados, agravados no contexto da pandemia da covid-19, foram apresentados pelo Fundo das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Inf&acirc;ncia (Unicef), pouco antes do lan&ccedil;amento de programa para acelerar a inclus&atilde;o de popula&ccedil;&otilde;es vulner&aacute;veis no mercado de trabalho. (Valor)<br><\/li><li>A plataforma digital &ldquo;Um milh&atilde;o de oportunidades&rdquo; da Unicef tem quatro eixos que contemplam a garantia de acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o, com busca ativa de crian&ccedil;as fora da escola; a inclus&atilde;o digital, com facilita&ccedil;&atilde;o da conex&atilde;o entre jovens e empresas que ofere&ccedil;am oportunidades; o desenvolvimento do empreendedorismo jovem; e a oferta efetiva de vagas, com chances de crescimento. (Valor)<br><\/li><li>A evas&atilde;o escolar gera custo social de R$ 214 bilh&otilde;es anuais no Brasil, com cada jovem em fase produtiva deixando de ganhar R$ 159 mil por ano por n&atilde;o ter acesso a empregos de qualidade. As remunera&ccedil;&otilde;es daqueles que n&atilde;o se formam s&atilde;o entre 20% e 25% menores que as dos demais. (Valor)<br><\/li><li>O Brasil sofreu a terceira maior queda na entrada de investimento externo direto (IED) no primeiro semestre entre os grandes pa&iacute;ses que recebem esses fluxos, em meio ao impacto da pandemia de covid-19, segundo levantamento da Ag&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Com&eacute;rcio e o Desenvolvimento (Unctad). O Brasil sofreu bem mais do que a m&eacute;dia dos pa&iacute;ses em desenvolvimento, que se mostraram mais resilientes e registraram contra&ccedil;&atilde;o de IED de 16% entre janeiro e junho. A baixa de IED para o Brasil foi de 48%. Passou de US$ 34,857 bilh&otilde;es no primeiro semestre de 2019 para US$ 18,098 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo deste ano. S&oacute; ficou atr&aacute;s das retra&ccedil;&otilde;es ocorridas na It&aacute;lia (74%) e nos EUA (61%), entre as grandes economias. (Valor)<br><\/li><li>Com a previs&iacute;vel queda nos lucros, multinacionais reduziram em 79% o reinvestimento de ganhos na economia brasileira no primeiro semestre, somando US$ 2,63 bilh&otilde;es em compara&ccedil;&atilde;o a US$ 12,54 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo do ano passado. Normalmente, cerca de 50% dos lucros de filiais estrangeiras s&atilde;o reinvestidos no pa&iacute;s que acolhe o IED. Tamb&eacute;m os investimentos em capital declinaram 42,8%, passando de US$ 21,44 bilh&otilde;es para US$ 12,26 bilh&otilde;es. Assim, multinacionais t&ecirc;m dinheiro em caixa, mas fecharam certas linhas de produ&ccedil;&atilde;o e operam com menor capacidade. (Valor)<br><\/li><li>As economias desenvolvidas tiveram a maior baixa na capta&ccedil;&atilde;o de IED, com menos 75%. A tend&ecirc;ncia foi exacerbada por fluxos negativos para economias europeias. Os fluxos para a Am&eacute;rica do Norte diminu&iacute;ram 56%. (Valor)<br><\/li><li>A Sondagem Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o, divulgada pela da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), mostra que o &iacute;ndice de evolu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de empregados cresceu para 50,1 pontos em setembro. Para a entidade, isso representa a retomada da ind&uacute;stria de constru&ccedil;&atilde;o civil no m&ecirc;s. &Eacute; a quarta alta consecutiva do &iacute;ndice, que se afastou ainda mais da sua m&eacute;dia hist&oacute;rica de 43,9 pontos. O &iacute;ndice &eacute; o maior desde abril de 2012, confirmando o bom momento do emprego do setor. Foram entrevistadas 170 empresas de pequeno porte, 197 de m&eacute;dio porte e 94 grandes, entre 1&ordm; a 14 de outubro de 2020. Os &iacute;ndices variam de 0 a 100, sendo que valores acima dos 50 pontos refletem crescimento do n&iacute;vel de atividade e do emprego. E quanto mais distantes da linha divis&oacute;ria de 50 pontos mais forte e mais disseminado &eacute; esse crescimento. (Valor)<br><\/li><li>Bolsonaro inseriu via decreto as UBS (Unidades B&aacute;sicas de Sa&uacute;de) no Programa de Parcerias de Investimentos da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica (PPI) para estudar alternativas de parcerias com a iniciativa privada. &Eacute; um primeiro passo rumo &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica. Depois, revogou o pr&oacute;prio decreto diante da rea&ccedil;&atilde;o da sociedade diante do temor de privatiza&ccedil;&atilde;o do SUS. Ali&aacute;s, o governo n&atilde;o precisa de decerto para fazer os estudos pretendidos; e nem os estados e munic&iacute;pios teriam recursos para pagar por poss&iacute;veis PPPs. Pergunta: De onde viriam os recursos?