{"id":11744,"date":"2020-07-31T14:03:37","date_gmt":"2020-07-31T17:03:37","guid":{"rendered":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/?p=11744"},"modified":"2020-07-31T14:23:16","modified_gmt":"2020-07-31T17:23:16","slug":"era-do-desalento-aprofunda-a-crise-sobre-o-futuro-da-politica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/era-do-desalento-aprofunda-a-crise-sobre-o-futuro-da-politica\/","title":{"rendered":"Era do desalento aprofunda a crise sobre o futuro da pol\u00edtica"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"573\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-1024x573.jpg\" alt=\"Entregadores de aplicativos fazem protesto por melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho - Roberto Parizotti\/Fotos Publicas\" class=\"wp-image-11860\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-1024x573.jpg 1024w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-300x168.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-768x429.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-1536x859.jpg 1536w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-696x389.jpg 696w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas-1392x778.jpg 1392w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/greve-de-entregadores-de-aplicativos-Roberto-Parizotti-Fotos-Publicas.jpg 1928w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>A falta de solu&ccedil;&otilde;es para a queda da qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o, inclusive da precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho, ter&aacute; impacto sobre o futuro da pol&iacute;tica.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><em>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista I Radar do Futuro<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Os governos e as constela&ccedil;&otilde;es dos sistemas pol&iacute;ticos, incluindo o conceito de pol&iacute;tica, com algumas poucas exce&ccedil;&otilde;es no planeta, estar&atilde;o entre os grandes perdedores quando o caronav&iacute;rus der uma tr&eacute;gua para a humanidade. Os preju&iacute;zos para a imagem dos gestores p&uacute;blicos ser&atilde;o consider&aacute;veis diante de um balan&ccedil;o que vai envolver a morte de centenas de milhares de vidas, desemprego, quebra de empresas e precariza&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida. E conviv&ecirc;ncia com o medo de novos surtos de epidemias e pandemias. A tend&ecirc;ncia do &ldquo;fim das democracias tradicionais&rdquo; foi acelerada, assim como a antecipa&ccedil;&atilde;o de tecnologias e a ado&ccedil;&atilde;o do trabalho remoto. A pol&iacute;tica ser&aacute; atropelada pelo &ldquo;novo normal&rdquo;, atributo adotado por in&uacute;meros consultores do pensamento m&eacute;dio.<\/p>\n\n\n\n<p>Governantes est&atilde;o perdendo apoio, aceleradamente, por conta da gest&atilde;o da pandemia. A conta dos insatisfeito inclui muitos cidad&atilde;os para quem o n&uacute;mero de mortes e de casos de cont&aacute;gio &eacute; maior do que os n&uacute;meros oficiais, registra uma pesquisa realizada em seis pa&iacute;ses pela consultoria Kekst CNC. E h&aacute; o contr&aacute;rio, com gente achando que h&aacute; exageros nas estrat&eacute;gias contra o v&iacute;rus. Mil pessoas foram ouvidas em cada pa&iacute;s. Apesar de ser um retrato do momento sobre a rea&ccedil;&atilde;o das popula&ccedil;&otilde;es &agrave;s iniciativas adotadas pelos seus governantes, o estudo diz muito sobre o futuro da pol&iacute;tica. <\/p>\n\n\n\n<p>&Agrave; medida em que os governos se mostram incapazes de oferecer solu&ccedil;&otilde;es