{"id":13924,"date":"2020-10-30T10:35:22","date_gmt":"2020-10-30T13:35:22","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=13924"},"modified":"2020-11-02T18:54:08","modified_gmt":"2020-11-02T21:54:08","slug":"notas-economicas-19-a-23-de-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/notas-economicas-19-a-23-de-outubro\/","title":{"rendered":"Notas econ\u00f4micas &#8211; 19 a 23 de outubro"},"content":{"rendered":"\n<!--more-->\n\n\n\n<p><strong>Paulo Roberto Bretas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sun Baocheng, presidente da Huawei no Brasil, sobre a possibilidade de o governo Bolsonaro impedir a empresa de participar do 5G. &ldquo;Vai demorar a transforma&ccedil;&atilde;o digital do Brasil. O segundo &eacute; que vai aumentar os custos dos operadores e o terceiro &eacute; que os custos dos operadores v&atilde;o ser transferidos para os consumidores. Os brasileiros v&atilde;o pagar um pre&ccedil;o mais alto pelos servi&ccedil;os [de 5G]. Acho que qualquer tipo de banimento contra a Huawei s&oacute; vai trazer impactos negativos e nenhum ponto positivo. A transforma&ccedil;&atilde;o digital vai demorar porque agora tem muito equipamento da Huawei nas redes do Brasil. Todos est&atilde;o prontos para a evolu&ccedil;&atilde;o de 4G para 5G. Se vai trocar esses equipamentos, vai demorar muito tempo. Se for assim, vai demorar mais anos para a transforma&ccedil;&atilde;o digital. Vamos manter a comunica&ccedil;&atilde;o com o governo para apresentar uma Huawei aberta e transparente. Como fazemos h&aacute; 22 anos. No futuro, vamos continuar a respeitar a lei do Brasil, a soberania digital, a prote&ccedil;&atilde;o dos dados e da privacidade.&rdquo; (Folha) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Paulo Guedes disse que o governo deve desistir do Renda Cidad&atilde; se n&atilde;o conseguir criar espa&ccedil;o fiscal para o novo programa. &ldquo;&Eacute; melhor voltar para o Bolsa Fam&iacute;lia que promover um programa irrespons&aacute;vel&rdquo;. (G1)<\/p>\n\n\n\n<p>A China acelerou sua economia e cresceu 4,9% no terceiro trimestre. O dado, por&eacute;m, veio abaixo da expectativa de economistas, de um crescimento de 5,3%. (Valor) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>A oferta de a&ccedil;&otilde;es em 2020 j&aacute; bateu recorde. O volume financeiro de IPOs e follow-ons at&eacute; o momento supera, nominalmente, em R$ 4,5 bilh&otilde;es toda a capta&ccedil;&atilde;o de 2019 e em R$ 24 bilh&otilde;es o segundo melhor per&iacute;odo da bolsa ocorrido em 2007. Somente em outubro j&aacute; foram realizadas quatro ofertas at&eacute; o momento, que se somam &agrave;s 34 opera&ccedil;&otilde;es conclu&iacute;das entre janeiro e setembro. E o ano pode terminar com uma capta&ccedil;&atilde;o de cerca de R$ 115 bilh&otilde;es. (Valor) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Em agosto, o Brasil quebrou o recorde de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es: registrou 112 opera&ccedil;&otilde;es, volume 65% superior ao do mesmo m&ecirc;s de 2019. Segundo a consultoria PwC Brasil, as opera&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram com foco em crescimento, mas em manuten&ccedil;&atilde;o das atividades. (Estad&atilde;o)<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de seis meses se passaram e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) ainda n&atilde;o liberou um centavo do pacote de R$ 6 bilh&otilde;es para as companhias a&eacute;reas. A proposta de financiamento, anunciada no fim de mar&ccedil;o, &eacute; considerada cara e de uso restrito. Os recursos n&atilde;o podem ser usados, por exemplo, para pagar d&iacute;vidas ou comprar avi&otilde;es, exig&ecirc;ncias que, para as a&eacute;reas, n&atilde;o fazem sentido. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>As negocia&ccedil;&otilde;es demoraram tanto que as empresas a&eacute;reas Gol e Azul ajustaram despesas e formaram caixa suficiente para operar com folga at&eacute; o ano que vem. A Latam tamb&eacute;m ganhou f&ocirc;lego importante com a recupera&ccedil;&atilde;o judicial nos Estados Unidos. Em dezembro termina o prazo para as empresas decidirem se tomar&atilde;o os recursos do pacote do BNDES, que tamb&eacute;m conta com participa&ccedil;&atilde;o de bancos privados. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Dados preliminares da arrecada&ccedil;&atilde;o de setembro prometem uma surpresa positiva nos recolhimentos feitos por micro e pequenas empresas, segundo informa&ccedil;&otilde;es da &aacute;rea t&eacute;cnica. Ao contr&aacute;rio da onda de calotes que se temia, o que se v&ecirc; &eacute; que as empresas est&atilde;o conseguindo pagar os impostos devidos no m&ecirc;s, mais as parcelas que haviam sido suspensas devido &agrave; pandemia. Ainda assim, o governo est&aacute; decidido a n&atilde;o excluir empresas do Simples por inadimpl&ecirc;ncia em 2020. (Valor)<br>Em 2019, 738.605 contribuintes do Simples foram notificados sobre a exist&ecirc;ncia de d&eacute;bitos com a Receita e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, no valor de R$ 21,5 bilh&otilde;es, e que por isso sairiam do programa. Desses, 230 mil regularizaram sua situa&ccedil;&atilde;o e conseguiram permanecer. A cada ano, s&atilde;o exclu&iacute;das de 600 mil a 700 mil empresas, disse o presidente do Sebrae Carlos Melles. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Um &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) deste ano bem maior do que a previs&atilde;o que consta da proposta or&ccedil;ament&aacute;ria de 2021 vai colocar as finan&ccedil;as da Uni&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de virtual &ldquo;shutdown&rdquo;, ou seja, de amea&ccedil;a de paralisa&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os p&uacute;blicos. Na elabora&ccedil;&atilde;o da proposta or&ccedil;ament&aacute;ria, o governo utilizou uma previs&atilde;o para INPC de 2,09%. As proje&ccedil;&otilde;es do mercado apontam, agora, que o &iacute;ndice ficar&aacute; acima de 3%, podendo chegar a 3,2%.O governo estima que o aumento de 0,1 ponto percentual no INPC gera acr&eacute;scimo de R$ 768,3 milh&otilde;es nas despesas da Uni&atilde;o. Isso ocorre porque o INPC reajusta o sal&aacute;rio m&iacute;nimo, que &eacute; o piso dos benef&iacute;cios previdenci&aacute;rios e assistenciais. Al&eacute;m disso, o INPC corrige tamb&eacute;m os benef&iacute;cios previdenci&aacute;rios com valor acima de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de 40 entidades do agroneg&oacute;cio entregaram ao deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da PEC 45\/2019, uma carta com seis propostas que resumem as principais demandas do setor produtivo para a reforma tribut&aacute;ria. Entre elas est&atilde;o a desonera&ccedil;&atilde;o total da cesta b&aacute;sica e dos insumos agropecu&aacute;rios e o tratamento diferenciado &agrave;s cooperativas agropecu&aacute;rias. O texto &eacute; assinado por representantes de produtores rurais, da ind&uacute;stria de defensivos, fertilizantes e ra&ccedil;&otilde;es, de tradings, de processadoras de alimentos voltadas aos mercados interno e externo, de frigor&iacute;ficos e do sistema cooperativista.<\/p>\n\n\n\n<p>O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que o Brasil passa por um ponto de inflex&atilde;o em termos de credibilidade fiscal, a partir do qual &eacute; melhor gastar menos do que mais para estimular o crescimento. Segundo Campos, esse ponto de inflex&atilde;o significa que se o programa de aux&iacute;lio emergencial do governo for mais longo, o custo em termos de credibilidade fiscal ser&aacute; muito maior do que o benef&iacute;cio do gasto em si, considerando o impacto na atividade. Isso acontece, segundo ele, porque a d&iacute;vida p&uacute;blica &eacute; t&atilde;o elevada que cria incertezas que limitam o crescimento, em fun&ccedil;&atilde;o do efeito das expectativas dos agentes. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>63% dos brasileiros que participaram de uma pesquisa encomendada pelo F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial manifestaram preocupa&ccedil;&atilde;o em perder o emprego nos pr&oacute;ximos 12 meses, percentual bem mais alto que a m&eacute;dia de 54% entre os 27 pa&iacute;ses consultados.<br>Dois ter&ccedil;os dos trabalhadores em todo o mundo dizem que podem aprender e desenvolver as habilidades necess&aacute;rias para os empregos do futuro por meio de seu empregador atual. Enquanto quase nove em cada dez trabalhadores na Espanha afirmam ser capazes de adquirir novas habilidades essenciais no trabalho, menos da metade no Jap&atilde;o, Su&eacute;cia e R&uacute;ssia o fazem. No Brasil, 79% manifestaram confian&ccedil;a de adquirir novas qualifica&ccedil;&otilde;es no emprego atual. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) conclamou os governos a buscar um novo motor para o crescimento econ&ocirc;mico. Destacou inquieta&ccedil;&atilde;o, sobretudo, com os dois bilh&otilde;es de trabalhadores informais, sem real prote&ccedil;&atilde;o social. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A &uacute;ltima pesquisa nacional do Ibope sobre a aprova&ccedil;&atilde;o do presidente, conclu&iacute;da em setembro, mostrou uma aprova&ccedil;&atilde;o do governo Bolsonaro por 40% dos entrevistados. Os que consideraram o governo regular somaram 29%. Esse foi o mesmo percentual de brasileiros que consideraram o governo como ruim ou p&eacute;ssimo. Nesta primeira rodada de pesquisa Ibope nas capitais, &eacute; poss&iacute;vel identificar tr&ecirc;s grupos, segundo o patamar de aprova&ccedil;&atilde;o e reprova&ccedil;&atilde;o do presidente. No primeiro est&atilde;o as cidades com aprova&ccedil;&atilde;o dentro da m&eacute;dia nacional, com pequenas varia&ccedil;&otilde;es dentro da margem de erro, como Goi&acirc;nia, Palmas, Jo&atilde;o Pessoa, Macei&oacute;, Macap&aacute;, Belo Horizonte e Natal. <\/p>\n\n\n\n<p>No grupo das cidades com aprova&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia nacional est&atilde;o, al&eacute;m de Boa Vista, cidades como Manaus, Porto Velho, Cuiab&aacute; e Rio Branco. J&aacute; no terceiro grupo das cidades com alto percentual de eleitores que reprovam o governo Bolsonaro est&atilde;o, al&eacute;m de Salvador, cidades como Teresina, Porto Alegre, Fortaleza, S&atilde;o Paulo, Recife, Bel&eacute;m, Vit&oacute;ria e Florian&oacute;polis. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>As energias e&oacute;lica e solar s&atilde;o a forma mais barata de eletricidade nova na maior parte do mundo atualmente. Essa &eacute; a an&aacute;lise da BloombergNEF, que prev&ecirc; um ponto de inflex&atilde;o em cinco anos, quando ser&aacute; mais caro operar uma usina existente de carv&atilde;o ou g&aacute;s natural do que construir parques solares ou e&oacute;licos. As descobertas se somam &agrave;s pesquisas que mostram por que as renov&aacute;veis t&ecirc;m se expandido na maioria dos mercados de energia. A Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia (AIE) disse que a energia solar come&ccedil;a a substituir o carv&atilde;o como a forma mais barata de eletricidade. Mas h&aacute; um limite econ&ocirc;mico para a propaga&ccedil;&atilde;o dessas fontes de energia limpa, disse o economista-chefe da BNEF, Seb Henbest, na confer&ecirc;ncia anual do grupo de pesquisa, em Londres. Haver&aacute; um ponto de satura&ccedil;&atilde;o em cada pa&iacute;s, porque a tecnologia n&atilde;o reduzir&aacute; mais os custos de gera&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com o funcionamento das centrais t&eacute;rmicas existentes. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Essas restri&ccedil;&otilde;es sugerem que as energias renov&aacute;veis n&atilde;o ganhar&atilde;o mais que 70% ou 80% do mercado de gera&ccedil;&atilde;o de eletricidade, dependendo das condi&ccedil;&otilde;es locais. Mesmo na Europa, que tem algumas das pol&iacute;ticas mais rigorosas de incentivo &agrave;s energias renov&aacute;veis e desencoraja combust&iacute;veis f&oacute;sseis, as energias e&oacute;lica e solar provavelmente n&atilde;o ultrapassar&atilde;o 80% da oferta. (Valor)<br>&Agrave; medida que as energias renov&aacute;veis obt&ecirc;m participa&ccedil;&atilde;o no mercado de petr&oacute;leo, g&aacute;s e carv&atilde;o, as companhias de transporte mar&iacute;timo que entregam esses combust&iacute;veis sofrer&atilde;o um impacto. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Uma nova lei permitir&aacute; que a China pro&iacute;ba exporta&ccedil;&otilde;es para proteger sua seguran&ccedil;a nacional, uma medida que pode afetar empresas de tecnologia americanas e que d&aacute; ao pa&iacute;s mais uma arma para a recente disputa comercial com os Estados Unidos. O governo de Donald Trump usou regras do Departamento de Com&eacute;rcio para impedir que companhias chinesas, como a Huawei, tivessem acesso a bens e servi&ccedil;os essenciais produzidos por empresas americanas. A Casa Branca tamb&eacute;m se mobilizou para proteger tecnologias avan&ccedil;adas, como a intelig&ecirc;ncia artificial. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>As pessoas f&iacute;sicas j&aacute; doaram mais de R$ 140 milh&otilde;es para as elei&ccedil;&otilde;es. O levantamento do G1 mostra que mais de 40 mil pessoas transferiram o dinheiro diretamente para os candidatos e outras 2.359 pessoas doaram para os &oacute;rg&atilde;os partid&aacute;rios, que decidem o destino do dinheiro. A principal receita das candidaturas, por&eacute;m, ainda vem dos partidos pol&iacute;ticos &ndash; o montante chega a R$ 327,3 milh&otilde;es. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 161 na&ccedil;&otilde;es, o Brasil teve a maior queda em &iacute;ndice de liberdade de express&atilde;o. Caiu 18 pontos de 2018 para 2019. Na 94&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s ficou atr&aacute;s de todos os pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul, com exce&ccedil;&atilde;o da Venezuela. Segundo o relat&oacute;rio da ONG Artigo 19, a queda &ldquo;se acelerou com a chegada de Jair Bolsonaro ao poder&rdquo;. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Pedro Cafardo: O Brasil &eacute;, de longe, a maior decep&ccedil;&atilde;o entre as quatro grandes pa&iacute;ses emergentes inclu&iacute;dos no hist&oacute;rico trabalho da Goldman Sachs que criou o grupo do Brics &ndash; Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia e China. Se voc&ecirc; quer saber quais desses pa&iacute;ses mais corresponderam &agrave;s previs&otilde;es de crescimento econ&ocirc;mico, basta ler a sigla de traz para frente. A China foi disparadamente melhor, seguindo-se &Iacute;ndia e R&uacute;ssia, com o Brasil na lanterna. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O setor de servi&ccedil;os registrou saldo positivo de vagas com carteira assinada em agosto pela primeira vez desde o in&iacute;cio da pandemia, ao criar 45,4 mil postos, um n&uacute;mero modesto, mas visto com certo al&iacute;vio por analistas. Cerca de 40% dessas vagas, no entanto, s&atilde;o relacionadas a companhias que alugam m&atilde;o de obra tempor&aacute;ria para outras empresas, o que, para especialistas, sinaliza a fragilidade de recupera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; do setor, mas do mercado de trabalho formal como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>O bom resultado da gera&ccedil;&atilde;o de empregos formais apontado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) nos &uacute;ltimos dois meses pode n&atilde;o ser o melhor term&ocirc;metro para avaliar o mercado de trabalho, que segue fr&aacute;gil, alerta o Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (Ibre\/FGV). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>As importa&ccedil;&otilde;es de produtos qu&iacute;micos tiveram aumento consider&aacute;vel em setembro, de 10,2% na compara&ccedil;&atilde;o com agosto, e chegaram a US$ 3,7 bilh&otilde;es, segundo relat&oacute;rio de com&eacute;rcio exterior da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria Qu&iacute;mica (Abiquim). Ao mesmo tempo, as exporta&ccedil;&otilde;es tiveram discreto incremento, de 1,5% na mesma base comparativa, a US$ 871,4 milh&otilde;es. Os produtos qu&iacute;micos mais importados continuam sendo os intermedi&aacute;rios para fertilizantes, com compras externas de US$ 716,7 milh&otilde;es, alta de 11,1% ante agosto. Resinas termopl&aacute;sticas foram os itens mais exportados, com US$ 103,5 milh&otilde;es, com queda de 13,4% frente ao m&ecirc;s imediatamente anterior. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>De janeiro a setembro, as importa&ccedil;&otilde;es de qu&iacute;micos somaram US$ 30,3 bilh&otilde;es, com retra&ccedil;&atilde;o de 9%. J&aacute; as exporta&ccedil;&otilde;es ca&iacute;ram 14,8%, a US$ 8,3 bilh&otilde;es. Em volume, por&eacute;m, as importa&ccedil;&otilde;es at&eacute; setembro foram recorde, com mais de 37 milh&otilde;es de toneladas. Isso equivale a aumento de 6,9% em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano passado &mdash; as 34,6 milh&otilde;es de toneladas daquele per&iacute;odo correspondiam ao recorde anterior. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Apenas 6,3% de um total de 8,4 mil cursos das &aacute;reas de engenharia, arquitetura e sa&uacute;de de institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior privadas e p&uacute;blicas obtiveram a pontua&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima no Enade, avalia&ccedil;&atilde;o que mensura a qualidade dos cursos no pa&iacute;s a partir de provas realizadas com alunos rec&eacute;m-formados. Nesta &uacute;ltima edi&ccedil;&atilde;o, o Enade registrou 391,8 mil participantes. A maior parte dos cursos, o equivalente a 68% do total, obteve notas dois ou tr&ecirc;s de um ranking que vai de um a cinco. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os cursos que foram classificados com a nota m&aacute;xima, 9,2% s&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es privadas com fins lucrativos, 9,2% particulares sem fins lucrativos, 66,9% s&atilde;o universidades federais, 14,5% s&atilde;o universidades estaduais e 0,2% universidades municipais. (Valor)<br>O Minist&eacute;rio da Agricultura aprovou a extens&atilde;o do uso de 17 defensivos agr&iacute;colas em culturas de suporte fitossanit&aacute;rio insuficiente (CSFI), tamb&eacute;m conhecidas como &ldquo;minor crops&rdquo;. A medida atende produtores de hortali&ccedil;as, pulses, leguminosas, frutas e flores. Com isso, os produtores dessas culturas poder&atilde;o utilizar os produtos j&aacute; dispon&iacute;veis no mercado e antes indicados apenas para outros cultivos. Recentemente, o minist&eacute;rio j&aacute; havia aprovado a extens&atilde;o de uso de tr&ecirc;s defensivos agr&iacute;colas para as culturas minor crops. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O Departamento de Justi&ccedil;a dos Estados Unidos abriu um processo de antitruste contra o Google. Acusa a companhia de fazer &ldquo;acordos exclusivistas e conduta anticompetitiva&rdquo; para se tornar dominante no mercado de busca e, a partir da&iacute;, abusar do dom&iacute;nio sobre este espa&ccedil;o para impedir o nascimento de rivais que possam provocar amea&ccedil;a. &ldquo;O Google paga bilh&otilde;es de d&oacute;lares anualmente a distribuidores como Apple, LG, Motorola e Samsung; a operadoras americanas de telefonia como AT&amp;T, T-Mobile e Verizon; a browsers como Mozilla, Opera para garantir que a busca padr&atilde;o em seus aparelhos e servi&ccedil;os seja a sua.&rdquo; Ainda n&atilde;o est&aacute; claro qual o objetivo dos advogados do governo americano &mdash; se desejam dividir a empresa ou impor restri&ccedil;&otilde;es ao seu comportamento. (Verge) (Meio)<br>Tudo indica que &eacute; apenas o in&iacute;cio. A acusa&ccedil;&atilde;o, afinal, ainda &eacute; t&iacute;mida. O processo n&atilde;o entra, por exemplo, no dom&iacute;nio que o Google exerce sobre o mercado da publicidade digital, como apontou no in&iacute;cio do m&ecirc;s um extenso relat&oacute;rio da C&acirc;mara dos Deputados americana. Assim como o uso da plataforma Android para amarrar com o conjunto de apps a companhia. Tudo indica que este processo deve se expandir com o tempo. (Ars Technica) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, o Google enfrenta tr&ecirc;s processos no Cade. Um sobre o seu sistema de buscas, outro sobre suposta conduta anticoncorrencial no Android e um sobre a suposta pr&aacute;tica de &ldquo;scraping&rdquo; (uso n&atilde;o autorizado de conte&uacute;do pelo buscador). (Meio)<br>O governo americano se ofereceu para subsidiar a compra, no Brasil, de equipamento de concorrentes da chinesa Huawei &mdash; as europeias Ericsson e Nokia. Isto vale para o maquin&aacute;rio da infraestrutura da rede 5G, para substitui&ccedil;&atilde;o dos equipamentos atuais e outras possibilidades. Atualmente, a China subsidia o equipamento da Huawei assim como facilita o financiamento. (Globo)(Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>As cidades mais adaptadas &agrave;s mudan&ccedil;as s&atilde;o justamente aquelas que t&ecirc;m, entre outros fatores, os seus principais meios de transporte conectados. Isso que aponta o ranking de 2020 de melhores sistemas de mobilidade urbana feito pela consultoria Oliver Wyman e a Universidade de