<br><\/li><li>PPPs s&atilde;o arranjos entre governo e iniciativa privada para construir e operar servi&ccedil;os como postos de sa&uacute;de, mobilidade urbana, saneamento e pres&iacute;dios, por exemplo. Normalmente envolvem o pagamento de contrapresta&ccedil;&atilde;o por parte do governo, pois s&atilde;o neg&oacute;cios que n&atilde;o se sustentam inteiramente com o pagamento de tarifas, como num modelo de concess&atilde;o.<br><\/li><li>A segunda onda da covid-19 que vai se configurando cada vez mais na Europa e os novos lockdowns, somados &agrave; falta de um novo pacote de est&iacute;mulos &agrave; economia americana, v&atilde;o atrapalhar a recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica global. (Valor)<br><\/li><li>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), circulou nesta semana em Bras&iacute;lia com a miss&atilde;o de buscar ajuda e sa&iacute;das para a desafiadora situa&ccedil;&atilde;o fiscal do Estado. As solu&ccedil;&otilde;es n&atilde;o dependem apenas de Zema e seu secretariado. Minas est&aacute; no vermelho desde 2015 e, segundo o governador, a prioridade de sua gest&atilde;o &eacute; colocar em dia as contas p&uacute;blicas, , sem aumentar a carga tribut&aacute;ria. Por isso, tem procurado articular-se com o governo federal e o Legislativo. Em seu p&eacute;riplo, deixou a mensagem de que retomar&aacute;, logo depois das elei&ccedil;&otilde;es municipais, as negocia&ccedil;&otilde;es com a Assembleia Legislativa para a privatiza&ccedil;&atilde;o da Companhia de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico de Minas Gerais (Codemig). Enquanto isso n&atilde;o se viabiliza, alternativas para tentar aproveitar o potencial da empresa e gerar receita para o Estado continuam a ser constru&iacute;das com a Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) e o Pal&aacute;cio do Planalto. Em outras frentes, ele tentou impulsionar a aprova&ccedil;&atilde;o de uma proposta no Congresso que socorra os Estados. Eleito com a bandeira de privatiza&ccedil;&otilde;es, seu governo tem recebido a ajuda do BNDES para estruturar concess&otilde;es de rodovias e parques. Ele insiste na necessidade de passar a Cemig &agrave; iniciativa privada.<br><\/li><li>Impulsionada por ind&uacute;stria e com&eacute;rcio, a inten&ccedil;&atilde;o de investimentos da iniciativa privada ensaia retomada nos pr&oacute;ximos meses, embora ainda esteja longe de alcan&ccedil;ar patamar pr&eacute;-pandemia, segundo leitura da Sondagem de Investimentos da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV). No levantamento trimestral, ind&uacute;stria, servi&ccedil;os, com&eacute;rcio e constru&ccedil;&atilde;o sinalizam maior inten&ccedil;&atilde;o de investimentos nos pr&oacute;ximos 12 meses at&eacute; o terceiro trimestre, ante o observado de abril a junho &ndash; quando houve retra&ccedil;&atilde;o recorde. Em torno de um ter&ccedil;o dos empres&aacute;rios dos quatro setores ainda demonstra incerteza em fazer investimentos em 12 meses. (Valor)<br><\/li><li>Os &iacute;ndices da Sondagem de Investimentos medem o interesse do empresariado em investir em 12 meses. Quanto mais altos, maior a inten&ccedil;&atilde;o. Acima dos 100 pontos, o indicador &eacute; favor&aacute;vel. Na ind&uacute;stria, o indicador mostrou a mais intensa alta entre os segmentos, com aumento de 47,8 pontos, ante segundo trimestre, para 104,1 pontos. No com&eacute;rcio, subiu 31,7 pontos, para 109,9 pontos; na constru&ccedil;&atilde;o, houve avan&ccedil;o de 29,7 pontos, para 94,3 pontos; e em