{"id":1266,"date":"2018-06-07T07:33:07","date_gmt":"2018-06-07T10:33:07","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=1266"},"modified":"2018-06-07T07:33:07","modified_gmt":"2018-06-07T10:33:07","slug":"midia-e-entretenimento-por-que-o-otimismo-e-crescente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/midia-e-entretenimento-por-que-o-otimismo-e-crescente\/","title":{"rendered":"M\u00eddia e entretenimento: por que o otimismo \u00e9 crescente?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1267\" aria-describedby=\"caption-attachment-1267\" style=\"width: 960px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1267\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"640\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1267\" class=\"wp-caption-text\">Indicadores de pesquisa da PwC refor&ccedil;am a vis&atilde;o otimista das oportunidades do setor<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Reda&ccedil;&atilde;o<br>\nRadar do Futuro<\/p>\n<p>O setor de m&iacute;dia e entretenimento (E&amp;M) deve ter um&nbsp; crescimento global m&eacute;dio de 4,4% ao ano entre 2018 e 2022. A previs&atilde;o &eacute; da&nbsp;19&deg; edi&ccedil;&atilde;o da Pesquisa Global de Entretenimento e M&iacute;dia 2018-2022, estudo feito pela PwC, que&nbsp;analisou 15 segmentos do setor em 53 pa&iacute;ses e apontou que a receita global deve alcan&ccedil;ar US$ 2,4 trilh&otilde;es em 2022, acima dos US$ 1,9 trilh&atilde;o registrados em 2017, um aumento de 26% na compara&ccedil;&atilde;o total entre os per&iacute;odos.<\/p>\n<p>Globalmente, as expectativas do estudo deste ano est&atilde;o acima das previs&otilde;es do ano passado, em raz&atilde;o do crescimento dos gastos do consumidor com acesso &agrave; internet em todos as regi&otilde;es pesquisadas. A edi&ccedil;&atilde;o de 2018 mostra que o crescimento do consumo e da publicidade nas plataformas digitais para dispositivos m&oacute;veis come&ccedil;ou a refletir o aumento consider&aacute;vel do n&uacute;mero de consumidores conectados no mundo todo e isso ficar&aacute; cada vez mais evidente nos pr&oacute;ximos anos.<\/p>\n<p>Em 2022, dados utilizados em smartphones para o consumo de E&amp;M exceder&atilde;o os dados consumidos em banda larga fixa. O motivo dessa tend&ecirc;ncia &eacute; o aumento em 2,2 bilh&otilde;es, at&eacute; 2022, do total global de conex&otilde;es de internet m&oacute;vel de alta velocidade (m&eacute;trica que rastreia cart&otilde;es SIM em vez de assinantes individuais).<\/p>\n<p>Dentro desse cen&aacute;rio otimista, novos segmentos, n&atilde;o contemplados nas edi&ccedil;&otilde;es de anos anteriores, come&ccedil;am a apresentar receitas significativas para o setor, com taxas de crescimento muito mais elevadas. &Eacute; o caso dos gastos com games em realidade virtual, com &iacute;ndices m&eacute;dios de crescimento anual de 40% ao longo de cinco anos, dos gastos com e-Sports (bilheteria de campeonato de game), o que deve aumentar em m&eacute;dia 20% ao ano at&eacute; 2022 e do podcast, com crescimento esperado de quase 30%. Outro exemplo de crescimento relevante &eacute; o segmento de OTT (over the top) de v&iacute;deos na internet, que crescer&aacute; 10% ao ano at&eacute; 2022.<\/p>\n<p>Por outro lado, a pesquisa mostra que o baixo crescimento dos gastos do consumidor (3% ao ano at&eacute; 2022) est&aacute; atrasando o crescimento dos gastos do anunciante, tanto no f&iacute;sico quanto no digital. Dois segmentos v&ecirc;m sofrendo mais com isso: jornais e revistas, que, ano a ano, apresentam quedas na receita total, mais acentuadas nos formatos tradicionais (off-line).