para todos os segmentos sociais, todo o sistema pol&iacute;tico tende a ter a imagem manchada. Ou mais, a democracia tradicional se desmancha como teoria e pr&aacute;tica de representa&ccedil;&atilde;o popular. A generaliza&ccedil;&atilde;o das descren&ccedil;as explica o retorno de movimentos radicais de direita. Na Europa, o crescimento da extrema direita &eacute; sem precedentes desde os anos 1930. Em v&aacute;rios pa&iacute;ses situa-se com apoio entre 10% e 20% dos eleitores. Na Fran&ccedil;a, Inglaterra e Dinamarca j&aacute; chegou a entre 25% e 30% dos votos.&nbsp;Hoje, na Alemanha, nove em cada dez alem&atilde;es dizem que os pol&iacute;ticos n&atilde;o s&atilde;o mais honestos e que as promessas eleitorais n&atilde;o s&atilde;o cumpridas. Muitos afirmam que os partidos pol&iacute;ticos est&atilde;o mais interessados &#8203;&#8203;em reter o poder do que no bem-estar dos cidad&atilde;os.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Paradoxos <\/h2>\n\n\n\n<p>Divulgado no in&iacute;cio do ano, o Bar&ocirc;metro Edelman de Confian&ccedil;a de 2020, estudo tradicional da ag&ecirc;ncia de comunica&ccedil;&atilde;o com atua&ccedil;&atilde;o global, avaliava que &ldquo;apesar de uma economia global forte e quase emprego pleno, a maioria dos entrevistados em todos os mercados desenvolvidos n&atilde;o acredita que estar&aacute; em melhor situa&ccedil;&atilde;o daqui a cinco anos. E 56% acreditam que o capitalismo em sua forma atual faz, agora, mais mal do que bem ao planeta.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>&ldquo;Estamos vivendo em um paradoxo de confian&ccedil;a&rdquo;, disse Richard Edelman, CEO da Edelman, ao divulgar os resultados do estudo.&nbsp;&ldquo;Desde que come&ccedil;amos a medir a confian&ccedil;a h&aacute; 20 anos, o crescimento econ&ocirc;mico promove a confian&ccedil;a crescente.&nbsp;Isso continua na &Aacute;sia e no Oriente M&eacute;dio, mas n&atilde;o nos mercados desenvolvidos, onde a desigualdade de renda nacional &eacute; agora o fator mais importante.&nbsp;Os medos s&atilde;o uma esperan&ccedil;a sufocante. E as suposi&ccedil;&otilde;es de longa data sobre o trabalho &aacute;rduo que leva &agrave; mobilidade ascendente s&atilde;o agora inv&aacute;lidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem mesmo a ci&ecirc;ncia escapa do processo de desconfian&ccedil;a. O que foi verificado durante a pandemia com o acompanhamento do grande n&uacute;mero de pessoas aglomeradas em mobiliza&ccedil;&otilde;es contra o isolamento. N&atilde;o &eacute; coincid&ecirc;ncia que, para 35% dos brasileiros, segundo a pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita pelo Instituto Gallup em 2019, a ci&ecirc;ncia n&atilde;o merece confian&ccedil;a. Um em cada quatro pessoas acha que a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica n&atilde;o contribui para o pa&iacute;s. No ranking dos 144 pa&iacute;ses participantes, o Brasil ocupa apenas a cent&eacute;sima d&eacute;cima primeira posi&ccedil;&atilde;o entre os pa&iacute;ses que mais confiam na ci&ecirc;ncia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impactos futuros<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando a poeira da pandemia baixar, o cen&aacute;rio das economias regionais e global n&atilde;o ser&aacute; muito animador. A recupera&ccedil;&atilde;o do mundo ap&oacute;s a pandemia do novo coronav&iacute;rus ser&aacute; mais dif&iacute;cil agora do que foi em recess&otilde;es anteriores &ndash; e especialmente para os brasileiros. Mais assustador ainda &eacute; saber que nove em cada dez pa&iacute;ses devem atravessar esta crise melhor