{"id":12851,"date":"2020-09-19T19:06:51","date_gmt":"2020-09-19T22:06:51","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=12851"},"modified":"2020-09-19T19:40:07","modified_gmt":"2020-09-19T22:40:07","slug":"compartilhamento-de-experiencias-por-que-a-tendencia-ganha-forca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/compartilhamento-de-experiencias-por-que-a-tendencia-ganha-forca\/","title":{"rendered":"Compartilhamento de experi\u00eancias: Por que a tend\u00eancia ganha for\u00e7a?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1733\" height=\"1300\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255.jpeg\" alt=\"person standing on hand rails with arms wide open facing the mountains and clouds\" class=\"wp-image-12858\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255.jpeg 1733w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-300x225.jpeg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-768x576.jpeg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-80x60.jpeg 80w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-160x120.jpeg 160w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-265x198.jpeg 265w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-696x522.jpeg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/pexels-photo-725255-1392x1044.jpeg 1392w\" sizes=\"auto, (max-width: 1733px) 100vw, 1733px\"><figcaption>Para a gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, o <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/compartilhamento-de-experiencias\/\" target=\"_self\" title=\"Economia de compartilhamento de experi&ecirc;ncias &eacute; a tend&ecirc;ncia que envolve comportamentos de valoriza&ccedil;&atilde;o de marcas, produtos ou servi&ccedil;os que favore&ccedil;am uma intera&ccedil;&atilde;o positiva com os consumidores. Especialmente vis&iacute;vel entre os representantes da gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, a tend&ecirc;ncia tem influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias sociais, onde as pessoas se preocupam mais em apresentar as suas atividades do dia&hellip;\" class=\"encyclopedia\">compartilhamento de experi&ecirc;ncias<\/a> tem maior import&acirc;ncia do que a mera posse de coisas. Photo by Nina Uhl&iacute;kov&aacute; on <a rel=\"nofollow noopener\" href=\"https:\/\/www.pexels.com\/photo\/person-standing-on-hand-rails-with-arms-wide-open-facing-the-mountains-and-clouds-725255\/\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\">Pexels.com<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A pandemia refor&ccedil;a a tend&ecirc;ncia de dissemina&ccedil;&atilde;o da &ldquo;economia de <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/compartilhamento-de-experiencias\/\" target=\"_self\" title=\"Economia de compartilhamento de experi&ecirc;ncias &eacute; a tend&ecirc;ncia que envolve comportamentos de valoriza&ccedil;&atilde;o de marcas, produtos ou servi&ccedil;os que favore&ccedil;am uma intera&ccedil;&atilde;o positiva com os consumidores. Especialmente vis&iacute;vel entre os representantes da gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, a tend&ecirc;ncia tem influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias sociais, onde as pessoas se preocupam mais em apresentar as suas atividades do dia&hellip;\" class=\"encyclopedia\">compartilhamento de experi&ecirc;ncias<\/a>&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista I Radar do Futuro<\/p>\n\n\n\n<p>Isolada pela pandemia dentro de casa com os dois filhos, de dez e doze anos, a empres&aacute;ria Ma&iacute;ra Moreira, de Belo Horizonte, assegura que viajar &eacute; a prioridade de vida dela e da fam&iacute;lia para &ldquo;quando tudo acabar&rdquo;. Rumo a um lugar pr&oacute;ximo, talvez at&eacute; sem destino. Basta que seja para destinos saud&aacute;veis e bonitos. Nada de correr aos shoppings, inclusive porque descobriu que n&atilde;o precisava de tanta coisa para viver. Metade do arm&aacute;rio foi doado nos primeiros quatro meses da pandemia. &ldquo;Deixarei de cultuar a <em>Nossa Senhora das Compras<\/em>&ldquo;, diz ela. <\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:33.33%\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">FOR&Ccedil;AS impulsionadoras<\/h2>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Medo de exposi&ccedil;&atilde;o<\/li><li>Incertezas sobre o futuro<\/li><li>Queda da renda<\/li><li>Influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias sociais<\/li><li>Revis&atilde;o de prioridades<\/li><\/ul>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\" style=\"flex-basis:66.66%\">\n<p>A empres&aacute;ria simboliza agora, aos 39 anos, uma perspectiva de mudan&ccedil;a de modelo de consumo para v&aacute;rias gera&ccedil;&otilde;es. Uma tend&ecirc;ncia com possibilidades de se fortalecer como consequ&ecirc;ncia da pandemia. Parte dos habitantes das cidades, ao assumir o