<\/p>\n<p>No entanto, esses mesmos segmentos apresentam crescimento em plataformas digitais: para jornal, &eacute; esperado um aumento de 9,5% ao ano nas receitas de assinaturas on-line; para revista, 7% ao ano na publicidade digital. A dificuldade para esses segmentos do setor voltarem a crescer &eacute; que o ganho nas plataformas digitais n&atilde;o cobre as perdas nos formatos tradicionais.<\/p>\n<p>&ldquo;O digital transformou de vez todo o ecossistema do setor de entretenimento e m&iacute;dia. O conte&uacute;do tornou-se mais imersivo e dispon&iacute;vel sob demanda. As plataformas digitais proliferaram, criando uma distribui&ccedil;&atilde;o mais direta e personalizada, levando as empresas a desenvolverem estrat&eacute;gias de escala e de nicho ao mesmo tempo. A competi&ccedil;&atilde;o pelo engajamento e gastos dos usu&aacute;rios nunca foi t&atilde;o acirrada.<\/p>\n<p>J&aacute; se foram os dias em que redes de TV, produtoras de conte&uacute;do ou empresas de qualquer tipo poderiam prosperar em uma, duas ou at&eacute; mesmo tr&ecirc;s fontes confi&aacute;veis de receita. Hoje, o crescimento lucrativo e sustent&aacute;vel depende cada vez mais de cinco, seis ou mais fontes e de modelos de neg&oacute;cios inovadores que v&atilde;o al&eacute;m das fontes tradicionais de monetiza&ccedil;&atilde;o. O portf&oacute;lio de servi&ccedil;os deve considerar experi&ecirc;ncias conectadas e complementares que exploram o potencial comercial de seus usu&aacute;rios mais engajados: seus f&atilde;s&rdquo;, afirma Carlos Giusti, s&oacute;cio da PwC Brasil.<\/p>\n<h2>Converg&ecirc;ncia 3.0<\/h2>\n<p>Em linha com as afirma&ccedil;&otilde;es de Giusti, um dos caminhos apontados pela PwC para que as empresas potencializem seus ganhos &eacute; por meio da converg&ecirc;ncia, que a PwC chamou de Converg&ecirc;ncia 3.0: empresas de todos os setores desenvolvem novos modelos de neg&oacute;cio fortalecidos pelo engajamento e na confian&ccedil;a do consumidor. Essa converg&ecirc;ncia pode ser de acesso, de m&iacute;dia, de geografia ou de neg&oacute;cio.<\/p>\n<p>&ldquo;Na converg&ecirc;ncia 3.0, as din&acirc;micas de concorr&ecirc;ncia est&atilde;o evoluindo enquanto uma gama de super competidores em constante expans&atilde;o e players com foco espec&iacute;fico se esfor&ccedil;am para construir relev&acirc;ncia na escala adequada. Modelos de neg&oacute;cio est&atilde;o sendo reinventados de forma a criar novos fluxos de receitas&rdquo;, explica Sergio Zamora, s&oacute;cio l&iacute;der de Tecnologia, M&iacute;dia e Telecom da PwC Brasil.<\/p>\n<h2>Pa&iacute;ses consumidores<\/h2>\n<p>EUA e China, combinados, s&atilde;o respons&aacute;veis por quase 50% de todo o gasto global com E&amp;M. De fato, muito tem se falado sobre as Big4 de Tech: Google, Amazon, Facebook e Apple &ndash; os gigantes digitais dos EUA que est&atilde;o na vanguarda da inova&ccedil;&atilde;o no mundo ocidental. A mesma aten&ccedil;&atilde;o deve ser dada aos &ldquo;BATs&rdquo; &ndash; os gigantes da internet na China: Baidu, Alibaba e Tencent. As tr&ecirc;s empresas operam em v&aacute;rios setores da economia digital, oferecendo uma combina&ccedil;&atilde;o eficaz de comunica&ccedil;&atilde;o, m&iacute;dia e com&eacute;rcio em suas plataformas, que excede a escala de qualquer coisa ainda alcan&ccedil;ada por qualquer empresa dos EUA ou do mundo.<\/p>\n<p>Combinados, as chinesas t&ecirc;m mais de 60% da ind&uacute;stria de v&iacute;deo on-line por meio de suas plataformas iQiyi, Youku Tudou e Tencent Video, e tamb&eacute;m competem de maneiras diferentes em m&uacute;sica e videogames, o que significa que est&atilde;o atuando em todas as &aacute;reas de consumo digital que mais crescem. O trio tamb&eacute;m &eacute; respons&aacute;vel pela maioria da publicidade na internet na China.