{"id":115,"date":"2015-11-28T01:05:02","date_gmt":"2015-11-28T04:05:02","guid":{"rendered":"https:\/\/litebold.co\/~radardofuturo\/quem-vai-sobreviver-aos-robos\/"},"modified":"2021-08-24T08:59:37","modified_gmt":"2021-08-24T11:59:37","slug":"quem-vai-sobreviver-aos-robos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/quem-vai-sobreviver-aos-robos\/","title":{"rendered":"Quem vai sobreviver aos rob\u00f4s"},"content":{"rendered":"\n<p>Fun&ccedil;&otilde;es roteiras ser&atilde;o as primeiras a perder espa&ccedil;o no mercado de trabalho<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"640\" src=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay.jpg\" alt=\"Pesquisadora da ONU alerta para a necessidade de intensifica&ccedil;&atilde;o dos debates sobre os impactos da intelig&ecirc;ncia artificial - Imagem: Pixabay\" class=\"wp-image-2162\" srcset=\"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay.jpg 960w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay-300x200.jpg 300w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay-768x512.jpg 768w, https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay-480x320.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><figcaption>Imagem: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Carlos Pl&aacute;cido Teixeira<br>Jornalista I Radar do Futuro<\/p>\n\n\n\n<p>O avan&ccedil;o das tecnologias, incluindo o poder da intelig&ecirc;ncia artificial, impulsiona o temor entre os humanos comuns em rela&ccedil;&atilde;o aos efeitos das inova&ccedil;&otilde;es sobre o mercado de trabalho. Quem sobreviver&aacute; ao avan&ccedil;o das m&aacute;quinas inteligentes e da informatiza&ccedil;&atilde;o sobre as fun&ccedil;&otilde;es desempenhadas pelos funcion&aacute;rios de f&aacute;bricas, com&eacute;rcio, fazendas e prestadores de servi&ccedil;os? A pergunta que ficava no ar at&eacute; alguns dias atr&aacute;s agora projeta sua sombra sobre o futuro da sociedade, que j&aacute; experimenta hoje o cen&aacute;rio de aumento de desemprego.<\/p>\n\n\n\n<p>O enigma sobre o futuro das profiss&otilde;es passa pela aten&ccedil;&atilde;o &agrave; palavra rotina. Sabe aquela pessoa que diz que o trabalho dela &eacute; muito mon&oacute;tono? Todo dia faz tudo sempre igual? Pois &eacute;, ela tem bons motivos para se preocupar. Quanto mais f&aacute;cil descrever alguma fun&ccedil;&atilde;o por meio de um passo a passo, maior sua possibilidade de ser transformada em um programa de computador. &Eacute; isso que a inform&aacute;tica faz, no final das contas, ao lidar com comandos resumidos por &ldquo;se&rdquo; alguma coisa, &ldquo;ent&atilde;o&rdquo; fa&ccedil;a.<\/p>\n\n\n\n<p>Certamente &eacute; necess&aacute;rio tomar cuidados com as generaliza&ccedil;&otilde;es. Em v&aacute;rias atividades, apenas algumas fun&ccedil;&otilde;es podem ser transferidas para sistemas automatizados ou rob&ocirc;s. Por exemplo, no jornalismo, a rotina de fechamento dos resultados das bolsas de valores j&aacute; pode dispensar um jornalista humano. Basta conectar o jornal diretamente com o sistema do mercado de a&ccedil;&otilde;es. Hoje, por sinal, j&aacute; existem softwares, adotados por grandes ve&iacute;culos, capazes de produzir textos compreens&iacute;veis, com estilo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas h&aacute; atividades que poderiam ser at&eacute; exercidas por rob&ocirc;s, mas que resistir&atilde;o mesmo diante da constata&ccedil;&atilde;o de que s&atilde;o permeadas pela rotinas. Exemplo: enfermeiros que, &agrave;s duas horas da madrugada devem levar um rem&eacute;dio para o paciente Jos&eacute; Silva. O funcion&aacute;rio recebe as instru&ccedil;&otilde;es para retirar o rem&eacute;dio no balc&atilde;o, ir ao quarto 1204, acordar o paciente, perguntar se est&aacute; tudo bem, encher um copo de &aacute;gua, acordar o paciente, alertar sobre o rem&eacute;dio, entregar, perguntar se deseja mais alguma coisa, se est&aacute; tudo bem etc etc. Um sistema automatizado faria o mesmo, com a ajuda de um rob&ocirc;? Sim, de olhos fechados. E o paciente, acharia melhor ser acordado e receber o rem&eacute;dio de uma m&aacute;quina ou das m&atilde;os de um ser humano, capaz de se mostrar interessado em saber se ele est&aacute; bem, se as cobertas est&atilde;o suficientes?<\/p>\n\n\n\n<p>Humanos far&atilde;o diferen&ccedil;a, constatam v&aacute;rios estudos desenvolvidos pelo mundo, por especialistas sinceramente interessados em descobrir o futuro do mercado de trabalho. Como um artigo publicado pela Harvard Business Review, que constata a sobreviv&ecirc;ncia de postos de trabalho que requerem habilidades humanas por excel&ecirc;ncia, como o poder de comunica&ccedil;&atilde;o. Desde 1980, nos Estados Unidos, diz o documento, os empregos com altos requisitos de habilidades sociais t&ecirc;m experimentado maior crescimento relativo. Inclusive com ganho de renda superior em rela&ccedil;&atilde;o a outras fun&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n\n\n\n<p>A combina&ccedil;&atilde;o de habilidades cognitivas e sociais faz a diferen&ccedil;a para quem pretende sobreviver. Retornando ao caso do enfermeiro. Ele deve ser capaz de ir al&eacute;m da entrega eficiente do rem&eacute;dio. Algo como, reconhecer sinais faciais do paciente que denotem, por exemplo, um mal estar n&atilde;o expl&iacute;cito.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fun&ccedil;&otilde;es roteiras ser&atilde;o as primeiras a perder espa&ccedil;o no mercado de trabalho<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2162,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"tdm_status":"","tdm_grid_status":"","footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[23],"tags":[],"class_list":{"0":"post-115","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-carlos-placido-teixeira"},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-content\/uploads\/2018\/10\/desafios-da-inteligencia-artificial-os-riscos-imagem-pixabay.jpg","post_mailing_queue_ids":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=115"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/115\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2162"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=115"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=115"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/radardofuturo.com.br\/test\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}