papel de consumidor, tende a priorizar experi&ecirc;ncias sobre a mera aquisi&ccedil;&atilde;o de coisas. S&atilde;o grupos de pessoas que, mesmo quando compram um bem, preferem se envolver diretamente com um produto ou servi&ccedil;o para, em troca, receber uma intera&ccedil;&atilde;o aprimorada e &uacute;nica com fornecedores e suas marcas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p>A procura por experi&ecirc;ncias aut&ecirc;nticas, capazes de atender aos gostos, prefer&ecirc;ncias e estilos de vida individuais, resume as caracter&iacute;sticas da &ldquo;economia do <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/compartilhamento-de-experiencias\/\" target=\"_self\" title=\"Economia de compartilhamento de experi&ecirc;ncias &eacute; a tend&ecirc;ncia que envolve comportamentos de valoriza&ccedil;&atilde;o de marcas, produtos ou servi&ccedil;os que favore&ccedil;am uma intera&ccedil;&atilde;o positiva com os consumidores. Especialmente vis&iacute;vel entre os representantes da gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, a tend&ecirc;ncia tem influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias sociais, onde as pessoas se preocupam mais em apresentar as suas atividades do dia&hellip;\" class=\"encyclopedia\">compartilhamento de experi&ecirc;ncias<\/a>&rdquo;. H&aacute; alguns anos, a empresa de consultoria de <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> Euromonitor apontava para as mudan&ccedil;as de comportamento, em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; prioridade pela felicidade e bem-estar. Em um estudo de 2016, a empresa previa que os gastos com coisas como viagens, lazer e alimenta&ccedil;&atilde;o aumentariam para US$ 8 trilh&otilde;es at&eacute; 2030.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Consumidores exigentes<\/h2>\n\n\n\n<p>A economia de experi&ecirc;ncias, como tend&ecirc;ncia, vai al&eacute;m da etapa final do uso de algo comprado. Al&eacute;m de priorizar experi&ecirc;ncias sobre posses, os consumidores tamb&eacute;m s&atilde;o mais exigentes no caminho da compra. A tend&ecirc;ncia est&aacute; impactando em todos os setores, desde o valor colocado na experi&ecirc;ncia de jantar no servi&ccedil;o de alimenta&ccedil;&atilde;o do consumidor, e a import&acirc;ncia da experi&ecirc;ncia de compra no setor de varejo, at&eacute; a prioridade que alguns consumidores d&atilde;o a experi&ecirc;ncias como f&eacute;rias em vez de comprar a &uacute;ltima TV ou moda.<\/p>\n\n\n\n<p>Aproveitar o poder dos sentidos tamb&eacute;m pode transformar os produtos mais mundanos em uma experi&ecirc;ncia que seja memor&aacute;vel. Criar experi&ecirc;ncias de marca acess&iacute;veis, naturais e inclusivas, que n&atilde;o custem o planeta, agregam valor e despertam o interesse dos consumidores. Os empres&aacute;rios, de varejistas e donos de restaurantes, est&atilde;o enfrentando essa tend&ecirc;ncia colocando mais &ecirc;nfase na experi&ecirc;ncia do consumidor como um ve&iacute;culo para aumentar as vendas e as margens. Isso inclui a cria&ccedil;&atilde;o de uma experi&ecirc;ncia mais &iacute;ntima com os consumidores, proporcionando um ambiente de compras perfeito, seja online ou na loja, e personalizando sua oferta.<\/p>\n\n\n\n<p>A acelera&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia n&atilde;o ocorrer&aacute; necessariamente pela revis&atilde;o de valores em dire&ccedil;&atilde;o ao consumo consciente. A empres&aacute;ria Ma&iacute;ra Moreira reconhece que uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es centrais &eacute; o registro de que a pandemia, al&eacute;m de gerar um n&uacute;mero elevado de mortes, teve um impacto negativo sobre a economia geral e, especialmente, no neg&oacute;cio dela. Muitos dos locadores de im&oacute;veis tiveram dificuldades de manter os pagamentos em dia, o que levou a uma elevada inadimpl&ecirc;ncia. E &agrave; necessidade de rever prioridades de consumo. Agora, ela teme que a recupera&ccedil;&atilde;o da economia ocorra em ritmo lento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Culto &agrave; experi&ecirc;ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>A gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, da qual Ma&iacute;ra faz parte, ganhou reputa&ccedil;&atilde;o por sua tend&ecirc;ncia de priorizar experi&ecirc;ncias sobre produtos. Um estudo do Harris Group descobriu que 72 por cento dos millennials preferem abrir suas carteiras com base em experi&ecirc;ncias, em vez de em itens materiais. Para o site Inc., a m&iacute;dia romantiza a paix&atilde;o por viagens dessa gera&ccedil;&atilde;o e muitas vezes atribui esses desejos como sendo mais mundanos em compara&ccedil;&atilde;o com as gera&ccedil;&otilde;es anteriores. &ldquo;Na verdade, este &eacute; um dos poucos estere&oacute;tipos &ldquo;legais&rdquo; atribu&iacute;dos aos millennials&rdquo;, diz a publica&ccedil;&atilde;o em uma <a href=\"https:\/\/www.inc.com\/anne-gherini\/cash-in-on-experience-economy.html\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mat&eacute;ria especial<\/a> sobre a economia da experi&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas o que realmente est&aacute; acontecendo? Por que as gera&ccedil;&otilde;es mais jovens est&atilde;o t&atilde;o ansiosas para abrir suas asas e por que as gera&ccedil;&otilde;es mais velhas t&ecirc;m sido t&atilde;o r&aacute;pidas em tentar seguir a tend&ecirc;ncia? Nos &uacute;ltimos anos, os EUA testemunharam uma mudan&ccedil;a tect&ocirc;nica nos gastos, com quatro vezes mais gastos dedicados a experi&ecirc;ncias do que a bens f&iacute;sicos. As perguntas n&atilde;o ficam sem respostas. No final das contas, sem coincid&ecirc;ncia, a &ldquo;economia da experi&ecirc;ncia&rdquo; irrompeu no dicion&aacute;rio tradicional em paralelo com o surgimento das m&iacute;dias sociais em movimento. <\/p>\n\n\n\n<p>Todos agora n&atilde;o t&ecirc;m apenas uma c&acirc;mera no bolso, mas tamb&eacute;m uma s&eacute;rie de aplicativos para manipular e aprimorar qualquer foto em segundos. Os exibicionistas das redes sociais, que incluem a maioria de n&oacute;s em algum ponto ou outro, s&atilde;o capazes de informar constantemente a todos sobre como suas vidas s&atilde;o boas com base em uma ampla variedade de filtros. Esse fen&ocirc;meno se perpetua &agrave; medida que consumimos as experi&ecirc;ncias dos outros e somos for&ccedil;ados a comparar e acompanhar constantemente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Medo de perder<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao levantar motiva&ccedil;&otilde;es do consumidor da gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio, a publica&ccedil;&atilde;o cita o comportamento definido como &ldquo;Fomo&rdquo; &mdash; sigla em ingl&ecirc;s de medo de mercado. &Eacute; uma tend&ecirc;ncia descrita no dicion&aacute;rio Oxford como ansiedade, frequentemente causada por postagens vistas nas redes sociais, de que algum evento emocionante possa estar ocorrendo em outro lugar. Uma pesquisa recente descobriu que quase sete em cada representantes da gera&ccedil;&atilde;o do mil&ecirc;nio experimentam FOMO e isso est&aacute; impulsionando o &ldquo;apetite experiencial dos millennials&rdquo;. <\/p>\n\n\n\n<p>As decis&otilde;es, sejam conscientes ou subconscientes, s&atilde;o freq&uuml;entemente motivadas por press&atilde;o social, exclusividade e oportunidades por tempo limitado. Marcas que est&atilde;o construindo experi&ecirc;ncias que s&atilde;o &ldquo;dignas do FOMO&rdquo; est&atilde;o lucrando &agrave; medida que seus clientes compartilham experi&ecirc;ncias com todos os seus seguidores. A boa not&iacute;cia &eacute; que os profissionais de marketing est&atilde;o finalmente conseguindo se livrar das planilhas e come&ccedil;ar a se tornar criativos novamente. <\/p>\n\n\n\n<p>Os or&ccedil;amentos de marketing agora precisam de um item de linha para a marca na vida real. J&aacute; escrevi antes sobre o decl&iacute;nio da publicidade gr&aacute;fica ou, como disse de forma mais direta, a morte do an&uacute;ncio em banner que &eacute; impulsionado pelo consumo que est&aacute; acontecendo em pequenos dispositivos. Mesmo com o surgimento da publicidade nativa, ainda existe um vazio que precisa ser preenchido por novas oportunidades de conex&atilde;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os nativos digitais est&atilde;o por toda parte e um efeito colateral da evolu&ccedil;&atilde;o &eacute; a satura&ccedil;&atilde;o da maioria da popula&ccedil;&atilde;o com a m&iacute;dia digital. O entorpecimento para o marketing digital est&aacute; se aproximando e a &uacute;nica maneira de se destacar &eacute; cavar uma parte do seu or&ccedil;amento para quebrar o c&oacute;digo. Com os consumidores preparados para comercializar com base nos comportamentos das marcas, as marcas precisam intensificar seu jogo e investir em experi&ecirc;ncias que seus consumidores realmente desejam compartilhar. De vitrines e lojas pop-up a estandes de exposi&ccedil;&otilde;es inovadores e an&uacute;ncios interativos de metr&ocirc; dignos de uma instala&ccedil;&atilde;o instant&acirc;nea, a economia de experi&ecirc;ncia est&aacute; configurada para ser os canais de marca mais lucrativos para explorar.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A pandemia refor&ccedil;a a tend&ecirc;ncia de dissemina&ccedil;&atilde;o da &ldquo;economia de <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/compartilhamento-de-experiencias\/\" target=\"_self\" title=\"Economia de compartilhamento de experi&ecirc;ncias &eacute; a tend&ecirc;ncia que envolve comportamentos de valoriza&ccedil;&atilde;o de marcas, produtos ou servi&ccedil;os que favore&ccedil;am uma intera&ccedil;&atilde;o positiva com os consumidores. 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