servi&ccedil;os, alta de 33 pontos, para 91,4 pontos. (Valor)<br><\/li><li>A pandemia da covid-19 deve diminuir de R$ 13 bilh&otilde;es a R$ 40 bilh&otilde;es os recursos de Estados e munic&iacute;pios para financiar a educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em 2020, mostra relat&oacute;rio do Instituto Unibanco e do Todos Pela Educa&ccedil;&atilde;o. O rombo considera tr&ecirc;s cen&aacute;rios de baixa, de 5% a 15%, da arrecada&ccedil;&atilde;o de tributos ligados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e das transfer&ecirc;ncias federais. O relat&oacute;rio diz que &eacute; urgente aprovar a lei regulamenta&ccedil;&atilde;o do novo Fundeb, para que os recursos extras da Uni&atilde;o consigam chegar &agrave;s redes de ensino j&aacute; em 2021. Sancionado como emenda constitucional em agosto de 2020, o Fundeb precisa de uma s&eacute;rie de regulamenta&ccedil;&otilde;es infraconstitucionais para chegar &agrave;s regi&otilde;es mais pobres. (Valor)<br><\/li><li>Paulo Guedes: &Eacute; preciso ter uma cl&aacute;usula de calamidade p&uacute;blica na Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) do Pacto Federativo para criar um sistema de exce&ccedil;&atilde;o para preservar vidas e empregos, caso haja novas ondas de pandemia. (Valor)<br><\/li><li>Depois de defender a desonera&ccedil;&atilde;o da folha a partir da cria&ccedil;&atilde;o do novo tributo sobre transa&ccedil;&otilde;es, o ministro da Economia pediu aos senadores que considerem o tributo &ldquo;morto&rdquo;. Apontou, por outro lado, que n&atilde;o pode apoiar a derrubada do veto &agrave; desonera&ccedil;&atilde;o da folha de 17 setores, pois n&atilde;o h&aacute; fonte de financiamento. (Valor)<br><\/li><li>O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no terceiro trimestre teve crescimento recorde de 33,1% a uma taxa anualizada, superando o recorde anterior de 16,7% no primeiro trimestre de 1950. Por&eacute;m, economistas da Oxford e da Capital Economics pontuam que o desempenho ainda n&atilde;o apaga toda a devasta&ccedil;&atilde;o deixada pelo colapso causado durante o in&iacute;cio da primeira onda da pandemia de covid-19 em mar&ccedil;o e abril e o cen&aacute;rio &eacute; pouco promissor para este fim de ano. (Valor)<br><\/li><li>A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu por liminar a decis&atilde;o do Conama permitindo explora&ccedil;&atilde;o comercial em &aacute;reas de restingas e manguezais. A decis&atilde;o vale at&eacute; que o m&eacute;rito da a&ccedil;&atilde;o seja julgado. Em setembro, o Conama, profundamente esvaziado pelo ministro, havia suspendido tr&ecirc;s resolu&ccedil;&otilde;es que protegiam essas &aacute;reas, abrindo caminho, por exemplo, para a constru&ccedil;&atilde;o de resorts. (Meio)<br><\/li><li>O aumento expressivo das despesas para conter os efeitos da covid-19 tem puxado sucessivos recordes de d&eacute;ficit prim&aacute;rio no governo central. Um valor expressivo de recurso, no entanto, continua &ldquo;empo&ccedil;ado&rdquo; nos minist&eacute;rios. Em setembro, o d&eacute;ficit prim&aacute;rio do governo central &ndash; que re&uacute;ne Tesouro, Previd&ecirc;ncia Social e Banco Central &ndash; foi de R$ 76,2 bilh&otilde;es, patamar mais alto para o per&iacute;odo da s&eacute;rie hist&oacute;rica, iniciada em 1997. Por outro lado, R$ 33,7 bilh&otilde;es do limite autorizado para gasto n&atilde;o havia sido utilizado. (Valor)<br><\/li><li>O pa&iacute;s tinha 33,32 milh&otilde;es de trabalhadores subutilizados no per&iacute;odo de junho a agosto deste ano, 20% acima do mesmo per&iacute;odo de 2019, mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios Cont&iacute;nua (Pnad Cont&iacute;nua), divulgada pelo IBGE. Trata-se de um recorde. (Valor)<br><\/li><li>O contingente de trabalhadores subutilizados, tamb&eacute;m chamada de &ldquo;m&atilde;o de obra desperdi&ccedil;ada&rdquo; compreende desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e os trabalhadores que n&atilde;o buscam emprego, mas gostariam de trabalhar. O contingente corresponde a 30,6% da for&ccedil;a de trabalho ampliada do pa&iacute;s (que soma a