{"id":1229,"date":"2018-05-29T18:38:34","date_gmt":"2018-05-29T21:38:34","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=1229"},"modified":"2018-05-29T18:41:49","modified_gmt":"2018-05-29T21:41:49","slug":"a-ofensiva-pela-extincao-dos-frentistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/a-ofensiva-pela-extincao-dos-frentistas\/","title":{"rendered":"Futuro do trabalho: a ofensiva pelo fim dos frentistas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1231\" aria-describedby=\"caption-attachment-1231\" style=\"width: 754px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1231\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil.jpg\" alt=\"O Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica sugere a redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis com o fim da fun&ccedil;&atilde;o dos frentistas - foto: Ag&ecirc;ncia Brasil\" width=\"754\" height=\"503\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil.jpg 754w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 754px) 100vw, 754px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1231\" class=\"wp-caption-text\">O Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica sugere a redu&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis com o fim da fun&ccedil;&atilde;o dos frentistas<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more-->Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n<p>Com a crise de abastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros, o Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (Cade) divulgou um estudo com nove propostas para aumentar a concorr&ecirc;ncia no setor de combust&iacute;veis e por consequ&ecirc;ncia, reduzir os pre&ccedil;os ao consumidor final. As sugest&otilde;es envolvem quest&otilde;es regulat&oacute;rias (cinco medidas), estrutura tribut&aacute;ria (duas medidas) e outras altera&ccedil;&otilde;es institucionais de car&aacute;ter geral (duas medidas). O estudo &ldquo;Repensando o setor de combust&iacute;veis: medidas pr&oacute;-concorr&ecirc;ncia&rdquo; foi divulgado hoje (29).<\/p>\n<p>&ldquo;As propostas j&aacute; estavam sendo maturadas e discutidas internamente h&aacute; algum tempo, como sugest&otilde;es do Departamento de Estudos Econ&ocirc;micos e da Superintend&ecirc;ncia&ndash;Geral. Al&eacute;m disto, acredita-se que o impacto das medidas propostas seja positivo para sociedade. O que se espera &eacute;, de maneira realista, incentivar o debate social e democr&aacute;tico a respeito de alguns temas espec&iacute;ficos, que podem favorecer a concorr&ecirc;ncia no setor&rdquo;, ponderam os pesquisadores respons&aacute;veis pelo estudo.<\/p>\n<p>Segundo o Cade, apesar de o setor de combust&iacute;veis ser o principal alvo de den&uacute;ncias de pr&aacute;tica de cartel (acordo entre empresas concorrentes para aumentar os pre&ccedil;os e para a divis&atilde;o de mercado) no Brasil, nem todos os problemas desse mercado s&atilde;o provocados por condutas anticompetitivas. Para o &oacute;rg&atilde;o, existem quest&otilde;es ligadas ao desenho institucional que poderiam ser melhoradas para aumentar o n&iacute;vel de rivalidade.<\/p>\n<p>Confira as medidas sugeridas pelo Cade:<\/p>\n<h2>Permitir que produtores de &aacute;lcool vendam diretamente aos postos<\/h2>\n<p>Atualmente, os produtores de etanol n&atilde;o podem vender o produto diretamente ao posto por conta de restri&ccedil;&otilde;es previstas em resolu&ccedil;&otilde;es da Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo (ANP). Para o Cade, este tipo de norma regulat&oacute;ria &ndash; a princ&iacute;pio &ndash; produz inefici&ecirc;ncias econ&ocirc;micas, &agrave; medida em que impede o livre com&eacute;rcio e dificulta a possibilidade de concorr&ecirc;ncia que poderia existir entre produtor de etanol e distribuidor de combust&iacute;vel.