do que o Brasil, de acordo com um levantamento que cruza previs&otilde;es do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) com uma edi&ccedil;&atilde;o recente do Boletim Focus, do Banco Central. <\/p>\n\n\n\n<p>A Organiza&ccedil;&atilde;o para a Coopera&ccedil;&atilde;o e o Desenvolvimento Econ&ocirc;mico (OCDE) prev&ecirc; que a taxa de desemprego nas economias mais avan&ccedil;adas do mundo deve atingir at&eacute; o fim de 2020 o n&iacute;vel mais alto desde a Grande Depress&atilde;o de 1929. A expectativa mais otimista &eacute; que o mercado de trabalho s&oacute; se recupere completamente em 2022.<br>Num sinal de que a revis&atilde;o de conceitos n&atilde;o &eacute; um tema de economistas de esquerda, a OCDE sugere, agora, que<br>os pa&iacute;ses lancem mais programas para incentivar que as empresas contratem novos trabalhadores, especialmente aqueles que est&atilde;o entrando no mercado pela primeira vez.<\/p>\n\n\n\n<p>A expectativa entre economistas &eacute; de que ocorra uma queda forte do produto interno bruto em 2020 e uma pequena recupera&ccedil;&atilde;o em 2021. As popula&ccedil;&otilde;es v&atilde;o sofrer os efeitos do fraco desempenho dos setores produtivos. Desemprego e mis&eacute;ria, aumento da informalidade, redu&ccedil;&atilde;o da renda m&eacute;dia, com impactos sobre o consumo e quebra de empresas. As sobreviventes ter&atilde;o um longo trajeto at&eacute; a recupera&ccedil;&atilde;o. Insatisfa&ccedil;&atilde;o elevada com a qualidade de vida, levando a mobiliza&ccedil;&otilde;es de grupos e maior viol&ecirc;ncia urbana. <\/p>\n\n\n\n<p>Os governos ser&atilde;o obrigados a rever prioridades, inclusive cren&ccedil;as e valores, para garantir a continuidade de suas administra&ccedil;&otilde;es. Um dos cen&aacute;rios poss&iacute;veis para o curt&iacute;ssimo prazo, segundo cientistas pol&iacute;ticos e sociais, demostra a expectativa da revis&atilde;o de iniciativas que, especialmente na Europa, levaram &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas de bem-estar social nos &uacute;ltimos 40 anos. Segundo a tese levantada pelos especialistas, a pandemia deixou evidente que os pa&iacute;ses n&atilde;o est&atilde;o preparados para enfrentar eventos como as grandes cat&aacute;strofes humanit&aacute;rias. As popula&ccedil;&otilde;es pagam os elevados custos dos cortes efetuados. <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Era do desalento<\/h2>\n\n\n\n<p>No outro cen&aacute;rio, de curt&iacute;ssimo prazo, que vai incluir o Brasil, a trag&eacute;dia imposta pela pandemia provavelmente ser&aacute; combatida com mais austeridade, atendendo &agrave;s cren&ccedil;as dos grupos econ&ocirc;micos e pol&iacute;ticos dominantes. O corte de gastos p&uacute;blicos como padr&atilde;o tende a desconsiderar as propostas de revis&atilde;o das cren&ccedil;as no controle absoluto dos d&eacute;ficits p&uacute;blicos. Haver&aacute; um ambiente ideal de temperatura e press&atilde;o para instabilidade pol&iacute;tica crescente. Sem solu&ccedil;&otilde;es de curto prazo para os problemas sociais e econ&ocirc;micos, o Pa&iacute;s deve conviver, no cen&aacute;rio mais prov&aacute;vel, com elevados n&iacute;veis de informalidade, desemprego, queda da renda, baixo investimento privado e mobiliza&ccedil;&otilde;es sociais. <\/p>\n\n\n\n<p>Um conjunto de vari&aacute;veis prop&iacute;cio para o crescimento da insatisfa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos pol&iacute;ticos, a quem ser&aacute; atribu&iacute;da a responsabilidade pela falta de solu&ccedil;&otilde;es para os grandes problemas da popula&ccedil;&atilde;o. O pessimismo &eacute; reiterado, agora, pelos brasileiros que integram o grupo de trabalho da Agenda 2030, o conjunto de Metas de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel da ONU. O mais recente relat&oacute;rio dos especialistas denuncia que &ldquo;a an&aacute;lise dos dados oficiais aponta &ldquo;retrocesso&rdquo; ou &ldquo;amea&ccedil;a de retrocesso&rdquo; em metas dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (ODS) e mostra que, mesmo antes da Covid-19, o pa&iacute;s j&aacute; retrocedia em rela&ccedil;&atilde;o aos indicadores aferidos. E o fazia de forma sem precedentes.&rdquo;<\/p>\n\n\n\n<p>A sociedade ter&aacute; de compreender o que vai preencher o buraco da descren&ccedil;a na pol&iacute;tica e nos pol&iacute;ticos em todos os n&iacute;veis. E o que ou quem vai substituir lideran&ccedil;as, pois as atuais ser&atilde;o incapazes de gerar consensos. Na sociedade onde a depress&atilde;o j&aacute; &eacute; entendida, tamb&eacute;m, como mal do s&eacute;culo, segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, a proposta de democracia digital provavelmente vai ganhar maior for&ccedil;a. Mesmo que o verdadeiro papel da internet seja colocado em d&uacute;vida, j&aacute; que a empolga&ccedil;&atilde;o que envolvia a internet e as redes sociais poucos anos atr&aacute;s n&atilde;o &eacute; mais a mesma. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que vem por a&iacute;? <br><\/h2>\n\n\n\n<p>Inscreva-se abaixo para receber informa&ccedil;&otilde;es do Radar do Futuro:<\/p>\n\n\n\n<div class=\"emaillist\" id=\"es_form_f2-n1\"><form action=\"\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11744#es_form_f2-n1\" method=\"post\" class=\"es_subscription_form es_shortcode_form  es_ajax_subscription_form\" id=\"es_subscription_form_69f58c28b4120\" data-source=\"ig-es\" data-form-id=\"2\"><div class=\"es_caption\">Preencha abaixo para se cadastrar<\/div><div class=\"es-field-wrap\"><label>Seu nome*<br><input type=\"text\" name=\"esfpx_name\" class=\"ig_es_form_field_name\" placeholder=\"\" value=\"\" required=\"required\"><\/label><\/div><div class=\"es-field-wrap ig-es-form-field\"><label class=\"es-field-label\">Email*<br><input class=\"es_required_field es_txt_email ig_es_form_field_email ig-es-form-input\" type=\"email\" name=\"esfpx_email\" value=\"\" placeholder=\"\" required=\"required\"><\/label><\/div><input type=\"hidden\" name=\"esfpx_lists[]\" value=\"5100ba7dc549\"><input type=\"hidden\" name=\"esfpx_form_id\" value=\"2\"><input type=\"hidden\" name=\"es\" value=\"subscribe\">\n\t\t\t<input type=\"hidden\" name=\"esfpx_es_form_identifier\" value=\"f2-n1\">\n\t\t\t<input type=\"hidden\" name=\"esfpx_es_email_page\" value=\"11744\">\n\t\t\t<input type=\"hidden\" name=\"esfpx_es_email_page_url\" value=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/era-do-desalento-aprofunda-a-crise-sobre-o-futuro-da-politica\/\">\n\t\t\t<input type=\"hidden\" name=\"esfpx_status\" value=\"Unconfirmed\">\n\t\t\t<input type=\"hidden\" name=\"esfpx_es-subscribe\" id=\"es-subscribe-69f58c28b4120\" value=\"aa6ac7315e\">\n\t\t\t<label style=\"position:absolute;top:-99999px;left:-99999px;z-index:-99;\" aria-hidden=\"true\"><span hidden>Please leave this field empty.<\/span><input type=\"email\" name=\"esfpx_es_hp_email\" class=\"es_required_field\" tabindex=\"-1\" autocomplete=\"-1\" value=\"\"><\/label><label style=\"display: inline\"><input type=\"checkbox\" name=\"es_gdpr_consent\" value=\"true\" required=\"required\">&nbsp;Oi, como vai?\r\nAssinando aqui voc&ecirc; consente em receber a nossa newsletter. 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