for&ccedil;a de trabalho com a for&ccedil;a de trabalho potencial), a chamada taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o. O indicador era de 24,3% no mesmo per&iacute;odo do ano passado. (Valor)<br><\/li><li>A d&iacute;vida bruta dos governos no Brasil avan&ccedil;ou de R$ 6,389 trilh&otilde;es em agosto para R$ 6,533 trilh&otilde;es em setembro, segundo dados do Banco Central (BC). Em rela&ccedil;&atilde;o ao Produto Interno Bruto (PIB), a d&iacute;vida variou de 88,8% para 90,6%. A d&iacute;vida l&iacute;quida do setor p&uacute;blico n&atilde;o financeiro variou de R$ 4,367 trilh&otilde;es, ou 60,7% do PIB, em agosto para R$ 4,432 trilh&otilde;es, ou 61,4% do PIB, em setembro.<br><\/li><li>O Bradesco mergulhou num processo de redu&ccedil;&atilde;o de custos em meio ao aumento dos riscos e ao projeto de <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/digitalizacao\/\" target=\"_self\" title=\"Digitaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; o processo que transforma coisas anal&oacute;gicas, ou seja, algo com exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, como um documento, uma foto, um disco de vinil ou seu ambiente de trabalho, em sistemas ou recursos acess&iacute;veis por computador.\" class=\"encyclopedia\">digitaliza&ccedil;&atilde;o<\/a> acelerado pela pandemia. As medidas v&atilde;o de reformula&ccedil;&atilde;o da rede de ag&ecirc;ncias at&eacute; a terceiriza&ccedil;&atilde;o de algumas fun&ccedil;&otilde;es. Com as mudan&ccedil;as, o banco espera apresentar uma redu&ccedil;&atilde;o nominal &ldquo;significativa&rdquo; das despesas operacionais em 2021, refletindo iniciativas adotadas neste ano. (Valor)<br><\/li><li>O Bradesco informou que reduzir&aacute; sua rede de ag&ecirc;ncias em 1,1 mil unidades neste ano, num movimento j&aacute; em curso. Desse total, 400 baixar&atilde;o as portas efetivamente e 700 ser&atilde;o convertidas em unidades de neg&oacute;cio. Nelas, n&atilde;o h&aacute; caixa nem s&atilde;o realizadas transa&ccedil;&otilde;es, e por isso o custo de opera&ccedil;&atilde;o &eacute; cerca de 30% inferior ao de uma ag&ecirc;ncia. (Valor)<br><\/li><li>Udemy (&ldquo;Global Skills Gap Report&rdquo;): Entre profissionais da &Iacute;ndia, M&eacute;xico, Espanha e Fran&ccedil;a, o Brasil &eacute; o pa&iacute;s em que mais profissionais consideram que existe uma lacuna de habilidades no mercado de trabalho (cerca de 94% dos trabalhadores em tempo integral versus 83% na m&eacute;dia global). Al&eacute;m disso, 75% dos trabalhadores brasileiros acreditam que essa lacuna de habilidades os afeta diretamente &ndash; em 2017, esse percentual era de 66% &ndash; e 91% que tiveram que aprender novas habilidades para fazer seu trabalho com efic&aacute;cia. Nesse cen&aacute;rio, construir uma cultura de aprendizado, que ofere&ccedil;a oportunidades concretas de desenvolvimento e apoie aqueles que buscam requalifica&ccedil;&atilde;o, &eacute; essencial para a competitividade e reten&ccedil;&atilde;o de talentos nas organiza&ccedil;&otilde;es. (Valor)<br><br><strong>Fontes: <\/strong><br> <br>Jornal Valor, G1, IBGE, Canal Meio Newsletter, UOL, Folha, Carta Capital.rnal Valor, G1, IBGE, Canal Meio Newsletter, UOL, Folha, Carta Capital.<\/li><\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acontecimentos que marcaram o notici&aacute;rio pol&iacute;tico e econ&ocirc;mico da semana<\/p>\n","protected":false},"author":16,"featured_media":10450,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2246,2245,22],"tags":[2249,2250],"class_list":{"0":"post-13933","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-paulo-roberto-bretas","8":"category-conjuntura","9":"category-indicadores","10":"tag-cenario-economico","11":"tag-comportamento-da-economia"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/armazem-industria-decadencia.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13933","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13933"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13933\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10450"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}