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o existem mais fronteiras para o setor, nem de neg&oacute;cio, nem de l&iacute;ngua, nem de pa&iacute;ses. Temos visto em todos os pa&iacute;ses grandes nomes do varejo se aliando a empresas de tecnologia para ter ganho de escala e abrang&ecirc;ncia em, por exemplo, portais de compra on-line. Empresas de m&iacute;dia est&atilde;o distribuindo conte&uacute;do gr&aacute;tis em plataformas de m&iacute;dias sociais. Ligas esportivas e empresas de videogames est&atilde;o adotando o eSports, al&eacute;m de empresas de Telecom parceiras de antigos concorrentes para entrega de servi&ccedil;os de streaming de v&iacute;deo e &aacute;udio. Isso n&atilde;o significa que o legado dos modelos tradicionais deve ser abandonado, mas somados aos novos modelos de E&amp;M, acompanhando o comportamento conectado e m&oacute;vel do consumidor&rdquo;, explica Sergio Zamora.<\/p>\n<h2>Cen&aacute;rio brasileiro<\/h2>\n<p>Depois de dois anos de retra&ccedil;&atilde;o e um PIB de 1% em 2017, a PwC aposta nas proje&ccedil;&otilde;es de recupera&ccedil;&atilde;o do crescimento do Brasil, com uma leve melhora nos &iacute;ndices de desemprego e aumento do consumo das fam&iacute;lias. Espera-se que o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico para 2018 e no per&iacute;odo de proje&ccedil;&atilde;o sejam marcados por um ritmo de crescimento mais consistente e equilibrado entre os setores da economia. Os investimentos nos segmentos de E&amp;M, principalmente em novas tecnologias e em infraestrutura de rede de internet, est&atilde;o mais robustos e &eacute; esperada uma retomada do interesse dos grupos estrangeiros no pa&iacute;s.<\/p>\n<p>No Brasil, o acesso &agrave; internet e servi&ccedil;os de streaming de v&iacute;deo e m&uacute;sica apresentam as maiores taxas de crescimentos do setor nos pr&oacute;ximos cinco anos. Segundo o estudo, jornais e revistas devem continuar em queda no formato impresso. Na publicidade, o destaque &eacute; novamente o crescimento de an&uacute;ncios em v&iacute;deo no celular.<\/p>\n<p>No total, o estudo prev&ecirc; que, no Brasil, o setor deve movimentar quase US$ 53 bilh&otilde;es em 2022, ante cerca de US$ 41 bilh&otilde;es em 2017, uma m&eacute;dia anual de 5,3%. Os gastos com acesso &agrave; internet apresentam o maior crescimento entre as categorias em que o estudo &eacute; dividido: consumo, publicidade e acesso.<\/p>\n<p>Os gastos no pa&iacute;s para acessar a internet devem sair de US$ 15 bilh&otilde;es, em 2017, para US$ 22 bilh&otilde;es, em 2022, com um crescimento m&eacute;dio anual acima de 7%. Os valores de consumo e de publicidade tamb&eacute;m crescem 2,2% e 5,2%, respectivamente. A redu&ccedil;&atilde;o do consumo dos &uacute;ltimos anos diminui as expectativas para o Brasil e, consequentemente, impactou os gastos dos anunciantes.<\/p>\n<p>O estudo mostra tamb&eacute;m que em pa&iacute;ses, como o Brasil e a gigante China, onde a penetra&ccedil;&atilde;o da internet ainda &eacute; baixa se comparados com pa&iacute;ses de alta penetra&ccedil;&atilde;o, como Su&iacute;&ccedil;a e Inglaterra (ambos acima de 90%), os consumidores acabam gastando mais com esse segmento do que com os demais. Esse fator deixa mais lenta a migra&ccedil;&atilde;o dos gastos para as plataformas digitais no Brasil, por&eacute;m os h&aacute;bitos dos consumidores brasileiros acompanham todas as <a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/ddof\/o-que-sao-tendencias\/\" target=\"_self\" title=\"Confira o que s&atilde;o tend&ecirc;ncias, os fatos ou fen&ocirc;menos que podem acontecer em algum momento adiante na hist&oacute;ria da sociedade, como um novo comportamento individual ou de um grupo\" class=\"encyclopedia\">tend&ecirc;ncias<\/a> globais: preferem as plataformas on-line acessadas por smartphones.