{"id":1190,"date":"2018-05-24T08:25:05","date_gmt":"2018-05-24T11:25:05","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=1190"},"modified":"2018-05-24T08:25:05","modified_gmt":"2018-05-24T11:25:05","slug":"dificuldade-de-sobrevivencia-dos-idosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/dificuldade-de-sobrevivencia-dos-idosos\/","title":{"rendered":"Mais de metade dos idosos trabalha para sobreviver"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_1191\" aria-describedby=\"caption-attachment-1191\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-1191\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice-1024x461.jpg\" alt=\"trabalho por conta pr&oacute;pria &eacute; a principal fonte de renda entre as pessoas idosas que continuam trabalhando. Foto: EBC\" width=\"1024\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice-300x135.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice-768x346.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1191\" class=\"wp-caption-text\">trabalho por conta pr&oacute;pria &eacute; a principal fonte de renda entre as pessoas idosas que continuam trabalhando.<\/figcaption><\/figure>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>ONU<\/p>\n<p>A falta de aposentadoria de um sistema contributivo afeta mais da metade dos homens e, sobretudo, das mulheres com mais de 60 anos na Am&eacute;rica Latina, principal fator que os mant&ecirc;m ativos no mercado de trabalho. A conclus&atilde;o &eacute; de nova publica&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Econ&ocirc;mica para a Am&eacute;rica Latina e o Caribe (CEPAL) e da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) divulgada na ter&ccedil;a-feira, 22 de maio.<\/p>\n<p>Apesar dos avan&ccedil;os recentes na formaliza&ccedil;&atilde;o do emprego e na expans&atilde;o dos sistemas contributivos de aposentadoria, em m&eacute;dia, 57,7% das pessoas com idade entre 65 e 69 anos, e 51,8% daquelas com mais de 70 anos n&atilde;o recebem aposentadoria de um sistema contributivo, com taxas ainda mais elevadas para as mulheres. Os dados referem-se a oito pa&iacute;ses da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>A falta de aposentadoria de um sistema contributivo afeta mais da metade dos homens e, sobretudo, das mulheres com mais de 60 anos na Am&eacute;rica Latina, principal fator que os mant&ecirc;m ativos no mercado de trabalho. A conclus&atilde;o &eacute; de nova publica&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Econ&ocirc;mica para a Am&eacute;rica Latina e o Caribe (CEPAL) e da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) divulgada na ter&ccedil;a-feira (22).<\/p>\n<p>Na edi&ccedil;&atilde;o 18 da publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Conjuntura Laboral na Am&eacute;rica Latina e no Caribe (maio de 2018)&ldquo;, os dois organismos das Na&ccedil;&otilde;es Unidas destacaram que, segundo suas proje&ccedil;&otilde;es, entre 2015 e 2050 a propor&ccedil;&atilde;o de pessoas com 60 anos ou mais na for&ccedil;a de trabalho aumentar&aacute; de 7,5% para 15%. Contribuem para isso, sobretudo, o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o e, em menor grau, um moderado aumento da participa&ccedil;&atilde;o laboral dos adultos idosos.<\/p>\n<p>Apesar dos avan&ccedil;os recentes na formaliza&ccedil;&atilde;o do emprego e na expans&atilde;o dos sistemas contributivos de aposentadoria, em m&eacute;dia, 57,7% das pessoas com idade entre 65 e 69 anos, e 51,8% daquelas com mais de 70 anos n&atilde;o recebem aposentadoria de um sistema contributivo, com taxas ainda mais elevadas para as mulheres. Os dados referem-se a oito pa&iacute;ses da regi&atilde;o.<\/p>\n<p>Essa situa&ccedil;&atilde;o obriga muitas pessoas idosas a trabalhar &mdash; a taxa de ocupa&ccedil;&atilde;o para o conjunto das pessoas com 60 anos ou mais alcan&ccedil;a 35,4% na regi&atilde;o, segundo o estudo. Essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; elevada mesmo em grupos et&aacute;rios que j&aacute; ultrapassaram a idade legal de aposentadoria: 39,3% no grupo de 65 a 69 anos e 20,4% no de 70 e mais anos. As taxas s&atilde;o mais altas nos pa&iacute;ses com baixa cobertura dos sistemas contributivos de aposentadorias, de acordo com o relat&oacute;rio.