{"id":12759,"date":"2020-09-15T08:36:30","date_gmt":"2020-09-15T11:36:30","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=12759"},"modified":"2020-09-15T08:36:36","modified_gmt":"2020-09-15T11:36:36","slug":"aquecimento-global-impactos-do-aquecimento-global-no-volume-de-chuvas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/aquecimento-global-impactos-do-aquecimento-global-no-volume-de-chuvas\/","title":{"rendered":"Aquecimento global pode reduzir em 30% o volume de chuvas no hemisf\u00e9rio sul"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"706\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-1024x706.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-12760\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-1024x706.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-300x207.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-768x530.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-1536x1059.jpg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-2048x1412.jpg 2048w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-100x70.jpg 100w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-218x150.jpg 218w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-436x300.jpg 436w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-696x480.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-1392x960.jpg 1392w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Uma das principais vari&aacute;veis consideradas para esse cen&aacute;rio &eacute; o aumento m&eacute;dio em 3&deg;C da temperatura do planeta<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com a ONU, as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas j&aacute; t&ecirc;m provocado efeitos importantes no ambiente e na sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Luciana Constantino<br>Ag&ecirc;ncia FAPESP <\/p>\n\n\n\n<p>An&aacute;lises feitas com base em modelos clim&aacute;ticos do per&iacute;odo Plioceno m&eacute;dio (h&aacute; cerca de 3 milh&otilde;es de anos) apontam que pa&iacute;ses do hemisf&eacute;rio Sul tropical e subtropical, entre eles o Brasil, poder&atilde;o enfrentar no futuro esta&ccedil;&otilde;es mais secas. A redu&ccedil;&atilde;o anual no volume de chuvas pode ser de at&eacute; 30% em compara&ccedil;&atilde;o com o atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das principais vari&aacute;veis consideradas para esse cen&aacute;rio &eacute; o aumento m&eacute;dio em 3&deg;C da temperatura do planeta, marca que pode vir a ser registrada no final do s&eacute;culo 21, a partir dos anos 2050, caso os efeitos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas n&atilde;o sejam mitigados.<\/p>\n\n\n\n<p>O Plioceno m&eacute;dio, quando ainda n&atilde;o havia registro do Homo sapiens na Terra, compartilha caracter&iacute;sticas com o aquecimento moderno. Isso porque as temperaturas naquela &eacute;poca ficaram entre 2&deg;C e 3&deg;C mais altas do que na era pr&eacute;-industrial (por volta dos anos 1850). J&aacute; as temperaturas da superf&iacute;cie do mar em alta latitude aumentaram at&eacute; 9&deg;C no hemisf&eacute;rio Norte, e mais 4&deg;C no Sul. As concentra&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas de CO2 tamb&eacute;m eram semelhantes &agrave;s de hoje, em cerca de 400 partes por milh&atilde;o (ppm).<\/p>\n\n\n\n<p>Essas considera&ccedil;&otilde;es est&atilde;o no artigo <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-020-68884-5\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Drier tropical and subtropical Southern Hemisphere in the mid-Pliocene Warm Period<\/a>, cujo primeiro autor &eacute; o doutorando <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/691402\/gabriel-marques-pontes\/\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Gabriel Marques Pontes<\/a>, do Instituto Oceanogr&aacute;fico da Universidade de S&atilde;o Paulo (IO-USP). Pontes &eacute; bolsista de doutorado da FAPESP.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo foi publicado na revista Scientific Reports&nbsp;e tem como segunda autora a professora do IO-USP <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/4891\/ilana-elazari-klein-coaracy-wainer\/\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ilana Wainer<\/a>, orientadora de Pontes. Recebeu tamb&eacute;m a contribui&ccedil;&atilde;o de dados de outros grupos de pesquisadores, incluindo <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/en\/pesquisador\/17053\/andrea-sardinha-taschetto\/\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Andr&eacute;a Taschett<\/a>o, da Universidade de New South Wales (UNSW), na Austr&aacute;lia, que &eacute; ex-bolsista da FAPESP.