<\/p>\n<p>Um segmento com receita ainda pequena no Brasil, mas com alta taxa de crescimento, de 37% ao ano, &eacute; o eSport. Os servi&ccedil;os de streaming tamb&eacute;m s&atilde;o destaques nesta edi&ccedil;&atilde;o e devem continuar crescendo de forma cada vez mais acelerada, &agrave; medida que as conex&otilde;es de alta velocidade se tornam mais comuns no pa&iacute;s.<\/p>\n<p>O OTT (v&iacute;deo na internet) vai sair de US$ 498 milh&otilde;es em 2017 para US$782 milh&otilde;es em 2022, crescendo em m&eacute;dia 9,4% ao ano. No segmento de m&uacute;sica, o streaming j&aacute; apresenta o maior gasto do brasileiro para ouvir conte&uacute;do, US$ 208 milh&otilde;es em 2017, acima dos gastos com bilheteria de show ao vivo, e devem continuar crescendo em m&eacute;dia 18% ao ano.<\/p>\n<p>Essa mesma mudan&ccedil;a &eacute; esperada para a publicidade: a TV aberta continua sendo prefer&ecirc;ncia do anunciante, mas haver&aacute; perda de marketshare no per&iacute;odo de previs&atilde;o para a publicidade na TV paga e para a internet, que crescem ambas 12% ao ano at&eacute; 2022.<\/p>\n<p>&ldquo;A capacidade de uma empresa ou marca de manter a confian&ccedil;a de consumidores e anunciantes est&aacute; se tornando um diferencial vital, especialmente no setor de E&amp;M, em que &eacute; preciso demonstrar a transpar&ecirc;ncia em muitas dimens&otilde;es como conte&uacute;do, retorno do investimento, uso dos dados e impacto social&rdquo;, completa Carlos Giusti.<br>\n<b><\/b><\/p>\n<h2>Pa&iacute;ses em desenvolvimento<\/h2>\n<p>As ind&uacute;strias que mais devem crescer at&eacute; 2022 s&atilde;o as da Nig&eacute;ria e do Egito, com a receita total de E&amp;M crescendo anualmente 21,1% e 17,2%, respectivamente, puxadas em grande parte pelo aumento dos gastos pessoais com acesso &agrave; internet.<\/p>\n<p>Na mesma propor&ccedil;&atilde;o, nenhum mercado na Europa Ocidental ou na Am&eacute;rica do Norte exceder&aacute; 3% de crescimento anual at&eacute; 2022, mesmo &iacute;ndice da China. Apesar disso, os EUA se manter&atilde;o como l&iacute;der desse mercado, seguidos por China, Jap&atilde;o, Alemanha e Reino Unido. A &uacute;nica mudan&ccedil;a na lista dos dez maiores mercados &eacute; a ascens&atilde;o da &Iacute;ndia, que deve ocupar a d&eacute;cima posi&ccedil;&atilde;o em 2022, ultrapassando a It&aacute;lia, que se mantinha nessa coloca&ccedil;&atilde;o em 2017. O Brasil ocupa a nona posi&ccedil;&atilde;o em 2017 e dever&aacute; mant&ecirc;-la em 2022.<\/p>\n<p>Com informa&ccedil;&otilde;es da PwC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":1267,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1266","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/midia-entretenimento-crescimento-global.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1266"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1266\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1267"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1266"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1266"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1266"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}