<\/p>\n<p>CEPAL e OIT destacaram que o trabalho por conta pr&oacute;pria &eacute; a principal fonte de renda entre as pessoas idosas que continuam trabalhando. Isso pode refletir tanto a discrimina&ccedil;&atilde;o que obstrui o acesso a um emprego assalariado, como o desejo de trabalhar de forma independente, aproveitando as qualifica&ccedil;&otilde;es adquiridas ao longo de sua vida laboral para trabalhar em condi&ccedil;&otilde;es que permitam maior flexibilidade. Al&eacute;m disso, o estudo mostrou que uma elevada propor&ccedil;&atilde;o dos adultos idosos ocupados atua na agricultura, onde a cobertura dos sistemas de aposentadoria costuma ser baixa.<\/p>\n<p>O estudo tamb&eacute;m indicou que 7,2% das pessoas com 60 anos ou mais est&atilde;o trabalhando, apesar de receberem uma aposentadoria de um sistema contributivo, o que pode ser atribu&iacute;do ao baixo montante recebido ou &agrave; prefer&ecirc;ncia de permanecer ativos, sobretudo entre pessoas de maior escolaridade.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio ampliar a cobertura dos sistemas de aposentadorias e complement&aacute;-los com aposentadorias n&atilde;o contributivas, a fim de reduzir a press&atilde;o sobre os idosos, que se veem obrigados a continuar trabalhando, geralmente em empregos de baixa produtividade, a fim de poder contar com meios m&iacute;nimos de subsist&ecirc;ncia em uma idade na qual as sociedades deveriam garantir as condi&ccedil;&otilde;es para desfrutar uma velhice digna&rdquo;, disseram Alicia B&aacute;rcena, secret&aacute;ria-executiva da CEPAL, e Jos&eacute; Manuel Salazar, diretor regional da OIT, no pr&oacute;logo da publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Eles disseram ainda que, frente ao acelerado processo de envelhecimento pelo qual passam as popula&ccedil;&otilde;es de muitos pa&iacute;ses latino-americanos, &eacute; uma obriga&ccedil;&atilde;o analisar as condi&ccedil;&otilde;es e o financiamento dos sistemas de aposentadorias, de forma a serem inclusivos e sustent&aacute;veis.<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atual conjuntura laboral geral na Am&eacute;rica Latina, o relat&oacute;rio CEPAL-OIT explicou que, em 2018, a regi&atilde;o est&aacute; vivendo uma fase de modesta recupera&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. A estimativa &eacute; de crescimento de 2,2% este ano, frente a 1,3% em 2017.<\/p>\n<p>Nesse contexto, os organismos projetam um leve aumento da taxa de ocupa&ccedil;&atilde;o regional, o que implicaria que, pela primeira vez desde 2014, ser&aacute; registrada uma leve queda da taxa de desemprego urbano para cerca de 9% (depois de registrar 9,3% em 2017, n&iacute;vel mais elevado desde 2005). Essa evolu&ccedil;&atilde;o do emprego, junto coma continuidade do aumento real dos sal&aacute;rios de forma moderada, contribuir&aacute; para fortalecer o poder de compra dos lares, de forma a estabilizar a retomada econ&ocirc;mica.<\/p>\n<p>Leia: &ldquo;<a href=\"https:\/\/www.cepal.org\/es\/publicaciones\/43603-coyuntura-laboral-america-latina-caribe-la-insercion-laboral-personas-mayores\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conjuntura Laboral na Am&eacute;rica Latina e no Caribe (maio de 2018)<\/a>&ldquo;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":1191,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[20,19],"tags":[258,533],"class_list":{"0":"post-1190","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-destaques","8":"category-insights","9":"tag-idosos","10":"tag-previdencia"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/idosos-futuro-dos-idosos-velhice.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1190","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1190"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1190\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1190"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1190"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1190"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}