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refer&ecirc;ncias<\/h2>\n\n\n\n<p>&ldquo;As simula&ccedil;&otilde;es mostram que uma das mudan&ccedil;as mais not&aacute;veis nas chuvas de ver&atilde;o do hemisf&eacute;rio Sul na metade do Plioceno em compara&ccedil;&atilde;o com as condi&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-industriais ocorre nas regi&otilde;es subtropicais ao longo das zonas de converg&ecirc;ncia subtropical [STCZs, na sigla em ingl&ecirc;s]. Outra mudan&ccedil;a est&aacute; associada a um deslocamento para o norte da zona de converg&ecirc;ncia intertropical [ITCZ] devido ao aumento consistente da precipita&ccedil;&atilde;o nos tr&oacute;picos do hemisf&eacute;rio Norte. A precipita&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia total de novembro a mar&ccedil;o ao longo das STCZs diminui em ambos os modelos&rdquo;, aponta o artigo.<\/p>\n\n\n\n<p>E complementa: &ldquo;Essas mudan&ccedil;as resultam em tr&oacute;picos e subtr&oacute;picos mais secos do que o normal no hemisf&eacute;rio Sul. A avalia&ccedil;&atilde;o do Plioceno m&eacute;dio adiciona uma restri&ccedil;&atilde;o a poss&iacute;veis cen&aacute;rios futuros mais quentes associados a diferentes taxas de aquecimento entre os hemisf&eacute;rios&rdquo;.<\/p>\n\n\n\n<p>Em entrevista &agrave; Ag&ecirc;ncia FAPESP, Wainer explica que o Plioceno m&eacute;dio &eacute; o per&iacute;odo mais recente da hist&oacute;ria da Terra em que o calor global &eacute; semelhante ao projetado para o final deste s&eacute;culo. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel colocar dentro desse contexto o que &eacute; a variabilidade natural esperada e diferenci&aacute;-la&nbsp;da&nbsp;causada pelas atividades humanas. Esse tipo de trabalho ajuda a entender como esses extremos clim&aacute;ticos do passado nos preparam para elucidar cen&aacute;rios futuros e conseguir trabalhar as incertezas associadas&rdquo;, afirma a professora.<\/p>\n\n\n\n<p>J&aacute; Pontes destaca que, at&eacute; o momento, n&atilde;o houve nenhuma investiga&ccedil;&atilde;o detalhada das mudan&ccedil;as nas chuvas do hemisf&eacute;rio Sul em meados do Plioceno. &ldquo;Compreender a circula&ccedil;&atilde;o atmosf&eacute;rica e a precipita&ccedil;&atilde;o durante os climas quentes passados &eacute; &uacute;til para produzir restri&ccedil;&otilde;es sobre poss&iacute;veis mudan&ccedil;as futuras&rdquo;, diz ele.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos atuais<\/h2>\n\n\n\n<p>Relat&oacute;rio divulgado em julho pela Organiza&ccedil;&atilde;o Meteorol&oacute;gica Mundial (WMO, na sigla em ingl&ecirc;s), ligada &agrave;s Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU), aponta que a temperatura m&eacute;dia global pode ultrapassar 1,5&deg;C acima dos n&iacute;veis pr&eacute;-industriais at&eacute; 2024, muito antes do prazo previsto inicialmente pelos cientistas. No mesmo documento, a WMO alerta que h&aacute; um alto risco de chuvas regionais incomuns nos pr&oacute;ximos cinco anos, com algumas &aacute;reas enfrentando riscos crescentes de seca e outras com fortes chuvas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em mar&ccedil;o, outro estudo da ONU j&aacute; havia confirmado que 2019 foi o segundo ano mais quente da hist&oacute;ria moderna, terminando com uma temperatura m&eacute;dia global de 1,1&deg;C acima dos n&iacute;veis pr&eacute;-industriais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ficou atr&aacute;s apenas de 2016, quando o El Ni&ntilde;o &ndash; fen&ocirc;meno clim&aacute;tico que provoca altera&ccedil;&otilde;es significativas na distribui&ccedil;&atilde;o da temperatura da superf&iacute;cie do oceano Pac&iacute;fico &ndash; contribuiu para um aquecimento acima da tend&ecirc;ncia geral. A partir dos anos 1980, cada d&eacute;cada foi mais quente do que as anteriores comparadas &agrave; era pr&eacute;-industrial.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a ONU, as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas j&aacute; t&ecirc;m provocado efeitos importantes no ambiente e na sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o. Entre os sinais est&atilde;o o aumento do calor da Terra e dos oceanos, a acelera&ccedil;&atilde;o da eleva&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do mar e o derretimento do gelo nos polos. Com isso, o desenvolvimento socioecon&ocirc;mico mundial &eacute; afetado, provocando, por exemplo, migra&ccedil;&atilde;o e problemas na seguran&ccedil;a alimentar de ecossistemas terrestre e mar&iacute;timo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2015, 195 pa&iacute;ses assinaram o chamado &ldquo;Acordo de Paris&rdquo;, com o compromisso de reduzir as emiss&otilde;es de gases de efeito estufa e&nbsp;limitar o aquecimento entre 1,5&deg;C e 2&deg;C, o que n&atilde;o vem sendo cumprido.