<\/p>\n<h2>Repensar a proibi&ccedil;&atilde;o de verticaliza&ccedil;&atilde;o do setor de varejo de combust&iacute;veis<\/h2>\n<p>No Brasil, &eacute; vedado por lei a um posto de gasolina pertencer a uma distribuidora de gasolina ou a uma refinaria. Segundo o Cade, h&aacute; diversos estudos emp&iacute;ricos que demonstram que os custos e os pre&ccedil;os da venda de gasolina aumentam quando se pro&iacute;be essa verticaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2>Extinguir a veda&ccedil;&atilde;o &agrave; importa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis pelas distribuidoras<\/h2>\n<p>Para o Cade, a permiss&atilde;o de importa&ccedil;&atilde;o pelos distribuidores de combust&iacute;vel reduziria os custos de transa&ccedil;&atilde;o e as margens de remunera&ccedil;&atilde;o do intermedi&aacute;rio (importador), al&eacute;m de estimular o aumento no n&uacute;mero de agentes na etapa de fornecimento de combust&iacute;veis, com poss&iacute;vel diminui&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os.<\/p>\n<h2>Fornecer informa&ccedil;&otilde;es aos consumidores do nome do revendedor de combust&iacute;vel, de quantos postos o revendedor possui e a quais outras marcas est&aacute; associado<\/h2>\n<p>Segundo o Cade, a justificativa principal para essa sugest&atilde;o &eacute; que os consumidores n&atilde;o sabem quais postos concorrem entre si. Atualmente, um revendedor pode possuir diversas marcas simultaneamente (BR, Ipiranga, Shell etc.) e estabelecer pre&ccedil;os iguais para seus postos, mesmo sendo de bandeiras diferentes. Tal situa&ccedil;&atilde;o d&aacute; a impress&atilde;o err&ocirc;nea para os consumidores que diferentes marcas combinaram pre&ccedil;os.<\/p>\n<h2>Aprimorar a disponibilidade de informa&ccedil;&atilde;o sobre a comercializa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis<\/h2>\n<p>A amplia&ccedil;&atilde;o, o cruzamento e o aprimoramento dos dados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da ANP e do Cade relacionados &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis (pre&ccedil;os, volumes etc.) permitir&aacute; a detec&ccedil;&atilde;o mais &aacute;gil e precisa de ind&iacute;cios econ&ocirc;micos de condutas anticompetitivas. Eventualmente, &eacute; poss&iacute;vel pensar em uma revis&atilde;o do artigo 198 do C&oacute;digo Tribut&aacute;rio Nacional para permitir que o Cade tenha acesso a dados fiscais do mercado de maneira mais ampla.<\/p>\n<h2>Repensar a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria do ICMS<\/h2>\n<p>Para cobrar o imposto na origem, a autoridade tribut&aacute;ria precisa elaborar uma tabela estimada de pre&ccedil;os de revenda. Essa pr&aacute;tica pode levar &agrave; uniformiza&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os nos postos. Segundo o Cade, a tabela tamb&eacute;m prejudica o empres&aacute;rio que opta por um pre&ccedil;o mais baixo que o definido no momento da tributa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<h2>Repensar a forma de tributa&ccedil;&atilde;o do combust&iacute;vel<\/h2>\n<p>Atualmente o imposto &eacute; cobrado por meio de um valor fixo por litro de combust&iacute;vel. Segundo o Cade, h&aacute;, portanto, uma distor&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que algu&eacute;m que vende o litro da gasolina mais barato paga proporcionalmente mais imposto do que outro que vende combust&iacute;vel mais caro. Desse modo, h&aacute; incentivos para a venda com pre&ccedil;os mais altos. O estudo sugere a cobran&ccedil;a de valores percentuais sobre a receita obtida com a venda.<\/p>\n<h2>Permitir postos autosservi&ccedil;os<\/h2>\n<p>Para o Cade, o autosservi&ccedil;o tende a reduzir custos com encargos trabalhistas, com consequente redu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o final ao consumidor. Al&eacute;m disso, dota o consumidor de maior poder de escolha entre abastecer pessoalmente seu pr&oacute;prio carro ou escolher um posto com servi&ccedil;os de frentistas.