Berkeley. No Brasil, no entanto, a integra&ccedil;&atilde;o de diferentes transportes ainda &eacute; um desafio. Em S&atilde;o Paulo, por exemplo, mais de 60% das esta&ccedil;&otilde;es de &ocirc;nibus, metr&ocirc;s e trens contam com infraestrutura ciclovi&aacute;ria pr&oacute;xima. Nas demais cidades do pa&iacute;s, esse n&uacute;mero cai para menos de 20%. Essa falta de conex&atilde;o impacta diretamente no dia a dia da cidade. Um sistema integrado, com espa&ccedil;o para carros, bicicletas e aplicativos de compartilhamento, n&atilde;o s&oacute; ajuda a cobrir rotas, mas tamb&eacute;m diminui o tempo entre os bairros e o centro. (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>As cidades brasileiras est&atilde;o bem atr&aacute;s de metr&oacute;poles sul-americanas em mobilidade de pedestres. Segundo o Instituto de Pol&iacute;ticas de Transporte e Desenvolvimento, menos da metade da popula&ccedil;&atilde;o das principais capitais do Brasil consegue acessar servi&ccedil;os de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o a p&eacute; em uma dist&acirc;ncia de at&eacute; um quil&ocirc;metro. Bras&iacute;lia &eacute; a que se sai melhor, com 62%. Mas ainda muito distante das demais capitais sul-americanas, Lima, no Peru (81%), Santiago do Chile (79%), e Bogot&aacute;, na Col&ocirc;mbia (78%). (Globo)<br>Guerra das Vacinas 1: O presidente Jair Bolsonaro reafirmou em uma postagem em suas redes sociais, que n&atilde;o ir&aacute; comprar a vacina contra covid-19 produzida pela China. Conhecido por ser um &ldquo;negacionista&rdquo; da ci&ecirc;ncia, dessa vez o presidente utilizou o argumento de que a imuniza&ccedil;&atilde;o precisa ser &ldquo;comprovada cientificamente pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de&rdquo; e &ldquo;certificada pela Anvisa&rdquo; para ser disponibilizada para popula&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Guerra das Vacinas 2: O an&uacute;ncio do presidente desautoriza a declara&ccedil;&atilde;o feita ontem pelo ministro da Sa&uacute;de, Eduardo Pazuello, a governadores, em que relatou a assinatura de protocolo de inten&ccedil;&otilde;es para adquirir 46 milh&otilde;es de doses da CoronaVac, vacina que est&aacute; sendo produzida pelo Instituto Butantan e pelo laborat&oacute;rio chin&ecirc;s Sinovac. Bolsonaro est&aacute; em atrito com o governador de S&atilde;o Paulo, Jo&atilde;o Doria, que est&aacute; envolvido no desenvolvimento da vacina chinesa junto ao Instituto Butantan. (Valor)<br>O Banco Central (BC) teve ganho de R$ 2,308 bilh&otilde;es nas opera&ccedil;&otilde;es de swaps em outubro at&eacute; o dia 16, conforme divulgado pela autoridade monet&aacute;ria. No acumulado desde o in&iacute;cio do ano, houve perda de R$ 64,758 bilh&otilde;es. Os swaps n&atilde;o visam gerar ganhos para o BC. Com esses contratos, a autoridade monet&aacute;ria oferece prote&ccedil;&atilde;o ao mercado em momentos de grande volatilidade no c&acirc;mbio. No contrato, o BC &eacute; perdedor quando o d&oacute;lar sobe frente ao real e ganha com a valoriza&ccedil;&atilde;o da moeda nacional. Em 2019, a conta ficou negativa em R$ 7,640 bilh&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O saldo negativo do fluxo cambial em 2020, at&eacute; o &uacute;ltimo dia 16, cresceu a US$ 19,753 bilh&otilde;es. A conta de capital tem um resultado l&iacute;quido negativo em US$ 53,368 bilh&otilde;es. A conta comercial est&aacute; positiva em US$ 33,615 bilh&otilde;es.<br>A arrecada&ccedil;&atilde;o federal de impostos registrou uma alta real de 1,97% em setembro na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo m&ecirc;s do ano passado e chegou a R$ 119,825 bilh&otilde;es, informou a Receita Federal. Com o desempenho do m&ecirc;s, o recolhimento no ano atingiu a marca de R$ 1,026 trilh&atilde;o, uma queda real de 11,70% ante o mesmo per&iacute;odo de 2019. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O governo deixou de arrecadar R$ 87,780 bilh&otilde;es nos primeiros nove meses do ano devido a desonera&ccedil;&otilde;es tribut&aacute;rias. Em 2019, abriu m&atilde;o de R$ 72,786 bilh&otilde;es no mesmo per&iacute;odo. Apenas em setembro, as desonera&ccedil;&otilde;es somaram R$ 10,696 bilh&otilde;es. No ano, somente com Simples e MEI (Microempreendedor Individual) o governo deixou de receber R$ 11,471 bilh&otilde;es em tributos. Al&eacute;m disso, a desonera&ccedil;&atilde;o da cesta b&aacute;sica contribuiu para uma redu&ccedil;&atilde;o de R$ 9,227 bilh&otilde;es na arrecada&ccedil;&atilde;o. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Caiu o n&uacute;mero de obras p&uacute;blicas com ind&iacute;cios de desvios, em 2020, mas o n&uacute;mero de problemas ainda &eacute; bastante elevado. De acordo com relat&oacute;rio do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), dos 59 projetos selecionados para fiscaliza&ccedil;&atilde;o, neste ano, 31 (52%) apresentaram vest&iacute;gios de irregularidades graves. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Mais uma perda nas mil&iacute;cias digitais negacionistas: Morreu o senador bolsonarista Arolde de Oliveira, v&iacute;tima da Covid-19. Ele era cr&iacute;tico da pol&iacute;tica de isolamento social. (Poder 360) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Os acordos bilaterais entre os Estados Unidos e o Brasil s&atilde;o a continuidade de uma agenda de moderniza&ccedil;&atilde;o e simplifica&ccedil;&atilde;o que j&aacute; era tocada pela diplomacia local e n&atilde;o representam a chance de um tratado de livre-com&eacute;rcio, dizem especialistas. No caso dos investimentos prometidos no &acirc;mbito do 5G, de US$ 1 bilh&atilde;o, as tratativas parecem estar no campo pol&iacute;tico e nas ofensivas americanas de conter a influ&ecirc;ncia chinesa a partir da dissemina&ccedil;&atilde;o da tecnologia da Huawei. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A proximidade com os EUA, fomentada pelo vi&eacute;s pol&iacute;tico semelhante entre Donald Trump e Jair Bolsonaro, representa um &ldquo;jogo perigoso&rdquo;, uma vez que o Brasil tem na China origem de boa parte de seu super&aacute;vit comercial, ao passo que nas transa&ccedil;&otilde;es com os americanos a conta &eacute; deficit&aacute;ria. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Como entender? O Departamento de Com&eacute;rcio dos EUA anunciou a sobretaxa&ccedil;&atilde;o do alum&iacute;nio exportado por produtores brasileiros ao pa&iacute;s, cuja al&iacute;quota vai passar de 49,48% para 136,78%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Independentemente do tamanho e do nome que ter&aacute;, a nova vers&atilde;o do Bolsa Fam&iacute;lia que o governo prepara j&aacute; tem uma s&eacute;rie de propostas tecnicamente prontas e que podem ser executadas com o n&iacute;vel de Or&ccedil;amento atualmente previsto para 2021. Entre as ideias, que dependem apenas de se bater o martelo politicamente, est&atilde;o pr&ecirc;mios para m&eacute;rito esportivo, em ci&ecirc;ncia e tecnologia (como olimp&iacute;adas de matem&aacute;tica e de f&iacute;sica) e para educa&ccedil;&atilde;o de forma geral. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de esportes e ci&ecirc;ncia e tecnologia, a ideia &eacute; dar um benef&iacute;cio extra de R$ 1 mil por ano para as fam&iacute;lias de jovens que ficarem bem posicionados nesses certames. Al&eacute;m disso, esses estudantes que se destacarem receber&atilde;o individualmente R$ 100 por m&ecirc;s ao longo do ano. O custo &eacute; relativamente baixo, estimado e R$ 50 milh&otilde;es nas duas modalidades, e visa estimular o desenvolvimento dos jovens em fam&iacute;lias do programa social. Com esses recursos, seria poss&iacute;vel premiar 20 mil jovens (10 mil em cada modalidade). Obviamente os valores e o alcance da proposta podem mudar por decis&otilde;es pol&iacute;ticas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A premia&ccedil;&atilde;o por m&eacute;rito escolar de forma geral ter&aacute; um custo maior, porque pretende alcan&ccedil;ar quase 2 milh&otilde;es de estudantes. Nesse caso, o desenho ainda n&atilde;o est&aacute; finalizado no governo, que discute quais ser&atilde;o os crit&eacute;rios para premia&ccedil;&atilde;o. Ela deve ser da ordem de R$ 200 por ano para os melhores alunos. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A obesidade mais que dobrou em 18 anos no pa&iacute;s, mostrou o Instituto Brasileiro Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). No fim do ano passado, o problema atingia 26,8% da popula&ccedil;&atilde;o com 20 anos ou mais. O quadro &eacute; especialmente grave por essa condi&ccedil;&atilde;o ser um fator de risco a mais para a covid-19. Entre 2002 e 2003, 12,2% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira sofria de obesidade, n&uacute;mero que subiu continuamente ao longo dos anos: em 2009, chegou a 15,7%; em 2013, a 22%. Os question&aacute;rios da pesquisa foram aplicados at&eacute; fevereiro deste ano. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Em um cen&aacute;rio pr&eacute;-pandemia, o n&uacute;mero de empresas com alto ritmo de crescimento apurado pelo IBGE atingiu o maior patamar em tr&ecirc;s anos, com alta de 11,9% entre 2017 e 2018. A informa&ccedil;&atilde;o consta da pesquisa Demografia das Empresas e Estat&iacute;sticas de Empreendedorismo 2018. Empresas de alto crescimento s&atilde;o aquelas que t&ecirc;m alta m&eacute;dia de pessoal ocupado assalariado maior que 20% ao ano, durante tr&ecirc;s anos. Em 2018, essas empresas totalizavam 22.732, acima dos 20.306 observados em 2017, e o maior volume desde 2015 (25.796). Em 2018, essas companhias respondiam por 5% do total de empresas com dez pessoas ou mais assalariadas &ndash; porcentual acima do registrado em 2017, de 4,5%. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo antes da pandemia, 762.940 empresas fecharam as portas em 2018, constatou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) em sua pesquisa Demografia das Empresas e Estat&iacute;sticas de Empreendedorismo, divulgada com dados relativos &agrave;quele ano. O volume de empresas que fecharam as portas n&atilde;o foi compensado pelo n&uacute;mero de companhias que entraram no mercado, naquele mesmo ano. No per&iacute;odo, abriram as portas 697,1 mil empresas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Do total de empresas fechadas em 2018, a maioria, ou 629.704, n&atilde;o tinha quadro de funcion&aacute;rios. Por&eacute;m, entre as que empregavam, isso atingia a um volume de 1.517.163 pessoas, sendo 512.000 assalariadas. Ainda dentro do total de empresas fechadas que detinham quadro de funcion&aacute;rios, 126.022 empregavam at&eacute; dez pessoas; e 7.214 tinham quadro de funcion&aacute;rios de dez pessoas ou mais. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>No levantamento do IBGE, das empresas fundadas em 2008, apenas 25,3% mantinham portas abertas em seu d&eacute;cimo ano de atividade, ou seja, em 2018. No entanto, na regi&atilde;o Sul, esse percentual era de 28,7%, para o mesmo per&iacute;odo. Das empresas fundadas em 2008, ap&oacute;s o primeiro ano de atividade 81,5% permaneciam abertas. Com cinco anos em opera&ccedil;&atilde;o, cerca de metade das empresas no Brasil j&aacute; encerraram as portas: uma taxa de sobreviv&ecirc;ncia de 47,5% no quinto ano de atividade das empresas observadas pelo IBGE. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo &eacute; um recorte do Cadastro Central de Empresas (Cempre), tamb&eacute;m elaborado pelo IBGE. Em 2018, o pa&iacute;s detinha 4,4 milh&otilde;es de empresas ativas, que ocupavam 38,7 milh&otilde;es de pessoas. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Criado para o pagamento de benef&iacute;cios sociais na pandemia, o aplicativo Caixa Tem se tornou estrat&eacute;gico nos planos da Caixa para atender um p&uacute;blico que virou alvo do interesse crescente de bancos digitais e fintechs: a popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda. A disputa no setor banc&aacute;rio sempre esteve muito voltada &agrave;s classes A, B e, em menor escala, C. No entanto, a forte competi&ccedil;&atilde;o pelo topo da pir&acirc;mide, a <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/digitalizacao\/\" target=\"_self\" title=\"Digitaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; o processo que transforma coisas anal&oacute;gicas, ou seja, algo com exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, como um documento, uma foto, um disco de vinil ou seu ambiente de trabalho, em sistemas ou recursos acess&iacute;veis por computador.\" class=\"encyclopedia\">digitaliza&ccedil;&atilde;o<\/a> da economia (que reduz custos de atendimento), o pagamento do aux&iacute;lio emergencial e a queda das taxas de juros t&ecirc;m aumentado o interesse na presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os para os mais pobres. Outro fator que est&aacute; prestes a entrar em cena &eacute; o Pix, que vai abrir novas possibilidades de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os para consumidores at&eacute; ent&atilde;o pouco atrativos. Trata-se de um alinhamento in&eacute;dito de fatores que permitem atender essa popula&ccedil;&atilde;o de forma rent&aacute;vel.<\/p>\n\n\n\n<p>A Caixa tem uma voca&ccedil;&atilde;o natural para atender o p&uacute;blico de baixa renda por ser o distribuidor de benef&iacute;cios sociais do governo. O pagamento do aux&iacute;lio emergencial neste ano colocou nas m&atilde;os da institui&ccedil;&atilde;o financeira 120 milh&otilde;es de contas digitais, dos quais 33 milh&otilde;es n&atilde;o tinham relacionamento banc&aacute;rio. &Eacute; um contingente muito significativo. No fim do ano passado, o Instituto Locomotiva estimava em 45 milh&otilde;es o n&uacute;mero de brasileiros &ldquo;desbancarizados&rdquo;. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O n&uacute;mero de focos de inc&ecirc;ndio registrados na Amaz&ocirc;nia de janeiro a setembro deste ano foi o maior desde 2010. E s&oacute; nos primeiros 14 dias deste m&ecirc;s, o Pantanal acumula 2.536 focos de inc&ecirc;ndio &mdash; j&aacute; &eacute; maior do que o n&uacute;mero de focos registrados em setembro e &eacute; o segundo pior outubro da hist&oacute;ria. (G1) (Meio)<\/p>\n\n\n\n<p>Existem R$ 177 bilh&otilde;es em recursos que est&atilde;o parados em fundos federais poder&atilde;o ser &ldquo;descarimbados&rdquo; para financiar a&ccedil;&otilde;es de combate &agrave; pandemia, diminuindo a press&atilde;o sobre o endividamento. A medida depende da aprova&ccedil;&atilde;o, pelo Congresso, do Projeto de Lei Complementar (PLP) 137, de autoria do deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE). Os recursos ser&atilde;o usados em quatro eixos: aux&iacute;lio emergencial, apoio a Estados e munic&iacute;pios, a&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de e a&ccedil;&otilde;es de apoio ao emprego e &agrave; renda. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Alejandro Werner (Diretor do FMI): Manter o compromisso com o teto de gastos &eacute; essencial para o Brasil sustentar a confian&ccedil;a dos mercados, mas uma retirada mais gradual do apoio fiscal em 2021 &eacute; desej&aacute;vel se os resultados sanit&aacute;rios, sociais e econ&ocirc;micos forem piores do que as autoridades esperam. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou sua Pesquisa Especial de Cr&eacute;dito, que consolida as estimativas dos resultados de saldo e concess&atilde;o de cr&eacute;dito dos cinco maiores bancos do Brasil e tenta antecipar aas Estat&iacute;sticas de Cr&eacute;dito e Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria do Banco Central. Os participantes estimam que o saldo consolidado do cr&eacute;dito em setembro dever&aacute; apresentar alta de 2,1% na varia&ccedil;&atilde;o mensal e crescimento de 13,3% na varia&ccedil;&atilde;o de doze meses. O saldo de cr&eacute;dito para pessoas f&iacute;sicas deve apresentar crescimento de 1,4% na compara&ccedil;&atilde;o mensal e de 9,1% na compara&ccedil;&atilde;o anual. O cr&eacute;dito destinado &agrave;s empresas deve aumentar 3,1% e 19,0%, respectivamente. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Praticamente metade dos embarques brasileiros tem como destino um grupo de pa&iacute;ses distantes cerca de 50 dias por via mar&iacute;tima. A &Aacute;sia, excluindo Oriente M&eacute;dio, absorveu de janeiro a setembro de 2020, US$ 76,22 bilh&otilde;es em produtos brasileiros, o que representou 48,7% do total exportado. Em iguais meses do ano passado essa fatia era de 40,5%. A exporta&ccedil;&atilde;o para o continente cresceu 10,9% no per&iacute;odo enquanto o total embarcado pelo Brasil caiu 7,7%, segundo dados da Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior (Secex), ligada ao Minist&eacute;rio da Economia. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Em setembro, os resgastes do Tesouro Direto superaram as vendas R$ 168,48 milh&otilde;es. No m&ecirc;s, as emiss&otilde;es atingiram R$ 1,855 bilh&atilde;o enquanto as retiradas somaram R$ 2,024 bilh&otilde;es, de acordo com balan&ccedil;o divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional. Foi o terceiro m&ecirc;s seguido de sa&iacute;da l&iacute;quida. No m&ecirc;s passado, o estoque do Tesouro Direto alcan&ccedil;ou R$ 61,5 bilh&otilde;es, o que significa aumento de 0,4% em rela&ccedil;&atilde;o ao m&ecirc;s anterior (R$ 61,2 bilh&otilde;es) e de 4,6% sobre setembro de 2019 (R$ 58,8 bilh&otilde;es). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A propor&ccedil;&atilde;o de domic&iacute;lios que recebeu algum aux&iacute;lio relacionado &agrave; pandemia de covid-19, no Brasil, sofreu leve queda para 43,6% em setembro, ante 43,9% em agosto, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). A informa&ccedil;&atilde;o est&aacute; na edi&ccedil;&atilde;o mensal da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios Covid-19. De acordo com os t&eacute;cnicos do IBGE, o valor m&eacute;dio do benef&iacute;cio por domic&iacute;lio foi de R$ 894. O instituto mostrou, tamb&eacute;m, que o rendimento m&eacute;dio per capita efetivo do pa&iacute;s, em setembro, foi de R$ 1.320, ou seja, 0,7% acima do valor de agosto (R$ 1.311). Desagregando os dados de setembro, o rendimento m&eacute;dio per capita dos domic&iacute;lios onde nenhum dos moradores recebia algum aux&iacute;lio do governo em fun&ccedil;&atilde;o da pandemia (R$ 1.821) era, em m&eacute;dia, mais de duas vezes o daqueles onde algum morador recebia o aux&iacute;lio (R$ 825). A propor&ccedil;&atilde;o se manteve nas cinco grandes regi&otilde;es do pa&iacute;s. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>Norte e Nordeste foram novamente as regi&otilde;es com os maiores percentuais de domic&iacute;lios amparados por algum aux&iacute;lio: 59,8% e 58,8% respectivamente. Os estados das demais regi&otilde;es est&atilde;o todos abaixo de 50%. Rio Grande do Sul (29,3%) e Santa Catarina (24,1%) apresentaram as menores propor&ccedil;&otilde;es de contemplados. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa de desemprego do pa&iacute;s alcan&ccedil;ou 14% em setembro, ante 13,6% em agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). Segundo os t&eacute;cnicos do IBGE, trata-se de um recorde na s&eacute;rie hist&oacute;rica do instituto. Em setembro, o contingente de desempregados chegou a 13,5 milh&otilde;es ante 12,9 milh&otilde;es em agosto. Na passagem de um m&ecirc;s ao outro, houve aumento de 4,3% nesse grupo. Em maio, quando o levantamento foi inaugurado, o n&uacute;mero de desocupados era de 10,1 milh&otilde;es. Houve aumento na for&ccedil;a de trabalho para 96,4 milh&otilde;es de pessoas, ante 95,1 milh&otilde;es em agosto, alta de 1,4% na passagem de um m&ecirc;s ao outro. Isso n&atilde;o significa que mais pessoas passaram a trabalhar, mas se tornaram aptas ao trabalho, seja por arrefecimento do isolamento social ou quaisquer outras raz&otilde;es. (Valor)<\/p>\n\n\n\n<p>O contingente de trabalhadores informais ficou em 28,3 milh&otilde;es de pessoas em setembro, ou 34,2% do total de ocupados, segundo o IBGE. T&eacute;cnicos da institui&ccedil;&atilde;o informaram que isso representou aumento de 1,7% na quantidade de informais na compara&ccedil;&atilde;o com agosto. A taxa de informalidade cresceu por dois meses seguidos, saltando de 33,6% em julho para de 33,9% em agosto e 34,2% em setembro. Esse &iacute;ndice, no entanto, ainda &eacute; menor que o registrado em junho (34,8%). (Valor)<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\">\n\n\n\n<p>Fontes: Jornal Valor, G1, IBGE, Canal Meio Newsletter, Verge, Ars Technica, UOL, Folha, Carta Capital.<br>19 a 23 de outubro de 2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":16,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[2246,2245],"tags":[],"class_list":{"0":"post-13924","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-paulo-roberto-bretas","7":"category-conjuntura"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13924","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/16"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13924"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13924\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13924"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13924"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13924"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}