<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;O aquecimento em 1,5&deg;C, que a ONU vem promovendo medidas para tentar limitar, j&aacute; tem consequ&ecirc;ncias significativas. Mas pelas proje&ccedil;&otilde;es poderemos chegar a um aquecimento de 3&deg;C at&eacute; o final do s&eacute;culo, quando come&ccedil;ar&iacute;amos a ter um comportamento parecido com o clima do Plioceno m&eacute;dio, obtido na pesquisa&rdquo;, explica Pontes.<\/p>\n\n\n\n<p>O doutorando destaca que a vegeta&ccedil;&atilde;o na &eacute;poca analisada praticamente n&atilde;o sofria impactos externos. Naquele per&iacute;odo, a extens&atilde;o da floresta amaz&ocirc;nica era maior do que a atual, gerando mais umidade e ajudando a balancear o efeito do clima mais seco na regi&atilde;o. Mas, com o ritmo atual de desmatamento e queimadas dos biomas brasileiros, a seca no futuro pode ser maior.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a taxa de desmatamento na Amaz&ocirc;nia cresceu 34% entre agosto de 2019 e julho de 2020 em compara&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo anterior. Foram derrubados mais de 9,2 mil quil&ocirc;metros quadrados de floresta em 12 meses. Desde 2013, o desmatamento da floresta amaz&ocirc;nica retomou o ritmo de altas anuais consecutivas, ap&oacute;s um per&iacute;odo de queda em rela&ccedil;&atilde;o aos anos 1990.<\/p>\n\n\n\n<p>Al&eacute;m disso, dados do Inpe tamb&eacute;m apontam que em julho deste ano houve um aumento de 28% na ocorr&ecirc;ncia de inc&ecirc;ndios florestais na Amaz&ocirc;nia brasileira em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2019, considerado o pior em registro de queimadas na regi&atilde;o desde 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, Pontes diz que a rela&ccedil;&atilde;o do clima mais seco com temperaturas mais altas na Am&eacute;rica do Sul pode reduzir em at&eacute; 30% o volume anual de chuvas. Isso provocaria no futuro um comprometimento no sistema de abastecimento e gerenciamento dos recursos h&iacute;dricos no continente. &ldquo;Quanto mais conseguirmos mitigar o aumento da temperatura e a redu&ccedil;&atilde;o da cobertura vegetal mais conseguiremos contribuir para que as mudan&ccedil;as sentidas na Am&eacute;rica do Sul tenham menos impacto para a popula&ccedil;&atilde;o em geral&rdquo;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>Levar em considera&ccedil;&atilde;o mudan&ccedil;as na vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das sugest&otilde;es feitas no artigo para novos estudos. Nesses, os efeitos do desmatamento e do aquecimento sendo analisados em conjunto ajudar&atilde;o a melhor estimar a poss&iacute;vel redu&ccedil;&atilde;o no volume de chuvas na Am&eacute;rica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>O artigo Drier tropical and subtropical Southern Hemisphere in the mid-Pliocene Warm Period pode ser lido em <a href=\"http:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-020-68884-5\" class=\"rank-math-link\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.nature.com\/articles\/s41598-020-68884-5<\/a>.<br>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com a ONU, as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas j&aacute; t&ecirc;m provocado efeitos importantes no ambiente e na sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":12760,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,1423],"tags":[159,158,452,1458],"class_list":{"0":"post-12759","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-sustentabilidade","9":"tag-aquecimento-global","10":"tag-clima","11":"tag-crise-climatica","12":"tag-futuro-do-clima"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/seca-falta-de-chuva-scaled.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12759","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12759"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12759\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12760"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12759"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12759"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12759"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}