<\/p>\n<h2>Repensar as normas sobre o uso concorrencial do espa&ccedil;o urbano<\/h2>\n<p>O Cade prop&otilde;e ainda uma regulamenta&ccedil;&atilde;o nacional que fomente a rivalidade entre postos de combust&iacute;veis e repense restri&ccedil;&otilde;es do uso do espa&ccedil;o urbano (a proibi&ccedil;&atilde;o de instala&ccedil;&atilde;o de postos de gasolina em hipermercados, por exemplo), que acabam por diminuir a rivalidade entre os agentes de mercado e elevar o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis.<\/p>\n<p>s no Brasil. As medidas incluem o fim do servi&ccedil;os dos frentistas e a permiss&atilde;o para que produtores de &aacute;lcool vendam diretamente aos postos de combust&iacute;veis.<\/p>\n<p>Intitulada Repensando o setor de combust&iacute;veis: medidas pr&oacute;-concorr&ecirc;ncia, a publica&ccedil;&atilde;o apresenta nove propostas com o objetivo de aumentar a concorr&ecirc;ncia no setor e, por consequ&ecirc;ncia, reduzir os pre&ccedil;os ao consumidor final.<\/p>\n<p>&ldquo;As propostas j&aacute; estavam sendo maturadas e discutidas internamente h&aacute; algum tempo, como sugest&otilde;es do Departamento de Estudos Econ&ocirc;micos e da Superintend&ecirc;ncia&ndash;Geral. Al&eacute;m disto, acredita-se que o impacto das medidas propostas seja positivo para sociedade. O que se espera &eacute;, de maneira realista, incentivar o debate social e democr&aacute;tico a respeito de alguns temas espec&iacute;ficos, que podem favorecer a concorr&ecirc;ncia no setor&rdquo;, afirmam os pesquisadores respons&aacute;veis pelo estudo.<\/p>\n<p>Apesar de o setor de combust&iacute;veis ser o principal alvo de den&uacute;ncias de pr&aacute;tica de cartel no Brasil, defende-se que nem todos os problemas desse mercado s&atilde;o provocados por condutas anticompetitivas e que existem quest&otilde;es ligadas ao desenho institucional que poderiam ser melhoradas para aumentar o n&iacute;vel de rivalidade.<\/p>\n<p>As nove propostas est&atilde;o reunidas em tr&ecirc;s t&oacute;picos tem&aacute;ticos, envolvendo, respectivamente, quest&otilde;es regulat&oacute;rias, estrutura tribut&aacute;ria e outras altera&ccedil;&otilde;es institucionais de car&aacute;ter geral. Confira todas elas:<\/p>\n<p>1) Permitir que produtores de &aacute;lcool vendam diretamente aos postos<br>\nAtualmente, os produtores de etanol n&atilde;o podem vender o produto diretamente ao posto devido &agrave;s restri&ccedil;&otilde;es previstas em resolu&ccedil;&otilde;es da ANP (Ag&ecirc;ncia Nacional do Petr&oacute;leo, G&aacute;s Natural e Biocombust&iacute;veis). Entende-se que este tipo de norma regulat&oacute;ria &ndash; a princ&iacute;pio &ndash; produz inefici&ecirc;ncias econ&ocirc;micas, &agrave; medida em que impede o livre com&eacute;rcio e dificulta a possibilidade de concorr&ecirc;ncia que poderia existir entre produtor de etanol e distribuidor de combust&iacute;vel.<\/p>\n<p>2) Repensar a proibi&ccedil;&atilde;o de verticaliza&ccedil;&atilde;o do setor de varejo de combust&iacute;veis<br>\nNo Brasil, &eacute; vedado por lei a um posto de gasolina pertencer a uma distribuidora de gasolina ou a uma refinaria. H&aacute; diversos estudos emp&iacute;ricos que demonstram que os custos e os pre&ccedil;os da venda de gasolina aumentam quando se pro&iacute;be essa verticaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>3) Extinguir a veda&ccedil;&atilde;o &agrave; importa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis pelas distribuidoras<br>\nA permiss&atilde;o de importa&ccedil;&atilde;o pelos distribuidores de combust&iacute;vel reduziria os custos de transa&ccedil;&atilde;o e as margens de remunera&ccedil;&atilde;o do intermedi&aacute;rio (importador), al&eacute;m de estimular o aumento no n&uacute;mero de agentes na etapa de fornecimento de combust&iacute;veis, com poss&iacute;vel diminui&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os.<\/p>\n<p>4) Fornecer informa&ccedil;&otilde;es aos consumidores do nome do revendedor de combust&iacute;vel, de quantos postos o revendedor possui e a quais outras marcas est&aacute; associado<br>\nA justificativa principal para tal sugest&atilde;o &eacute; que os consumidores n&atilde;o sabem quais postos concorrem entre si. Atualmente, um revendedor pode possuir diversas marcas simultaneamente (BR, Ipiranga, Shell, etc.) e estabelecer pre&ccedil;os iguais para seus postos, mesmo sendo de bandeiras diferentes. Tal situa&ccedil;&atilde;o d&aacute; a impress&atilde;o err&ocirc;nea para os consumidores que diferentes marcas combinaram pre&ccedil;os.<\/p>\n<p>5) Aprimorar a disponibilidade de informa&ccedil;&atilde;o sobre a comercializa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis<br>\nA amplia&ccedil;&atilde;o, o cruzamento e o aprimoramento dos dados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o da ANP e do Cade relacionados &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis (pre&ccedil;os, volumes, etc.) permitir&aacute; a detec&ccedil;&atilde;o mais &aacute;gil e precisa de ind&iacute;cios econ&ocirc;micos de condutas anticompetitivas. Eventualmente, &eacute; poss&iacute;vel pensar em uma revis&atilde;o do art. 198 do C&oacute;digo Tribut&aacute;rio Nacional para permitir que o Cade tenha acesso a dados fiscais do mercado de maneira mais ampla.<\/p>\n<p>6) Repensar a substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria do ICMS<br>\nPara cobrar o imposto na origem, a autoridade tribut&aacute;ria precisa elaborar uma tabela estimada de pre&ccedil;os de revenda. Essa pr&aacute;tica pode levar &agrave; uniformiza&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os nos postos. Ela tamb&eacute;m prejudica o empres&aacute;rio que opta por um pre&ccedil;o mais baixo que o definido no momento da tributa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>7) Repensar a forma de tributa&ccedil;&atilde;o do combust&iacute;vel<br>\nAtualmente o imposto &eacute; cobrado por meio de um valor fixo por litro de combust&iacute;vel (ad rem). H&aacute;, portanto, uma distor&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que algu&eacute;m que vende o litro da gasolina mais barato paga proporcionalmente mais imposto do que outro que vende combust&iacute;vel mais caro. Desse modo, h&aacute; incentivos para a venda com pre&ccedil;os mais altos. O estudo sugere a cobran&ccedil;a de valores percentuais (ad valorem) sobre a receita obtida com a venda.<\/p>\n<p>8) Permitir postos autosservi&ccedil;os<br>\nO autosservi&ccedil;o tende a reduzir custos com encargos trabalhistas, com consequente redu&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o final ao consumidor. Al&eacute;m disso, dota o consumidor de maior poder de escolha entre abastecer pessoalmente seu pr&oacute;prio carro ou escolher um posto com servi&ccedil;os de frentistas.<\/p>\n<p>9) Repensar as normas sobre o uso concorrencial do espa&ccedil;o urbano<br>\nProp&otilde;e-se uma regulamenta&ccedil;&atilde;o nacional que fomente a rivalidade entre postos de combust&iacute;veis e repense restri&ccedil;&otilde;es do uso do espa&ccedil;o urbano (a proibi&ccedil;&atilde;o de instala&ccedil;&atilde;o de postos de gasolina em hipermercados, por exemplo), que acabam por diminuir a rivalidade entre os agentes de mercado e elevar o pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":1231,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,16],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1229","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-tendencias-setores"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/posto-fechado-por-falta-de-combustivel-foto-marcelo-camargo-agencia-brasil.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1229","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1229"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1229\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1229"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1229"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1229"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}